Ep. 46 – O que são folículos ovarianos?

O que são folículos? No episódio do podcast de hoje teremos a presença da Thalita, uma das Enfermeiras do CEFERP, para falarmos sobre folículos e reserva ovariana. Assista o episódio completo e confira!

Se você quiser aproveitar o podcast no formato tradicional, clique no link abaixo e ouça diretamente no Spotify: https://open.spotify.com/show/2BHaWjw… —

Diretor técnico responsável: Dr. Jorge Barreto – CRM-SP: 33.541

💻Acesse nosso site e saiba mais: www.CEFERP.com.br

Agende uma consulta:

☎ Telefone (16) 3512-7943

📱 WhatsApp (16) 3877-7789

📨 e-mail: [email protected]

Blog: http://CEFERP.com.br/blog Facebook: http://www.fb.com/CEFERP Instagram: https://www.instagram.com/ceferp_

—–CRÉDITOS:—— Produção: Grupo Itech Brasil (www.itechbrasil.com) e CEFERP Licença padrão do YouTubeEp

Transcrição do episódio

Clique para ler a transcrição completa

Olá, aqui é a Dra. Camilla Vidal, médica especialista em reprodução humana do CEFERP, centro de fertilidade de Ribeirão Preto. Seja bem-vindo ao podcast papo de tentante, um espaço onde compartilhamos informações sobre o universo das tentantes em busca do tão sonhado positivo. Aqui você poderá compartilhar suas experiências, se inteirar sobre os assuntos de reprodução assistida e ainda conferir relatos de mamães que já passaram pelo tratamento e tiveram o seu positivo. Você também poderá conferir novos episódios quinzenalmente.

E assistir ao episódio em vídeo pelo YouTube do MC ferp vamos ao episódio de hoje. Oi, pessoal, sejam bem-vindos ao papo de tentante hoje. Estou aqui com uma convidada que quem já passou na clínica já conhece, mas quem não conhece, né? Vou pedir, precisa se apresentar, tá tudo bem. Eu sou a Talita, eu sou uma das enfermeira da clínica e hoje a gente vai conversar de um assunto que eu acho que tenho certeza, acho que tem certeza, é ótimo, né, que eu tenho certeza que toda tentante pelo menos já ouviu falar essa palavra, né?

Que é o tal do folículo. Então, às vezes é comum, não é? A gente está fazendo ultrassom conversando, mas é folículo, é óvulo, mas que que é isso? É cisto, não é? Então, hoje nós vamos entender o que que são esses folículos, né?

Isso é, e assim, quando a gente fala Na Na contagem de folículos, né, a gente vai entrar um pouquinho mais pra frente nesse assunto. É, é uma forma da gente conhecer um pouco mais da reserva ovariana, né? Mas pra entrar nesse assunto tá, o que que são os famosos folículos? Então, os folículos, eles são estruturas que abrigam os óculos, né? A gente chama a casinha do óvulo, geralmente, lá na clínica eu costumo falar bolsinha.

Na verdade, falava bexiga, porque tem essa gente é uma bolinha que tem líquido e o óvulo ali dentro. Então sem falar uma bichinha, uma bolsinha. Mas a casinha é mais fofo mesmo. É, então, basicamente, é a estrutura que está guardando ali o óvulo, né? Tá?

Isso aí também é. Então, por isso que quando a gente conta os folículos, teoricamente, indiretamente, a gente está contando os óvulos, né? Isso, isso mesmo, a gente faz essa contagem é e é legal, tem uma curiosidade, é a gente já nasce com mais ou menos um a 2000000 de ossos. É, olha só porque é, é interessante a gente pensar nisso, né? Porque assim é, a gente nasce com esse tanto, só que aí na hora que a gente vai lá fazer outra, só fala nossa, que bom, você tem 10 vezes falar gente meu, nasci com 1000000.

2000000, né? E basicamente é assim é a gente, né mulher? A gente forma os nossos óvulos todos de uma vez. Isso eu acho que as pessoas não sabiam, né? Vocês vêem que a natureza pega pesado com a gente, né?

