Ep. 37 – Quando procurar uma clínica de Reprodução Humana?

No episódio do podcast de hoje teremos a presença do Dr. Marcelo Rufato, diretor do laboratório do CEFERP, para falarmos sobre qual o melhor momento para buscar um especialista em Reprodução Humana. Assista o episódio completo!

Transcrição do episódio

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Olá, que a doutora Camilla Vidal, médico especialista em reprodução humana do CEFERP, centro de fertilidade de Ribeirão Preto, seja bem-vindo ao podcast papo de tentante, um espaço onde compartilhamos informações sobre o universo das tentantes em busca do tão sonhado positivo. Aqui você poderá compartilhar suas experiências, se inteirar sobre os assuntos de reprodução assistida e ainda conferir relatos de mamães que já passaram pelo tratamento e tiveram o seu positivo. Você também poderá conferir novos episódios quinzenalmente. E assistir ao episódio em vídeo pelo YouTube do c. Fep vamos ao episódio de hoje.

Oi, pessoal, sejam bem-vindos. Esse é outro episódio do papo de tentante e hoje acho que a gente vai falar de um assunto que é bem dilema inicial, né, Marcelo? De quando a gente se depara com o diagnóstico da infertilidade ou investigação, que é como é que a gente busca? Então o especialista, a gente fala tanto de buscar especialista, né? É verdade que a clínica, né?

É isso aí. Muitas vezes a gente conversa até na com a equipe de comunicação da clínica. Como que agente está presente? Então qual que é o início da jornada? Não é da dessa tentante, dessa pessoa que está passando pelo processo, como é que ela normalmente chega até a clínica de reprodução assistida?

Como é que a gente pode fornecer informações antes disso para que ela possa se constituir desse conhecimento e poder fazer a escolha? Não é do do do achar o caminho correto, não é não perder tanto tempo, é no passado era pior, não é, é as pessoas, elas demoravam muito tempo para chegar até o diagnóstico e ficava insistindo, né? É tentando de repente a idade, especialmente na idade da mulher. É que compromete AOA chance, né? O resultado e é a perdia tempo.

Não é para tentar engravidar, então hoje a gente tem 11 compromisso e graças a Deus ele tem muita, muita informação disponível na internet. A gente vai falar um pouquinho hoje pra vocês, né? Sobre isso, como você poder se constituir, né, desse conhecimento e poder fazer as suas escolhas. Mas ainda assim, muita gente busca a busca internet como primeira escolha, não é? Então vai até a internet, começa a jogar Oo alguma pergunta no Google mesmo.

Começa a seguir algumas pessoas que estão tentando engravidar. Algumas influências, né? Que tem bastante, agora é mais um caminho muito, muito realizado, não é? Já há muitos anos é com um profissional ginecologista, não é? É então elas procuram primeiro o profissional ginecologista para ver se tem alguma alguma orientação médica inicial.

Para começar, essa jornada é, e há uma sensação, eu e você falou, não é de como as pessoas chegam, não é de de desse caminho, não é até chegar a uma clínica, é e é uma coisa que eu falo bastante para os pacientes. Assim, no sentido de ó, só de você estar aqui, seja vencer uma Barreira enorme, né? Porque parece que aquela sensação de falar puxa, eu vou mesmo buscar uma clínica, né? Mas eu vou marcar mesmo uma consulta já é uma sensação, parece que a gente tem que colocar ali de lado aquela questão de, hã, vou engravidar e colocar agora em em pauta a questão, será que eu vou fazer um tratamento ou não? Então, as pessoas, elas já tendem a chegar com muito receio, com muito, muita ansiedade, muito estresse, não é?

Eu acho que faz parte. A gente vai falar disso mais para frente, não é? Mas a gente saber como acolher essa pessoa desde o início, né? Você tinha falado dessa questão de internet? A gente é assim, né?

Todos nós você precisar de qualquer coisa, você vai lá procurar no Google, você conversa com alguém, você vê, essa pessoa tem rede social pra você saber se você se identifica com aquilo ou não, então com uma clínica de reprodução é bem parecido, né? É verdade, eu não sei se quem está assistindo aqui já passou por isso, eu imagino que sim. Mas é por por estar ouvindo um podcast, já de uma clínica não é patrocinado por uma clínica de reprodução humana, se auto intitulando tentante. Não é? Talvez já tenha passado por esse processo inicial de quebrar esse paradigma de pô, eu sou uma tentante, é eu, eu estou em busca, não é de conhecimento, eu quero saber um pouco mais e é isso que a gente tem.

É percebido até como como pessoas que trabalham para a conscientização, né? Profissionais que trabalham para conscientização, que a gente dá muito conteúdo, já é pesado. Para para essas pessoas, não é? A gente já dá um conteúdo já falando das técnicas, já falando de termos difíceis, de um processo que é um pouco já à frente dessa desse tempo da da da, dessa, dessas pessoas que estão no início da jornada. Então qual que é a nossa intenção nesse momento?

Inclusive, dá a gente fala, né? Assim tem AA papinha, né? Tem o conteúdo um pouco mais leve, não é mais líquido e o conteúdo mais forte, mais substancioso, então a gente parar um pouquinho não só parar, né? Na questão não é parar, mas é focar também no conteúdo um pouco mais início dessa jornada. Poder fornecer um pouco mais de é conteúdo para essas pessoas que estão espera aí eu vou tentar engravidar?

Eu tenho desejo de engravidar, mas sem falar logo da reprodução assistida. Laboratório de fertilização in vitro, embriões que eu acho que é uma coisa um pouco mais lá na frente, né? Pra muito distante é distante. Hoje você já vai meio que criando anticorpos, não é? Poxa, mas espera aí, eu estou pensando aqui nisso, eu estou escutando falar dos meus embriões de nem sei se é preciso fazer vive, né?

Exatamente então, há uma resistência natural, né? Não é de falar assim, pô, será mesmo que eu preciso? Deixa eu tentar um pouquinho? Mas deixa eu fazer. Só que a informação é muito importante e é isso que está fazendo aqui agora, nesse momento, não é?

Espero que esse conteúdo chegue para essas pessoas, que ela possa entender. Bom, será que eu vou precisar ou não? Não interessa. Pelo menos eu estou constituído da informação. É, eu já sei que se eu precisasse eu perceber que é tá demorando muito, né?

EE pra não demorar tanto assim para não deixar correr tanto tempo e logo buscar uma ajuda, é, a gente falou recentemente sobre fazer o espermograma, então o homem especialmente é resistente a isso, né? A mulher muitas vezes ela já está lá na frente, na jornada, já está realmente olhando uma clínica de reprodução humana. Que o homem está lá atrás, não vamos tentar mais um pouco, não temos nada, só que o cara nunca foi no urologista, nunca foi realmente num especialista, nunca foi, não é nunca vai. O homem difícil de cuidar da saúde não é assim. Obviamente está mudando, né?

A geração atual está mais preocupada, os homens também estão buscando mais, é cuidar da saúde. Eu espero que na questão reprodutiva isso aconteça também. A mulher vai na ginecologista desde pequenininha, né? A mãe já leva, é o homem, o homem vai, não é? Então a gente precisa é o meu Superman grama mesmo, né?

Eu falei recentemente No No outro podcast, eu fiz no primeiro ano meu de já. Trabalhando com reprodução assistida não tinha. Você já teve um viés, não é para para eu tinha e eu lembro que na época, eu na faculdade queria fazer mais exames. Eu falava, gente, vai fazer de graça na clínica, porque eu quero fazer. Mas o programa, se a clínica me deu essa abertura, falei, eu quero fazer, então vamos lá a gente pra poder ter mais exames para realizar um e ninguém quis, ninguém olha só, é minha turma, tinha um torneio de 20 e 25 homens, nenhum foi falar, vocês não precisam nem aparecer lá, leva o frasquinho, sol e tal e ninguém então o homem tem uma resistência muito grande, então aí vai.

Como já dando dicas aí para para essa escolha não é do do local. Se for necessário de vocês buscarem essa essa 11 ajuda uma clínica de reprodução assistida de já começar a trazer essa papinha, essa, esse alimento um pouco mais diluído para o homem, né? Pensando na mulher que tinha um e mostrar ou ver um pouquinho, isso aqui, compartilha um podcast, compartilha um vídeo é mostra para que esse homem possa é e absorvendo essa informação também e entrar nesse mundo, né? Então essa eu acho que é uma das primeiras dicas aí. Usar e abusar da do dos materiais que tem disponíveis aí agora, obviamente, atentando a qualidade da informação.

