Ep. 63 Saúde reprodutiva masculina | Podcast Papo de Tentante | CEFERP

A saúde reprodutiva masculina por vezes fica de escanteio quando o assunto é reprodução humana, pelo fato de ser a mulher quem engravida. No entanto, o papel do homem é muito importante, em especial sua saúde!

Por conta disso, o convidado do Papo de Tentante de hoje é Dr. Luís Fernando Caroccia Boretti, um dos idealizadores do Projeto HomemCEFERP, e Marcelo Rufato, sócio do CEFERP.

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Transcrição do episódio

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Olá, aqui é a doutora Camilla Vidal, médica especialista em reprodução humana do CEFERP centro de fertilidade de Ribeirão Preto. Seja bem-vindo ao podcast papo de tentante, um espaço onde compartilhamos informações sobre o universo das tentantes em busca do tão sonhado positivo. Aqui você poderá compartilhar suas experiências, se inteirar sobre os assuntos de reprodução assistida e ainda conferir relatos de mamães que já passaram pelo tratamento e tiveram seu positivo. Você também poderá conferir novos episódios quinzenalmente e assistir ao episódio em vídeo pelo YouTube do CEFERP. Vamos ao episódio de hoje?

Oi, pessoal, sejam bem-vindos ao papo de tentante e agora em 2024, a gente está dando, começando o ano com um enfoque na saúde masculina. Então hoje a gente tem um prazer enorme de receber o doutor borete, vou convidar o senhor a se apresentar. Não vou chamar o senhor, não, tá tudo bem. Boa, boa tarde, Marcelo. Boa tarde, doutora Camilla, bom, eu sou.

Nasci em 78, né? Tô formado desde. 2002 atua na área de Urologia desde 2007. Dentro da parte, tanto da parte de oncologia, Letícia, a parte de andrologia, depois veio a parte de fertilidade, né? Estou junto já com vocês, a 7 a 667 anos lá No No Ribeirão shopping, conduzindo os procedimentos ali, toda a parte masculina, aí prazer e obrigado pelo.

Convite eu que agradeço, Marcelo. Acho que algumas pessoas já conhecem, né? Mas vou deixar. Eu passei. De algumas vezes, né?

Olá, tudo bem? A todos, obrigado mais uma vez pelo convite de participar um prazer poder falar junto aqui com o doutor borretti, então estamos juntos para trazer mais um pouco de informação para o pessoal, especialmente aí na área da Urologia, com esse projeto importante que a gente trouxe esse ano, que é o homem CEFERP, que é o departamento específico para falar da fertilidade masculina. Exatamente. E hoje a gente trouxe, né? Um assunto importante para a gente falar que é a questão da azospermia, né?

Então, quando a gente não encontra espermatozoides, a gente pode entender tanto um pouquinho da parte laboratorial, como é que a gente vai fazer para procurar para usar quanto, principalmente, né da parte clínica, como é que a gente vai investigar e os procedimentos que a gente tem? Porque muitas vezes o paciente vê ali como o fim da linha, né? Às vezes pega 11, resultado ali de azospermia e já bate aquele deespero quando a gente sabe que não é bem assim, né? Então isso é uma coisa bacana. A gente há um tempo atrás não muito tempo desde que se desenvolveu a fertilização in vitro, né?

Realmente as ospermea pro paciente eram o Ponto Final, mesmo depois, com o desenvolvimento, né? Da parte da fertilidade, a gente conseguiu ver que não, então assim a gente consegue obter espermatozoide de algumas outras formas e, mas a primeira coisa a gente tem que examinar o paciente, fazer uma consulta bem adequada e saber o que que as ospermia hoje hoje ou definido pela organização mundial de saúde, é que você tem pelo menos 2 espermatozes olhos ejaculados 2 espermogramas. Sem a presença de nenhum espermatozóide, né? Marcelo? Acho que isso é isso.

São 2 hoje, né? E a gente tem as os, permite. Tem alguns tipos que a gente tem que investigar as 2 permitir. Hoje ela pode ser tanto obstrutiva quanto não obstrutiva, né? Aí?

E até sobre essa questão que você colocou de Ah, tem que ter 2 exames, isso eu já considero como muito importante, porque pro homem já é meio que um tabu fazer um espermograma, aí faz um espermograma, pega lá, vê que não veio nada, meio que acabou ali, né? Ah, então não vou investigar, não vou ver quando na verdade, primeiro nem fechou. Teoricamente, o diagnóstico que a gente precisaria de 2 e a gente tem que ver a questão laboratorial de como foi feito esse espermograma, né Marcelo? É bem importante que, numa suspeita de azospermia, a gente faça uma boa investigação laboratorial, porque existem diversas formas de se realizar o espermograma. Normalmente a gente coloca num contador de células e coloca no microscópio para observar ali a quantidade de espermatozóides, fazer a contagem e a mutilidade, que é a progressão deles.

Só que se a gente utilizar alguns contadores é que são os mais utilizados no mercado. Na verdade, eles não conseguem. É pegar um AA. Representatividade total da mostra. Na verdade, se você você não tem a contagem, precisa nesses casos específicos, do qual a gente tem poucos espermatozóides, ele serve para contar numa amostra normal.

Mas quando a gente tem a suspeita de azospermia, quando a gente bota nesse contador de células, a gente faz uma investigação da mostra. A gente faz uma pesquisa. Mais aprofundada então a gente não pode se basear nessa leitura inicial. Então o procedimento é de pesquisa. A gente chama de pesquisa no pallet, a gente coloca essa amostra para centrifugar, concentra essas células no fundo do tubo, ressuspende essas células em meio de cultivo.

Algumas vezes a gente usa até alguns ativadores de motilidade. Para facilitar, inclusive, a procura despermatozóides coloca normalmente em uma lâmina e a gente faz AO rastreamento completo da amostra de todas as células que estavam ali presentes naquele naquele material. Naquela amostra de de sêmen, pra ver se a gente acha espermatozóide ali e ali a gente consegue, aí sim, ter uma precisão maior de afirmar que aquela mostra específica não tem espermatozóide e a gente já viu muito resultados que vêm com suspeita de azospermia porque vieram de laboratórios que não fizeram essa pesquisa. No No palit. E essa análise em um laboratório específico de reprodução humana é muito diferente do que de um laboratório de análise.

Convencional, né? É. Mesmo que porque para a gente, poucos espermatozóides ainda são suficientes para a gente utilizar no tratamento, que é o que você trouxe, né? É com AO surgimento da reprodução assistida. A gente pode, com um espermatozóide, muitas vezes, desde que tenha uma certa motilidade, né?

