O episódio de hoje é um especial Dia do Embriologista! Convidamos o Dr. Marcelo Rufato e a Thaís Olintho, embriologistas do CEFERP, para dividirem conosco suas motivações, histórias da profissão e um pouco da rotina do Laboratório CEFERP.
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Transcrição do episódio
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Papo de tentante, um espaço de informação para futuras mamães e papais. Obrigada por ouvir o nosso podcast. Ele é um oferecimento do CEFERP, centro de fertilidade de riberão preto. Se você ferve nas redes sociais e no YouTube, envie sua dúvida, comentário e relato para o e-mail. [email protected] o conteúdo deste podcast é meramente informativo e não substitui uma consulta com o médico especialista.
Oi, pessoal. Esse é o papo de tentante hoje. O episódio um pouquinho diferente está tomando um café porque é válido que a gente vai conversar sobre a vida e sobre logia, né? Então, antes de mais nada, eu queria convidar vocês para se apresentarem legal primeiro, então meu nome é Thais, eu tenho 31 anos, sou em biologista, nos refere a um ano. E comecei Na Na área da reprodução, em 2018.
Meu nome é Marcelo, tenho 36 anos, há praticamente só fiz em biologia até hoje. Estou desde 2005 na área. Bom, eu vou me apresentar, mas acho que vocês já sabem. Eu sou doutora Camilla, eu sou médica, não ser fepe desde 2018 e o objetivo da gente estar aqui junto é porque a gente agora em julho, dia 25, é o dia do andrologista, né? E aí, nada mais justo do que a gente trazer as pessoas, alguns porque o laboratório não pode parar, sempre tem gente lá, né?
Mas não dá pra fazer todo mundo, então é exato. A gente vai revezando, pode ficar lá, não é? O berçário tem que ser supervisionado. Tem muitas coisas que acontecem. A gente estava falando sobre isso, né?
E muitas coisas que acontecem e que ninguém tem noção, né, que envolve um trabalho enorme para chegar na formação dos embriões, né? Então a gente quis conversar um pouquinho, né, chamar vocês pra gente, falar sobre a hidrologia, porque no dia 25 de julho, né, o dia do embro lojista pelo nascimento do primeiro bebê, né, da Luiz Brown. Então é aí. Agora temos uma data. Não sei desde quando que tem essa data.
Não sei se é recente, se nos últimos anos há. Mas é bom que a gente tenha uma data para comemorar. Não é que é não só por ser minha profissão, mas realmente é. Bem, é. É bem importante, não é?
É, é uma função, é fundamental para a fertilização in vitro. E historicamente é. Eu não sei como surgiu, né? Assim, a ideia de ser ideia dia não é de ser nesse dia exatamente de quem teve, mas em biologista ele, a não tão longe assim é. Não era só biólogo ou biomédico ou enfermeiro, tinha farmacêutico, médico, é veterinário, tem vários.
Ainda hoje em dia, mas hoje em dia está cada vez mais realmente com um cara mais de profissão. Ham, uma data para a profissão também deixa isso mais. Caracterizado é eu até não sei como é na veterinária, mas é muito interessante a gente às vezes atende pacientes que trabalham com isso na veterinária, né? Eles contando como é que é? O processamento.
Tem bastante coisa que é parecida, é bastante coisa diferente. Eu não sei se existe, mas acho que existe especialista de embriologia para a veterinária, né? Davi? Boa pergunta. Eu trabalhei com um, né na faculdade, mas eu não sei se ele é chamado também de embriologistas entendi, você tem o mesmo nome ou porque a gente fala que é biologista clínico, né?
É o nosso caso, entendi, mas tem muita gente da área que vai. Também para a área de reprodução humana da minha pós-graduação. Mesmo muita gente foi para a área de reprodução animal também há então nessa pós daria para escolher, vamos dizer assim, o caminho queria seguir porque é muito parecido, né? Os procedimentos, hã, eu acho que deve ter algumas adequações, algumas coisas que você acaba aprendendo no campo. Lá vamos dizer assim, mas tem muita gente que vai ter muita gente que vai que largando animal bom e aí o objetivo era da gente conversar para saber conhecer um pouquinho mais um pouco dos embriologistas dos e ferb, né?
Então eu queria te perguntar, tá? Em primeiro lugar, assim é por que você escolheu em biologia, não é o que que te fez ter o sonho de ser biologista. É, então eu. Eu fiz bio medicina, não é? Da medicina e quando eu entrei na área é, era também uma área muito nova, então não tinha muito conhecimento.
