Ep. 51 – Como a idade afeta a fertilidade

Neste episódio, teremos a presença de uma convidada muito especial, dividindo conosco como foi sua trajetória, do diagnóstico de obstrução tubária até o tão sonhado positivo aos 39 anos!

Diretor técnico responsável: Dr. Jorge Barreto – CRM-SP: 33.541

💻Acesse nosso site e saiba mais: www.CEFERP.com.br
Agende uma consulta:
☎ Telefone (16) 3512-7943
📱 WhatsApp (16) 3877-7789
📨 e-mail: [email protected]
Blog: http://CEFERP.com.br/blog
Facebook: http://www.fb.com/CEFERP
Instagram: https://www.instagram.com/ceferp_

Transcrição do episódio

Clique para ler a transcrição completa

Olá, aqui é a Dra. Camilla Vidal, médica especialista em reprodução humana do CEFERPcentro de fertilidade de Ribeirão Preto. Seja bem-vindo ao podcast papo de tentante, um espaço onde compartilhamos informações sobre o universo das tentantes em busca do tão sonhado positivo. Aqui você poderá compartilhar suas experiências, se inteirar sobre os assuntos de reprodução assistida e ainda conferir relatos de mamães que já passaram pelo tratamento e tiveram o seu positivo. Você também poderá conferir novos episódios quinzenalmente.

E assistir ao episódio em vídeo pelo YouTube do MC ferp vamos ao episódio de hoje. Oi, pessoal, bem-vindos ao papo de tentante. A gente está agora no especial mês das mães, então nada mais justo do que a gente trazer mais um relato lindo, de uma história muito importante, muito bonita. A história de vocês. Então, na hora que a gente tava pensando em em quem convidar, falei há, lembrei da Maria e a gente.

Eu fiquei muito feliz que vocês aceitaram que você pode estar aqui, então vou te convidar para se apresentar também, Mari, eu que agradeço, Camila. Fui enorme prazer ser convidada, né para esse momento tão especial pra gente. Bom, vocês não estão conseguindo ver ainda mais que você veio de roupinha preta, mas já tem uma barriguinha muito fofo aqui aparecendo já, né? Já tem. E aí, Mara, eu queria te convidar pra contar um pouquinho de como foi, né?

AO trajeto desde que vocês decidiram começar a tentar engravidar, o período das tentativas, quando vocês pensaram em procurar ajuda, né? Como foi a decisão de fazer um tratamento? Então conta um pouquinho da história de vocês, vamos lá, eu parei de tomar o anticoncepcional com 34 anos, né? Hoje eu estou com com 39. O rum, e aí a decisão foi depois de um exame que eu fiz.

Não é para investigar porque não vim a gravidez, né? E aí, foi Descoberto que eu tinha uma das trompas obstruída. Uno, né? Então, conversando com meu médico, é, perguntei se havia a possibilidade da operação. Ela falou que ele falou que sim, poderia, mas que não era garantia de filho, né?

Então, por conta da idade e tudo mais, isso foi com 34. Esperei uns 3 anos ainda pra pra investigar. O rune aí foi aí que eu escolhi mesmo é vir aqui na clínica ele me indicou, né? Foi indicação dele. O rolando, que havia um clínica muito boas aqui em Ribeirão e aí decidimos começar o tratamento run.

Sessão aqui do interior do estado, né? Sim, então uma viagenzinha toda vez, né? Mário também, que não é tão longe, né? Mas mesmo assim, dá uma logística boa pensando no tratamento, né? Nas viagens, ultra sons e tudo mais, né?

Sim, é uma hora e 40, mais ou menos, eu sou de Brotas, né, mas valeu a pena. Com certeza. E aí assim você comentou que do dos 34 você parou o anticoncepcional, mas foram aí uns 3 anos de tentativas até começar a investigar. É, eu acho que assim eu costumo falar bastante isso assim, a gente nunca é o nosso plano a FA. Vou fazer um tratamento para engravidar e meio que não passa pela nossa cabeça.

Se a gente for ver, né? Hoje a gente ouve muito mais o outro lado, né? Aí, puxa, esqueci um comprimido, engravidei nós tomei um anti, um antibiótico, cortou ali o efeito, engravidei, mas o outro lado da dificuldade a gente não ouve tanto falar, né? E aí eu acho que isso às vezes faz, a gente é tem um pouco mais de resistência, né? Falou não mais um pouquinho.