Não é com certeza, tem que ser Fontes confiáveis. Não é porque AA internet ajudou muito, mas também todo mundo. Às vezes tem muita voz, né? Nem sempre a gente vai ouvir o lado certo, né? Você vê sobre podcast, né?

Que que aconteceu recentemente, né? Então, o podcast gente, está ouvindo pessoas que muitas vezes não são especialistas, né? Não é o caso aqui, né? Nós 2 somos especialistas dentro da mesma área. Mas o pessoal fala muitas vezes sem ter propriedade, sim, e até mesmo que às vezes tem propriedade, acaba falando coisas que não deve não.

A internet é uma Terra sem lei, muitas vezes não tem uma chancela por trás. Ali, validando a qualidade daquele conteúdo. Então é importante tomar cuidado mesmo com o de onde está vindo esse conteúdo, né? Até porque, às vezes aumenta até ansiedade, né? Porque aí você começa a ler, mas eu não posso tomar isso, mas eu tenho que comer aquilo, mas eu tenho que fazer, não sei que lá verdade é esse remédio, é aquela vitamina, é aquele e não, não é bem assim, né?

Às vezes agente vai ficar tão paranoico com aquilo, né? E isso impede, atrás até de buscar ajuda, não é? Sim, e acho que uma coisa que você falou, também dessa questão de de de quebrar esse tabu de avaliação, de tudo mais, a gente tem muito a impressão de especialista clínica. Five é, não é? E na verdade, assim é o primeiro passo.

A gente tem que vai avaliar, né? A gente vai saber as vezes na minha casa, diff vezes tem outros tratamentos, né? Da da reprodução humana também, mas o primeiro passo é passar por essa avaliação para que, para que você possa entender, né, como paciente bom, então o caso é esse, a gente tem essas opções, né? Faz bastante diferença, não é verdade? E da mulher não buscar sozinha, como eu falei, buscar somente hoje na ecologista, porque o homem é ele não vai lá no ginecologista normalmente, não é?

Então, as vezes ela fica limitada a investigação dela, então ela tem todos os exames, beleza. O ginecologista vai investigar tudo, mas aquele pedido de espermograma muitas vezes não acontece. O cara não vai lá e não faz, entendeu? Então, às vezes, conseguindo levar esse parceiro, né, numa na, numa clínica, entendendo que ali é um espaço para investigação, né, pra pra ver se existe alguma coisa inicialmente não, já logo realizar o tratamento não está indo lá para fazer o briam. É o processo é um, é mais demorado do que isso, não é?

Não é logo de cara, é para muitos casos, não é necessário. Então, pelo menos investigar, fazer uma avaliação não é passar por um profissional que vai indicar os os exames necessários e entender que, inclusive a clínica não é especialmente clínicas preparadas para isso. Ela vai atender aquele aquele paciente, né que tá ali em busca da investigação. É de uma forma que, inclusive, preserve a é a identidade dele, que cuide dessa parte do tabu. Realmente não é que não é uma clínica comum que vão ter várias pessoas ali.

Está todo mundo no mesmo barco, então já é um ambiente que você se sente incluído, né? Você está num ambiente que tá todo mundo ali, passando pelo mesmo processo, é uma clínica pensada, né? Então a clínica de reprodução humana nesse sentido, ela acaba ajudando também você entender que você não é, é você, não é o único que está, não engravida, né? Porque parece que chega uma fase da nossa vida, acho que você já viveu isso, eu meio que estou nessa fase agora todo mundo tem filho. Não é?

Todo mundo engravida, engravidou sem querer e aí você começa a pensar, meu Deus, não é? Será que é só comigo? E não é um assunto que as pessoas conversam tanto ainda não é conversa para o outro lado, quando que foi ainda né? E aí? Mas a questão de puxa, eu não estou conseguindo, né?

Trocar experiências sobre isso é muito difícil, ainda é que as pessoas até elas não lidam com a infertilidade, não se consideram infertilidade. Nesse discurso, considera o desejo exato, você não quer ter filho, mas não é que às vezes questão de querer não é? Então a gente conhece quantas pessoas que passaram pela vida toda, especialmente pessoas mais velhas aí. Não é da da, eu conheço, não é? Pessoas próximas e tal que não tiveram filho.

E o que se fala não. Eles não quiseram ter, mas muitas vezes não é questão de querer um falasse que não quer mais, porque não conseguiu, porque não, não é. Na verdade, eu não tinha condições, nem tinha ainda na época, então ele sabe pessoas, casais que passaram a vida inteira se para eles optaram por não ter filhos, o obviamente que tem e é totalmente normal EOK, mas aqui tem muitos que falam que né falasse que não só para evitar né? Só pra não, não estamos falando realmente é ainda bem que tem se falado muito mais, não é da da reprodução assistida nas mídias, né? TV, novela e tudo mais a internet, mas ainda assim você sentindo na pele você ali, conhecendo outras pessoas ali, vendo o espaço, você se sentir incluído, não é?

É falar até sobre os exames em um espermograma, por exemplo, que constrange muitos homens, não é como colocado aqui na clínica de reprodução humana. Normalmente as salas são preparadas para esse tipo de exame. É muito diferente de um espermograma Didier laboratório convencional, né? Então eu falo com propriedade, contar sua experiência exatamente. Então eu fui num laboratório de análise clínica e eu entrei num banheiro que era realizado para coleta de urina e era o banheiro, inclusive da recepção do laboratório, né?

Não fora aquela coisa que deve ser assim, né? O seu frasquinho está aqui, o banheiro é ali, você vai, depois volta para na mão, volta para as mãos, você bota lá. Tom, não é isso que na clínica a gente é, normalmente tem. A gente pensa naquele espaço onde tem um pasto, então você coloca, deixa o frasquinho lá e o frasquinho vai para o laboratório direto. É pensado na acústica do lugar, não é para que você tenha a sua privacidade, justamente porque a gente entende que isso é um tabu, que precisa ser cuidado de uma forma que a pessoa não se sinta diferente ou diminuída, não é?

E concordo, e você estava falando dessa questão, não é de de conversar, não é que ainda é bastante tabu. Acho que quando isso é possível, um dos primeiros pontos que a gente pode falar que ajudam na escolha da clínica é você saber da experiência de outras pessoas que é o velho boca-a boca, né? Desde sempre aí eu te precisou com problema de pressão, preciso do cardiologista. Nós, o meu, é ótimo, eu fui acompanha há tanto tempo, isso ainda existe, né? A gente tem de achar que com a internet é só a informação de rede social, mas a gente vai confiar muito mais.

Poxa, se você é uma pessoa da minha confiança. Tá dizendo que eu fui lá? Gostei do atendimento, gostei da clínica e isso, conta, não é? É um ponto que ajuda, às vezes até saber o que esperar quando você for. Não é porque a pessoa já vai te dar essa noção, né?

Tem o referenciamento, né? Que ajuda muito. Se você já tem experiência prévia, que é o que você falou, é e tem a rede de apoio, né, que é o benefício de você ter pessoas para poder compartilhar do que você está passando também, então isso é muito importante de você ter pessoas realmente que passaram ou estão passando pelo processo para que você possa compartilhar das suas ansiedades seus medos. Pessoas, inseguranças, ver como é que, como é que tá acontecendo com o com os outros e poder ter uma referência também. Já de de quem já passou e falar, pô, beleza, esse é o caminho que eu quero.

Esse é o caminho que eu não quero, porque são. É muitas possibilidades realmente nessa nesse universo da tentante, né? São modelos de atendimento diferentes, são lugares diferentes, são cidades diferentes, então tem gente se desloca quilômetros e quilômetros, vão para outras cidades, né. Outros centros para poder tentar engravidar e isso causa um certo estresse, né? Ou às vezes o casal não pode ir junto.

