Karina Steiger realizou o sonho de ser mãe aos 44 anos através de um ato de amor: a doação de óvulos. A partir de sua experiência, ela criou o Nós Tentantes Projeto de Vida, compartilhando informação com pessoas que buscam a parentalidade, e o Programa Ninho Solidário, que promove o auxílio à realização de tratamentos de reprodução humana.
Assista a esse relato cheio de gratidão que a Karina teve com a Dra. Camilla Vidal no Papo de Tentante de hoje! ▶
Transcrição do episódio
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Olá, aqui é a doutora Camilla Vidal, médica especialista em reprodução humana do CEFERP centro de fertilidade de Ribeirão Preto. Seja bem-vindo ao podcast papo de tentante, um espaço onde compartilhamos informações sobre o universo das tentantes em busca do tão sonhado positivo, aqui você poderá compartilhar suas experiências, se inteirar sobre os assuntos de reprodução assistida e ainda conferir relatos de mamães que já passaram pelo tratamento e tiveram o seu positivo. Você também poderá conferir novos episódios quinzenalmente e assistir ao episódio em vídeo pelo YouTube do. CEFERP. Vamos ao episódio de hoje?
Oi pessoal. Sejam bem-vindos ao papo de tentante. Hoje nós temos uma convidada muitíssimo especial para falar de um projeto lindo que eu imagino que muitas de vocês já conheçam e que tem que ser realmente cada vez mais divulgado. Então, em primeiro lugar, Karina com um enorme prazer. Eu te agradeço pela sua disponibilidade, mesmo com todos os contratempos da vida, da gente poder estar aqui conversando e te deixo à vontade para se apresentar.
Olá pessoal, tudo bom? Prazer aqui estar com vocês hoje, né? É sempre muito bom falarmos abertamente, né? Sobre todas as formas de gerar amor, como eu chamo os tratamentos e eu sou uma mãe por ovos doados, do Enrico, que tem 5 aninhos, uma entusiasta do assunto, é eu e o Pedro fomos os pioneiros em falar abertamente em rede nacional numa época que ninguém se falava. E o avanço?
Adão, então, é muita gratidão, né? Porque AA minha história. Foi inspiração para muitas pessoas minha e do Pedro. E graças a nosso caso real a gente, né, conseguiu aí transformar uma rede de apoio gigante que ajuda muitas e muitas famílias a construírem, né, os seus seus ninhos de amor, como eu chamo. E é tão bom vocês terem começado a falar sobre isso.
Porque mesmo hoje, né, tendo aumentado um pouco o quanto as pessoas falam sobre esse assunto, ainda é um pouco de tabu, né? Ainda, as pacientes têm dificuldade de encontrar quem fale e quem fale de uma forma leve, tranquila, né, Karina? Então eu fui mãe aos 44 anos, né? Depois de 4 anos de tentativa. Então foram tempos muito silenciosos, muito difíceis, solidários, assim, porque a gente fez escassez total de informação diferente de hoje, graças a Deus que a gente tem aí várias pessoas, maternidade independente, casais homoafetivos, enfim, alvo, doação.
Eu acho que a gente tem que batalhar para que essa cada vez mais termos mais vozes, né? Que. Isso tudo se transforme em algo mais leve e que a gente consiga levar para as rodas de amigos. Eu acho que é essa é 111 luta que nós temos assim, de não fazer disso 11 tabu e ver tudo isso com preconceito. Existe Esperança, né?
Sim, né? E aí? E aí foi passando por tudo isso que surgiu a ideia de você começar o projeto inicialmente do nosso tentantes. Foi isso. Isso foi em função de toda a nossa caminhada, né?
A nossa jornada de 4 anos. A gente fez o philivs com óvulos próprios. 2 × 1, terceira tentativa com alvos próprios, sem nenhum resultado da medicação até chegarmos a ova doação. Foram todos os tipos de tratamentos, não só a fertilização in vitro propriamente dita, com ovos, provas, mas assim, enquanto programado indução, com medicação, né? Então, todo o processo desde o início foi feito, né?
