Ep. 82 Especial Dia do Nutricionista – Nutrição e Fertilidade | Podcast Papo de Tentante | CEFERP

31/08 é Dia do Nutricionista e, para celebrar a data, tivemos uma conversa esclarecedora da Dra. Camilla Vidal com Prof. Dr. Anderson Melo e a nutricionista Dra. Francislene Faloni sobre como a alimentação influencia a fertilidade.

Venha entender melhor como a nutrição pode ser aliada na busca por saúde reprodutiva! 🩺🔍✨

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Transcrição do episódio

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Olá, aqui é a doutora Camilla Vidal, médica especialista em reprodução humana do CEFERP, centro de fertilidade de Ribeirão Preto. Seja bem -vindo ao podcast Papo de Tentante, um espaço onde compartilhamos informações sobre o universo das tentantes em busca do tão sonhado positivo. Aqui você poderá compartilhar suas experiências, se enterar sobre os assuntos de reprodução assistida e ainda conferir relatos de mamães que já passaram pelo tratamento e tiveram seu positivo. Você também poderá conferir novos episódios 15 anualmente e assistir ao episódio em vídeo pelo YouTube do CEFERP. Vamos ao episódio de hoje?

Oi pessoal, sejam bem -vindos ao Papo de Tentante e agora esse episódio especialíssimo em homenagem a dia da nutricionista, então temos uma convidada maravilhosa para a gente poder falar um pouquinho sobre a relação entre nutricão e fertilidade. Hoje a gente já estava conversando aqui que vai ter muita dica, muita coisa boa para a gente aplicar no nosso dia a dia. Obrigada pela participação de vocês. Obrigada. Olá, obrigado.

É um prazer estar aqui e compartilhar com vocês de um assunto tão importante para a gente alcançar o tão sonhado positivo e o nascimento desse positivo. Sim, com certeza. Me chamam François Lênis, são nutricionistas. Obrigada pelo convite. Vamos bater um papo muito gostoso aqui, né?

Vamos lá. E eu acho que a gente pode começar falando bem o básico mesmo, sobre como a nossa vida mudou, os nossos hábitos mudaram e por que é tão importante a gente resgatar nesse conceito da relação da nutricão com a nossa saúde e a fertilidade? Sim, é muito importante porque com uns anos nós somos perdendo muito a questão de comer comida de verdade. Esse alimento de verdade tem muito fast food, são alimentos prontos. E ao mesmo tempo a gente está comendo muito rápido, está comendo sem qualidade, sem olhar o que realmente esse corpo precisa.

A nutricão vem perdendo a importância dela no dia a dia e ela deveria ser a mais importante, por isso que ela é importante para essa fertilidade. No decorrer dos anos está cada vez mais os casos de infertilidade relacionado um pouco à questão da nutricão. Então a gente vem vendo isso a cada dia mais. Então assim, para todos nós, comer bem é muito importante, nós vamos estar dispostos, vamos estar com qualidade de vida, nós vamos conseguir fazer mais coisas e comer mal vai prejudicando, mas isso é a correria do dia a dia que eu acho que vai complicando essa saúde dessa mulher e desse homem também. E além dos outros fatores, nós temos muitos fatores externos que eles prejudicam a qualidade da fertilidade desse casal.

Legal, a gente ouve falar muito, como isso, como aquilo, abacaxi, fizaris, quando a gente vai ver dado da literatura a gente não conhece assim, não sabe de um padrão alimentar específico para melhorar a fertilidade. Se a gente tivesse que orientar para quem está ouvindo a gente aqui em casa tem algum tipo de alimento ou algum tipo de conjunto de alimentos que poderia potencializar essa fertilidade, já auxiliar nesse processo em busca da materidade da pateridade? Sim, é que na verdade a gente tem que olhar o indivíduo, tudo é individualizado, qualquer tratamento deve ser individualizado. O que eu vejo muito é que primeiro a gente tem que comer alimentos de verdade, esse é o ponto, é escolher arroz, feijão, carne, frutos, verduras, legumes, buscar esses alimentos. Existe muito dieta da moda agora para a fertilidade.

Eu estava até ler um artigo, existe a dieta pós -five, que todo mundo tem mais aderência, a dieta mediterrânea, tem uma dieta específica que lança um mercado que é melhor. Mas o que acontece? O paciente hoje precisa comer alimentos com menos agrotóxido possível, essa que é a base. Porque hoje o índice de agrotóxido está atrapalhando essa questão da fertilidade do nosso paciente. Então, quando a gente fala de fizar, alijaba, cachide, beterraba, tem alguns sucos que todo mundo fala, sim, são importantes, porque eles têm nutrientes.

Mas, exemplo, a beterraba é um dos nutrientes que mais tem pesticidas. Então, eu vou usar essa beterraba para esse paciente, ele precisa dessa beterraba? Não. Então, o que eu vou fazer? Eu preciso dar uma individualização para esse paciente.

O que eu falo muito? Que eu tenho que pegar esse paciente, olhar o que ele precisa em exames bioquímicos. Hoje os convênios, na verdade, não aprovam todos os exames, mas é super importante. Um dos exemplos é o cálcio. O cálcio é muito importante para a maturação desse óvulo, certo?