Tá, porque os nossos óvulos estão ali com prazo de validade? Espermatozóide eu sempre falo, está sempre renovando, né? É então, quando a gente é beber na barriga da nossa mãe, ainda pensa a gente, a nossa mãe gerou o gestor, o óvulo, que vai ser o neto dela, não é? Então, quando a gente ia beber, a gente está lá formando. Nesse momento, teoricamente é onde a gente nasce com esse um 2000000 de óvulos, né?

E ao longo da vida, é como se eles tivessem prazo de validade, né? Tá? A gente não interfere nesse sentido, né? Não, não interfere nem quando a gente usa anticoncepcional que não economize nem quando a gente induza a ovulação, que não gasta esses óvulos, né? E é legal você falar isso, porque é uma coisa que é muito comum mesmo, né?

Às vezes a pessoa fala, mas gente, como que eu estou gastando a vida inteira? Nunca ovulei pra onde que eu mandei esses óvulos, né? Até no tratamento, às vezes as pessoas falam, ai vou fazer o tratamento, vão acabar meus folículos, né? É. Porque eu já ouvi várias pacientes falando assim, mas, doutora, eu já já estimulei tudo o que que eu vou fazer agora?

Vou estimular de novo como, né? E na verdade a gente usa uso daquele mês, né? Porque é importante a gente falar dessa diferença de folículo e óvulo, né? Então, assim, o folículo é a estrutura que está aguardando o óvulo ali dentro e o óvulo é o nosso gameta mesmo, né? A célula que vai ali encontrar com o espermatozóide.

Só que a gente tem folículos em vários estágios, né? Então, assim, quando a gente olha lá naqueles Atlas de embriologia, gente, eu vou contar uma curiosidade, uma das coisas da faculdade tem. Tem matéria de embriologia e na minha época, na matéria de embriologia, a gente tinha que desenhar os tecidos. Aí você tinha que começar a desenhar o óvulo. Todos os folículos em todos os estágios, tudo rosa e roxo, que é a coloração.

Então, toda vez que eu falo disso, eu lembro lá da aula de embriologia lá do primeiro segundo ano de faculdade. Então a gente tem folículos em vários estágios, né? E a nossa reserva? Mesmo assim, o nosso estoque de óvulos. Ela tá naqueles folículos lá iniciais, são folículos que a gente não vê a olho nu.

Se a gente fizer um corte no ovário e for olhar no microscópio, aí a gente vê aquela mesma estrutura que eu desenhava, né? Mas, olhando no ultrassom, a gente não consegue ver. E quais esses que a gente vê? Então por que que a gente conta esses? Porque esses que a gente conta são daquele estágio que a gente chama de antral.

Ele recebe esse nome de antral porque ele tem líquido ali dentro, né? Ele forma um antro ali dentro e é isso que faz ele ser visível no ultrassom, então a gente conta esse grupo ali de folículos, mas não significa que a gente só tenha aquele grupo, né, tá. Ao longo dos ciclos, aqueles outros iniciais também vão se transformando de entrar e dali pra frente, né? Isso? Isso mesmo.

Aí a gente consegue ver no tra. Som como a senhora falou, esse centrais que eles medem mais ou menos de 2 a 10 mm, né? Então aí toda vez, quando a gente vai verificar a reserva faz a contagem, a gente consegue medir, o médico mede todos os folículos ali, antraz que aparecem no ultrassom e porventura outros que estiverem maiorzinhos ele também é, e isso que você falou do tamanho, já vou até me antecipar um pouquinho na no assunto. Porque eu acho que é muito legal da gente falar é como eles têm, assim como eles têm a classificação de antes, eles têm a classificação de depois, né? O antral é uma passagem desse caminho, né?