Que a gente tem uma qualidade para fazer a fertilização e já está no óvulo. Embrião, 2 pontos importantes que até voltando um pouquinho atrás do que a gente fala, que até parabenizar vocês de estarem dando essa ênfase ao homem, à azospem, porque hoje o homem lhe corresponde a quase 30% do caso da infertilidade a. +30 e 40 os 2. Então, assim, 50% do homem. E é muito difícil.

Hoje eu sou um pouquinho mais velha aqui, mas eu trabalhei algumas outras clínicas e ninguém dá. Essa ênfase na parte urológica. Uhum. E vocês são os pioneiros e parabéns pela iniciativa. Outra coisa importante que o Marcelo falou que pra gente é muito importante, às vezes pacientes ficar bravo a gente já tendo um paciente no convênio ou não, a gente perde o supermograma e a gente sabe que alguns laboratórios na verdade são espermogradas, maquinizados, uhum, e a gente perde o alcoól em uma clínica de fertilidade, colhe onde o embriologista vai ler, vai ter o tempo de espera necessária, então aí alguns pacientes ficam bravo, Ah, mas tem necessidade realmente tem nesses casos.

Realmente de azospermia saber se tem azul total ou não. Tem até nos outros casos que a gente precisa melhorar a qualidade é importantíssimo. A gente tem uma análise criteriosa e laboratorial da parte dos permogramos. Uhum. E muda até a questão de investigação e de conduta, né?

Porque é igual. Você estava falando da questão de obstrutiva e não obstrutiva. Se a gente encontra um. A gente já sabe que não tem a parte da obstrução, né? Então isso muda até o que a gente pensa de investigação, né?

Mas aí eu te pedi entrando, né? Nessa questão de investigação, é uma vez que ele foi lá, fez os 2 exames e realmente não achou espermatozóides que que a gente pode orientar para fazer assim de investigação pro. É a primeira coisa, assim a gente tem que definir o tipo de azul permeia que é isso é importante porque vai o tratamento, né? Existe algumas outras formas. A gente pode definir azospermia, como azospermia, prétesticular, testicular e pós, né?

Na verdade, a pré é quando você tem alguma alteração de estímulo hormonal, então você vai ter que estudar o paciente em vez de teve uma alteração hormonal. Que a gente consiga que, por exemplo, o cara tá com o paciente, tá com umas osso primeiro, devido a uma alteração no eixo hipotálico profissionário profissionário, aí a gente consegue por esse esse eixo No No reposição de hormônio, estímulos, aí seria um prétestular lá já no testcular seria, por exemplo, o cara não produz, seria uma aí que é o pessoal obstrutivo, mas ospermia não obstrutiva, uhum e. Paciente produz espermatozóide, só que não consegue chegar na via natural se ele obstrutiva, uhum. Então a gente teria assim primeira coisa, fazer uma consulta adequada, com anamnese importantíssima, que às vezes a gente acaba não vendo isso daí por aí. Muitos até colegas nossos que não mexe com essa parte, acaba mandando paciente, às vezes sem.

Às vezes a gente consegue perto para uma pergunta besta. Então o exame físico a gente já consegue delimitar, às vezes palpar um definente não paupar o diferente. Então isso é importante. Bom, definimos se é obstrutivo ou não obstrutivo aí nós vamos pro tratamento. A Câmera, aí o tratamento pode ser de acordo.

Como aí é que é uma outra que a gente fala quando você tem um paciente obstrutivo, ele sempre pergunta para gente, e aí, doutor, agora nós vamos. Desobstruir, ó, nós vamos passar para a fertilização em vida. Uhum. Aí que entra realmente um conjunto tão ginecologista. Gente, junto com a cliente, para definir junto com o paciente.

Uhum como essa daí. Mas o principal que se acolhe, o paciente desse azospermia vamos investigar o porquê agora. Se ele está produzindo e não está passando uhum ou se ele não produz mesmo, aí não, a gente fala assim, ó, o que que seria uma obstrutiva para falar para o pessoal, por exemplo, paciente faz economizado uhum. É uma azul supermeio obstrutiva, um paciente, por algum motivo fez uma hérnia, alguma coisa, um trauma. Lesou de frente, obstrutivo agora, assim eu queria ser no misturou, ou seja, quando ele não está produzindo espermatozinho, ele não está sendo completa dentro dos testículos, uhum aí de acordo com a causa, com o seu é o tratamento é de acordo com o seu tratamento cirúrgico para refazer o canalzinho ou não, a gente tem que partir já para a obtenção do espermatozóide, que aí seria uma segunda parte que nós vamos falar daqui a pouco.

E sobre até essa questão de anamnese bem feita, né? É o que você tinha pontuado antes. Assim, da importância da gente olhar para o homem fazer essa avaliação, completa. Eu lembrei. Eu tive um caso, né?

Um casal, eles já tinham feito alguns tratamentos com a gente e nas coletas dele. Ele, a gente nunca teve dificuldade para conseguir bons espermatozóides. Chega um período do tratamento que ele precisava colher para congelar, para a gente poder formar os embriõeszinhos. Só que ele colhia, não vinha, colhia de novo, não vinha ou vinham só espermatozoides e móveis, o laboratório recomendava não usar, vamos tentar de novo. Se a gente pensar alguma coisa muito estranha, nunca aconteceu nada com ele, né?

E aí eu liguei pro casal, eu falei, olha, vamos confirmar, aconteceu alguma coisa De Lá Pra Cá, vocês começaram algum remédio, alguma coisa assim? E aí eles acham que não. Ah, tem só um aqui que eu lembrei que o urologista prescreveu e aí eu fui ver a testosterona. Ele, Ah, eu tô usando já há um tempo, falei não, então esse a gente vai precisar suspender agora pra voltar as coletas e tudo mais. E aí?

Então assim é uma coisa teoricamente simples, né? Você vê se a gente não, não tem essa avaliação, né? De um urologista que tem AA formação pra ir. Às vezes a gente vai pecar por, por e por outros caminhos, né? Vou dar um exemplo, Camila, às vezes eu passei é o Diego.

Não pergunta. Importante se perguntar hábitos de vida, uhum. E outra coisa, você trabalha com o que? Outro dia que teve um paciente que ele trabalhava com alta temperatura, era pizzaiolo, uhum, ou seja, totalmente o espermograma dele era totalmente, Hum, alta devido à temperatura elevada. Isso dificultava o espermatozinho.

Então assim, é importante uma anamnese bem feita, é o exame físico bem feito pra ir pra gente partir pros exames complementares como ultrassom, transetal pra gente ver se tem, por exemplo, uma genesia, uma obstrução de Duca ejaculatório ou se é uma obstrução de deferente e tudo mais. E acaba. Assim, pelo menos na minha percepção, ajuda não só na questão de conduta clínica, mas até na, na percepção do próprio paciente, né? Porque quando você tem um diagnóstico, você quer entender, tá? Mas não produz, mas não produz.