Que eu ósse. Eu estou falando óvulo, porque as nossas tentantes conhecem dessa forma. Então, eu vou tirar, quanto que eu tenho idade de cálcio para esse paciente nessa alimentação? O que é importante para esse paciente? É importante o leite, mas se ela tiver uma intolerância, a lactose.

Então, eu tenho que ir para outras vias. Eu tenho que dar um brócleis, esse brócleis precisa ser cozido num tempo certo, porque senão ele perde a fonte de cálcio dele. Então, eu tenho que individualizar. Existe muita dieta da moda hoje. É isso que a gente está vendo.

Então, a individualização é essencial. Mas eu falo com menos comida de verdade já sai na frente. Uma vez eu ouvi da frena, falou Anderson, tudo que você não precisa abrir em balagem é bem vindo. É isso. Vou confessar, estava aqui esperando vocês.

Eu trouxe a minha marmitinha de lanche, tinha uma fruta e tinha uma barrinha que tem um chocolate. Aí eu quase comi a barrinha e falei, não, vou receber a nutricionista, eu vou deixar a fruta. E não vou comer, não, sacanagem, comi a fruta. Mas é, realmente, a gente vai perdendo esse hábito e tudo que a gente puder descascar é melhor do que a gente desembalar. Com certeza.

E aí a gente vê até falando um pouquinho de frutas, comer frutas da época. Por que eu vou comprar um fissales hoje? Sim, ele não é da época. Sim. Né?

Muito interessante, eu acho que você está falando, Fran, porque o tratamento de reprodução assistida, fertilização em vitro, por si só, ela já traz um gasto financeiro muito grande para esse casal. E a gente sabe que tudo que a gente modifica demais no cotidiano desse casal, a aderência, a adesão é muito baixa. Então aqui você já deu duas dicas para a gente de como você pode conciliar a busca da maternidade e a paternidade da fertilização em vitro, dentro do seu cotidiano, um deles é você avaliar de forma individualizada, então não é tudo o que a gente come que é ruim, mas dentro daquilo que você come, a nutricionista vai te ajudar a fazer os ajustes. E se precisar, obviamente, isso seria alguma coisa, mas não vai ficar mudando aquele cardápio radicalmente. E segundo o ponto, a gente consumir aquilo que é da época, fruta da época, que é mais barato.

Com certeza, eu falo que o paciente chega no meu consultório e fala assim, então cardápio não. O que você come? Tira foto para mim, porque eles têm a dificuldade de tirar foto também. Então tira foto, deixa eu ver o que você precisa acrescentar. Ah, pode jogar uma semente abóbora em cima, pode colocar um cheiro verde, pode colocar tomate, coloca o tomate cozido para o homem, por caso fique licopeno.

Então assim, o que eu posso acrescentar naquela alimentação? Não vai ter um cardápio, base. Eu preciso mudar essa alimentação desse paciente acrescentando para que ele tenha aderência. Essa questão também de não ser uma coisa muito rigorosa ou muito… É, exatamente.

Injeçada também facilita muito, porque não adianta às vezes a gente colocar uma coisa totalmente fora da realidade daquele paciente. Eu já falei isso aqui, algumas vezes eu fiz cirurgia, eu emagrecie. E antes disso, eu já tinha passado por diversas nutricionistas, tentativas de mudança e tudo. Eu já recebi, eu não como peixe, eu não consigo, não gosto. Eu já recebi cardápio, você tem que comer tilápia, não sei o que…

Não vou conseguir comer, não vou conseguir manter aquilo ali. Pode ser ótimo para a minha saúde, mas não se aplica a minha realidade. Então, se a gente não faz isso essa individualização para os pacientes também, elas não vão… Aderir não vão ter o benefício, não? E aderir o casal, né?

É, é isso. É isso, porque se eu colocar uma limitação para a esposa e o homem, né? Mas ele não segue, existe uma divergência aí que não dá muito certo, né? É, acaba tendo que ser a mudança do casal mesmo, né? Eu até ia te perguntar isso assim.

Eu sei que a gente tem que olhar de forma individualizada, mas tem alguma coisa que a gente já pensa em orientar diferente, principalmente para o homem em vez da mulher, alguma particularidade? É, na verdade, a gente vê alguns nutrientes muito importantes para o homem, como a vitamina C, o licopelo, a vitamina E. Depende do que eu preciso melhorar naquela… do esperma dele, né? Então, assim, os antioxidantes, como falando da vitamina C, ela vai estar naquela proteção, né?

No líquido, né? Do… espeimático, né? Na mulher, eu posso entrar com outros nutrientes, né? Como o cálcio, né?

Que vai melhorar essa qualidade do óvulo, né? Maturação, o magnésio, né? Mas eu falo se os dois estão entrando… estão andando em conjunto, tudo é importante. Logo que eu vou trabalhar com um, com nutrientes específicos, mais que eu preciso melhorar aquele esperma, né?

E para a mulher, aquela questão do óvulo, né? Mais um ponto, além da… que eu falo da nutrição, é ver o que que… no ambiente, para esse casal, que está afetando mais a questão da infertilidade. Se eu puder falar aqui um pouquinho mais sobre toxinas ambientais, né?

Cigarro, né? Os pesticidas, a poluição, tudo isso está prejudicando a questão da fertilidade, né? E aí eu tenho todo o estresse, e eu não tenho essa alimentação, uma água adequada, uma água potável. Vocês estão falando, água… uma água de qualidade, sim.