Mas quando o folículo vai crescendo mais, então, mais do que esses 10 mm, ele já não é mais antral ele é um folículo dominante, né? Isso e parece uma coisa muito técnica, muito teórica, mas isso é importante, é porque quando a gente fala em avaliar, por exemplo, reserva ovariana, o que importa é a contagem dos pequenos e isso, né? Mais uma confusão que é muito, muito. Comum também da gente ver essa questão de, hã, eu fui contar folículo e o médico falou que tinha um, estava lindo, estava 20 mm e na verdade, são objetivos diferentes, né? Tá, porque você quiser até explicar um pouquinho essa questão de contagem de folículos versus os ultra sons para acompanhar a ovulação, né?

Isso quando a gente vai iniciar o tratamento, a gente tem que é o mais importante, são os menores para a gente poder usar o estímulo para fazê-los crescer, pra gente conseguir captar o soft. Então os pequenininhos usando traz, a gente vai avaliar se todos estiverem é no do tamanho, como classificados, como antraz, né? Aí a gente consegue fazer AO início do tratamento, então é nesse primeiro ultrassom de contagem, é estando todos do tamanho dos antraz, né? Dentro desse desse parâmetro, aí a gente Ines estimulação aí os outros que já começam a crescer, eles aparecem durante o tratamento depois de tomar medicação é então é lá mais ou menos pro quarto. Quinto dia, né?

De estimulação. No dia, começam a se diferenciar, aparecer em diferentes, no ultrassom para gente a gente começa já enxergar Oo folículo é bolinha lá no traçou um pouquinho maior e até eles ficarem do tamanho adequado para fazer a coleta de ovos. É, eu sempre falo assim, quando a gente vai fazendo os ultra sons de controle, de ovulação, eu falo, agora você consegue ver, né? Porque antes parecia que era meio imaginário. Eu escolhi close, né?

Sim, porque 2, 10 mm, 2 mm é um negócio pequenininho de nada, né? Aí vocês, com toda experiência, vão passando o transdutor da profissão muito pequenininho e aí depois eles começam a ficar vizinha bonitos. Então é aí, depois dá para pôr o 3D, fica colorido. É, e essa diferença é importante também da gente falar porque é igual, você falou, eles vão crescendo, né? Vão diferenciando, só que aí eles já não refletem mais a contagem da reserva, né?

Eles vão refletir a resposta ou a seu ciclo espontâneo? Se você não tiver induzindo, né? A ovulação ou a resposta aos remédios que a gente está usando, né? Oo por que que eu estou falando isso? Porque às vezes a gente pede, por exemplo, um ultrassom e aí a paciente fala assim, não, doutora, mas esse ultrassom já fiz é eu até fiquei acompanhando, eu fiz ultrassom no quinto dia, no oitavo, no décimo e cresceu um ovulei foi ótimo.

Tudo bem, esse é um ultrassom que a gente chama de controle de ovulação, né? Ele serve pra gente ir assistindo o seu ciclo e vendo aquele folículo que era antral, crescendo, crescendo até ele ovo lá, né? Agora, ultrassom da contagem de folículos, ele não é um ultrassom seriado, ele é ultrassom feito uma vez, só um, preferencialmente no começo, né do ciclo? Isso porque no começo do ciclo que a gente tem os pequenininhos, né? Aham, é, e aí é essa contagem que a gente vai usar como base para a reserva ovariana.

Mas é falando dessa questão da reserva, é importante a gente falar que ele é um dos marcadores, mas não é o único, né? E isso não é o único. É. Tem que avaliar junto com outros exames, né, doutora? Então, às vezes a gente pede o fsh ou a mh, que é o anti muelleriana, pra pra unir as informações.

EE conseguir dar uma previsão e um diagnóstico, né? É, até porque é esses folículos. A gente chama de ciclo menstrual, porque realmente a gente tem ciclos todos os meses, né? Parece redundante, mas é porque assim os folículos desse mês são um dos outros meses, vão ser outros folículos, né? E esse?