Não tem o que eu não tenha passado. Foram 4 anos assim, de de muita dificuldade, né, porque a gente não. Não é assim, é a gente, não o novo assusta, né, guria? Então a gente não é preparado, né? A vida não diz assim, lá atrás.
Ah, cuidado que se você não congelar óvulos, se você não se. Tiver um filho ou entre a tal faixa etária, você não vai conseguir que os teus óvulos próprios. Você vai ter dificuldades, você vai ser infértil, você vai passar por uma montanha-russa de emoções. No sentido emocional, financeiro. Então, assim, tudo isso a gente não é avisado.
A gente acha que vai parar a pílula e vai, né? Fica grávida. E eu tive uma coisa que foi um pouquinho tarde, me despertou a maternidade de uma maneira muito tardia até. 39 anos eu não pensava em ter filhos. Olha só, mas isso é cada vez mais a nossa realidade também, né?
Porque é hoje a nossa rotina é completamente diferente, né? Então. É, mas hoje eu vejo que as pessoas ela já tem uma noção, né, de que OK, eu quero. Deixar para mais tarde. Mas então eu tenho a alternativa de fazer o congelamento da minha fertilidade, né?
A preservação na minha época, eu não sabia, entendi. Ninguém nunca me falou numa numa consulta rotineira de ginecologista, que eu tinha que falar sobre um planejamento familiar. Então, aquilo quando me quando me despertou a maternidade, com 39 anos, eu entrei de paraquedas, literalmente. Nesse cenário da reprodução assistida, eu não sabia nada, eu não sabia nem que um óvulo envelhecia. Não tinha ideia disso, né?
Então foi ali. Comecei a fazer toda uma pesquisa no Google, que foi o meu melhor amigo, eu que eu acho que ao mesmo tempo que me ajudou, foi péssimo também. Então, graças a Deus, hoje eu vejo que as que as tentantes, as famílias têm muito mais apoio de uma forma muito mais eficaz do que entrar no Google e ver um Monte de coisa a gente tem. A gente tem acesso à informação, tem como conhecer melhor os especialistas através de uma live através de um podcast como esse? Através de um webinar.
E isso gera empatia e isso facilita a escolha na clínica e de um bom profissional, né? Então isso foi assim, um Marco para mim. Principalmente depois da pandemia. Né? Sim, sim.
E de onde, então, surgiu a ideia do nós tentantes e do ninho solidário Karina? Então, o ninho solidário. Ele nasceu em 2019, de uma maneira totalmente despretensiosa e genuína, mesmo assim de querer ajudar mesmo. E aí eu disse pro Pedro que em função de tudo o que a gente tinha passado. Porque, para quem não sabe, eu passei por um momento muito difícil, financeiro, que daí o capa pro Couto para vocês, porque daí é como surgiu ninho solidário, cobrança social.
Mas o os assentantes surgiu um ano antes, né, no ninho solidário, em 2019, e eu chamei um antes de gente ali da clínica onde eu eu já estava em tratamento, né? Lá em Porto Alegre, chamei todo mundo que quisesse, de forma presencial, escutar histórias reais junto com uma psicóloga, junto com fertilidade. O meu médico da Espanha estava no Brasil naquela ocasião, que legal. Então eu juntei, juntei umas pessoas e no final foram 80 pessoas, tá, 80 casais, 40 casais foram até Oo evento presencial foi o primeiro evento presencial de instantânetes no Brasil, também 2019 em agosto. E eu me surpreendi de modo assim é ter gravado, está no nosso site, até o que foi esse evento foi assim.
Foi com alma mesmo, sabe? Então ali nasceu o nosso entanto. Logo em seguida, o meu filho tinha 11, tinha 11 meses. Se nessa ocasião estava na primeira fila com o Pedro, enquanto eu mediava, né? E fazia o evento e aí depois de 1 ano nós resolvemos é fazer o nosso braço facial, que como a gente teve muita dificuldade financeira é a gente conseguiu através de um vídeo que foi parar lá na produção do fantástico EEA.