É água de qualidade, porque hoje ainda tem gente bebendo água de torneira. Entendeu? Por hábitos, né? Então, assim, hoje a gente tem uma carga hormonal muito grande na água, do solo, né? Ribeirão preto, a gente tem uma água muito boa.

Mas se a gente falar de Santa Catarina, de outras regiões do Brasil, nós sentemos uma água de boa qualidade. Então, é muito importante esse… falando do homem e da mulher, está em conjunto, sim, mas nós vamos ter nutrientes específicos para o homem e nutrientes específicos para a mulher. Certo. E a gente ouve falar muito da dieta anti -inflamatória, principalmente quando tem endometriosa, denomioso, mas para a saúde como um todo.

Então, qual seria essa dieta anti -inflamatória? Eu sei que tem variações, né? Mas quais os alimentos que eu deveria expluir pensando nessa dieta anti -inflamatória? Eu vou falar um pouquinho sobre incluir, que eu acho que é… É, depois eu falo sobre excluir, porque todo mundo já sabe que não é bom.

Fast food, bebida alcoólica, né? Açúcar, gordura, ponto. O que incluir? Vamos incluir macurco, né? Vamos incluir folhas verdes escuras, né?

Que a gente tem que tomar cuidado que elas são fontes de peixicindas altas. Então, eu tenho que buscar a organ. A organ. Tá. Vamos incluir um minhame, que faz uma limpeza de sangue, né?

Vamos incluir frutas e vegetais, né? Frutas, na verdade, né? Eu falei, vegetais, eu falei, então, assim, vamos incluir alimentos integrais, né? Em relação à endometriose, é um ponto, assim, que eu tenho que desenflamar realmente esse paciente. Eu tenho que colocar alimentos simples em magnésio.

A gente não fala muito sobre isso para a endometriose, mas em endometriose tem vários estudos, até o LIUN, esse final de semana, né? Falando que o uso do magnésio, a gente diminui muitas dores dessa paciente. A endometriose, o paciente tem muita dor no intestino, né? Tem muitos gases em intestino preso e em intestino solto, né? Então, assim, se eu coloco o magnésio, eu coloco uma semente de abóbora, eu coloco um arroz integral, né?

Eu coloco alimentos fontes de magnésio e eu ajudo essa paciente. Então, realmente, eu desenflamo essa paciente. E muitos alimentos ricos em vitamina C, né? Que eu acho que é muito importante. Tipo, uma laranja, né?

Descasca essa laranja, come o bagaço dela, né? Então, são esses alimentos, né? Que a gente precisa ir trabalhar, porque tirar a gente já sabe que é fast food, é o álcool, a bebida alcoólica. Alguns estudos falam em carne vermelha, mas essa paciente também não pode ficar sem carne vermelha, né? Porque tem estudos já falam que tem que dar carne vermelha, mas porque ela precisa de uma B12 também.

Então, o complexo B é fundamental para o paciente com endometrose, porque o paciente com endometrose ele também tem uma alteração emocional muito grande, né? O glúten também. Então, o glúten, alguns pacientes a gente tira, outros não. Por quê? Porque a gente tem uma avaliação assim, que esse paciente com endometrose, se eu tiro o glúten dele, eu tenho que ensinar o que é tirar o glúten, porque ele vai para o sem glúten.

Aí ele come tudo, bolo com a farinha de arroz, com o adoçante, e o creme lá de chocolate doce. E o como ele come a pizza sem glúten, mas está comendo ainda a pizza em botidos, né? Então, assim, eu preciso que ele come alimento de verdade. O tipo, porque não é só tirar o glúten, é muito mais. Mas eu posso estar com uma fermentação natural, com esse paciente, um pão de fermentação natural, uma pizza de fermentação natural, e ele vem, né?

Agora, se ele tirar tudo e substituir pelo tudo que o mercado já oferece hoje sem glúten, ele vai para o industrializado de novo. Aí ele não está comendo comida de verdade. Entende. Entende. Então, assim, por isso que eu falo assim, sem glúten, sem lactose, o paciente com endometriose, ele é muito…

ele tem muita alergia, né? Exemplo, o café. Vamos falar um pouquinho do café para o paciente com endometriose. O café hoje é uma fonte de níquel. O níquel ele eleva alergia nesse paciente com endometriose, né?

Então, como que esse paciente… Eu estou tirando o café porque desse paciente com endometriose por causa da fertilidade, por causa dele… Por causa de alergia, por causa do quê, né? Então, assim, eu preciso tirar dele por quê? Porque ele é muito inflamatório para esse paciente com endometriose.

Eu desenvolvo mais alergia para esse paciente. E em outras doenças, você vê alguma outra particularidade, por exemplo, a síndrome dos ovários policísticos, né? Tem alguma recomendação específica? Um perda de peso. Ah, sim, é uma certida.

Por quê? Porque ele é um paciente com resistência insulina, né? É a maioria, né? Então, se ele perdendo peso, eu consigo melhorar… Eu falo que os nutrientes que vão para aquele paciente, né?

Mas eu preciso, sim, dar uma… fazer uma perda de peso para esse paciente. Mas eu quero um… daqui a pouco eu vou falar um ponto sobre perda de peso também, tá? Essa perda de peso com nutrientes, né?