É recrutamento. Essa sensibilização deles vai variar, então vão ter meses onde a gente vai ter contagem um pouco menor, meses, onde a gente vai ter um pouco mais. Então, se a gente às vezes tem uma única avaliação, a gente pode ou é se superestimar ou às vezes subestimar a reserva ovariana, né? É isso é e a gente leva em consideração também o histórico, né? Então assim, a idade, cirurgia ovariana, endometriose, porque tudo isso vai é impactar, né?

Nesse no que a gente espera. Da reserva ovariana, né? Eu lembrei até de 11 caso, né? E saindo um pouquinho dos folículos. Mas falando de reserva ovariana, né?

É de uma paciente que eu atendi, porque como você falou, um dos marcadores é o fsh, né? E aí você falou, aí eu lembrei dessa situação só pra gente situar. O fsh é o hormônio que entre aspas, né, manda o ovário trabalhar, então se o ovário consegue trabalhar bem, ele pode se manter em níveis mais baixos no começo do ciclo, porque ele é um hormônio que pelo por ser do ciclo menstrual ele varia bastante, né? Então, normalmente quando a gente vai dosar o fsh, a gente idosa no começo, né é, e se ele está alto no começo, é uma pista de baixa reserva, né? Ou seja, poxa, o var está precisando de muito estímulo para fazer o mesmo trabalho, então talvez alguma coisa esteja acontecendo.

Só que eu fui atender uma paciente checando os exames antes da consulta, eu vi um fsh que estava 100 ou mais de 100, e assim pra vocês terem noção, isso é bem alto, né? Um valor acima de 9 10 já acende um sinal de alerta de que está um pouco mais alto na hora que eu olhei, sem falei nossa, né? Puxa, talvez seja uma baixa reserva, mas vamos ver. E aí fui chamá-la para conversar. Eu, você lembra que fase do ciclo você estava, hã?

Não lembro, não sei se era menstruação, se não era. E aí quando a gente vai fazer outra sola tinha um Monte de folículos, foi até doadora de óvulos, no tratamento que ela fez, porque aquele fsh que ela dosou, ela dosou em outra fase e o fsh ele vai aumentar mesmo em algumas fases do ciclo, né? Então é o que você falou, a gente tem que contextualizar essa questão da reserva ovariana, né, é isso mesmo. E aí quando a gente fala, né? Em contar os folículos para avaliar a reserva ovariana.

É, a gente falou, é um ultrassom só e que normalmente a gente faz no início do ciclo, né? Tá isso mesmo? Então a gente orienta sempre a fazer esse exame entre o primeiro e o terceiro dia da menstruação, né? É, é um, é dá para fazer em outros momentos, mas não é o ideal. O melhor, o melhor é fazer no comecinho mesmo pra gente conseguir encontrar todos os folículos pequenininhos, né?

Para avaliar e o que é considerado uma boa contagem, doutor, essa é a pergunta de eu acho que 1000000 não vai, essa não vale tanto, mas essa é bem. É o óvulo, é o mais valioso, né? É assim, a gente não tem um número mágico, né? De do do ideal. A gente sabe que uma contagem abaixo de 5 a 7 é um dos critérios que a gente usa para baixa reserva ovariana.

Mas um fator a gente falou muito de contextualizar, né? E é a contagem também. A gente tem que contextualizar, principalmente pela idade, né? O que a gente vai esperar para uma mulher de 3035? Não vai ser 11, mesma coisa que a gente vai esperar para uma mulher depois dos 40 anos, por exemplo, né?

Então é, a gente fala ali numa média, por volta de 8 a 11 folículos, né? Somando os 2 ovários desses folículos. Pequenininhos, mas isso varia bastante, né? A gente tem que saber a idade se tem, né? O histórico de cirurgia ovariana ou não, então a gente vai entender outros fatores para poder entender o que essa contagem significa, né?

Então, valores abaixo de 7 acendem, um sinalzinho de alerta para uma baixa reserva, assim como valores muito altos, né? Então, por exemplo, uma contagem acima de 20 pode ser um sinal de um possível, por exemplo, ovário policístico, né? Mas uma coisa que eu sempre gosto de frisar, quando eu falo isso é uma coisa é ter. Aspecto no ultrassom de ovário policístico outra coisa é ter síndrome do ovário policístico, né? A gente vai falar disso?