Vem daqui a pouco, vem até a hora da gente decidir procurar, né? E é engraçado que eu achei que quando eu parasse já ia, vim, unem. Então eu estava com todo um planejamento, né? EE não foi bem assim, né? Camila foi, foi um pouco mais difícil, o então com 37, procurei a clínica, acho que foi em 2021, o rune, né?

Só que aí veio a pandemia novamente, fechou tudo foi e aí foi aí que nós mudamos o os planos, né? Aí a gente ficou um ano ainda. É sim fazer, mas aí voltamos em 2022, o rum e foi tranquilo para vocês. Assim, uma vez que vocês passaram em consulta, né? Receberam a orientação da possibilidade da fertilização, decidir passar por uma fertilização ou não foi bem assim.

Lógico, né? A gente fez todo um planejamento, uma consulta, né? I. Mas aí é o que a gente queria, né? Então foi maravilhoso, foi difícil, né?

É. São etapas que são difíceis para o psicológico, para o corpo, mas aquilo que eu falo, né? Valeu muito a pena, une, é a gente conseguir focar lá no objetivo final, né? E aí a gente enfrenta qualquer obstáculo do caminho para poder chegar lá, né? Com certeza e eu percebo que vocês a gente tava até falando isso um pouquinho antes da gravação.

Vocês são bem práticos, né? Assim, racionais, então eu acho que isso, de certa forma ajuda um pouco, né? Então assim, olha essa dificuldade, é isso aqui que a gente tem que fazer, então vamos lá, então vamos fazer. Quanto antes a gente fizer, antes a gente vai ter o nosso bebê no colo, né? É exatamente, foi meio assim, não é?

E aí começamos, então o tratamento, como foi, Mari? AA gente fica ansiosa, né? E aí junta hormônios todos, não é? Nossa, foi. Foi demais assim, mas eu achei até que fosse um pouco mais complicado.

Mas né, porque tinha as injeções? Tinha. Mas, enfim, foi. Foi bem, foi bem tranquilo até, né, pela pelo medo, assim que a gente tava une, mas mas a gente sempre fica ansioso, né? E aí passando, né?

Pelo primeiro tratamento, a gente conseguiu formar os embriões. Aí chega o momento da transferência. Aí eu acho que deve. Assim, pelo menos No No que eu percebo das pacientes o mais difícil, porque até enquanto a gente está fazendo, ela faz a injeção, faz ultrassom, faz isso, faz aquilo. O tempo vai passando, a gente se sente meio no controle à, estou usando o remédio, eu estou fazendo o procedimento, mas chega a hora que a gente coloca o embrião acabou, não tem o que fazer, ficar ali 2 semanas esperando, né?

E essa fase? Ansiosa. Mas eu falo, eu falo para mim mesmo, eu aprendi muito com o tratamento, até mais paciência, né? A entender que não é No No tempo que a gente quer um sempre no tempo que Deus quer o rei, né? Então, isso que foi amenizando bastante.

Aí à espera o rune, e querendo ou não, vai preparando, imagina eu não sou mãe, tava falando no podcast anterior. Ainda não tenho filhos, muita gente pergunta, mas é, eu imagino que vá preparando também até para a questão da maternidade, né? A gente vai treinando a nossa resiliência de que as coisas não são do nosso tempo, não são do nosso jeito, né? Muito, muito, muito, é. E aí a gente teve uma caminha.

Dinha, né, Mário? Porque a gente sabe que o tratamento tem ali as suas limitações de chances de sucesso, né? Por mais que a gente tente otimizar, ali melhorou óvulo. Melhor espermatozóide, o melhor embrião no melhor endométrio tem muito do que a gente ainda não conhece, né? Da implantação, então, a gente acaba passando ali muitas vezes por falhas, né?

Então transfere tenho negativo, a gente tem que ir lá preparar para fazer uma nova. Transferência não é é. É como vocês lidaram com a questão do negativo? Ou então de ter um positivo, não evoluir esse, esse trajeto todo, né? Que existe no tratamento?