Fazendo esse equilíbrio, né? Porque também existe o paciente que ele não precisa de perda de peso, né? Então, eu tenho que dar nutrientes para esse paciente que… Eu falo que através de frutas vegetais, legumes e lógico, uma suplementação adequada, né? Principalmente para o paciente com a sope, né?

Mas ele… a gente vê uns resultados já para regularizar esse ciclo menstrual desse paciente, né? Eu gosto muito do selênio, através da caçanha do Pará para o paciente com sope, né? Então, a gente come uma caçanha do Pará, né? A gente já vai melhorar esse paciente.

Então, eu falo que são… Eu tenho vários caixinhos… eu tenho caixinhas de uva que eu preciso de nutrientes em todas aquelas uvas, né? Então, eu tenho que dar muito mais nutrientes para esse paciente, tá? E falando um pouquinho de perda de peso, eu também vejo, doutor, além da sope…

Muitos pacientes, até com bulimia anorexia, que a gente não sabia que esse paciente tinha bulimia anorexia, está vindo para fertilidade e não tem nutriente, entendeu? Fala que come, fala que toma suplemento e não está tomando, não está comendo, entendeu? E aí, ele não vai ter uma qualidade de óbvio. Eu estou pegando muito esses pacientes. E depois de um tempo grande de tratamento, que a gente consegue identificar que ele tinha anorexia e bulimia.

Então, assim, a perda de peso ou a obesidade é uma balança. É, os extremos, né? São ruins de toda forma, né? E se a gente não tiver uma avaliação adequada do paciente, às vezes a gente não vai saber, né? Vai ver uma pessoa estar ali no peso adequado, a gente teoricamente entende que está tudo bem nutricionalmente e está longe de ser assim, né?

Existe um estudo que mostra que o paciente obeso, a gente está fazendo pequenas alterações dele, ele já melhora os exames dele em relação à questão do antimilhariano e qualidade de óbvio. Então, eu já peguei pacientes que, ah, eu vou por uma cirurgia bariátrica, eu estou falando só mesmo pensando esse paciente tentante, né? Mas ele altera tanto a parte do intestino que a gente estava falando, que ele não observa os nutrientes. Então, ele tem uma perda de peso muito maior do que antes de passar aí para esse processo, né? Da bariátrica, porque uma bariátrica adepada, né?

Ela tem que ser nutrida. Ela tem que ser nutrida. Agora, esse paciente que está muito desnutrido, que ele fala que ele tem uma alergia intolerância lactose, né? Que é muito comum hoje. E se ele não repõe calcio, se ele não tem os nutrientes adequados, ele vai estar desnutrido, ele vai ter uma qualidade de óvulo adequado.

Ele vai baixando essa reserva, o variano dele, né? Nossa, você veio aqui há três anos atrás, você estava assim, caiu tanto. É porque estão fazendo muitas restrições hoje. E esse paciente ele não conta, né? Ô, Fran, então a gente sabe que o estilo de vida saudável é fundamental para nossa vida como um todo, a fertilidade não fica de lado.

E dentro desse estilo de vida saudável, as noites de sono, o sono adequado é fundamental também. É fundamental. E alimentação, pode ajudar nisso? Super, pode ajudar a me alimentar isso. Também.

Super, a dos mi bem essencial, mas o que vou comer antes de dormir? Existe, é interessante que existe algumas frutas, né? Como uma cereja, abacate, né? Que ele faz o paciente, ele entrar, lógico, vai comer um abacate inteiro. Mas ele faz o paciente entrar no estado melhor para ele estar dormindo a noite, né?

Até os alimentos fonte -magnésio, né? Tanto os produtos do mercado aí, fonte -magnésio para dormir, né? Então vamos comer uma excelente abóbora, né? Para dormir às vezes tomar um chá, né? Existe alguns chás que dependendo da fase, né?

Do processo da fertilidade, o paciente pode estar tobando, né? Então assim, tem muitos alimentos que podem estar contribuindo assim. A proteína, nós temos que tomar cuidado se a gente vai comer a proteína animal, tá? O ideal é a proteína vegetal, tá? Porque a proteína animal vai ter um processo de gestão ruim, né?

Então isso vai alterar, mas o sono é fundo, né? Qual que é a proteína vegetal que você recomenda? Porque eu acho muito ruim. Não falando de proteína vegetal. Mas de fome, né?

Não, não, eu tô falando de alimento mesmo, de verdade. Um cogumelo, um chitá, que um grão de bico, né? Porque assim, não os ois, né? Os ois é ruim? Esse daí é ruim demais.

Ah, tem alguns, né? Não, os osis vegetais. Bom, esses dosis. E o cocô, né? As fezes, o padrão das fezes, é um indicativo de que o nosso organismo tá indo bem?

Sim, sim. Se nós estamos observando no preenche, aquele cocô informe de cabrito, é que o paciente não tá tomando água. Água é essencial, né? Gente, água, o corpo precisa de água, né? Então assim, se como que tá essas fezes, né?

Quando a gente até fala com pacientes com índio mitreose, essas fezes estão muito pastosas, né? Será que ele tá observando o que nós estamos prescrevendo, o que ele tá comendo, né? Então assim, a gente precisa, eu falo assim, como que tá o seu cocô? É um bom indicativo, tá? É um bom indicativo.