Por quê? Tem alguma coisa que justifique? E por mais que a gente saiba, né, que muitos casos a gente não vai conseguir achar exatamente, mas é importante a gente investigar neste exemplo que você deu. Achei maravilhoso, né? Só da gente poder falar isso pro paciente, olha, provavelmente tá associado a temperatura isso, de certa forma traz até um conforto, porque a questão da da fertilidade para o homem ainda acaba sendo muito tabu e muito vinculada à questão de virilidade, é se não tem espermatozoide, parece que não é homem quando uma coisa não tem nada a ver com.

As pessoas que eu falo pra Cíntia uma coisa não tem nada a ver com a outra. De masculinidade com espermaturismo não tem nada a ver aí, tipo, começa a conversar tudo, mas isso é muito importante e hoje está diminuindo um pouquinho isso. Antigamente eu via muito chegar, muito paciente encaminhado, ginecologistas, né? Pô, examinava mulher. A mulher até fazia histeria.

Copiastro sol, pingo e não fazia um espermograma no homem. Esse é um outro Rio que eu vejo que a gente está mudando um pouquinho mais. A infertilidade não tem que ser vista. O homem, a mulher, uhum como a gente falou, 50% de carta é uma unidade única, uhum. Então eu sempre brigo às vezes com alguns.

Os 2 têm que ser examinado até o final, porque dependendo, se eu tenho uma alteração do meu supermograma, isso não implica na minha parceira, não tenho outra alteração que muda completamente o tratamento. Mas essa é uma parte importante de conscientização dos homens, né? Que não buscam. Tratamento porque não busca nenhum tipo de atendimento médico que vão deixando para depois. A mulher vai no ginecologista, está acompanhando e o cara não, não, não.

Faz um. Espermograma, para saber se está tudo bem, a gente sabe que tem uma resistência muito grande. Eu Na Na faculdade, quando estava. É já começando, já com a reprodução assistida. Eu convidei meus amigos todos da sala para para fazerem o espermograma e não foi um.

Ninguém quis fazer porque tem medo do resultado, né? E do que que os outros vão achar do resultado, né? Por? Isso que isso é importante, conversar, conversar é muito. Vou dar outro exemplo que a gente tem um paciente aí que ele veio pra gente e ele já tinha feito uma vasectomia.

A gente sabe que a vasectomia, quanto mais tempo pode a chance de diminuir, de produzir? Quando um feedback negativo? Mas ele tinha feito em 23 serviços aí e as. E não conseguia. Não fazia a punção.

Tanto a punção e pedir de mal. Seguir ele tinham feito 3 outros serviços, aí ele veio comigo e falou, ó doutor, a gente não consegue não? Já fizemos a executiva, mas faz pouco tempo. Não sei o que está acontecendo. Falei, calma, eu vim aqui para marcar para fazer, falei, não, não vou ele.

Já tinha tentado reverter 3 vezes já. Tive, depois foi expulsão. Em outras críticas, foi expulsão e não achava. Não achava. Aí eu fui conversar com o paciente, eu falei, mas você teve alguma coisa?

Pós-vazia que tu não? Eu nunca tive, não tive acidente e tal. Eu vi que ele era está bem forte. Ah, não, doutor, a única coisa que eu faço, eu tô fazendo ciclos. Olha, é.

Hormonais, então assim. E aí é uma coisa que a gente não sabe, não tem como colher Superman para saber se está alterado ou não. Uhum, então, na verdade, a gente acabou refazendo o eixo, uhum com estima e aí fizemos a punção e veio. Então, na verdade, não IA. Vim mesmo, uhum, se ele continuasse fazendo um estímulo com o uso de hormônio anapolizante e tudo mais é que.

Era até o que a gente estava falando. A causa da vasectomia era a causa dos anabolizantes pós vasectomia. É que. Era até o que a gente estava falando antes de entrar na gravação sobre essa questão do tratamento clínico, né? Mesmo que a gente precise de um procedimento cirúrgico.

Mas eu gostei do que você pontuou. Assim, tem alguns casos que a gente não consegue medir. Como é que tá a produção que vem nessa questão da vasectomia? Então, se a gente tem outros marcadores e a gente tenta melhorar esse ambiente antes, mesmo sabendo que a gente vai pra um procedimento cirúrgico, a gente otimiza a chance desse procedimento. É bem-sucedido, né?

É, e aproveitando que a gente entrou nessa parte dos procedimentos. Então tem ali alguns procedimentos, né? Que você estava comentando? Quer falar um pouquinho sobre as as opções de como ele? Foi pra você tiver no paciente fazectomizado, né?

A gente tem a opção de fazer a reversão, né? Que é anastomose, onde foi tirado ou mesmo de partir praticamente já pra 11. Procedimento para obtenção essa espermatozoide para já fazer a parte já da fertilização in vitro. Então a gente tem que por esses 2 momentos para o paciente, né? Uhum as coisas também, que é importante também do diagnóstico que o Marcelo falou às vezes.

Tem, você tem um caso de obstrução de dupla ejaculatório, só voltando um pouquinho. Quer dizer, você não não aparece fator, mas aí você com PH, com a quantidade de frutose, com PH mais você consegue ter uma ideia de ter uma obstrução de duplo diaculatório, que trata totalmente o é diferente. Aí você faz uma raspagem para obter o ducto já, então o tratamento, na verdade é que a gente obter espermatozóide. A gente tem que definir de 2 formas ou a gente para tentar obter o espermatozoide, para fazer fertilização ou tratamento da causa e aí depois tentar fazer uma fertilização, uhum ou até mesmo 11 gestação natural, uhum nos tratamentos para obtenção espermatozoide hoje a gente, a maioria deles é é todo feito no centro cirúrgico. Com anestesia a gente faz juntamente o cirurgião, o anestesia, este juntamente o pessoal do laboratório, né?

E aí, quais são? Pincelar rapidinho. A gente tem alguns tipos de função. A gente começa sempre pela punção mais simples. A gente tem a punção do epidímo, onde faz uma punção percutânea, que a gente fala que é o pesa nisso, daí a gente faz a punção do epidímo para fazer a posição do epidímo, obrigatoriamente a azul suprimente tem que ser obstrutivo, senão não faz sentido a gente fazer algo consolo a pedir.

Traduzindo, para quem está vendo aí a punção do epidímo é uma golinha que vai perto do. Testido. É aquele órgão em cima do do depedi. A gente faz com uma sedação e uma aguinha. E a gente vai aspirando e vai dando pro seu laboratório, ele vai, ó, tem esmatozoide não tem são viáveis, são móveis, não, esse é o peso, é o mais simples.