Gente fez um vídeo pedindo ajuda financeira para todo mundo que se identificasse com o nosso, com a nossa história, né? A nossa, de coração aberto, com coragem, sem vergonha nenhuma, sem medida, nenhum tipo de esforços. É, sem medir nenhum tipo de esforço, a. Nós abrimos nosso coração e pedimos pra quem quisesse ajudar financeiramente a gente poderia ir pra Espanha. Naquela ocasião, a Espanha era a melhor opção.
Hoje em dia não, se não se vai, não precisa mais ir. Temos no Brasil clínicas maravilhosas, só na plataforma eu tenho mais de 30. Então assim, na ocasião, o meu médico foi muito transparente e disse que na minha clínica no Brasil era uma esfera de 2 a 3 anos, eu já tinha 43 anos. Uhum, né. E que lá na Espanha tinha um banco de óvulos bem bem bem bom, e que talvez eu conseguisse mais rápido do que essa do que esses anos todos.
Foi aí que a gente deu um jeito, né, através desse vídeo de pedir ajuda, porque a gente já tinha uma parte do dinheiro, a gente não tinha o montante todo em euro, era um valor elevado. E aí nós conseguimos, em 45 dias, pessoas do Brasil todo, amigos de amigos, pessoas de fora do Brasil. A nos ajudar para embarcar para a viagem mais importante da nossa vida, né? Uma coisa curiosa, uma coisa curiosa, foi que as pessoas estavam ajudando sem saber o porquê. Sem.
Saber o porquê, aham. Ideia do que que era uma recepção. Ela, elas queriam ajudar. Mas elas diziam, para quê mesmo? Eu explicava e elas diziam, está mais uma uma anónima.
Mas mas como assim? Eu falei, gente, eu preciso da ajuda de vocês. É a única forma de eu ser mãe. Eu estou com muita Esperança e eu com certeza vou explicar melhor. Mas eu preciso embarcar dia 7 de janeiro.
Isso era novembro. Nossa, e aí foi. Em tempo recorde. E aí vocês foram. Voltaram com a benção, né?
Do do Enrico. E aí, depois de tudo isso, surgiu o desejo de você levar adiante o que você recebeu também, né? Exatamente. A gente queria dar uma direção para essas famílias, a gente queria. Segurar no colo, acolher.
A gente queria encaminhar, sabe? Assim, dar a mão de verdade e dizer, eu sei o que que tu está sentindo, porque eu senti tudo igual, a única experiência que eu não tinha ninguém para conversar, e agora vocês têm a mim, entende? Então, nós tentantes, ele serviu como uma voz, né? Entre o paciente da reprodução assistida e as clínicas dos bancos de ovos e de semi. Mas foi só depois de 3 anos.
Ajudando as famílias de modo totalmente despretensioso, fazendo muita live na época da pandemia, fazendo muito webinar na época da pandemia, fazendo muita coisa assim, gratuita, para toda as famílias que me procuravam, porque eu fui convencer a ser muito procurada depois do fantástico, porque eu dei o meu positivo em rede nacional, né? Com a Poliana breta dentro da minha casa. Então foi muito emocionante, mas poderia ter sido frustrante, porque ela mesmo disse Carina, essa série. Fertilidade, fui eu que desenhei. Eu sou mãe de g de trigêmeos, e se eu tiver que te dar Oo negativo, vai ser punk.
E a sorte que a gente conseguiu esse positivo, né? E aí nós nos abraçamos, choramos muito. Tem tudo isso no nosso site é registrado, né, esse momento único, assim, e o fantástico foi conosco lá para a Espanha, fantástico, foi e fez a cobertura toda. Então toda a história de um filho registrada, eu tenho tudo, tudo, tudo, tudo o que eu fiz lá, inclusive a hora da transferência, não é, eu autorizei eles para entrarem. Então o Enrico, ele vai ser a criança que vai saber de uma forma super linda a história dele.