Pra falar assim, sai alimentos, esse cocô, então eu não absorvo esse alimento, né? Será que eu tô machigando de forma adequada? Então são vários pontos, né? Você vê que numa primeira consulta, a paciente já vai conseguir ter uma noção de tantas coisas que ela deveria olhar e não olha, né? E as vezes são coisas que parecem ser senso comum, mas que na verdade, se a gente não chega e não tem um profissional falando, a gente não para e não presta atenção, né?

Falando do meu exemplo, né? Estava falando dessa questão de absorção, de nutrientes e tudo mais. Eu faço acompanhamento, né? Por conta do pós -operatória e tava lá fazendo com a nutricionista falando sobre o que eu comi e tudo mais. Chegou um ponto e ela falou assim, olha, Camila, você sabe que as vitaminas que você tá tomando são importantes, mas você sabe que se absorve muito melhor se você comer, né?

Você precisa comer, não adianta você só tomar essas vitaminas. E o nosso, a verdade, então tem um conceito tão básico, né? Mas as vezes a gente pensa, ah não, já tô tomando minhas vitaminas, já tô fazendo tudo certo, não preciso. Então quando a gente vai num profissional e chama atenção pra isso, faz muita diferença, né? É, comer muito, né?

A gente precisa comer, assim, quando eu falo muito, é comer comida várias, exaldir boa, né, gente? E o que a paciente pode esperar de uma primeira consulta, então? Ela pode esperar uma barradura de forma só, né? A paciente, ela precisa, ela vai estar ali, primeiro, pra ser acolhida, né? Pra ser acolhida em todo o processo.

E a gente entender como ela está, e que fáscara ela está, e o que eu posso fazer para ajudar ela, né? Então assim, quando você gosta, você não gosta, vamos experimentar, vamos testar, não gostei desse alimento, vamos testar o outro, né? Porque é rico, né? Sim, tem muitas opções, né? Muitas opções, né?

E não é ser, e eu falo assim, que a gente, a alimentação da nutrição, não é ser uma alimentação sem sabor, é uma alimentação com o sabor, né? É comer frutas vegetais, proteína, por favor, não tire as proteínas, elas são importantes, né? Também tem estudos mostrando que o paciente retira a proteína, só fica na parte vegetal, sem estar equilibrado, e tem problemas, né? Eu não tenho energia, como, eu preciso de uma, a nutrição, ela é importante para a fertilidade, mas é um conjunto, né? É a medicina em conjunto com a nutrição, um conjunto com a atividade física, em conjunto com o sono, em conjunto com as terapias, né?

Então assim, ela pode esperar isso, é um olhar grandioso para a vida dela, né? E para a nutrição, desde quando ela era pequena, porque hoje, tem estudos que mostram, né? Mas esses é em ratinhos, né? A gente não sabe quanto que é ainda na nossa vida, que a nossa vó vai influenciar os nossos netos, né? Então assim, como que eu posso melhorar a qualidade minha para o meu neto, né?

O meu bisneto, né? Então por isso que a infertilidade, ela está crescendo aí, né, gente? Porque nossa geração, ela está muito, né? Não cuidando dessa alimentação, né? É, eu vou falar agora como paciente aqui da França, né?

Muito interessante, porque normalmente a gente vai no nutricionista, sai com um cardápio ali, alguns pedem exames, outros não pedem exames, e aqui eu não estou falando que está certo ou errado, né? Mas eu me recordo que a primeira vez que eu sentei naquela cadeira com a França, a gente está sempre conversando, ela olhou a minha forma de sentar na cadeira, e ali ela traduziu para mim um contexto emocional que influenciava em toda a minha jornada na vida. Então o que me chamou a atenção nessa avaliação foi essa abordagem holística completa que vai além da questão nutricional e pega aonde é o comando de tudo, que é a cabeça, né? E um outro ponto também, que a Fran faz em toda consulta, mas eu vou aproveitar e jogar como uma pergunta, né? Fran, a gente sabe que se for lá na balança e, pesar, às vezes o índice de massa corpórea está tudo bem, mas a situação pode não estar.

E o oposto também, às vezes a pessoa está lá com MC de obeso e o cara é bombadão fortão. Então como a gente avaliar de forma adequada, correta, essa composição corporal, essa porcentagem de gordura, você pode falar para a gente? Posso. Nós precisamos ter massa magra primeiro no organismo, né? Então a massa magra, o que é que ela é?

A gente adquirir ela através da atividade física, né? Então nós precisamos ter massa magra para que essa quantidade de gordura do corpo seja um pouquinho menor. A gordura do corpo alto, o paciente está inflamado. Então essa avaliação, através da bioembedança, outros profissionais fazem de outras formas, ela vai mostrar como que o corpo do paciente está. E o que ele está carregando ali, né?

Se ele está carregando gordura ou massa magra? Existe uma questão da nossa genética, sim, mas quanto mais atividade física que a gente fizer, a gente vai ganhando massa magra e isso vai elevando a questão de saúde, porque gordura no corpo vai ser uma gordura que vai inflamar, né? A cada vez mais, então, eu tenho que colocar mais antioxidante para aquele paciente aí liberar essa inflamação, né? Isso é importante porque tem gente que está acima do peso e a gente fala, olha, vamos passar com a nutricionista, tudo. Na cabeça dessas pessoas e até pela experiência do que eles já vivenciaram com outros profissionais, médicos, né?