É um processo que você quer passar junto, então cada um tem a sua realidade, as suas escolhas nesse processo que devem ser levados em consideração, não é não é? Apesar de ser relativamente rápido, é um processo que ele é muito intenso. O romance passa por 11 mês ali, né? Nesse processo de de tentativa propriamente dito, ali não é de de de ciclo de Foot lisa sal, só que ele é muito intenso e você precisa do seu apoio, você precisa lugar que você se sinta bem confortável como os profissionais realmente você tem uma segurança daquilo ali, tendo o seu apoio, né, que está falando aqui tem uma rede de apoio, o seu parceiro ali. É, tem hoje em dia, é muito mais comum se abrir para a sua família.

Não é um poder falar para os familiares, de ter apoio de mãe aí na clínica muitas vezes vão, né, doutor? Uma família inteira aparece, os parentes. Então todo mundo da recepção, isso é legal, não é? EE dar realmente aquela segurança que você precisa para passar por isso é e às vezes acho que é o que algumas pessoas buscam nos grupos também não é isso, porque às vezes a gente fala a troca ideia com alguém que você conheça, mas nem sempre a gente conhece uma pessoa próxima, a gente não sabe, vai descobrir só depois vira e mexe as vezes eu ouço alguma paciente fala assim, nossa cultura você acredita? Depois que eu estava aqui, foi ver, a fulana também está aqui, é lá da minha cidade.

Ela, ela trabalha com não sei quem. Então assim, e às vezes a gente nem sabia disso naquele momento, né? Sim, e acho que quando as pessoas entram no nos grupos, o objetivo é é semelhante, não é tentar buscar Na Na Na internet, né? Mais informações sobre o como, como é a experiência daquela clínica, porque é o que o que você comentou para cada um, a realidade é, é de uma forma, né, vão ter, é pesos maiores ou menores, né? Com relação à distância financeiro, medicação profissional.

São várias coisas que que o casal vai buscar ali, o equilíbrio não é é assim. Então como é, falando da internet e dos grupos, tenta tem vários, não é? Na Na internet tem um grupos específicos, não é dentro das redes sociais e ali as pessoas, elas acabam tendo a troca realmente que você pode tirar a informação necessária daquilo, sigam as clínicas que vocês entendem, que são aquelas que vocês podem ali ter algum tipo de identificação, porque aqui vocês vão entender realmente o rosto da clínica, né? Você tem ali OOA forma como ela se apresenta, como se comunica, Alice começa a se identificar. Fala não essa aqui.

Esse aqui é um modelo que faz parte do que Eu Acredito ou não. Você começa a se aproximar, não é? Muitas pessoas chegam na clínica, já é olhando para a gente, não é especialmente aos médicos, já como se conhecesse há muito tempo, mas justamente porque já viram aqui no podcast, já acompanha há muito tempo, mas não foram na primeira consulta ainda, mas é a primeira vez que a paciente falou pra mim, posso tirar uma foto com você? Fala gente, mas foto eu Tô tô tô normal, mas essa sensação, né? Às vezes você acompanha a pessoa de tanto tempo que você tem aquela sensação que você já conhece ela a vida inteira, então quando você encontra pessoalmente.

Não é diferente, exatamente, ele vem igual, é artista, não é? É, guardadas as devidas proporções. Mas assim, você parece que já conhece a pessoa. É, não é isso? Isso é bom, na verdade, porque te dá a confiança realmente de você poder.

É. De fazer as suas escolhas, não é de você ver se aquela pessoa fala da forma como você deseja, se ela realmente é, se você se identifica, não é? Acho que esse que é essa, que é a questão, é isso que eu acho que é legal. Fugindo um pouquinho aqui da pauta, não é mais um, é de uma comunicação mais, mais transparente, né? As pessoas estão vendo a gente aqui conversando, não adianta.

Depois eu receber a pessoa na sala e querer ser outra pessoa, né? Eu vender uma imagem, aí a gente como clínica mesmo, né? Vender uma imagem, uma ideia e às vezes, se se comportar de outra forma, né? Então isso acho que é interessante também quando a pessoa vai. Ela.

Ela consegue ver aquilo ali. Na realidade não fala, não realmente. Eu me identifico com esses valores, com essa linha de pensamento, com essa construção, e é isso que essa clínica faz, não é dessa forma, é o que está falando. É muito importante porque você vê a internet. Apesar dela mostrar muita coisa.

Então a gente tá falando de ter muito conteúdo, você tem uma rede e tal, só que pode acontecer de você se enganar realmente, o que está sendo apresentado ali, como a gente conhece muitos influências e tal que tem uma realidade, né? Na ali, na internet, com diz que não condiz com o que vivi de verdade, então aí é. Passa para o próximo passo, que é realmente conhecer aquele profissional. Obviamente que a nossa preocupação não é normal, é que esse brinde não é de você ter realmente 11 uniformidade da dessa imagem. Então a gente está tentando apresentar aqui a forma como a gente fala e tal deve dar ser contínuo, não só Na Na recepção, no atendimento clínico, né?

Em toda a extensão da clínica para que para que isso não gere realmente frustrações durante o tratamento para poxa, não era isso que eu estava imaginando. Para por ter uma confusão de imagem, não é? Espera aí eu achava que ia ser diferente. Eu via diferente, me foi falado, diferente, o rumo que me venderam entre aspas, não foi aquilo que me foi entregue. Então é.

É uma preocupação muito importante EE, por isso que é bom conhecer é e namorar ali a esse esse espaço por um tempo, né? Até tomar a decisão é, e eu acho que é legal, é isso, já logo de cara, assim, logo na No No primeiro contato que você faz com aquela clínica, né, seja por mensagem, por ligação, a primeira consulta. É onde você vai tornando aquilo tudo mais palpável e vendo se se aquilo é o que você acredita realmente é o que você se identifica para seguir. Acho que isso é um ponto importante também, não é como você é recebido, né? Isso é uma coisa que a gente se preocupa bastante pelo que você falou no começo.

Poxa, essa pessoa para ela chegar até uma clínica, né? Ela já passou por às vezes muito tempo de tentativas, muito estresse, muito medo de às vezes precisar de algum tratamento, né? Então, é essa essa acolhida, né? Essa esse recebimento é importante, não é muito importante desde. Do do marketing da forma que a gente fala no mar, com cuidado que tem que se ter para você apresentar essa informação quanto no nos primeiros contatos, não é?

Na resposta de um e-mail de um WhatsApp de é e começa a pessoa realmente ter esse acolhimento que é necessário. É isso. A gente faz esse treinamentos periódicos com todos. Não é do começo ao fim, então é quem atende o telefone, quem recebe o paciente presencialmente. A gente tenta realmente ao máximo poder incluir a pessoa, dar informação de uma forma que ela se sinta parte daquilo ali, né, que a gente possa entender e acolher.

Não é não é só mais um, é aquela pessoa, não é isso, é uma coisa para todos pensarem também, não é? Falando aí de clínica e tal. Então são propostas. Não é que muitas vezes é. Tem é Oo espaço.

Ele é preparado para atender em quantidade, não é? O espaço é preparado para atender numa quantidade menor. Um então não necessariamente quantidade e qualidade, né? Então, é cada um tem que observar sobre isso também, não é porque. É, eu vou usar o exemplo de que eu senti muito, não.

Eu estudava numa escola muito pequena. No ensino fundamental, que é uma escola de meio quarteirão e todo mundo se conhecia, não é uma escola pequena, então é independente do do, da, da qualidade. Nesse sentido não é, mas assim a gente se conhecia. Era bem humano. Um eu conheci a diretora, conhecia, não sei quem conhecia o fulano ou da cantina e tal, e eu fui parar numa escola grande de uma rede no colegial.

Pulei assim, vivi a vida inteira numa escola pequena nessa e fui para uma escola muito grande no colegial, uma escola. Um, sei lá, 20 vezes maior, talvez mais, muito maior. Um escolas gigante, não é? É daqui de Ribeirão, é. E eu me senti muito mal por ser um número.

Eu ganhei um cartão é seu e ganhei um número 1. Eu ganhei o número Era Eu, era um número, é. EE era daquela forma que eu me, que a escola se comunicava comigo por meio da das cartas, do boletim, da de chamar, de convocar e assim eu não tinha realmente esse passar a parte humana se perdeu. Obviamente que eu tinha aquela proposta de ensino que eu queria, mas eu não tinha o lado humano. Não é que pode ser importante, então cada um é que eu estou falando.