E é muito bom, né, você comentar sobre tudo isso, ter tudo isso registrado e a história de como o Enrico vai receber. Porque essa é uma das dúvidas também, né? De quem pensa em fazer o tratamento, inclusive com óvulos doados, né? Compartilhar a história com a criança. Então ter informação sobre esse assunto ajuda muito também, né?
Então parabéns por essa iniciativa também, além da do niz solidária e da do nosso tentantes. Ah, eu faço, eu faço dentro da barriga. Conversa com o Enrico, ele diz que ele é o rico do nosso tentantes. Ah, meu Deus. Quando?
É quando eu faço os webinários, Lives, ele entra, sóteia, aconselhamento genético, olha. Eles, que gracinha. Bom, e aí, então, Oo ninho solidário é esse? Como você comentou, né? O braço social para ajudar, né?
As as pacientes, as famílias que não têm condições a fazer tratamento, em parcerias com diversos serviços dentro da reprodução humana, né Karina? Exatamente. O nosso site é bem completo e a gente tem é muitas empresas junto conosco, né? Então essa reunião dessas empresas que fazem isso acontecer, né? Porque se não nada disso poderia ser ser possível.
Então cada a gente está, a gente quer 7 linhas solidários. O último foi com CEFERP, né, para a maternidade, independente temos 2, né, 2 fertilizações in vidro mas muito mais que fertilização em vidro, a gente dá todo um apoio emocional. A gente dá nutricional, a gente dá acupuntura, a gente dá testes elétricos, a gente dá criopreservação, né, a primeira anuidade. Então, assim, ele é bem completo, né? Nós demos dessa vez o embrion da vitrine.
Então, assim, a gente com nossos parceiros da nossa plataforma, a gente faz com que tudo que uma pessoa precise para otimizar a sua gravidez, ela ganhe de forma gratuita, mas para isso ela tem que ter uma Barreira financeira, né? Uhum. É como que as pessoas ficam sabendo do ninho solidário. Karina. Ninho solidário eu emendei o ano passado, 4, tá?
Eu fiz março, junho. Outubro e dezembro, emendei 4. Foi o primeiro ano que nós conseguimos fazer 4 edições. Foi muito legal. Então, assim, quem acompanha nós tentantes no Instagram, é cada vez que eu começo uma campanha.
Eu começo para valer, né? A gente começa ali uma campanha de 2 meses. Uhum. E aí, a inscrição é feita somente pelo site, então cada cada edição tem um perfil de paciente que é contemplado, né? Já temos já casais homoafetivos femininos pra 22 casais, já demos pra 2 casais homoafetivos masculinos que já deu 2 edições no aval, recepção agora, a última com você, com a CEFERP com vocês foi, é mamãe solo, né?
Uma das mamães foi doadora, que é maravilhoso a gente. Quisentar as pessoas a serem doadoras, né? Educar outras famílias também, né? E a outra foi receptora de embrião, né? A Helena, então, a gente já fez uma edição rosa, que a gente deu preservação da fertilidade gratuita para quem teve um diagnóstico recentes de câncer de mama, né, há 2 jovens de 27 anos, então a gente se se preocupa em passear por todos os perfis dos pacientes, né?
EE, por todas as regiões. Do Brasil que nós temos nessas nossas filiados. Uhum. Eu vi em uma das Lives que você estava que você fez agora, desse último ninho solidário, onde você estava comentando justamente sobre AA dificuldade ali da da seleção, né? De quem é que vai realmente ganhar?
Eu achei muito bonito que você falou, olha, eu pedi para Deus me iluminar, me abençoar, porque eu imagino que seja muito difícil essa etapa, né Karina? É, ele ainda é muito manual, né? Por exemplo, eu tenho a edição mais procurada até hoje foi a dava do ação, em junho do ano passado. Foram 320 inscrições, né? Mas a média de 200.