Acha que tem que atingir um MC muito baixo, e na verdade, eu tenho uma cunhada que ela era obesa mórbida, entrou, virou triatleta, essas coisas de Crossfit, o MC dela praticamente não saiu do lugar e ela virou malhada, super massa magra. Isso, porque o MC hoje fala assim, a gente tem que tomar cuidado, porque é fácil, né? A relação altura, peso, a gente já dá um MC no computador, no Google, né? Mas a gente precisa ter esse olhar clínico, né? Para esse paciente, não, você não precisa perder agora.

Você nem pode perder agora, porque se você perder, você está no processo da FIVI. Eu preciso dar nutrientes para você perder saudável, porque senão, inflama, eu já… Aí eu começo uma toxina circulante no corpo, porque aquele paciente não dá conta, né? Então eu preciso ter esse olhar, né? Porque eu tenho que saber qual é o time, né?

Desse paciente tentante também, né? Qual é o tempo que ele tem, né? E aí a pessoa trabalha com planejamento, né? Ninguém vai falar para perder 10 quilos em um mês. Exato.

Mas tem um objetivo que vai ser gradativamente alcançado até atingir aquele alvo, né? Sim, aquele alvo que é esperado, né? E os exames, então, a biimpedância, é um que pode ser feito, né, Fran? Que é o mais realizado, né? Esse que a Fran faz.

E tem também o exame de sangue, Fran. Quais os nutrientes que seriam ideais a gente estar dozando, eu sei que a gente não pode, a gente não, às vezes, todos os pacientes não têm todos os exames, né? Que pode. Mas hoje falando um pouquinho do homem, hoje eu pediria vitamina C do homem, uma vitamina D do homem, testo, um beta caroteno, né? Eu acho que é bem importante, um hemograma completo, uma assistência inivitamina B12.

Falando resumidamente do homem, né? Agora da mulher, eu também pediria esses, né? Mas eu colocaria em um magnésio também para a mulher, um zinco aí para a mulher, que eu acho que é importante. Um exame ver se ela tem algum tipo de alergia alimentar, eu acho que é importante. Tem muitos exames, calço é fundamental para a mulher.

Existe calço urinário, magnésio urinário também, e o cérebro. Eu sei que alguns casos, os convênios não aprovam, mas seria o ideal. Porque quando ele está baixinho ali, no calço sério, eu já sei que esse paciente precisa de muito mais. Porque no urinário ele mostra mais precisão. Certo.

E o tal do alumínio com desodorante? É. Porque eu os adoro falar. Sim, sim. Não só alumínio, né?

É, não só. As soxinas, quando a gente fala das soxinas, qualquer cossméticos hoje, tem muito alumínio, tem outras soxinas, então isso é muito prejudicial até… É, o exame que eu peço também, né? Eu esqueci aqui de falar. É que para mim está tão assim…

Já está, né? … que eu pedi. Não só no desodorante, como nas panelas. Comer em restaurante essas panelas são de nox, né?

Então eu tenho uma carga de alumínio na comigo. Então assim, eu tenho que escolher um desodorante livre de alumínio, uma maquiagem, mas aí gente, aí a gente vai assim. Eu peço assim. Eu vou pedir para esse paciente ir no desodorante da maquiagem, eu vou pedir para ele comer melhor. Sem agrotóxio.

Sem agrotóxio. Entendeu? É. É nessa linha. Porque senão ele não dá conta.

Assim, é muita coisa. É muita mudança. Não dá conta. Mas é muita mudança. Acaba não ficando…

Não é sustentável, né? Não é viável. E a gosto também, a gente tem o dia da gestante, além do dia da nutricionista, a gente até fez um episódio específico falando um pouquinho da parte do pré -natal. E a gente até abordou também essa questão de estilo de vida, alimentação, porque tem muitos mitos do que gestante pode comer, não pode comer, pode fazer, não pode fazer, né? E a partir do momento que as nossas tentantes atingem, então, o sonho de virarem gestantes, o que isso mudaria de recomendação, de acompanhamento?

Olha, primeira coisa. Não vamos tomar chás. Porque tem muito chá que pode ser abortivo. Não é que a gente tem… Nós não temos estudos que comprovam que esses chás, o quanto que eles podem fazer contração de útero.

Existe, assim, uma canela, a gente fala para tirar esse paciente, né? O café, nós falamos para diminuir, na verdade, existe uma linha que fala para a gente retirar o café pelo menos um mês antes, né? Mas em gravidor, diminuir essa quantidade de café pelo menos uma xícara por dia. Mas é aquele café quadro, não café em cápsula, tá? Porque, assim, a concentração de cafeína é muito grande e também de níquel, né?

Essa gestante não é ideal para ela, nesse momento, né? Então, se ia comer alimentos de verdade, mas essa paciente que tem tentante, que ficou gestante, ela tem muita, assim, agora eu posso comer de tudo. É, eu imagino. Não, a gente tem que comer alimentos que vão para o nosso bebê para ele crescer saudável, né? Então, tem que ter um equilíbrio de nutrição, né?