Existe um outro também, que é pra o meu obstrutiva, que é o mesa onde você abre o epidido e faz uma microcirurgia olhando e funcionando dentro dos duques da da epidemia. Só que isso daí é pouco usado hoje em dia devido a agressão, uhum no mesa. Então assim pra gente não. Então assim tenho certeza obstrutivo primeira coisa, que tipo funciona é o epidímo. Que é fora.

Ah, doutor, não sei e tal, posso fazer direto do techico. Assim a gente parte para para o texico pro techico a gente tem o tesa, né? O tesa que quer, quando você faz uma punção, a mesma coisa, sorte direto no testículo, uhum na bolinha mesmo que que esse daí é importante você pode para as os premiadas obstrutiva e aqui é outra coisa importante, quando a gente faz a porção do testículo, a gente pode obter espermatozoide também, quando não é obstrutiva, por exemplo, porque você tira um pedacinho do testículo dos tubos seminíferos onde é produzido e vai para o laboratório. Mas ele pode dissecar o tubulo e alterar alguma coisa, então a gente pode mandar para o laboratório. Uhum.

Então esse é o tese, quando é uma função do e existe OOO tesa, existe o tese que a gente abre e procure hoje o mais o mais, que é mais usado e que tem melhor, é o micro tese. Na verdade, que que significa o micro tese, a gente abre, expõe. O texico é um pouquinho mais agressivo, mas porém, a gente faz tudo no mesmo momento, com a necessidade, põe os textos, faz um corte longetudinal, ao contrário da. E a gente usa o microscópio eletrônico. Esse microscópio eletrônico a gente consegue ver alguns tubos seminíferos ingurgitados, então nesses tubos a gente tem maior chance de pegar e ter espermatozoide ali.

Às vezes, o laboratório, ele fala, borete vê espermatozóide? Só que aí ele não consegue ver se. Tem expansão dos 2? Não, porque ele vai ter que dissecar esse tubo feminino? Hum?

Então a gente tira bastante, vê onde tem a maior probabilidade. Sempre que a gente faz e abre, a gente manda também para a parte, uma parte panatopato patológico. Isso é muito importante para a gente, porque às vezes ele tem uma alteração de não evolução dos formatogênicos que te pode ser corrigido no segundo tempo. Uhum. É basicamente ali, entre tese e microtesse.

Assim, os 2 vão retirar um pedacinho só que é como se a tese fosse entre aspas, a cega e a microtese. Fosse guiada pros tubos a. Gente, tá falando. Num exemplo, que é o caso da vasectomia, certo de de azospermia obstrutiva. É um exemplo.

Hum, né, de de azospermia obstrutiva. É, estou, estou puxando aqui porque quem está ouvindo aí está vindo. Agulha é? Forte, um. Pedacinho.

E imagino que, como o assunto é para quem está tentando engravidar, talvez os homens que estejam assistindo já passaram pela vasectomia e estão passando agora pela pela fertilização in vitro, e talvez seja necessário. Nesses casos, é sim passar pelo procedimento e. Para assustar, fazer que também é muito mais assim traumática do que. Uma noção, né? Totalmente indolor, tranquilo, mas.

Porque que eu tô dizendo isso? Pela questão da da conscientização, a gente falou um pouquinho da conscientização. Agora há pouco né da informação e é isso que a gente está fazendo aqui, que há possibilidade. É uma pergunta. Na verdade, há possibilidade de pré vasectomia antes de fazer a vasectomia congelar os espermatozoides para uma utilização posterior.

E isto daí é uma coisa que assim eu vejo. Lá no mundo nosso, da Urologia, poucos metros 75, mas sim. Com certeza, todo paciente que vai fazer uma vasectomia comigo, geralmente que anda jovem, tudo. Eu sempre falo, ó, espera aí, você não quer armazenar espermatozoide, então ele pode armazenar previamente que. Quem está fazendo vasectomia?

Na verdade, está pensando em não tem mais filho, né? Então, Marcelo, mas é o seguinte, eu atendo 10 paciente por dia, fazer vasectomia 5 para reverter também. Geralmente é a mesma história. Ah, separei da minha primeira esposa, então realmente existe também. Às vezes isso é uma coisa, mas tem gente que tem perdas também.

É exato, então. Assim, então tem que pensar em tudo isso. E? Pode não ter mesmo fazendo o procedimento. Pode não ter espermatozóide.

Exato. É porque é o que você tinha falado antes. A questão do tempo de vasectomia. Simples, eu quero ter uma vasectomia e assim ele pode ter uma infecção viral, uma parotisse sim, também pós-aseasectomia pode ter outro trauma. Ah, pode trabalhar com com inseticida, pesticida, então isso pode, não é vasectomia.

Realmente, uhum. A vasectomia só obstrui o canal. Uhum, mas a produção teoricamente teria que continuar mesmo, ou. Seja, você tem um colega que pensa fazer vasectomia, ajudar nessa conscientização? Olha, eu fiquei sabendo que dá para congelar isso para, Ah, mas eu não quero ter mais filho, mas congela, porque não vai te custar nada de importante.

É melhor do que depois você ter que passar por esse procedimento. É para obter espermatozóide. E assim, e o homem tem essa opção e é muito simples, é só chegar lá e fazer a coleta e congelar não é? Normalmente uma coleta só é suficiente, né? Porque, por exemplo, falando aqui como a única mulher da mesa.

Ou quando a gente olha para o outro lado falando da laqueadura? Não, não tem assim congelar óvulo independe da questão dela fazer a laqueadura ou não, né? Tanto que a gente como ginecologista, a gente tenta segurar ali a laqueadura o máximo possível. Não vamos ter segmento, método de longa duração, então vamos colocar um DIU, vamos colocar um implante, porque é exatamente o que vocês estão falando. A gente não sabe o dia de amanhã, né?

Então concordo da gente chamar atenção, mesmo que dá para congelar, né? E outra coisa, Marcelo. Voltando nisso, até chamar atenção. Hoje, que é uma coisa muito bacana que você tocou, que hoje eu já tenho alguns pacientes procurando que são pouco mais tempo, por exemplo, a gente sabe que tem algumas mulheres que não, Ah, por algum motivo, não casou, não quis ter filho e ela está evoluído de uma certa idade. Ela quer armazenar o ovo, mas por precaução, existe homens também.