Não é uma analogia de valor daquele momento, então sim, é a gente não tem. É nesse momento a expectativa realmente de ser é movimento e sim de ser realmente é 11 clínica realmente de acolhimento, né? Então, um à isso é, é, cada um tem que avaliar o que a quantidade vai te dar, talvez um referenciamento maior. Você pode ter uma mais referências. Estou numa busca dessa.

Por exemplo, pode ter mais referência. Espera aí, tem mais referências, só que. Qual o quê? Não é porque qual é o seu objetivo? O objetivo dessa dessa clínica não é desse profissional, que que você está buscando?

E falando, eu achei que você complementar, eu ia falar eu eu voltar para o gancho do acolhimento. Não é dessa questão do acolhimento mesmo, da equipe desses treinamentos, da conversa que a gente tem com cada um para que a gente possa trazer isso. Não é tentar botar a pessoa com o nome com 11. Particularidade, uma individualidade que todos ali possam participar disso. Você sabe que sem você saber porque esse episódio ainda não foi ao ar que é o episódio de Dia dos Pais, não é?

A gente estava, eu estava conversando com um casal, né, que deu o seu relato de Dia dos Pais é, e aí ele tava comentando ele falou, nossa, foi tão bom a sensação que as pessoas sabiam meu nome. Não era o número do prontuário, tal tanto vocês sabiam meu nome, que é que minha filha está com quase 2 anos e vocês lembram da gente, não é? Então, isso é é bem esse. O objetivo não é um tratamento mais um, um, é um tratamento no sentido de tratamento médico, mas de tratamento pessoal, né? Mas muito mais próximo.

Realmente, né? É porque não é necessariamente só o resultado final que é Oo bebê no colo, que é o objetivo principal, não é só isso, então essa jornada toda tem um impacto na vida das pessoas, né? E aí é esse é o ponto, o qual é o caminho que você quer percorrer para ter aquele objetivo? É, é, não é a as taxas. Muitas vezes elas são semelhantes e vai ter aquele resultado independente do local.

Mas qual é o caminho? Qual é a jornada que você vai ter para alcançar aquilo lá e o que isso vai te acarretar, né? Nessa, na sua relação, no seu casamento, nos seus familiares, no seu sentimento, naquele momento que você está precisando. Não é um é Oo objetivo final, o bebê ninguém pode garantir, né? O que a gente pode garantir é o melhor caminho.

Não é eu pelo que você quer ser. Lembra do que você quer lembrar dessa jornada? Você quer esquecer que você passou pelo tratamento? E falar assim, não, pelo menos eu consegui aquilo. Eu estou com meu bebê ou você quer pensar, poxa?

Que bom que eu tive uma assistência dessa e que que foi um momento importante para você. Vou falar da da, do momento do parto, por exemplo, dos meus filhos, não é? Então a gente pode escolher à simplesmente ter o parto. Beleza, mas você tem condições de se cercar de informação? Rum não é para que aquele momento seja especial e que as suas lembranças seja você, seja responsável pelas suas lembranças nesse momento.

Não é tipo, pô, eu quero que seja um momento mágico. É o nascimento dos meus filhos, então eu vou escolher um local que eu quero realmente um profissional que eu quero e você ali, obviamente que dentro dos recursos que cada um pode, né? É, dispõem você poder escolher aquele momento, fala assim, bom beleza, eu olho, quero olhar para trás e falar, poxa, foi um momento legal, mágico e não uma experiência. Muitas vezes que foi aquém do que você esperou. Poxa, eu não gostei daquele hospital, é não gostei do da forma como foi a assistência do meu filho, queria ter participado assim assado, olha o material de vídeo que eu tenho agora, dessa, desse nascimento, eu queria ter tido outro material.

Então tem todo todo esse cuidado, todo esse pensamento, esse plano, né? No caso do plano do parto, que você pode e deve construir e no caso, a utilização in vitro também, você pode e deve construir o seu plano e. De forma racional não é levar isso, colocar Na Na ponta do lápis ali suas expectativas como um casal, não é os 2, ou se tiver sozinho, não é, foi independente, independente, mas é sendo um casal sentar os 2 e criar essa expectativa, esse plano, né? Sim, sim, é. Eu ouvi do um de um paciente advogado, né?

Porque advogado que tem essa a colocação no direito, né? Ele falou assim, vocês trabalham com o meio, não como fim, é uma ciência de meio e é mesmo. É exatamente, é exatamente porque o fim, obviamente que a gente influencia, né? Você fazendo um bom trabalho. Você fazendo o que tem de melhor, você pode ter uma taxa maior mesmo, não é?

Normalmente têm, obviamente, se fizer um trabalho bem feito, não é. E para muitos, isso é o suficiente, porque como eu falo, sempre 11 gravidez a mais é uma gravidez a mais. É uma vida mais, é uma família mais então pra gente é muito importante. O rum é uma coisa, você fala de um ndo, uma estatística muitas vezes, isso não representa uma diferença estatística, né? Você não tem uma diferença ali que possa te influenciar numa escolha, por exemplo, rum é, mas e a jornada não é?

Então a jornada que vem atrás nessa experiência é muito importante, é. E um outro ponto, a gente está falando bastante da experiência, não é pessoal? Experiência de pessoas, de pessoas próximas a nós também, não é? É. Mas outro ponto que você comentou bastante também é a qualificação da equipe, né?

Da da clínica, né? Tanto desde o primeiro contato, né? As pessoas que vão fazer o agendamento que vão receber o paciente, que vão levar o paciente para a sala até a qualificação dos embriologistas, dos médicos, das enfermeira que tem, né? Uma formação preparada para isso, né? Até nesse sentido, né?

Para trabalhar com reprodução humana é reker muito estudo, a gente falou disso, né? Como? Como se formar em biologista como se formar especialista em reprodução e isso é um ponto importante. Sim, não basta você ter isso que a gente tá falando que é o acolhimento. Eu não sei o que, mas eu não tenho realmente aí uma equipe qualificada e é uma equipe técnica capacitada, né?

Para fazer aí sim, o procedimento técnico. Então, obviamente que tem que ter o equilíbrio entre AO cuidado, humanização ou carinho, né, que tem que ter realmente para que essa experiência seja a melhor possível. Mas obviamente que uma coisa influenciando a outra é você ter uma equipe técnica capacitada para fazer o seu melhor com o conhecimento, né? É, é, vai influenciar também na experiência urq. Se você não tiver as respostas adequadas, não puder ter uma equipe que é qualificada para entregar aquilo que se espera, então você vai influenciar na experiência também, então precisa ter os 2.

Então é fundamental, né? Ter o os profissionais especialistas com formação adequada, né? Especialidades, né? Dentro da da da medicina, tem o rq, né, que o registro de qualificação de especialista é embriologistas qualificados em uma equipe é de enfermagem, né? Com experiência e que para que?

Porque todos eles têm que ser muito bem treinados, porque é um universo. Aparentemente, parece que é simples, não é, pô, mas são só alguns dias ali da da do desenvolvimento da vida humana, não é? São 5 a 7 dias ali, no máximo, mas acontece muita coisa nesse tempo. E para que o procedimento aconteça, ele tem que ter tudo muito bem, arredondado. Tem que ter tudo muito bem, é assistido para que a gente tenha o resultado adequado, né?

Existem muitas variáveis, não é? Não, é uma fórmula ali há mais BC faz isso, faz aquilo, você pode investigar isso, você pode investigar aquilo, você pode usar essa técnica, você pode investigar a outra e isso é outra coisa. Quando a gente fala em qualificação. É avaliar a questão de individualizar, né? De olhar cada caso como aquele indivíduo, né?

Porque muitas vezes a gente fala de rede social, a gente vê, às vezes pacientes falando aquela lista de exames. Olha, a gente tem que fazer isso, isso, isso e aquilo. E também não é bem assim, né? A gente tem que saber quando a gente faz um exame Na Na medicina a gente ouve muito isso, né? Você pede o exame pensando na suspeita que seja, fez.