Primeiro a nossa fé, né? Então a fé que a gente tinha tinha, né? Tinha muita, não, não fala certeza, mas eu acreditava que ia dar certo, né? Então acho que a nossa cabeça num tratamento nosso psicológico, no nesse período foi é muito importante, né? Tem óbvio a ciência, né todo, mas tem, a gente tem a nossa nossa cabeça nessa no tratamento, então foi muito importante, então a fé, a perseverança e.

É isso e acreditar que ia dar certo, runkle. Com certeza que é o que a gente estava falando de, de conseguir se ver no resultado final, que é o nosso objetivo, né? E essa questão de da gente da nossa cabeça, acho que interfere não só por passar mais tranquilo, mas para ajudar anão desistir, né? Porque é é importante a gente entrar no tratamento lógico, com Esperança. Eu sempre falo, ninguém entra no tratamento para não dar certo.

Todo mundo entra na Esperança de dar certo, mas ao mesmo tempo é bom a gente ter o lado realista de falou, olha, nem sempre dá certo de primeira. E a gente vai levantar a cabeça e a gente vai seguir o nosso momento. Vai chegar, pode não ser na primeira tentativa, mas na tentativa que for, a gente vai conseguir, né? Então a questão da cabeça é, eu vejo que ajuda anão parar, né? Que é uma das principais causas também.

Quando a gente fala em não ter sucesso é porque muitas pessoas acabam desistindo do tratamento. A gente sabe, o tratamento envolve muito, assim, tem todo um planejamento, a gente está falando de viagem, distância, ultrassom, um planejamento financeiro, um planejamento emocional, então a gente sabe que isso é. Limita um pouco, não é o tratamento, mas se a gente entra, né? Com esse olhar um pouco mais realista, às vezes a gente consegue ter um planejamento mais realista também de às vezes que pode ser que leve um tempo maior, mas a gente vai otimizar as nossas chances de chegar no nascimento do bebê, né? É com certeza.

E aí precisamos então, de uma nova estimulação exato, a primeira estimulação você tava com quantos anos mesmo? Mari é com 38, né? É, foi o ano passado, foi ano passado, 2022, né, em 7000. Título 2 foi maio foi no, né? Fez um ano, vai fazer é fez um ano.

Olha, é verdade, foi Maia. Primeiro estimulação já estava com 30. É 38, né? Porque eu faço em novembro o rune e aí a gente fez a nossa segunda e. Novembro, isso, acho que em nome é em outubro para novembro, para novembro, no final do ano passado.

Pois é, e te bateu algum? Porque assim, ó agora, quando a gente entra nesse mundo da fertilidade, aí a gente começa a ver muita coisa. A reserva ovariana, a qualidade do óvulo, a qualidade do embrião, e aí você pode ter essa alteração do endométrio, você pode ter, a gente começa a ficar doida do tanto de coisa que existe, né? É e a gente vê muito falar com relação à idade, ao qualidade do óvulo, você tinha esse receio, você pensava assim, ai devia ter feito antes. Ou alguma coisa assim ou não, sim.

Aí depois, quando a gente, né, começa a pesquisar porque até então não tinha entrado muita, né? A fundo em questão, né? Aí eu pensei, nossa, com certeza, né? Se eu tivesse primeiro pesquisado, vi, é feito os exames antes visto essa esse problema que eu tinha um e já tivesse procurado ajuda. Eu acho que com certeza, né, ia ser melhor, mas aí vai chegando a idade, a gente fica com medo mesmo, né?

De é, não tem jeito a certo. Mas você vê, o importante é que apesar de você pensar dessa forma, isso não te paralisou, né? Porque é uma coisa a gente pensar. Se eu soubesse, eu teria agido de outra forma. Um, mas não a gente trazer isso como uma culpa, né?

De e puxa, por que que eu não fiz isso agora? Não vai dar de forma alguma, né? Tanto é que se a gente for olhar nas estimulações, você teve ótimas respostas, né? Sim, de óvulos de embriões, né, de qualidade de embriões, então é importante, a gente é ter essa consciência, mas não significa de forma alguma impossibilidade. Sim, exato.