Assim, 230, né? Às vezes um pouco menos, mas essa é a média. Então o que que acontece? Eu que cuido da parte de seleção, né, porque eu que falo com todos, eu que faço. AA primeira, a primeira seleção é aquela quando abrem Oo regulamento, não tem um regulamento e tem um formulário.
Certo, todas as edições. Então, quando o formulário, ele, ele a pessoa responde, ali é o meu primeiro filtro, né? Há muitas pessoas não podem dar continuidade porque tem perguntas específicas ali, né? Então a gente vai o primeiro filtro pelo formulário, né? A pessoa tem que fazer esse formulário e tem um regulamento, onde a pessoa vai ver o que é que está contemplando, o que que não está contemplando os prazos, né, das inscrições, se tudo direitinho, então.
Depois de de passar dessa primeira fase de inscrição, a gente entra para esse processo de seleção. Eu passo por mais ou menos uns 15 dias fazendo entrevista por videocl. Depois desse primeiro filtro, para eu já diminuí pela metade mais ou menos. Mas mesmo assim eu continuo com muita gente, né? Então eu começo, tem tem edições que eu fiz 45.
Videocalls, tem onde edições que eu fiz 18, né? Não depende da minha necessidade e tal, da de de saber um pouco mais sobre essa essa família, saber um pouco mais essa jornada para poder ser justa. Né? EE escolher direitinho. Então eu tenho sempre, né?
O auxílio, né, de Deus, como eu chamo, porque às vezes é coisa difícil também. Troco ideia com com médico, claro, com psicólogas, né? E a gente vai vai fazendo esse processo praticamente juntos. E a gente estava comentando agora antes de entrar no episódio, né? Sobre quando quando você faz AA comunicação da Alegria, né?
Genuína das das pessoas, imagina a sensação, porque eu quando assisti ela. Já fiquei numa sensação de de Felicidade, imagina a sua, de realização, de poder fazer proporcionar isso, né Karina? Todas as edições, pessoal, a gente chamou todo mundo que ganhou pra dentro da live e eles estavam a postos, né? Todo mundo praticamente que se inscreveu. Então a emoção é uma coisa assim surreal, minha, do médico que está no meu rosto.
De todo o mundo. Mas quando entram essas famílias e que elas percebem a oportunidade que elas estão tendo, gigantesca de tudo, do bom e do melhor, sabe que com certeza elas não poderiam ter essa possibilidade, porque é um tratamento que é muito caro, um investimento muito alto, né? Oo que nós oferecemos é muito custo, né? Então assim, elas ficam muito, muito felizes. E aí chamam a família, chama a mãe, chamam o sobrinho é.
Ela, muito gratificante ver tudo isso é uma. E eu acho muito legal ver assim, quanto é terem feito bem para você. Fez você levar o bem para as outras pessoas, né? Eu tive uma paciente há um tempo, faz um tempo, já ela me contou que ela também estava passando por dificuldade financeira para pagar, né, o tratamento dela e no trabalho dela tinham procurado ela falando, olha, tem uma pessoa precisando de ajuda, tal, você não, não faz uma doação para a gente ajudar e falar uma outra coisa ali Pra Ela do que que Era Ela não, claro, vou ajudar. Contribuiu ali na vaquinha e depois que todo mundo tinha contribuído na vaquinha, eles falaram, olha, na verdade, essa vaquinha é para ajudar a pagar o seu tratamento, porque a gente sabe que você, mesmo precisando, não se não deixou de ajudar outras pessoas.
Então, por conta disso, a gente sabe que você merece ser ajudada. E ela me contou e super feliz, pôde dar andamento, engravidou nessa transferência. Então é uma história muito bonita. E aí quando eu vejo AA sua, e o que o movimento que você criou de diante de tudo isso, né, me faz muito lembrar da história dela, né, de como quando a gente faz o bem, o bem volta para nós, né? É um ciclo, né?