Você não pede o exame para sair rastreando qualquer coisa, né? É então isso é uma coisa importante também, quando a gente fala de de ser especialista, né, de ter o conhecimento. É de que a gente não siga 1111 pacote de bolo, que é igual para todo mundo, né? Sem uma lista de exames padrão, uma investigação padrão e a outra coisa também dentro dessa individualização, né? De olhar para cada caso como único para cada pessoa, como única, é observar o suporte que é dado não só da equipe, é médica de enfermagem, de embriologia, mas até um suporte psicológico, né?

Porque como você comentou, é muito intenso, né? Outros profissionais entraram Na Na reprodução assistida, né? Não só. O médico ginecologista, que atuava como sterile lta, hoje ele tem uma especialização. Ele tem um caminho.

Ele se foca naquilo. É importante, né? Que esse profissional realmente tem essa capacitação para entregar a proposta adequada para fazer uma investigação adequada e não ter perda de tempo e de dinheiro nesse processo, mas também outros profissionais também estão se capacitando para entrar dentro da da reprodução assistida, entregar o seu melhor e que estão cada vez mais necessários durante Oo procedimento. Então o médico especialista em reprodução assistida. O enbrel lojista não é que é uma carreira recente.

A gente teve um podcast sobre biologia que no passado eram biólogos, biomédicos, trabalhava análise clínica. De repente, começaram a se aventurar Na Na Na reprodução assistida. Não é? E hoje a gente tem os cursos formadores, a especializações EAA, psicologia. Também há um tempo atrás não se falava realmente da psicologia dentro da reprodução assistida e o apoio psicológico hoje é fundamental durante esse processo.

É uma demanda importante, né? A gente entende que impacta gente falou da experiência do paciente. Ele vai impactar na experiência desse paciente. Ela, ela vai se sentir É Ela vai ter um espaço próprio para ela poder colocar o que ela está sentindo, não é as ansiedades, os medos, não é? Obviamente que é o.

Há um compartilhamento com o profissional médico disso também, mas ali é uma psicóloga com treinamento, com formação em perda. Luto, né? Então tem todo um também, 11 treinamento, uma capacitação específica para esse profissional que está atuando com esse momento muito importante, né? Da das tentantes, não é das. Do do do medo de fazer o tratamento, do que pode acontecer não é de tudo que está em volta da da, desse universo.

Então realmente o apoio psicológico e essa equipe multidisciplinar ela É Ela é fundamental, é. E a gente até falou sobre isso numa live recente, né? Agora, pra quem está ouvindo, em outro momento, foi agora em junho, né, que é o mês, é relacionado, aí a fertilidade é e inclusive vamos falar num podcast, né, para quem, para quem já está ouvindo, a gente já está sabendo mais pra frente, a gente vai falar especificamente com a psicóloga sobre. Como a gente poder é auxiliar a manejar as emoções, não é? Nessa programação de tratamento não é muito bom, é outro ponto.

Não é que é. Então a gente falou a questão da experiência da pessoa, a questão da experiência da equipe é e falando de outra. Outro ponto importante para se avaliar numa clínica é a questão da da transparência. Não é transparência da informação, da segurança que você vai sentir lá dentro, né? Marcelo, sim, é AOA procura pelo profissional.

Antes era era muito por indicação. Que você falou, e o médico que acompanhava às vezes era o mesmo ginecologista. Estou falando de muitos anos atrás que acompanhava a mãe. Partilhe a prima e tal, então há havia uma confiança muito grande no profissional médico, muitas vezes às cegas. Olha só, confio nesse profissional e faz o que tiver que fazer.

Doutor. É, eu sei muito bem, porque é o doutor Jorge, não é? Já tem 11 experiência muito grande, né? Na Na Na área mais de 40 anos. Aí de acho que mais de 40 anos em medicina, ele completou.

Então ele é no começo da clínica, eu observava muito isso, então a gente não tinha, por exemplo, o relatório do paciente entregue de forma sistemática. A gente é o médico passava, não é, doutor? Jorge, então passava para o paciente o que ele tinha. Você tem tantos embriões, vai transferir assim e tal? É, dava a proposta e eu paciente, ok, legal, doutor, confio, está tudo bem, não levava nenhum material, não tinha nada ali que que, assinado pelo doutor do que tinha No No laboratório, agora paciente, pedia, eu quero um relatório, é doutor, fazia.

Mas é. Há algo que era requisitado um hoje. Todos os pacientes saem com o relatório dos embryonic do que tem e tal. Muitos pacientes na época esqueciam que tinham embriões. Não é a quantidade de embriões que tinha.

Eu sei que tem briam, mas eu vou lá na clínica, doutor me fala quantos eu ainda tenho, hã? E aí chegava lá o doutor, quantos milhões ainda tem a tem 3 tem 4 e tal, é legal, eu quero transferir de novo, então era realmente uma questão de confiança, né? É. Hoje não, hoje em dia há uma preocupação muito grande realmente com a transparência e ela é necessária porque ela é impacta na ansiedade desses pacientes. Não é porque você ouve de um ouvi de outro, aí você a gente não.

Não é questão de confiança somente, mas. A gente vê muita coisa. Ela falou, não fez tal coisa é tem a tem isso, tem aquilo. Então é importante realmente a. É essa questão da da pessoa está constituída da informação que a gente falou e ela ter o máximo da de de de de comprovação daquilo que está acontecendo com ela.

O então um relatório do, da quantidade e tipo de amostra que tem, né? Na hora da transferência, a gente está transmitindo as imagens da transferência para essa paciente, coisa que no passado a gente não não tinha, também não fazia, o médico está olhando ultrassom aqui, ultrassom é pra quem é para o médico é para paciente, né? Eu lembro que teve esse tipo de discussão também porque assim hoje vamos colocar uma tela, né? E tal, mas espera aí, ultrassom é para o médico e o paciente é é pro paciente também, hoje não tem como você. Simplesmente fazer para você, então hoje a Na Na condução não é do caso.

Olha esse aqui são os seus folículos, é assim que funciona. É o tanto que a gente mostra, é o tanto de vídeo que tem sobre isso, então é é necessário o paciente saber tecnicamente o que que é um folículo, como é que é, não? Teoricamente, o profissional médico é que tem que saber o que que é o folículo, o que são os ovos e tal, mas é importante, o paciente está constituído dessa informação, está seguro, espera aí, é isso? São esses folículos, quantos folículos eu tenho esse medicamento tá dando certo ou da outra vez foram quantos folículos, então é, são coisas muito recorrentes ali, era paciente, ela está constituída mesmo, são. São conscientes, não é?

Então, a gente tenta entregar o máximo. Isso não é mostrar o máximo, mostrar o supermam. Tô soy, diz. Mostrar os óvulos, né? Na Na coleta desses óvulos, depois da coleta a gente mostra, né, no tablet, lá no leito, olha isso aqui, são seus óvulos, foram colhidos tantos e tal a os embriões na hora da transferência, então tudo isso acontece com uma forma de onde é uma forma que a transparência aconteça, fora que isso é uma experiência, né gente?

Quem teve a chance de saber de ver a carinha do seu filho quando ele era um óvulo, não é? Hoje ainda paciente falou você, OPA, eu não posso ter acesso àquele vídeo dos espermatozóides, foi, pode, Claro. Porque realmente é, é gostoso, você torna um processo que seria penoso. Não é que tem ali, lógico seu grau de ansiedade, mas em algo legal, gostoso, né? Eu já passei por algumas transferências, né?

Onde a pessoa filma e ela fala assim, olha lá, você chegando, você está entrando na barriga da mãe e gente, a gente sabe que né, nem sempre dá certo. Mas se nasceu daquela transferência, imagina que que experiência você mostrar para o seu filho falando isso era você, como em briam você estava passando no cateter, você estava chegando aqui. Verdade? Então, além da segurança, acho que isso traz um pouco de leveza também para o para o processo é verdade, verdade é, e é esse o compromisso, né, da gente tentar entregar isso, OA sempre o mais não é sempre mais informação realmente para justamente trazer essa leveza e se e se passar por esse processo de uma forma que esteja bem na beleza, eu sei, tem tantos embriões e tal é já já, já houveram questionamentos, né? Da em gente sabe?

Mas será que timbre Ham será que não tinha embrião? É o tipo de coisa que gera uma insegurança, porque especialmente quando vem o negativo, não é um que infelizmente a gente não controla a gente. Tenta ao máximo, não é positivo, mas acontece. Será que e esse será que mata é, será que é o pior coisa que tem? Será que?