Não lembro se já falou não, mas a gente vai falar se não falou em outros episódios, mas é muito comum. Às vezes a pessoa pegar o laudo aí, olha lá, aspecto policístico. Meu Deus, eu tenho ovário policístico, aí já marca consulta. Eu vi que quem tem ovário policístico não engravida e na verdade a gente está olhando um marcador, mas tem mulheres que tem esse tanto de folículo ovulam todos os meses, vão engravidar espontâneo, então a gente tem que olhar sempre Oo conjunto. Né?

É? E uma coisa que eu acho legal da gente falar também, a gente está falando, há que o melhor momento é no início do ciclo e eu tenho certeza que vocês já estão pensando assim, está no início do ciclo, estou menstruada, eu sangro pra caramba, você está me falando que eu tenho que ir lá fazer ultrassom porque tá todo mundo acostumado assim a marquei? Ginecologista menstrua e puxa, vou ter que remarcar, né? Não vai dar porque realmente quando a gente vai num ginecologista pra rotina a gente vai pra fazer exame especular, né, que é aquela da coleta do papanicolau e realmente nesses casos o sangramento. Pode dificultar o exame, mas no ultrassom, nesses casos, não, né?

É? E aí eu queria que você falasse, está assim? O que que as pessoas podem esperar além desse desconforto, né? Da menstruação é, não dá essa sensação estranha imediato, menstruada, como é que faz tal, não tem problema, a gente está assim, a equipe já é acostumada a fazer ultrassom nesse momento a gente já tá todo mundo familiarizado com isso, a gente tenta proporcionar maior conforto possível, né? A gente fica feliz, não é feliz porque a gente fala, né?

No momento é menstruei hoje nossa Maravilha. É verdade, e assim não demora muito. Ultrassom leva mais ou menos de 10 a 15 minutos. É e aí o médico também já pode passar o resultado na hora, né? Explicar e já passar a contagem ali, orientar se tem mais alguma outra, algum outro exame para fazer junto, pra conciliar as informações.

Ou seja, né? O objetivo, né? É é que esse ultrassom seja feito, né? Quando a gente faz pra avaliar a reserva ovariana por um profissional, preferencialmente especialista, né, justamente para poder dar essa orientação. O que você falou, né?

Então, assim, entendeu o que que significa isso? Às vezes você vai olhar, tem tantos folículos, tá? E aí, né? É então receber já essa orientação, né? Será que a gente precisa complementar essa avaliação de reserva ovariana com algum outro exame ou se você estiver pensando em fazer um tratamento, será que teria algum tratamento que é mais indicado?

Porque isso é até uma coisa que a gente não falou, mas a contagem de folículos ajuda a gente até Aguiar para qual o tratamento a gente vai e o que esperar, né? Tá isso porque, teoricamente, quanto mais folículos. Melhor resposta, né? A estimulação então a gente usa, por exemplo, esses critérios de reserva ovariana para definir. Será que dá para ser mais conservador no tratamento, já que a reserva ovariana tá normal, rou, não.

A reserva ovariana está reduzida, não, a gente não tem como investir tanto tempo de reserva ovariana em um caminho mais conservador, então isso já quando você conversa, né, com um profissional você já consegue ter essa informação e é por isso também que essa avaliação faz parte das consultas, né, que a gente faz na clínica, isso é importante. É, e é diferente quando você faz na clínica de reprodução também, por justamente porque você tem um profissional especializado nisso que vai poder te orientar. Tudo isso é não que o outro profissional não possa fazer, mas não é de rotina fazer essa contagem, orientar sobre isso diretamente. Então, por isso que é diferente fazer na clínica de reprodução é e eu acho que é por isso também que às vezes as pessoas estranham, né, porque quando vai marcar consulta ou quando chega na consulta, a gente fala, faz um ultrassom, uma pessoa não, mas eu fiz ultrassom, tem 23 dias, tá aqui meu lado pra fazer outro, porque é um exame chato, né, gente, pra fazer todo dia, mas é por isso, né? Tá, é porque as a way.