Lava a outra, né? E eu digo sempre nessa, nessa, nesse nosso cenário, né? Da da reprodução assistida, mas, em especial, da ova recepção. A gente precisa de de uma, de um ato de amor para ser mãe, né? Se não fosse a minha doadora.
Sim. Eu percebi. E o que você comentou? Assim, estimular as pessoas a serem doadoras, né? Assim como, até então, não tinha muito assunto sobre.
Houve a recepção também, não tinha muito sobre o ovo. Doação tem muitas pessoas que ainda tem medo ou que não tem acesso a tanta informação e é um ato que permite, né, a gente trazer tanta Alegria, tanto amor às famílias, né Karina? É, a gente só precisa falar mais, né? A gente precisa realmente colocar a boca no trambolho de, digamos assim. Porque Oo começo já foi dado alargado os tarde já foi dado, né?
Mas a gente agora precisa realmente fazer com que esta informação que ainda não é. De acesso a todo mundo, chegue para maior número de famílias. Com certeza. E eu tenho certeza que nesse cenário você tem uma participação importantíssima. Muitos pacientes já me falaram de você, de que nossa Karina é maravilhosa e o trabalho que ela faz mesmo antes do ninho solidário.
Então, queria te realmente te parabenizar pela iniciativa, te agradecer pela disponibilidade de estar aqui hoje e vou deixar o espaço para você deixar uma mensagem para as pacientes, para as tentantes, e para saber também como te encontrar. Tá, é bom. Eu queria falar que perante qualquer circunstância, independente se for tantante, ou se você tiver assim com algum problema de saúde, enfim, a gente precisa sempre é encarar, né? Então a gente precisa saber o diagnóstico para depois tratar, certo, e isso para qualquer coisa na vida. Mas falando sobre reprodução humana.
A gente precisa procurar um especialista. A gente precisa sim procurar uma clínica que segure a nossa mão, que seja acolhedora, que tenha empatia, que não nos trate como um número, porque a gente precisa ter uma caminhada um pouquinho mais leve. A gente não sabe se essa caminhada vai durar um ano, ou se ela vai durar 5 anos ou 10 anos. Então, quanto mais nós tivermos uma equipe e multidisciplinar fechadinha, né? E isso depende muito da escolha da clínica ideal.
E no nosso site tem. Sua clínica, né? Por região do Brasil. Então tudo é para facilitar a escolha de vocês. Eu tenho Lives com todas as clínicas.
Por quê? Porque eu acho que a gente precisa estudar cenários, uhum, estudar cenários. Quer dizer, bom, eu, eu fui No No, no, na clínica, eu fiz uma consulta, eu individualizei, eu sei o que é que eu posso fazer agora, e o que é que não posso fazer. Então o meu cenário a é esse. No cenário b, esse e tem um cenário c, pra pra ser também pensado.
Então a gente precisa estudar sim. A gente não pode simplesmente cair de paraquedas como eu caí. Hoje em dia a gente tem essas informações, a gente tem da onde achar tudo isso. Então sejam. Sejam criteriosas.
É um paciente novo 5.0 esse paciente. Ele realmente é mais exigente, entende? E eu acho que é o esse é o caminho. A relação médico paciente é de Extrema importância. Sem 111, transparência, sem sem uma boa de uma relação as coisas não andam e vocês vão trocar de clínica no primeiro negativo, entende?
Então, assim, muitas vezes não depende só da clínica, depende de uma série de fatores para a gente engravidar. Então não quer dizer que a gente, Ah, não, não deu o meu, o meu positivo, na primeira vou trocar de clínica não. Só que eu digo sempre vão atrás da clínica ideal, aquela que acolhe vocês. E simplesmente tem um bom laboratório, uma boa de uma, de uma equipe, né? E que possam fazer de tudo mesmo depois de uma five negativa, né?
Que estuda e façam novos exames, novas estratégias, novos protocolos e que vocês sejam amparadas. Porque a caminhada, guria, não, ela não é fácil e só vai dizer que é fácil quem não é tentante, porque em todos os aspectos muito difícil, né? Então. Certifiquem-se de tudo isso que eu estou falando, né? Entrem lá no site, me mandem qualquer WhatsApp.