Tinha. Será que estava bom? Será que não estava? Então, a transparência? Ela vem corrigir isso?

Não. Pera aí, foi o melhor que eu podia fazer. Eu estou, eu estou tranquilo, me foi entregue tudo que eu esperava, eu estou seguro do que foi feito, foi uma escolha consciente e foi o melhor que podia ter sido feito. Infelizmente veio negativo. Eu acho que essa essa que é a questão num ponto em que você tem o negativo é essa, esse é o nosso compromisso, é que a pessoa entenda fazer bom, foi feito de tudo e eu estou seguro disso sem AOO, porém não é, mas e se tivesse feito diferente, será que aconteceu da forma como foi falado mesmo?

Ter essas dúvidas não é a dúvida. Não, não é. Não é boa para esse processo. É. E essa conscientização ela vem também da transparência, não é?

Sim, até na transparência da informação de resultados, né? É isso, é uma outra. Um outro ponto importante também da gente é olhar aqui os tratamentos. Eles têm limitações das chances de sucesso, então a gente tem que ter 11 pé atrás. Quando a gente olha uma promessa muito fora da realidade, um percentual muito alto de sucesso é porque assim é aquilo que a gente sempre fala.

Se existisse esse caminho tão mais eficaz, todo mundo tava seguindo. Por ele, não é por que está todo mundo pensando em tantas outras investigações? Não está todo mundo seguindo esse caminho que teoricamente dá mais certo, não é verdade? Então é é desconfiar também dessas dessas promessas, né? E a transparência?

Ela vem nesse sentido. Acho que quando a gente entra consciente na jornada de que olha realmente eu tenho tantos folículos, eu tenho tantos ovos, pode acontecer isso, pode acontecer aquilo quando vem o resultado final é o que você falou, vem aquela aquela percepção de falar bom, eu fiz, eu fui atrás, foi o melhor tratamento possível. Existem limitações, a gente fica até mais leve para para seguir. Eu não sei se eu já falei isso em um podcast. Eu acho que já.

Eu conversei com uma paciente a há pouco, não? Ela tinha uma reserva ovariana muito reduzida. É então a estimulação em si já foi bastante difícil do ovário conseguir responder. A gente conversou muito sobre isso antes. Ela a gente optou em conjunto por passar pela estimulação.

O ovário respondeu, mas ela não teve óvulos na coleta, e aí quando a gente foi conversar sobre isso, ela estava mais tranquila que eu, assim ela não, doutora, eu sei, faz parte, a gente sabia de tudo desde o começo. Eu sou privilegiada porque eu pude tentar. Eu dei essa chance que que a gente faz agora, então isso é muito diferente, né? Imagina se tivesse sido falado para mim, não, você vai conseguir, você vai engravidar, você vai ter o seu bebê, que é esse. Esse é o tipo de promessa, né?

Que vou tomar cuidado realmente porque é, é. É mais fácil de é o que a gente quer ouvir. É. É difícil porque a gente quer ouvir isso. Não vai dar certo.

Você vai ter o seu bebê no seu colo e tal. É o que a gente quer ouvir, só que não necessariamente é o que você pode ter. E se você tiver ótimo beleza, rum, comprei isso e foi me entregue isso, mas realmente é, e se não acontecer, imagina num caso como esse, se não tiver, qual o impacto disso na vida da pessoa, do psicológico dela, o chão ela não está com o pé no chão, hurum tá alto, é e aí a queda é muito grande e ela aí é qual é o prejuízo para ela começar novamente, por exemplo, esse caso ela estava pronta. Não é para tentar novamente uma beleza, eu entendi, mas eu posso agora me reerguer, eu levo, eu. Eu estou com pé no chão, eu vou continuar minha jornada agora.

Se você caiu, aí você tem que levantar, você tem que se recolher os caquinhos ali do que quebrou, né? Do teu psicológico e então é importante entender essas taxas. Eu sou defensor de que a gente deveria ter auditorias abertas para para as clínicas de reprodução assistida, sabe? A gente tem um relatório dos isenburg que mostra ali. As taxas e tudo mais, mas não fala da da gravidez como deveria ser feito.

Acho que cada tinha que ser aberto, deveria ser aberto, não é? Já que é uma coisa que não pode entregar, que a certeza é que tinha que abrir cada clínica, ter não é ali só as suas taxas e. Aí, cada um com o com o realmente o seu resultado ruim e poder ser aberto isso, né? A gente tem a nossa auditoria interna, a gente tem o selo, né, que é o que mento de controle de qualidade Internacional e tal que vem, audita a gente frequentemente. É, mas é isso não acontece para todos, então é não fica talvez tão Claro, não é para todo mundo.

O que que se entrega, né? O que qual que é o resultado esperado, né? Da dessas promessas EE causa prejuízos, né? Então tem que ter, eu, eu sou a favor de ter um relatório aberto de. Que isso?

Parcial de estável e converse com os profissionais. A dica que dá dá para fornecer, conversar realmente com esses com os profissionais e conversar com essas clínicas clínicas, com o profissional que está acompanhando as taxas de sucesso de uma forma clara, né? Que se entenda realmente se isso condiz com a média, não é normal e eu tenho relatório dos exames que é aberto, então qualquer um pode acessar, entra lá, ver quais são as taxas é que existem e vê se condiz com o que está sendo oferecido é e outra coisa, né, dessa questão de transparência. É de de muitas vezes não passar sozinho. Não é de ter espaço para que tenham acompanhante, seja o seu parceiro ou sua parceira.

Outra pessoa da sua confiança não é? É quando a gente fala em tratamento, a gente fala em alguns procedimentos que também podem assustar, fala poxa, isso vai passar por uma sedação, se vai passar por uma coleta de óvulos, a gente que faz isso sabe que é um procedimento simples, mas num momento de fragilidade, é lógico. É natural que a gente vai ter medo, né? Sim, é e a gente ter alguém da nossa confiança sabendo que está ali o tempo inteiro, também faz diferença, né? Eu.

Eu via muito isso ali na minha formação, não é em hospital, escola, não é é e os procedimentos eram realizados de forma separada, né? Então, a mulher entra e o homem fica sentadinho ali fora esperando, né? É? E a ansiedade, né? Quando a gente terminava o procedimento para ir lá falar, às vezes o parceiro ou parceira, preocupados com o que estava acontecendo lá dentro, a pessoa entrando tensa, porque estava entrando sozinha, então isso é um ponto legal a se considerar também, né?

Quando você tiver olhando para uma clínica, né, exatamente, vê se vocês vão passar a jornada. Se você vai ter alguém, independente de quem quer que seja, é o parceiro ou parceira. Mãe, vó, mas que tem o direito de acompanhar. É que tem a possibilidade de acompanhar melhor durante todo o processo, especialmente nesses momentos que são importantíssimos, como a transferência em plenária, obviamente. Coleta de óvulos e até mesmo a coleta seminal que a gente foi super grama, um da da parceria, o parceiro se que, se optarem poderem também entrar nesse nesse momento, na sala de coleta seminal poderem participar desse processo, é o que a gente faz.

Como você falou, né? Na Na sua experiência de formação não tinha essa possibilidade, né? E no começo da clínica gente também não tinha o, né? A gente não, não é como eu falei, é a relação de confiança é muito grande, então a mulher entrava, acolhia o óvulo, o homem ficava esperando e assim que acontecia e a gente mudou já muitos anos. Então hoje a clínica e.

Não é? Quando a gente mudou para o shopping, a gente pensou também dessa forma, não é no centro médico que a paciente pudesse acompanhar com o seu parceiro durante toda a jornada, né? Então, lá a paciente ela entra, vai para a recuperação, ela vai para o centro cirúrgico que o marido fica ali do lado dela o tempo todo e vice-versa. Então isso é bom, dá um, dá um conforto, dá, né? 11 segurança muito maior para para esse casal é até por mais que a gente saiba, né, poxa, tá bem assistida, tem médico anestesista?

É monitorizando. Eu tenho urologista no caso de procedimentos masculinos, não é? É, mas não tem como. O acolhimento da família, não é você olhar um rostinho próximo ali, não é? É verdade, é.