As ações são diferentes, então é ter um ultrassom recente. Não? Não substitui a contagem, né? Porque o que você falou? Assim a contagem, ela não está no laudo padrão de todos os ultra sons, né?

Ultrassom que a gente faz, entre aspas, de rotina, que eu não gosto muito desse termo, mas assim, quando a gente faz um ultrassom transvaginal fora dessa desse objetivo da reserva ovariana, a gente quer saber o volume do útero, se tem mioma, se não tem, se tem cisto, inovar ou não. Mas não é a rotina contar os folículos, né? Então, por isso que uma avaliação não substitui a outra, né? O run? Bom, acho que a gente conseguiu explicar finalmente o que são esses folie que.

Né? Por que que a gente precisa contar esses folículos? O que que a pessoa pode esperar do dia desse ultrassom, da contagem de folículos, né? É há uma coisa que eu lembrei agora, né? É normalmente, a gente faz esse ultrassom por via transvaginal, mas a gente consegue avaliar por via abdominal também.

Eu lembrei porque a gente estava falando do que esperar de sangramento e tudo mais, né? É, em alguns casos, a gente pode olhar a via abdominal também, o que acontece é que é o ovário, normalmente ele vai estar mais próximo lá da parede da vagina. Do que da parede abdominal, né? Então, a visualização por um exame transvaginal tende a ser um pouco melhor, mas não necessariamente não. A gente não possa fazer, né?

Às vezes, pacientes com hímen íntegro, que queiram avaliar a reserva, a gente consegue avaliar também, né? O rum agora era isso, gente que eu tinha lembrado pra falar, mas se vocês tiverem ficado com alguma outra dúvida, ou quiserem sugerir perguntas temas, vocês vão mandando mensagem direct pra gente, a gente vai colocando os temas na programação pra gente conversar. E manda esse episódio, né, para aquela pessoa que você sabe que está preocupada com a reserva ovariana que sempre tem essa dúvida, né? Do que que é folículo, que que é óvulo? Qual que é o momento para fazer ultrassom, fazer ultrassom menstruada?

Então eu espero que a gente possa ter é ajudado a levar um pouco mais de informação e tranquilizar quem tem um pedido desse exame na mão para fazer, né, tá. Obrigada, viu? Pela sua presença que você volte muitas outras vezes. Se vocês não viram o episódio da Talita dos remédios, vocês voltam para assistir também. Gente, tchau, tchau, tchau, tchau.

Obrigada por assistir ao papo de tentante. Para enviar seu relato, dúvida ou sugestão? Mande um e-mail para [email protected]. Aproveite e acompanhe o CEFERPno Instagram e no YouTube para ficar por dentro das novidades. O conteúdo deste podcast é meramente informativo e não substitui uma consulta com o médico.

Especialista, te vejo no próximo episódio até lá.

ÚLTIMAS POSTAGENS

Artigos atraentes atualizados diariamente

Baixa reserva ovariana e FIV: taxas de sucesso e estratégias

EM RESUMO Baixa reserva ovariana significa uma menor quantidade de óvulos disponíveis, mas não determina, por si só, a qualidade deles, que está mais relacionada à idade da mulher. Não existe um...

6 mitos sobre fertilidade que você precisa parar de acreditar

EM RESUMO Menstruação regular não garante fertilidade. A infertilidade também pode ter causa masculina. “Só relaxar” não resolve uma condição de infertilidade. Quem já teve filhos pode ter infertilidade secundária. A fertilidade...

Ep. 105 A força de caminhar juntos: a infertilidade sob o olhar do casal – Especial dia dos Pais

Uma história de tentativas, recomeços e muito amor. 💛 Neste episódio especial de Dia dos Pais, Vanessa e Raphael compartilham a jornada até a chegada do pequeno Arthur. Mesmo após experiências difíceis...