Hoje a gente pode fazer isso, porque assim se você faz um espermograma hoje, você está com 20 anos e você tem uns. Então, assim, porque não armazenar? Não é porque você vai estar com idade, mas você está sujeito a outras coisas, verdade você está sujeito a uma infecção a uma alguma outra coisa, um trauma, então tem gente que já está pensando nisso, eu tenho alguns que legal, pacientes que já estão armazenando por causa disso, só me. Só por medo de de ter alguma coisa mais pra frente, uma coisa só. Um adendo que é importante, às vezes eu vejo alguns pacientes por aí, as pacientes oncológicos, né?

Às vezes o pessoal se atenta a tanto a doença oncológica e não pensa no pós. Então, assim, sempre que é legal. Assim, o paciente tem um tumor, vai ser submetido a uma quieto, pô, v. Oferece pro paciente paciente, às vezes ele tá tão. Mas ele está tão assim, triste, tão assim nervoso com a situação de dar um oncológico que ele nem pensa nisso.

Uhum. Eu aí eu ofereço, pô, doutor, ainda bem que você me lembrou isso. Então assim armazena. É porque às vezes, por causa de uma quimioterapia, algum tumor pode ter isso daí também. Então isso é uma coisa importante de ser feito.

Ele é bem lembrado, Marcelo. É não, e pra é o que você falou. A gente foca muito na questão do do câncer, né? E acaba não olhando pra isso. E a mesma coisa que eu tinha falado antes assim pro homem, porque pra mulher ainda gera aquele medo assim, de Ah, mas eu tive diagnóstico de câncer, ainda vou estimular meu ovário, ficar 10 dias até colher.

A gente sabe que normalmente dá tempo. Aí você vê que pro homem não tem nem essa preocupação, porque assim ele pode fazer as 2 coisas. No mesmo dia fui no oncologista, vou lá, colho, congela, continuo minha minha programação de tratamento, né? Então é importante. Você tinha falado da questão dos procedimentos da gente buscar e aí a gente manda esse material para o laboratório.

Como funciona? Então, quando o urologista está lá fazendo o procedimento e vocês recebem Oo material da pesa da pesa perfeito? Quando vem do pesa, que é da punção na agulha, ela vem e o material vem diluído no meio de cultivo que a gente leva pro pro centro cirúrgico, então a gente precisa de um pouco de paciência, né? Da da, na hora que está fazendo o procedimento para a gente investigar essa. E vê se ali tem algum espermatozóide, é que a gente possa congelar, utilizar para o tratamento e dar uma sinalização positiva de que tem.

Então é, é. Acaba sendo de certa forma rápido, como na clínica ou centro cirúrgica. Do lado do laboratório, a gente passa. Essa mostra, automaticamente, coloca no microscópio, faz a leitura, encontrou espermatozóide? E se tiver 11, qualidade suficiente para a gente poder proceder com o procedimento, a gente já avisa o urologista.

A equipe clínica que encerra o procedimento. E isso acontece às vezes mais de uma vez, não é? Então leva uma amostra, a gente olha, aí depois leva mais um pouco até a gente ter a quantidade suficiente. No caso do do do tese, que é a biópsia. Quando a gente tira 11 pedacinho ali da do do do material, a gente tem que dissecar.

Então a gente coloca na lupa que é. São 2 equipamentos ali de de visualização ótica, né? Tem o microscópio, que tem um aumento maior e tem a lupa que é, tem um aumento que é menor, aumenta menos e per. A gente poder manipular a mostra. Então gente coloca nesse outro equipamento que é a lupa e a gente vai dissecando essa.

Essa mostra tem várias técnicas, normalmente no laboratório a gente utiliza, é agulhas para é ordenhar o tubulo seminífero. Então a gente vai passando essa agulha ali ordenando esse material para expulsar os espermatozóides de dentro do tubulo isso a gente faz várias vezes até a amostra fica bem dissecada, realmente a gente coloca, aí sim, no microscópio para visualizar, procurar esses espermatozóides. Normalmente, essas amostras têm a motilidade menor, tem uma utilidade reduzida os promotoresóide, ele pode estar imóvel e adquirir uma utilidade. Com o tempo, ele precisa de um tempo ali para que ele adquira essa motividade. Então é importante que o imbrologista tenha um olhar bem treinado.

É porque são amostras que são, entre aspas, sujas, né? Tem muito material, muito detrito, muita célula em que dificulta a visualização, então é um trabalho minucioso. A gente tem que ter uma certa paciência, olhar com calma, pesquisar esses espermatozoides ali e uma vez que a gente encontre mais uma vez na quantidade suficiente para o procedimento, a gente avisa a equipe clínica e faz após isso ou a utilização para o procedimento ou a gente pode utilizar aquela mostra que a gente fala que é a fresco, né? Uhum. Para fazer a fertilização em vidro ou.

A gente pode proceder e normalmente, assim que acontece na clínica, a gente faz o congelamento desse material. Para utilizar, aí sim, no momento posterior do qual a gente tem os óvulos para unir os espermatozoides de óvulos. Né? E essa questão, né, da gente tentar ser o menos invasivo possível é muito boa, né? Então da gente poder assim, urologista vai lá, fez a punção.

A gente vai esperar pra ver se precisa, né? Então esse isso é uma coisa que eu sempre gosto de falar pros pacientes também, né? Que a gente vai tentar não chegar porque na hora que a gente mostra aquele slide que tem lá cortando, tirando um pedacinho, já meu Deus, vou ter que fazer isso, tipo, olha só. Se precisar, a gente vai tentar os outros estágios, lógico, respeitando ali as indicações do que você comentou que dá pra fazer, né? Então, esse é um primeiro ponto e o segundo ponto, que eu acho importante que vocês colocaram, é da questão da gente ter esse resultado e poder prosseguir num mesmo momento, né?

Porque é, às vezes vão ter. Profissionais clínicas que podem fazer um procedimento em mais de um tempo e às vezes isso acaba sendo desgastante também, né? Pro paciente, então acorda, olha, puxa, não teve agora a gente vai ter que programar outra coisa pra depois fazer um novo procedimento. E não necessariamente a gente vai encontrar espermatozoide se a gente ficar explorando o testículo, né? O senhor pode dizer melhor porque você vai.

Começar a ter tecido conjuntivo ali no lugar, né? Então você vai ali perdendo ali a quantidade de de amostra potencial, então é melhor que a gente. Não só investigue, mas possa utilizar já aquela amostra, possivelmente no caso, a gente conge, e aí? Doutora Camilla, uma coisa, uma coisa importante que você falou. São 2 aspectos a pedir, ser minimamente invasivo, uhum.

O que eu falo que eu sempre briguei com isso daí. Algumas outras crises que eu trabalhei que eles me chamavam, atendem procedimentos. Sábado eu chegava lá para fazer o procedimento, hoje não, eu. A gente trabalha junto. Já na CFE fica um bom tempo.