Eu falo assim, os meus pacientes, eles fazem tarefinha de casa comigo, viu, gente? Então, eles anotam os alimentos que eles comeram e me lê, eu falo assim, olha, então, se eu não comeu a céuga, não seria importante se experimentar a céuga, comer. Ele tem um nutriente importante, né? Às vezes, só fica no alfácio na rúcula, né? Então, assim, é muito importante cuidar dessa alimentação durante os nofnizes, né?

Porque a gente acuidou antes, né? A gente evita alergi alimentar desse bebê que vai nascer, né? A gente evita ter uma diabetes sessonal, também, né? Que hoje é o que eu mais atendo é grávida com diabetes sessonal, né? Para a gente evitar essa diabetes, né?

Então, assim, nós temos que tomar cuidado aí, né? Nesses embutidos que essa gestante, ela está comendo também, tá? É muito comum lá no nosso dia a falar ah, e, Dr. Anderson, é muito caro os remédios que a nutricia inicia passa, mas aí eu vou justificar hoje, para você complementar. A gente sabe que os compostos que a gente prescreve hoje de laboratórios farmacêuticos convencionais, eles não têm a quantidade total dos nutrientes que precisam.

Ele pode ter todos os tipos, mas a quantidade é menor. Por que isso, gente? Porque a quantidade ideal não cabe no comprimido. Então, quando a gente passa na nutricia, por exemplo, eu tomo lá o verdinho, o plorelo, né? Eu tomo cinco por dia.

Então, o que acontece? Porque aquela quantidade de remédio não cabe naqueles comprimidos convencionais e a anvisa não libera. Então, acaba que a nutricionista ajusta a dose de forma personalizada, você vai acrescentando depois aí, Fran? Não é isso? Para poder atingir a dose ideal terapêutica.

E as vezes, e o que acontece? Como nós temos um prazo, né? Nós não temos… o paciente não chega para mim com um ano. Ele chega para mim com um mês, três meses.

E olha lá, né? E olha lá. Eu não tenho um time, né? Então, eu não consigo, através da alimentação, só que esse paciente tem um nutriente, ele aumenta o zinco dele, que está a 60, para 98. E eu tenho que suplementar aí.

Eu não estou só suplementando zinco, né? Eu tenho zinco, tenho magnezes, tenho vitamina C, tenho um monte de nutrientes. E tudo é individualizado de acordo com aquele exame que aquele paciente fez. E cada nutriente vai ter uma pesagem naquela cápsula, por isso que às vezes fica caro, porque às vezes aquele paciente tem que tomar cinco cápsulas daquele composto, para dar a quantidade que ele precisa. Então, assim, é isso, é porque nós não temos o tempo para ir em doses.

Vamos agora colocar esse alimento, vamos ver como ficou o seu exame, vamos colocar esse suplemento, como ficou o exame, não. O paciente tentante, ele chega nos 40 anos. Já chega e a gente tenta suplementar. Três meses a gente já consegue um bom resultado com esse paciente, mas a gente já vê alguns estudos com aquele paciente que chega com o mês, com alguns nutrientes específicos, a gente já consegue uma melhora, alguns nutrientes, outros outros eu preciso de mais um tempo. Por isso que fica caro, né?

Legal, legal. E aí, Fran, faz a bimpedaça em todo o retorno? Não, não. Mas depois de três meses. Muitas vezes, faz depois de três meses, dependendo do paciente, nem vai fazer, aquele paciente às vezes não está preparado para fazer bimpedância.

Ele precisa de muito outros fatores, né? Porque se eu fizer bimpedança naquele paciente, ele vai falar assim, nossa, não mudou nada. Não mudou nada, eu não estou bem, né? Não, tem paciente chega lá no consultório e fala assim, oh, então é isso. Nesse momento, eu quero que ele coma arroz e feijão.

Eu não quero que ele olha para bimpedança. Isso é importante, né? Eu quero que ele tira o macarrão, eu quero que ele beba água. Então, assim, muitas vezes, às vezes eu pergunto para o paciente, você já fez a bimpedança antes e tudo mais, né, com outro profissional, ele fala assim, não, então, nossa, daqui duas consultas nós vamos fazer bimpedância, porque aí ele já consegue mudar em todo o processo da casa, se não fica mais um papel, mais uma informação, mais um exame, que ele não dá conta. O que eu falo não dá conta, gente, é muita coisa para o paciente tentante.

Eu já fui entendente, eu sei o que é isso. Então, é cada profissional, né? A nutricópia fala, o médico fala, o outro fala, é muita informação. É muita pressão. Então, vamos comer uma fruta, vamos comer um arroz e feijão, vamos pedir lá para o verdureiro da cidade tal, né?

Me dá a verdura mais orgânica possível, né? Então, é nesse sentido. Até porque, senão, também a gente condiciona mais uma vez, é olhar só para balança, só para a bimpedança e não olhar para os hábitos, para todos os dias, né? E eu queria falar também com vocês um ponto sobre bebida alcoólica. Você sabe porque, sim, todo mundo, né?

Fala assim, vai na nutria, vai para a tibia B, sim, vai para a tibia B. Achei que ela ia trazer uma revolução, revolução. Gente, pelo menos um mês antes. A gente precisa de qualidade de óvulo e qualidade de espelha. Ponto, né?