É, e aí veio então, a segunda tentativa. A princípio, a gente já tinha feito 2. Não é transferência de embrião, estava indo para a terceira. Você acha que muda alguma coisa ali de da percepção do tratamento? Quanto mais a gente vai passando por ele, então, assim a gente entra na primeira transferência com uma cabeça, entra na segunda, entra na terceira, porque uma vez eu ouvi de uma paciente uma coisa que me marcou bastante, eles já tinham feito bastante tentativas, né?

E aí ela falou assim, olha, hoje em dia eu tenho medo de marcar a transferência porque. É igual quando você está com tosse, que quando você tosse dói, então você sabe que se você trouxe de novo, vai doer de novo. Nossa, aquilo me apertou o coração de um tanto assim, porque realmente vai calejando, né? Vai desgastando. Você acha que vocês mudaram alguma coisa na percepção do tratamento pelo fato do caminho ter sido um pouquinho mais longo ou não?

A é aquilo que eu falei, doutora, é mais assim a fé, né? Então a gente tava com muita Esperança que ia dar certo. O lógico, né? A gente já queria que fosse de primeira, um, mas não foi o rune. Mas eu não sei.

Eu falo que eu senti que ia cena terceira, você é verdade, é verdade. Olha só, 2 primeiras, eu não estava tão confiante, não estava mesmo de verdade, gente, na terceira, foi aí que eu falei, quando que, né? Não sei se você lembra, eu falei não, quando que a gente pode já fazer o próximo tratamento? Aham. Porque eu já, né?

E eu pesquisei também e vi que quanto mais transferências você faz, mais chances você tem de conseguir o positivo. Então eu queria fazer de novo. Olha só, você já tinha essa certeza uma vez 11 paciente, né? O marido falou pra mim, ele falou, eu não sei porque na transferência anterior que ela fez eu não senti nada, eu achei que não ia acontecer nada nessa transferência, parece que eu já sabia e gostei. É uma coisa que a gente não explica, é é mesmo, né, tem muito mais coisas do que a gente conhece na ciência, né?

É o que você falou. Tem a parte técnica, tem a ciência, mas AA vida mesmo não está ali, né? Exato e tem muitos outros fenômenos que a gente não não explica não, né? Exato, então foi mágica. Essa terceira transferência você já foi com o coração em paz, vão vim agora buscar os nossos filhos já exatamente.

E aí veio o beta maravilhoso, só comemoração vocês tinham dividido AAA, decisão do tratamento com alguém ou não? Só com a família, mesmo com a família, né? E com os amigos mais próximos, né? Que eles já sabiam também da minha trajetória, né? De tentativa, já ia fazer 5 anos já.

E foi só com os mais mais chegados. Assim é, mas é bom porque também se não começa a ter muita cobrança, né? Muito comentário, às vezes de pessoas que não não entendem, às vezes não vão fazer por mal, mas que acaba, né? Magoando o Rui. É então, quando veio o positivo, vocês já contaram para eles, vocês esperaram, a gente esperou um pouco.

É engraçado, porque o meu ar aqui saiu beta. Eu. Eu falei, a gente estava junto e meu marido e aí ele falou, calma, calma. Porque ele, né? Porque a gente tentou de expectativa, tem que fazer o ultrassom tal, mas eu falei, não é certeza.

Agora é certeza diferente dos outros, né? Que é do outro anterior que eu fiquei meio receosa. Gente, né? Fiquei meio receosa, mas dessa vez não falei, não é certeza. Agora é e ainda estava indo tudo bem, né?

Tá, já vim para a terceira que eu sabia que era é, passei bem, não tive um sintoma, não tive nada, veio esse beta, é maravilhoso, tá tudo certo, é, mas aí ajuda a passar o tempo também para ultrassom, né? Porque são 2 longas semanas, né nossa. Verdade? E aí depois do ultrassom, aí vocês contaram sim na e daí? A gente esperou ainda um pouquinho.

Daí quando a gente fez OOA translucência nucal. Daí a gente conta. É porque aí já passa aquele medo maior, né? Do do bem, do comecinho ali da gravidez já tem. É o começo da noção da parte do morfológico, né?

Já dá um pouco mais de segurança, né? Pra dividir. E como está a vida agora? Foz pós não durante a gravidez, ai, tá tranquilo apesar, né, que eu achei que eu ia passar mal, mas eu passei mal. Ainda bem.