A consulta pré com o urologista, porque eu fazendo essa consulta pré eu consigo ter uma ideia melhor, dar é uma não obstrutiva obstrutiva, onde eu posso funcionar para ser menos invasivo, então isso é importantíssimo também. Uhum. E outro ponto que eu queria pegar também, que é importante para a gente que o Marcelo falou da biópsia, só um pequeno antes, há um tempo atrás, a gente que mexe com essa parte chega muitos colegas, encaminhei o paciente para a gente que vê umas ospermear, já encaminha para a biópsia, aí eu falo ó, nós vamos. Fazer biópsia. Já passei numa peremícia porque antigamente a gente fazia uma biópsia de textos.

Mandava diagnóstico, isso pra gente não faz sentido hoje porque essa biópsia, ela pode só mais prejudicar espermatogênese que já está prejudicado. Uhum, então a gente só faz a biópsia, mas no ato que a gente já está abrindo para obtenção do espermatozóide, uhum fazer a biópsia por fazer hoje está contra indicado, uhum. É então isso são 2 coisas que muitas vezes o paciente vê. Ah, doutor, vim fazer a biópsia para saber a minha causa é, não tem porque porque às vezes você não vai ter a causa. E esse pode prejudicar a pouca produção que você tem.

Eu já recebi mesmo pacientes que fizeram, e aí tinha lá o laudo da biópsia aí tá lá. Espermatozi completa, que bom que naquela época acharam os espermatozóides, mas que pena que não deu pra usar, né? Achou, olhou EE, jogou fora, né? Vai ter que acabar fazendo um novo procedimento, né? E o medo que eu percebo, né?

Quando a gente conversa sobre essa questão de procedimentos, é a recuperação, né? Então, Ah, mas como que vai ser? Depois vou ficar com dor, vou poder trabalhar porque eu não quero contar no trabalho, o que mais tem é isso, né? Não, não posso falar que eu tô fazendo e tudo mais. É assim?

O que a gente sempre fala, tanto na vasectomia quanto nos procedimentos pra obtenção, o maior medo do homem é alterar masculinidade. Ereção, então deixa bem claro, isso. Não tem nada a ver. Mesmo tirando pedacinho mesmo. Tirando o pedacinho, não tem?

Problema só não vai ter problema. Oh, meu Deus, não. Pode, não vai fazer falta, é um. Procedimento minimamente invasivo às vezes, quando a gente faz a função percutando é uma agulha. Então assim, você nem acha onde quer e às vezes, quando eu te abre pra fazer AA no teixica, às vezes, quando tem que fazer uma micro tese, é um corte de 2, 3 cm.

Então assim, é uma cirurgia minimamente invasiva, assim como a vasectomia, o índice de complicação é muito baixo, porém a gente tem que tomar os cuidados. Os primeiros dias a gente manter um gelo no local, de acordo manter. Necessário, não antibiótico, orientação do médico, mas não precisam ter medo. É uma cirurgia minimamente invasiva, onde os riscos são muito baixos. Uhum.

Bem tranquilo, nada assim fora tem que seguir sua orientação médica mesmo. É normalmente, se chegar a biópsia, precisa de uns dias de repouso, né? Um cuidado um pouco mais, né? Mas nada assim. Ah, ficar 10 dias.

Da pelo. Contrário geralmente é bem tranquilo, é uma cirurgia, é o que eu falo, é menos invasivo às vezes, do que uma vasectomia. Uhum. Que hoje já é vista com tanta tranquilidade assim. Né?

E assim pros homens não altera nada. Uhum, pode fazer tranquilo que não tem problema nenhum. Marcelo até fez a pergunta que todo homem quer fazer, então você já disse que não? Então pode tirar. Um pedacinho.

Não, não deixei vocês curiosos, não vai ter problema nenhum. É falando da parte laboratorial, a mostra não é os espermatozóides do testículo, eles têm um benefício que é menos fragmentação, DNA espermático. Então, conforme ele vai ficando no processo ali de maturação, depende demo, ele tende a ter uma certa, um certo aumento na fragmentação, então o espermatozoide de ejaculado, ele pode ter um aumento de fragmentação em relação ao espermatozoide testicular. Uhum, então esse é 11 dos benefícios. Não que seja um indicativo principal, porque a gente tem, por exemplo, os erros, que é um dispositivo para a seleção dos espermatozoides.

Sem fragmentação. Mas esse é um. É um ponto positivo, apesar da motilidade. Como eu mencionei muitas vezes ser menor. Hum, é, mas tanto que existem alguns casos, né?

Onde a gente até pode conseguir espermatozóide no ejaculado, mas às vezes com uma limitação importante e a gente pode, principalmente pensando no histórico às vezes do paciente de já falha, de fertilização, alguma coisa nesse sentido, discutir em conjunto com urologista a viabilidade de tentar de um procedimento, né? Isso é. Importante que o Carlos morsa flores é, tem alguns trabalhos que precisam já pegar já. Parte direto da parte, desculpe lá, justamente por causa dessa diminuição da fragmentação. Uhum, então é o que eu falei.

Essa parte a gente tem que conversar muito com o paciente, com a família, esclarecer. É cada caso, cada caso é um caso. Eu falo quando a gente dá aula para os Mini falarzão cada caso, você tem que conversar com o caso. Uhum, tá assim, o que que vocês querem você fazer isso o risco diminui, aumenta, uhum, mas existem realmente casos desse daí que, de facto, a gente busca realmente a punção devido ao histórico prégresso já de insucesso e onde o clube diminuição fragmentação você tem maior chance de sucesso. Em alguns casos?

Interessantes, mudando um pouquinho de assunto, mas anda dentro da mesmo tema. Tem alguns casos interessantes na parte laboratorial que. No passado, eu tive um contacto com o doutor Jorge. Isso faz bastante tempo no começo, né, da da, da minha carreira. O doutor Jorge falou assim, olha, a gente vai colher a urina e você vai pesquisar espermatozóide.

Ai eu. Como assim? Pesquisar espermatozoide na urina? São os casos de ejaculação retrógrada? Pode falar um pouquinho que que é uma ejaculação retrógrada isso.

É mais comum que uma ejaculação retrógrada. O próprio nome diz, você tem a sensação, você ejacula, mas ele não sai pra fora, ele vai pra dentro da bexiga, Hum. Então, às vezes, quando você tem que pensar nisso, principalmente pra ser um diabético. Então, paciente, diabético, ele tem muito por causa da musculatura atrofia, então ele tem uma ejaculação retrógrado, então esse. Aí não vai pra bichinho.