E esse é outro ponto também, não é a gente avaliar a formação. A gente falou de de quem está junto alí, né? De quem está No No procedimento é da segurança do procedimento em si, né? Marcelo, existem vários, é protocolos de segurança também nesse sentido, né? É é assim, é como eu falei agora há pouco, né do que mento, né, que que vem para nos auditar é um selo importante.

É, então a gente tem 111 controle de qualidade rígido, que estabelece protocolos que que são bem específicos, padronizados, rígidos, e a gente faz algumas escolhas que é acabam encarecendo o tratamento. Não é quanto mais burocracia você coloca, quanto mais. A é seguranças e coloque, muitas vezes, acaba realmente encarecendo Oo tratamento, mas que há No No, no caso da nossa escolha, a gente entende que é necessário, né? Que isso é importante. Então o fato de ter equipes de anestesistas, por exemplo, realizando, né?

Todos os os procedimentos acompanhando todos os pacientes nesses momentos em que requer uma anestesia, é algo que a gente é, faz a escolha, não é o acompanhamento desses profissionais e o próprio selo, né, de qualidade, que é, é custoso, obviamente é caro, é, a gente tem que ter pessoas específicas, é um investimento muito grande. De ser feito, mas que nos proporciona mais segurança, hurum EE, então é importante observar realmente essa questão do o que que é o que se tem de segurança nesse serviço. O que que pode me ser entregue? Me dá realmente é subsídios, né? É de que realmente é seguido rigorosamente os processos seguidos rigorosamente, né?

Que tem um controle de qualidade exato. A gente até inclusive podia falar em um outro episódio sobre o que que significa esse tal controle de qualidade, né? A gente fala tanto, né, que tem que ter. Controle de qualidade, mas a gente já entra em detalhes, é legal? É.

Mas você falou dessa questão de as vezes acaba encarecendo, trazendo segurança, não é? É entra no investimento, mas entra naquele raciocínio, naquele jogo de preço e valor, né? É porque que nem você falou assim à encarece, mas tem a segurança. Então, na minha cabeça eu pensei, bom, não é caro. Se você for pensar em prezar pela saúde, né?

Uma vez eu ouvi de uma paciente, ela falou assim, doutora, mas o tratamento não é caro quando ele dá certo, então assim, é como se a gente não colocasse preço naquele nosso sonho. É, a gente vai, a gente vai olhar para o, para, para o valor que aquilo pode agregar, não é? É exatamente então, Oo que você tá buscando? Acho que essa é que é a questão, cada um tem que fazer isso, que eu falei, fazer seu planejamento, o que que eu estou buscando desse momento, né? O que que eu posso fazer?

Qual é o preço? Não é o dinheiro que eu tenho para passar por isso, rostos, tenho dinheiro para uma tentativa e às vezes nem tenho para a tentativa naquele local escolhido, sei lá, tem gente que busca fazendo clínica x que está em outro estado, um você tem que considerar a sua passagem. Vendagem, tudo isso é qual o tipo de protocolo medicamentoso que você vai usar. Tem, tem alguns diferentes, então tem uns que são bem mais baratos e tem uns são bem mais caros, às vezes chegar a 10 vezes mais. Muitos, né?

Alguns chegam a 10 vezes mais do que você pode gastar com mais barato, né? Então isso tem que ser discutido com o profissional que está acompanhando e você fazer suas escolhas, não é? Em vez disso, cabe dentro da sua expectativa. É quando o senhor, individualmente, é o que você falou. Não tem preço, rum, beleza.

O meu filho não tem preço, é e é o que pega muito é quando aí você começa a botar comparativo, não é? É, mas, peraí. Eu comparo aqui comparar aí será que será que será que é tão? Às vezes o sonho acaba realmente tendo uma precificação, não estou precificando esse sonho mesmo, eu vou vou ter a mesma coisa, então e a gente sabe, faz parte, porque realmente é um investimento muitas vezes que é pesado, mas se você for pensar na vida toda, é de uma família, né? Nesse caso.

Então não tem preço, não é assim, é é pouco perto do que se vai investir. Não é da para, para, para essa criança. Na verdade, não é o que você vai gastar. Em alguns casos, vai gastar isso num ano de escola, às vezes até menos. Não tem essa experiência, mas você tem, né?

Sim, exatamente, é pesado. É, mas dessa questão do do financeiro, né? Que a gente está comentando, entra até um pouco no na questão de transparência também, porque é, vai muito de de como é falado também, muitas vezes não é porque uma coisa que é importante avaliar é o que faz parte do tratamento, né? Oo custo desse tratamento significa o quê? Quais etapas?

Porque às vezes, na hora que a gente vai olhar, quando a gente começa a somar, tem que pagar isso, tem que pagar aquilo, tem esse remédio, tem um sei lá na hora que a gente coloca na balança, não fecha, não é? É, é esse é uma questão importante a ser colocada aqui, os orçamentos, eles não são os mesmos em todos os locais, então é é muito difícil, muitas vezes você fazer esse comparativo, né são assim, espera aí, quanto eu vou gastar e quanto é realmente aqui e ali, por que que um fala de palhetas olha, tem que pagar por palheta mais que que é isso, palheta? É o que que vai impactar no orçamento final. É então algumas situações ali do orçamento vão te deixar no limbo do quanto você vai gastar realmente um. E é difícil.

Às vezes você calcular e isso precisa ter. Você conversar é com com o profissional, a clínica que está te atendendo. Falei, quanto realmente pode chegar um que eu consigo entender é, é. É tentar entender ao máximo esse orçamento, porque realmente tem muitas, é, é variações, eu vou congelar óvulos, vai ter o excedente, enquanto o excedente eu vou congelar, quanto vai custar por por óvulo congelado? Para palheta, faz parte de um pacote em brion.

Yc, é, eu vou ter que congelar sêmen. Quanto vai custar para congelar esses? Eu vou fazer análise genética em bonária é muito difícil, às vezes você tem um orçamento inicial, é tipo, breve, mais. Eu quero ligar para a clínica saber quanto custa isso acontece muito, né? Aí quanto que custa aí?

Mas normalmente é, não é fácil passar, eu deixa eu entender, sua realidade é o que a gente falou, eu tenho uma individualização, você tem que entender a realidade dessa pessoa, é para mostrar realmente olha, você vai gastar dentro da sua expectativa do que você quer fazer, esse é o custo rhum. É, e ver o que e qual é o planejamento dessa pessoa, ajudar nesse planejamento orçamentário é importante, então ter esse apoio também desses profissionais é importante para você não ter susto é pra você não realmente ter uma realidade muitas vezes diferente daquilo que você planejou inicialmente, né? A aí, que se custa x 10000 a beleza, mas aí tem mais isso tem mais aquilo, outro tem mais aquilo, outro tem aquilo. Aí você começa a colocar coisas adicionais ali, que é isso, acaba subindo o valor, às vezes até dobrando, porque tem um medicamento, um protocolo escolhido, é muito caro. Precisa ser muito bem discutido e transparente o orçamento.

Ele tem que ser transparente, faz parte da transparência, é, se não tiver transparente para você, tem que perguntar de novo e de novo. E quantas vezes forem necessárias para você poder realmente ter AA sua o máximo de previsibilidade daquilo que você vai passar é, e acho que 2 fatores, 2 pilares assim que entram nessa questão do do financeiro também, que não tem muito como é precificar, vamos dizer assim, né? É a questão da da estrutura da clínica, né? Da da estrutura física mesmo, de segurança, de equipamentos. E dentro dos equipamentos da questão de tecnologia, né?

São pilares importantes que agregam valor, mas também agregam custos, né? Para a clínica, né? É não só o que a gente tá falando, né? Da da produção desse material, da conscientização, né? Do do que é entregue para esse, para esse da da experiência, né?

A gente tem os profissionais que a gente falou também. Você tem profissionais qualificados, acaba custando mais caro, então a ideia é ter os mesmos profissionais bem qualificados, né? Você tem uma permanência desses profissionais não ter rotatividade? E isso impacta No No orçamento. Não é que você não ser um centro de formação de profissionais e sim ser um centro que tem os profissionais adequados e bem capacitados.

A parte de equipamentos e infraestrutura não é o então. Você tem realmente uma infraestrutura de ponta que foi bem pensado e que tem realmente um controle. É de qualidade do ambiente, né? A do dos materiais que você utiliza, dos equipamentos que você coloca ali naquele laboratório, vai impactar no resultado. Você pode fazer com o equipamento.