Ainda bem, porque tem gente que fica esperando, né? Ai não tô sentindo um enjoo, não tô sentindo a graças a Deus, né? Você sabe tudo, fiquei um pouco cansadinha, está, mas agora não sei agora melhorei, né? Assim não tem, não tô sentindo nada mesmo e agora são quantas semanas de eu entrei pra 16 semanas agora olha só meses, aham. Não muito rápido.

A gente tava até falando disso antes, né? Parece que era ontem que a gente estava lá conversando para programar a transferência, né? Exatamente ai que delícia. E agora vai ser seu primeiro Dia das Mães. Então, primeiro Dia das Mães e qual é a emoção?

Uma área à inexplicável, né? Nossa tantos anos a gente tentando e nada nossa, esse esse primeiro ano vai ser o mais especial, com certeza pensa desde os 34, né, Mário? Nesse nesse caminho é que vocês são são tranquilos, mas é uma caminhada longa, são 5 anos, né esse? Nessa caminhada, né? Exatamente, mas valeu a pena, né?

Para hoje estar aqui podendo ser testemunha desse episódio especial das mães e pra poder comemorar em breve, né? É com certeza. E tem algum conselho que você acha que seria interessante? Dá pra quem pensa, né? Tá nas tentativas ou está passando pelo tratamento que que você queria deixar de recado para essas pessoas?

Primeiro fé, né? Paciência, muita fé, acreditar que vai dar certo e que Deus tem. Tem um propósito, né? A gente, tudo na hora dele. E que acredite mesmo que vai dar e dá.

Vai dar então aqui pra mostrar que dá, né? Exatamente? Mas é, né? Por mais percalços que venham no caminho, né? Que a gente consiga ter a força para levantar, superar, seguir né, que é o que mais vai trazer a gente mais próximo do sucesso realmente, né?

E poder agora trazer outras pessoas como convidadas para os nossos próximos dias das mães, né? Maria queria te agradecer imensamente, viu? Por estar aqui e ter vindo até aqui para a gente poder conversar, para poder dividir um pouquinho da sua história, para poder levar ânimo, motivação para as pessoas, né? É quando a gente já passou pelo outro lado, a gente entende melhor, né? A gente sente na pele, né?

De quem hoje está passando por isso, então pra quem está passando por isso, vê histórias como a sua, né, e entender que dá certo igual você falou, não desiste que dá é traz uma força muito grande, então obrigada e parabéns por ter feito esse esforço, um feliz Dia das Mães. Tens muito merecido. Comemore por todos esses anos, não é de esforços para chegar até aqui que a família de vocês só tenha muitas bênçãos, muitas alegrias, viu desse doutora? Pra mim foi um enorme prazer estar aqui e passar um pouco, né? A minha história, contar um pouco a minha história para vocês.

Muito obrigada, muito obrigada. Obrigada por assistir ao papo de tentante para enviar seu relato, dúvida ou sugestão? Mande um e-mail para [email protected]. Aproveite e acompanhe o CEFERPno Instagram e no YouTube para ficar por dentro das novidades. O conteúdo deste podcast é meramente informativo e não substitui uma consulta com o médico especialista.

Te vejo no próximo episódio até lá.

ÚLTIMAS POSTAGENS

Artigos atraentes atualizados diariamente

Baixa reserva ovariana e FIV: taxas de sucesso e estratégias

EM RESUMO Baixa reserva ovariana significa uma menor quantidade de óvulos disponíveis, mas não determina, por si só, a qualidade deles, que está mais relacionada à idade da mulher. Não existe um...

6 mitos sobre fertilidade que você precisa parar de acreditar

EM RESUMO Menstruação regular não garante fertilidade. A infertilidade também pode ter causa masculina. “Só relaxar” não resolve uma condição de infertilidade. Quem já teve filhos pode ter infertilidade secundária. A fertilidade...

Ep. 105 A força de caminhar juntos: a infertilidade sob o olhar do casal – Especial dia dos Pais

Uma história de tentativas, recomeços e muito amor. 💛 Neste episódio especial de Dia dos Pais, Vanessa e Raphael compartilham a jornada até a chegada do pequeno Arthur. Mesmo após experiências difíceis...