Vai, só que vai para bexiga e não consegue ser. Então, às vezes não ejaculada não vai aparecer nada e só que ele faz uma versão retrógrada, vamos compartilhar, acontecer isso, principalmente no diabético, e alguns procedimentos cirúrgicos na parte da próstata. Então a gente, por exemplo, no RTU de próstata, algum procedimento para hiperplasia paciente pode ficar com uma ejaculação retrógrada. Uhum. Esse é um dos principais coisas que a gente alerta paciente sobre isso, uhum.

E às vezes a ejaculação retrógrada, o cara produz, mas não consegue gravar. Uhum. Então não tem ejaculado. Não tem ejaculado por ele, está produzindo armante aí eu passo pro Marcelo. É fácil cultivar isso.

Eu vou te partir pra função. É difícil, a gente tem que fazer o preparo da urina, né? Então. É a urina, ela prejudica o espermatozoide, então tem que fazer o tratamento com bicarbonato e aí a gente faz a pesquisa na urina que pode parecer estranho, mas o homem é ejacula, mas não sai, né? Vai pra pra bexiga e aí ele colhe a urina e aí dá urina a gente.

Pesquisa os espermatozóides, uhum, mas são casos que é não não acontecem com frequência, mas são diferentes assim. É, é, mas toda vez que a gente fala desse assunto eu conto um caso, porque, nossa, eu fiquei impressionada e dando parabéns pro laboratório, porque. Era um caso. Ele já chegou para mim com o diagnóstico, ele já sabia que tinha, porque ele tinha passado por um trauma. Então o urologista já tinha explicado na época para ele que ele tinha a ejaculação retrógrada.

É, e aí eu falei, olha, existe, né? Essa possibilidade dá pra gente tentar. Vamos ver como é que vai ser, se não, a gente vai conversar com urologista para fazer a punção. Vamos testar, vamos testar e aí ele foi lá, testou e conseguimos os espermatozóides, né? Então ele tomou o bicarbonato, fez o preparo, né colheu, congelou, congelou uma amostra com uma concentração boa ali, uma movimentação também boa e o que mais me marcou de tudo isso foi, eu acho que eu nunca vou esquecer isso porque a esposa depois passou pela estimulação, ela colheu 8 óvulos, ela teve 8 fertilizados, eles formaram 8 blastocistas, então todos evoluíram, até blastocisto transferiram 2 e engravidaram de gémeos.

Eles tiveram 100% em todas as etapas, fazendo o preparo ali, colhendo espermatozoide de Pelourinho. Então, são casas pontuais, mas que, quando bem indicadas e com o laboratório bem preparado, a gente consegue, né? Contornar também, né? Respondendo, vale a pena a gente tentar com com o da urina e. Outra coisa, só pra assim, coluna de colação retrógrado dos permi, o paciente às vezes ali acha que as os permitir não está ejaculando e muito pelo contrário, são coisas diferentes, pessoal.

O paciente ejacula normal porque no. No No esperma. Na verdade, ele tem uma pouca coisa que você exportador e outras proteínas líquido disseminar e tudo mais. Então, geralmente, por exemplo. Zectomia e vai ejacular normalmente.

Uhum essa outra pergunta, ele não vai perceber. O esperma vai ser normal porque não vai ter. É a presença. Espermatozóide, uhum. É diferente, por exemplo, de uma ejaculação retrógrada, onde às vezes o paciente pode realmente não ter nada, uhum.

Então assim, isso é mais uma coisa importante que uma história física, Decor, uma história clínica adequada e ao exame que a gente pode pedir hoje. Desculpa te. Existir? Quando a gente desconfia de uma coisa, diabetes, você pode pedir hoje, não precisa participar clínica de fertilidade. O exame sim, pesquisa espermatozoide na urina.

Uhum. Então isso pra gente como urologista, já é uma rotina, mas já ajuda muito, esclarecer alguns diagnósticos. Sim, você está. Na dúvida, antes de mandar para o colega, espera aí, vamos ver? Uhum.

Perde. É um exame, sim, você perde pra qualquer laboratório, pesquisa espermatozoide. É porque aí é diferente da da biópsia, né? Por mais que Ah, vai achar na urina e não vai usar tudo bem, mas aí depois colher a urina de novo é muito mais fácil do que fazer uma biópsia de novo. Não é Pra Ele, Oo laboratório como ele não vai saber cultivar.

E não é só pra ter o diário, teve? Tem um. Tem é. Exatamente. E aí já muda pra gente OA forma de tratamento já fica muito mais tranquilo, né?

Hum. Uma outra confusão que as pessoas podem fazer em relação a essa parte da da, da ejaculado do sêmen é em relação ao volume do ejaculado? Sim. Ter? Uber melhor é não?

Então vou alto volume, não nossa, eu tenho um. Não, isso daí. Quantidade de 100 é absurda. Porque o volume varia muito também, às vezes. Temperatura.

Valeu o tempo que você está em abstinência sexual, então varia muita coisa. Não tem nada a ver. Você pode ter. Existe, lógico, não? A organização mundial de saúde tem no espermograma hoje que baixou de 2 e meio para um ml.

Não é que é o mínimo, mas fora isso não tem nada relacionado quanto a tenho 5 ml, vou ter mais. Não. Às vezes, a concentração de supermarket está muito maior no ejaculado de um e meio do que num paciente com 5 mr. Tem. Casos que a gente pega no laboratório, com alto volume e a gente vê presença de leucócito.

É porque às vezes é alto volume de. Acha que ele é saudável exatamente quando o seu estudo super saudável tem 1 o volume enorme dejaculado, na verdade, ele está com um problema que ele pode ter alguma infância. São coisas. É, e falando sobre essa questão, né? Até da virilidade, com o volume e tudo mais.

Gente um e meio ml. Imagina colocar um e-mail ml numa seringa é pouquíssimo assim, se a gente for, estou falando isso porque a gente pega um potinha de espermograma. Ele é deste tamanho, é verdade. Aí você coloca um MML lá dentro, ele não preenche nem o fundo do negócio, então a pessoa vai olhar ali e vai falar, meu Deus, tá vendo, tem algum problema e esse é o normal, né? É acima.

De 2 coisas que você muito bem lembrado, você falou é só na coleta que a gente tem que ver local de coleta? Hum-hum, tem um. Tem que ter um local adequado, não adianta. Você está lá, você vai fazer o ejaculado, você está do lado escutando teu filho conversando. Então assim e segunda coisa, né?

Marcelo, é o port. Lá onde eles vão por silicone, teve outro dia, o paciente me mandou, doutor, mandaram eu ejacular. Era um potinho que saiu metade pra fora, você tem que ter uma boca larga, então são coisas bestas que a gente tá falando aqui, mas que faz total. Experiência é, eu tive pacientes que fizeram a coleta no laboratório, no meio do povão, assim, aquele escutando aquele, uma portinha fechada, aí você manda pra uma clínica. O negócio, por exemplo, é outra coisa, uhum.

