Conheça 7 tipos de tratamentos para engravidar disponíveis no Brasil

Conheça 7 tipos de tratamentos para engravidar disponíveis no Brasil

Conheça 7 tipos de tratamentos para engravidar disponíveis no Brasil

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Estima-se que cerca de 15% da população brasileira enfrenta um quadro de infertilidade, sendo que muitos casais necessitam recorrer a tratamentos em clínicas de reprodução assistida.

Com uma investigação médica individualizada do casal, o especialista em reprodução humana poderá indicar qual o tratamento melhor se encaixa com as necessidades e anseios dos futuros pais.

Confira a seguir 7 tipos de tratamentos para engravidar disponíveis no Brasil e entenda como eles funcionam.

Quais os tratamentos disponíveis?

A medicina reprodutiva passou por constantes evoluções ao longo do tempo, sendo dividida em técnicas de baixa e alta complexidade.

Se você está pensando em iniciar em breve o seu tratamento de reprodução humana, aproveite e baixe o e-book que preparamos para você!

 

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No Podcast Papo de Tentante do CEFERP, preparamos um episódio inteiro dedicado ao tema da fertilidade. Ouça abaixo!

1.  Namoro programado

O namoro ou coito programado, consiste em uma técnica de baixa complexidade, na qual a mulher é submetida a estimulação ovariana por meio de medicamentos hormonais (orais ou injetáveis) que possuem o objetivo de induzir o crescimento dos folículos.

Após o acompanhamento do desenvolvimento folicular por meio de ultrassonografia, é realizado a indução da ovulação com injeção de HCG (hormônio que libera o óvulo). Assim, o casal é orientado a aumentar a frequência de relações sexuais no período.

É importante lembrar que para realização dos tratamentos de baixa complexidade, é imprescindível que as trompas sejam pérvias e a capacitação espermática normal.

2.  Inseminação Intrauterina (IIU)

Esta técnica consiste em injetar os espermatozoides que foram analisados e capacitados previamente na cavidade uterina durante o período de ovulação – realizado também mediante estimulação ovariana com medicamentos hormonais e indução da ovulação

O procedimento é bastante simples, rápido e indolor. Após a capacitação em laboratório, os espermatozóides são inseridos na cavidade uterina com o auxílio de um cateter.

Devido à sua efetividade e baixo custo (custo-benefício), o tratamento costuma ser recomendado como uma alternativa inicial, nos casos de fator masculino leve ou infertilidade sem causa aparente (ESCA).

3.  Fertilização In Vitro (FIV)

 

A fertilização in vitro é considerada como uma técnica de alta complexidade, pois a fecundação entre óvulo e espermatozoide é realizada em laboratório.

O tratamento é divido em várias etapas, começando pela estimulação ovariana, coleta dos gametas femininos e masculinos (óvulos e espermatozoide), fertilização e transferência dos embriões para o útero.

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A FIV é indicada em muitos casos, tanto de infertilidade feminina como masculina, como laqueadura, vasectomia, obstrução tubária, baixa reserva ovariana, espermograma alterado, idade avançada da mulher, endometriose, ou ainda, quando tratamentos iniciais falharam repetidas vezes.

Na FIV clássica, o óvulo é colocado junto a milhares de espermatozoides em placa com meio de cultivo, até que um deles penetre aleatoriamente, para que ocorra a fertilização.

4.  Injeção Intracitoplasmática de Espermatozoide (ICSI)

Neste caso, a fertilização é realizada por meio de uma injeção intracitoplasmática do espermatozoide (ICSI). O espermatozoide mais apto é selecionado e injetado diretamente no óvulo com uma agulha bem fina. Esta técnica é indicada, especialmente, em casos de alteração moderada ou grave do espermograma.

Super ICSI

Este procedimento é semelhante a ICSI convencional, porém, é utilizado uma técnica mais avançada para a seleção do espermatozoide.

Por meio de um sistema moderno de alta resolução óptica, é possível analisar o gameta sob um aumento microscópico, tornando a avaliação e escolha do espermatozoide a ser injetado no óvulo, mais criteriosa.

O uso dessa técnica pode potencializar, significativamente, os resultados. É indicado em casos de fator masculino grave, falhas de implantação, abortos de repetição e fragmentação do DNA espermático anormal, por exemplo.

5. Doação de óvulos

A doação de óvulos pode ser indicada quando a mulher apresenta baixa reserva ovariana, idade avançada, menopausa precoce, casal homoafetivo masculino ou outra condição que impossibilite o uso de óvulos próprios.

Nesse caso, os óvulos de uma doadora anônima são fecundados pelo sêmen do parceiro, através do processo de fertilização in vitro.

Com o embrião formado, a paciente é submetida ao preparo endometrial, para realização da transferência.

6. Doação Temporária de útero

O útero de substituição é indicado quando o casal não pode gestar. Isso pode ocorrer por ausência ou má formação uterina; presença de doenças graves que não permitam uma gestação, oferecendo risco de morte à gestante; casal homoafetivo masculino; entre outros.

Dessa maneira, o casal poderá gerar filhos com o seu patrimônio genético. A fecundação é realizada em laboratório, com a união dos óvulos e espermatozoides, no entanto, o embrião é transferido para o útero de outra mulher.

Leia mais sobre a regulação para doação temporária de útero: Saiba tudo sobre a nova resolução do CFM n° 2.294.

7. Doação de Espermatozoides

A doação de espermatozoide pode ser utilizado em fatores masculinos graves, como azoospermia (ausência de espermatozoide no espermograma) ou outras condições que impliquem a utilização do Banco de Sêmen.

Logo, uma amostra de esperma será utilizada para a fecundação, que pode ser realizada por meio de fertilização in vitro, ou por inseminação artificial.

Casais homoafetivos femininos e mulheres que desejam uma produção independente, também podem recorrer ao banco de sêmen para obter espermatozoides para o seu tratamento de reprodução humana.

Como escolher o melhor tratamento?

Como foi possível analisar, são várias as opções de tratamentos de medicina reprodutiva.

Para a escolha do tratamento mais adequado, tudo dependerá do diagnóstico e do histórico clínico do paciente. Dessa forma, é possível escolher a melhor opção que poderá ser aplicada isoladamente, ou em associação a outros tratamentos, para aumentar as chances efetivas de se atingir a gravidez.

A consulta com um especialista em reprodução humana é fundamental para escolher o melhor tratamento!

Se você possui dúvidas e deseja ler mais sobre o assunto navegue pelo blog do CEFERP, temos vários conteúdos sobre o tema!

Entre em contato conosco caso deseje realizar um tratamento de infertilidade.

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