Mais barato e mais caro mas o resultado que você vai ter, esse é, é, você pode ter resultados diferentes, não é? Dependendo do material que você usa, gente já falou um pouquinho, né? No dia da biologista, também no outro, no outro podcast. Mas do tipo de material que você usa, pode ser Bro testado ou algumas vezes, pode não ser. Você tem meios de cultivos que são diferentes e como é que a clínica está habituada a trabalhar também?

Sim, né? Você, você tem 11 proposta de de ter o menor custo, muitas vezes você vai ter uma rotatividade não só de pessoas, mas também de materiais. Então isso impacta no resultado final, porque cada laboratório funciona o direito à, mas eu uso o material x tá a sua realidade é ter um resultado x é aí. Você substitui muitas vezes aquele resultado. Eu lembro de um eu eu falo sempre, eu lembro de um, de uma apresentação de Congresso que eu fui e esse biologista.

Ele tinha. Ele era coordenador de vários laboratórios e os laboratórios dele tinham. É protocolos específicos, porque já tinha uma história, cada laboratório e ele mesmo falou assim, né? Eu queria colocar o mesmo material que eu usava aqui no outro resultado era ruim, hurum, então é melhor você ter aquele laboratório habituado com aquele protocolo, com aquele e aquilo. Você substituído gradativamente, fazendo testes, né?

De validação, daqueles protocolos aos poucos, e você testando do que você simplesmente é mudar. Da noite para o dia, então é perigoso. Você realmente tem uma proposta muitas vezes de ter 11 preço menor, porque você vai trocando ai é esse copo, aqui está 10, mas no outro ele custa assim, troca ele também, mas toca também esse microfone troca também esse papel rum, porque é tudo é é, vai dar na mesma? Não necessariamente o arranjo. Muitas vezes você vai ter prejuízo ali, não é a forma de trabalho com aquele material e com aquele que o com os equipamentos também é.

Então é é fundamental essa preocupação não é? Voltando ao tema principal, aqui não é do cuidado com a. Com essas inovação, um de você ter novas tecnologias, você investir nisso para você tentar buscar o melhor resultado e ter uma infraestrutura também que que seja de ponta e inovação com segurança, né? Com o planejamento também, né? Porque às vezes é o que você comentou, eu vou trocar, esse é aquele, aquele outro.

Até isso vai dando um desespero, né? Porque tem que trocar a testar, ver se deu certo. Então sim, buscar melhorar, mas também com segurança. Sempre é isso o que vai organizar. Isso é o controle de qualidade que ele vai conversar um pouquinho mais, depois mais você tendo um controle de qualidade rígido, você tem qualificação profissional, qualificação de de equipamentos e requalificação.

Você tem validação dos protocolos, validação dos materiais, se isso for feito de uma forma organizada e sistemática, ela é segura e vai promover melhoria também. Não adianta ficar com o mesmo material para sempre. Não é isso? A gente sabe. Se tivesse com os mesmos materiais, é com as mesmas tecnologias de 10 anos atrás, em que teria nada do que a gente teve de evolução até aqui.

Então a mudança é importante, desde que se faça da forma. É correta, né? Não colocando ateste a prova ali no dia a dia sim, né? Podendo ter prejuízos para quem está tentando, né? Uma puta deu errado aqui, ó, esses últimos 5 ciclos aqui, esses últimos 5 tratamentos não deram certo, vamos voltar com anterior, tá?

Não, não é assim, espera aí, mas e esse 5 aí é? Não é essa expectativa dessas pessoas. É. É simples assim. Não deu errado com essa aqui.

Vamos tentar de novo. Não é assim que funciona. Não é assim que é para para fazer, não é? Não deve ser feito, é e basicamente a gente vai falar do controle de qualidade em um outro episódio, né? Mas é assim, como é que você prova que realmente você faz tudo isso que você tá falando que você faz, né?

O controle de qualidade é isso, é você medir, você, acompanhar tudo isso, ter o planejamento, o protocolo, mas vem aí ainda, né também, a gente pode falar mais porque é tema para um podcast inteiro, é. Bom, então acho que eram esses os pontos principais, não é, Marcelo? Não sei se quer acrescentar, mas acho que esses são os mais importantes de dica que a gente pode dar, né? Que sim, acho que é o suficiente para você começar na sua jornada, não é na é se você tiver mais no comecinho você poder entender um pouco mais ai mesmo que eu tiver um pouco mais à frente é importante ter. É.

É esse conteúdo, não é começar a estudar mesmo, ver bastante para você poder que eu falei é o principal. É, passei por isso tive. Eu não tive o sucesso, mas foi minha escolha, foi muito consciente. Eu estava pronto, foi o que eu planejei, foi o melhor que eu podia ter. Eu entrei para isso e aí passei por isso que foi tudo bem.

Acho que esse é o principal, com certeza. Se você tem alguma outra dúvida, alguma outra dica, alguma outra so gestam só mandar pra gente, né? Tanto nos posts do Instagram direct no nosso e-mail né, que é o [email protected]. Fica ali na descrição do Spotify também, e se quiser sugerir outros temas, não é antes da gente encerrar, você sabe que tem o glossário, não é? Eu gostaria, vamos lá, se eu estou, eu estou percebendo, gente?

Está na cola aqui. Bom, então só para quem está chegando agora no podcast, não é no glossário, a gente faz uma. É uma definição, não é de de uma palavra, não é de um tema da reprodução humana ou relacionado, né? É e hoje a gente falou bastante sobre o grau de ansiedade, de expectativa, da nossa preocupação com a humanização, com o acolhimento. É e eu pensei, né da gente definir?

Eu até olhei no dicionário para a gente falar sobre é acolhimento, porque hoje é uma coisa que a gente fala muito, né? Tem que acolher o acolhimento, é o acolhimento. Mas que que significa isso, não é? É. E basicamente é um lugar, um lugar seguro, é um lugar onde você vai ter abrigo.

Uma das definições não é eu acho que trazendo isso para, para, para nossa realidade, né? Da reprodução é o nosso objetivo de levar acolhimento é esse, né? É você trazer o melhor ambiente possível com o máximo de transparência de segurança possível. Não só você dizer né, não só você é falar que é acolhedor, mas isso é em cada em cada etapa, né? Então, mais do que a gente dizer, né do que a gente falar sobre acolhimento, é como isso é manifestado em cada dedo.

Cale em cada ação da clínica, não é isso? É o nosso conceito final, não é? Eu vou avançar um pouco mais nesse da do acolhimento, que no é não só falar do conceito da palavra. Não é como você colocou, mas a eu, eu, eu só. Eu gosto da criação com apego, né?

Eu tenho os meus 2 filhos que eu falei e o mais velho? É, eu vejo muito sobre o acolher, acolher, o que que é o acolher, não é? Então, quando acontece alguma coisa com ele, você falou de ser 11 segurança para essa criança. Então, ao acolher eu abaixo não é e é um abraço. Vem aqui.

Você quer um abraço, você quer um abraço? Aí vem, abraça, acolhe, então cuida, então é isso que a gente tem nesse acolhimento é abraçar, né? Trazer o que que você está precisando é você abaixar, você se nivelar, você está ali com aquela pessoa, naquele não ser é assim que tem que ser, vai faz isso aqui, não é acolher realmente é trazer, é ter essa pessoa ali no. No mesmo nível, você baixar está no mesmo nível. Abraçar não é, não é?

Então é isso, no entanto, que a gente tem o abraça, que a gente fala que é o departamento realmente de relacionamento, de cuidado à distância. Não é com os pacientes também te abraçar, é acolher, é isso. Esse é um ente bom, gente, espero que a gente possa ter ajudado, né? A como começar nesse caminho, não é como buscar um especialista, uma clínica, a gente fica à disposição, né, Marcelo? Para dúvidas outros temas a gente vai falar ainda sobre o controle de qualidade perfeito, vamos sim, acompanha.

Os próximos podcasts a gente se vê nos próximos. Pessoal, tchau, tchau, tchau. Obrigada por assistir ao papo de tentante. Para enviar seu relato, dúvida ou sugestão? Mande um e-mail para papo de [email protected] ponto, ber.

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