Ah, ele achou melhor, não? Fez uma coleta adequada, num lugar adequado, num frasco adequado. Uhum, então tudo isso daí influir mais? Uma vez conscientização, gente se vai colher, espermograma e perdeu a mostra e pode acontecer, né? Sai fora do potinho, tem que avisar e a gente via e mexe ainda pega, né?

Que a gente fica Na Na dúvida, será que esse é o volume realmente que colheu ou? Não quer? Falar, né? Fora e assim a gente vê de tudo. A gente já viu amostra que é provável que a pessoa tenha misturado com água da pia.

Acho que talvez, pelo constrangimento de de ejaculado pouco pelo volume é. TV de tudo. E aí fica difícil da gente fazer o trabalho realmente de investigação adequado ao tratamento e. Às vezes você chega num diagnóstico errado também, né? Porque tudo isso interfere, né?

É uma paciente minha, estava falando esses dias porque eu falei Pra Ela, porque às vezes a paciente chega com espermograma. Na hora que você pede outro, ela já até murcha, né, assim, ai nossa, foi difícil meu marido fazer um agora tá pedindo pra fazer outro, então ela chegou com alguns já e aí eu tinha sugerido de fazer mais um porque ele nunca tinha feito em clínica né, específica tal e aí ela falou assim é, mas ele odeia tanto e aí eu falei então mas é diferente até isso porque é o que você falou assim, Ah, tá colhendo num lugar barulhento, vai lá chama pelo nome Marcelo vem aqui. Seu potinho. Cadê? Lá fora, você tem vergonha todo está sabendo.

É, não tem. Lugar que você tem que levar o potinho na recepção é, mas depois você traz para mim você. Tem que sair de lá já é desconfortável você levar o duo pese, né? Aí você vai chegar com outros lá que você saiu de dentro do banheiro e todo mundo sabe. Então eu falei isso Pra Ela, eu falei, mas você pode ficar tranquila que numa clínica o preparo é muito diferente, porque a gente tá habituado.

É esse tipo de. Exame que eu falo faz diferença, as pequenas coisas que fazem diferença, o que que o paciente faz, o que eu falo? Tudo o que melhora a qualidade de vida hoje melhora A esquerda. Então assim, você tem que perguntar tudo, desde o que ele consome, o que ele bebe, como ele trabalha, como ele não trabalha, como é que colhe. Então você vê que são tantas informações.

Uhum. Que às vezes isso é bacana, então isso é acho que a gente nunca fez assim um podcast, então isso é bem bacana, uhum, que às vezes passei, não tem noção? E aí, Marcela, você falou esse passe de às vezes tem vergonha, passado é uma das coisas que o paciente fica bravo comigo, camanetas, passei Ah doutor, quero colher em casa. Uhum. Tá, como que você vai fazer para colher em casa a gente?

Mas aí você dá um diagnóstico, uma coisa, esses pacientes que até Ah tá com vergonha, pede por mão por um tio. Então assim, esse promograma tem que ser colhido. Infelizmente, no local para a segurança, tanto o paciente quanto o segurança nosso, né? Uhum. Excelente.

Bom nossa, foi muito legal. No fim a gente programou para falar de um assunto, mas a conversa foi fluindo. A gente falou de vários, foi maravilhoso. Queria em primeiro lugar, agradecer vocês, especialmente doutor borete, pela disponibilidade da gente estar aqui conversando hoje. Deixar um espaço para casa, você queira deixar uma mensagem para quem está ouvindo.

A gente, principalmente os homens, já que essa mesa masculina eu vou deixar espaço para vocês conscientizarem os homens um pouquinho e deixar o convite para a gente poder conversar em outros episódios que tem muito mais assunto, né? Obviamente, queria agradecer pelo convite, tá? E como eu já falei outras vezes, parabenizar a iniciativa da CEFERPtá? Porque por 2 motivos, principalmente dar esse espaço para a parte do homem que hoje a gente que trabalha muito, daí o homem é meio que esquecido. Então muito legal e parabenizar muito o projeto que vocês fizeram.

Homem se fere porque eu acho que é uma coisa. E quanto mais a gente conseguir hoje que nem teve agora a sociedade brasileira de Urologia. Nosso enfoque no novembro azul realmente não foi só no câncer de próstata. Hoje é promover a saúde do homem, então quando a gente promove a saúde do homem, a gente tá falando em tudo, em urologista, seu médico do homem, porque a mulher vai no ginecologista às vezes, Ah, preciso ir fazer rotina, o homem só vai pra ver a próstata, não. Então a gente consegue ver isso daí, então assim, parabenizar mesmo.

IA ser muito bacana. São poucas as oportunidades que a gente tem pra falar disso. Eu Acredito que a gente vai e assim vai ajudar muitas pessoas. Conversa Franca mesmo que a gente tá tendo e tô a disposição de vocês aí quando vocês precisarem perfeito e também quem quiser me procurar também pode procurar na clínica de tá tudo junto. Certo?

Perfeito, Dr. Gorete, muito obrigado pela parceria, não é durante tanto esse tempo por fazer parte do homem CEFERP vou falar para quem está assistindo que o sucesso passa na mão do urologista. Com certeza. É hoje. A doutora Camilla recebeu o chocolate lá na clínica.

O pessoal esquece de levar chocolate. Os bebês também passam na mão aqui, lembra. Só da mulher mulher vai lá, leva homens depois do sucesso. Vai lá visitar solta e no seu urologista. Geralmente, assim o pessoal, quando a gente está no shopping, eu vejo um paciente.

Geralmente, quando a gente colista, a esposa vai, cumprimenta, mas. É o elogista. Até finge que não vê, né? Finge que. Não é, mas tá.

Certo, então obrigado por todos esses bebês que têm ajudado a construir ao longo desses anos todos, doutora Camilla, obrigado mais uma vez pelo convite No No podcast e essa é a mensagem que eu trago, né? Deixem o tabu de lado. Façam investigação necessária o. Busquem profissionais qualificados pra pra que possam ajudar, né? Nessa construção do casal desse sonho que é ter um bebê.

Exatamente, ninguém engravida sozinho, né? Exatamente, vamos lá. Muito obrigada, mais uma vez, espero que vocês tenham gostado e a gente se vê no próximo episódio. Obrigada por assistir ao papo de tentante para enviar seu relato, dúvida ou sugestão? Mande um e-mail para [email protected].

Aproveite e acompanhe o CEFERPno Instagram e no YouTube para ficar por dentro das novidades. O conteúdo deste podcast é meramente informativo e não substitui uma consulta com o médico especialista. Te vejo no próximo episódio até lá.

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