Eu respondo tudo, entendeu? E não desista, né? Porque é, é é difícil não desistir, mas às vezes a gente precisa descansar, esse é para terminar minha fala. Às vezes a gente precisa de um tempo, eu precisei de um tempo para respirar, resgatar a Carina, que não existia mais. Sorri de novo, sabe?
Ver que eu estava viva ou porque eu só pensava 24 horas nisso. Foi muito difícil, mas eu voltei. Então, às vezes eu desisti. É só o time, é só um Descanso. E vocês têm que se permitir esse Descanso, sim, porque às vezes é o que está faltando.
Concordo, concordo. A gente é tão importante a gente olhar para as outras áreas da nossa vida, né? Respirar um pouquinho, tirar um pouco do do foco, né? O tratamento não para não desistir realmente, né? Mas para voltar com mais fôlego, né Karina?
Como você fez e. É a prova viva aí de que vale a pena. Ver. E o autoconhecimento, né? Que eu acho que isso aí tudo que a gente passa, quando a gente olha pra trás, a gente vê como a gente mudou e como a gente aprendeu, né?
Com certeza. Com certeza. Quando a gente tá passando pela turbulência, a gente não enxerga. Mas é o que você falou, olhar para trás depois, aí sim, a gente entende, né, e vê que aquele aprendizado, amadurecimento, foi necessário, né? Para nos preparar para a realidade de hoje, né?
E vocês podem me achar, né? A última pergunta tua? No nosso cantante desse projeto de vida, né? No Instagram, vocês podem-me achar no www.nostantoantesprojetodevida.com.br que é o nosso site, e quem quiser facilitar a vida vai para o nosso Instagram, que é esse que eu acabei de falar, o nosso tanto antes de projetos de vida e anda no link tri. Na bio ali tem tudo o que vocês precisam, inclusive o site.
É só apertar o link que entra direto nele, tem o ninho solidário, aperta o link e vai direto nele, tem matérias que eu já fiz antes, enfim, com. Conteúdos tem muito, muita o YouTube. Enfim, tem muita coisa no link que está na bio. Então ali o ele curta caminhos, né? Que aí vocês podem escolher.
É como se fosse um menu. Escolhem o que que vocês querem, clique em cima e entra direto. Perfeito Karina, muito obrigada, viu? Obrigada pela parceria também do último ninho solidário. Vamos em breve, se Deus quiser ter ótimas notícias, né?
Para contar dessas mamães solo, obrigada pela sua participação, tá convidadíssima pra gente conversar mais vezes, viu? Muito obrigada, um beijo pra toda equipe do sepertpe que eu amo de paixão. Toda a equipe multidisciplinar que vocês fizeram toda a diferença no ninho 7 tá, porque as meninas, tanto a Júlia Barbosa como a helina, estão encantadas, estão encantadas, estão elas disseram a helina, principalmente porque teve uma festa, uma experiência do paciente em muitas outras ocasiões que isso eu falei na live de anúncio dela, ela disse, Carina, eu nunca na minha vida fui tão bem acolhida isso aí, escutar isso realmente. Faz o nosso coração ficar bem quentinho, né ai. Fico feliz porque a gente não consegue garantir o final, né Karina?
Então que a gente tenha uma caminhada mais leve, mais tranquila, né? O nosso objetivo? Que bom que tá tá dando certo. Tá um beijo muito grande, obrigada pela oportunidade, viu? Um beijo, obrigada você, obrigada, tchau, tchau, obrigada por.
Assistir ao papo de tentante para enviar seu relato, dúvida ou sugestão, mande um e-mail para papo de tentante, arroba? Seferi.com.br. Aproveite e acompanhe o CEFERPno Instagram e no YouTube para ficar por dentro das novidades. O conteúdo deste podcast é meramente informativo e não substitui uma consulta com o médico especialista. Te vejo no próximo episódio até lá.