Então, assim, eu estou falando assim, claramente, porque assim, pode beber uma longue neck por dia, duas vezes a semana, já vai alterar. 40 ml de destilhado vai alterar, 150 ml de vinho vai alterar, duas vezes a semana. Posso beber tudo de uma vez, uma vez a semana? Fica do 90. E piora.

Então, pelo menos um mês, pare de beber, antes da coleta, do óvulo ou do espelha. O ideal, sim, é a gente fazer os três meses, né? Mas um mês antes, porque a gente tem muitos estudos mostrando a fragmentação de DNA, a qualidade desse espelho, o óvulo, né? Então, assim, vamos tomar cuidado em relação a isso, né? Então, eu estou falando assim, claramente, porque…

Quando é restado? Na fé também? Então, o café, a gente tem conversado muito, pelo menos uma xícara por dia, só, né? Mas tem que ser docoado, porque a cápsula, eu tenho uma… A cápsula eu tenho alumínio, né?

Aí eu prejudico mais ainda. E mais assim, eu tenho dormitriose, eu tenho alergia, eu tenho uníquio alto no meu organismo, eu dozei, né? Então, assim, aí eu preciso como tentante pesar isso, né? Então, assim, o café, o álcool, o fast food, os doces vão pesar. Quanto que vale, né?

O meu sonho, né? Eu posso melhorar, né? Uma alimentação, até… Eu posso comer um doce, sim. Mas eu vou comer um doce de melhor qualidade, né?

Passa de minuinha, bom? Então, depende. Uma bandana, né? Ah, Fran, fala daquele… daquele aplicativo que tem pra ver os rótulos.

É você que falou uma vez pra nós. Um aplicativo que tem pra você ver os rótulos. Então, sei lá, você vai comprar a marca de alguma coisa? De pasta de minuinha. A hora de eles postarem, a gente pede pra costa.

É, gente, connosce. É um aplicativo que você olha, tipo, o pasta de amendoim. Qual que é a mais saudável? Apesar que a Fran já sabe as marcas todinhas. Uê, vegano, uê…

Uê normal, né? Ah… Em relação ao pasta de amendoim, se esse paciente tem uma alergia ao amendoim, ele não pode, mas o amendoim é um dos alimentos mais… que também tem mais agrotóxico. Eu iria pra pasta de amendoim.

De amendoim. Nossa, não sabia que existia pasta de amendoim. Rênd, macadâmia também. Nossa, é bom saber. Deve ser mesmo.

Sim, é bom. Bom saber. Depois a gente vai atrás do aplicativo. Gostei dessa ideia também. É tudo que ele tipo esses yopro, que é gostoso, e ela gosta do yopro.

É. Eu achava que o melhor não é o melhor. Olha só… Não é o melhor não. Não posso falar da marca.

É. É. Não, mas vamos saber. Depois que desliga… Descorte, gente.

Então, depois a gente corta, a gente descobre a marca boa, né? É. Bom, então, acho que falamos os pontos mais importantes aqui, né? Mas, primeiro, em primeiro lugar, quero te agradecer pela disponibilidade, dizer que tá convidadíssima pra gente conversar outras vezes, porque o assunto não falta, né? A gente tá aprendendo muito.

E queria te parabenizar pelo dia da Nutricionista, agradecer pelo nosso trabalho em conjunto, né? A gente olhar como o Dr. Anderson colocou pra pessoa de uma forma holística, né? Faz toda a diferença pra que ela tenha, né? Mas sucesso no tratamento não só de reprodução humana, mas na vida.

Então, obrigada por esse nosso trabalho em conjunto. Parabéns pelo seu dia e vou te deixar aqui a vontade pra deixar um recado pra quem tá escutando a gente. Primeiro gratidão pela oportunidade. É, falar de nutrição e falar pro paciente tentante assim, é maravilhoso, né? Porque a gente fala com a alma, fala através do coração, né?

E esse paciente tentante, o que eu tenho pra falar pra ele é assim, não desista do seu sol primeiro, tá? E olhe pra nutrição com amor, que você foi nutrida com amor, né? A nutrição dos nossos após, dos nossos pais, né? Vem que deixou você ser assim melhor, né? Então, vamos olhar pra comida, não falando, ah, eu tenho que comer isso.

Não, eu tenho que comer isso porque eu quero ser uma pessoa melhor e ter um bebê melhor, né? Eu tenho uma vida aí de qualidade, porque não é só ter o sonho, né? É ser uma mãe, ser um pai com saúde, né? Então, assim, eu agradeço demais, tá? E até na gratidão e assim, desejo que todos os sonhos de todo o tentante seja realizado.

Também, também. Eu também gostaria de agradecer pela oportunidade e a você, Fran, que é a nutricionista do corpo e também da alma. Obrigada. Gratidão. Obrigada, gente.

Tchau, tchau. Obrigada por assistir ao Papo de Tentante. Pra enviar seu relato, dúvida ou sugestão, mande um e -mail para papo -detentantearoba -CEFERP .com .br. Aproveite e acompanhe o CEFERPno Instagram e no YouTube pra ficar por dentro das novidades. O conteúdo deste podcast é meramente informativo e não substitui uma consulta com o médico especialista.

Te vejo no próximo episódio. Até lá!

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