Eu fiquei para ver se prestar o vestibular é assim, aí para o que eu vou fazer? Então eu comecei a ler um pouco sobre as, é sobre as profissões e eu sempre. Gostei mais da área de biológicas e aí, lendo a respeito da da bio medicina, eu vi que a reprodução era uma das das especializações. Não é das áreas de atuações. Então eu peguei e falei assim, há?
É uma área interessante, mas não sabia se muita coisa não sabia bem bem por alto e aí eu falei assim, há, vou fazer Biomedicina? Por conta da reprodução, você já escolheu a Biomedicina pensando que daria para trabalhar com o reprodução? Que legal. Já entrei na faculdade com esse objetivo que vem, e aí eu lembro que eu entrei e não tinha essa matéria na grade curricular, então eu fiquei assim. Gabriel deu para fazer, tinha em biologia, não é?
Aham, eu fiz a matéria, não é a disciplina de um biologia. E eu fiquei encantada. Aí eu falei, não é? Acho que estou no caminho, é isso mesmo. E aí quando eu estava já para formar, não é para para formar.
Na graduação, eles colocaram uma grade curricular. Eu estava para ir para o último período, aí eu falei assim, a gente tinha feito a. Um estágio não é curricular em análises clínicas, nada a ver. Já não tinha me simpatizado muito com a área, mas eu falei assim, há, vou puxar essa matéria, eu vou incluir ela na grade para eu ter um pouquinho mais de contato, não é? E aí eu fiz isso no último período fazendo TCC aquela por e-mail.
Hoje é amor pela hidrologia desde sempre. Não é porque eu falei, não, eu vou fazer. Eu fiz a matéria, eu fiz a noite outro turno, porque o meu turno era tarde e foi, mas aí eu falei assim, não, agora é isso, meu TCC já estava sendo também na área de reprodução. Infertilidade e quem vai morrer nessa matéria? Você teve a certeza era isso mesmo?
Agora realmente eu sei, não é? No final, já do da trilha ali da da graduação que eu estava no. Gente, vocês estão vendo mais um olhinho, tá bem? É muito legal, acho que mais isso. Assim, porque hoje em dia tem esse conhecimento.
Realmente dá a profissão. É então quem entra em biologia ou Biomedicina? Muitas vezes já já está direcionado mesmo. Não é meu sonho. A gente recebe na clínica muitos currículos, né?
Do pessoal, às vezes, no primeiro ano, acabou de entrar. Eu quero seguir essa carreira, foi, caramba tão cedo assim, você já está de olho já em biologia você já sabe já como é que funciona? Eu tenho uma ideia, eu não tive isso, assim é já tinha um é quem começou na década de 90, né, que eu conheço. Alguns embriologistas começaram lá atrás, é 8090. Normalmente, normalmente não acredito que todos eles já trabalhavam com alguma coisa, então tinha gente que trabalhava sempre em qualquer área, né, que é um veterinário, estava lá na veterinária, não necessariamente dentro do laboratório de fertilização in vitro.
E aí migrou, né? Acabou mudando de carreira no meio do caminho e virou, é biologista. E aí, seguiu. Eu já peguei uma época que eu não trabalhei com outra coisa, né? Mas eu não tinha esse conhecimento.
Também entrando na faculdade, não para ideologia. Não tinha isso e não tinha ideia. Não conhecia meu primeiro contato com ideologia. Foi que o doutor Jorge foi o primeiro andrologista que eu conheci. Realmente não é porque ele foi da primeira turma, todo mundo sabia que lembra elogio?
Exato. O doutor Jorge foi da primeira turma do principal curso de formação de biologistas do Brasil. Ele foi em 98, se não me engano, 9798. E então eu conheci ele, é médico e embriologistas ele fazia às 2 coisas na época, o laboratório não é, não tinham ideologista ele que fazia e convidava outros biologistas freelances na época para fazer um caso ou outro e tal, não vou bem menor. E ela, na época, eu conheci a clínica, mas eu, eu na eu estava no ensino fundamental ainda.
Você não tinha noção do que não tinha noção da importância. Eu só conhecia clínica e tal. Tudo bem, não conhecia nenhum profissional porque era ele. Para mim ele era médico e pronto, não é? Aí resolvi fazer biologia, ele queria que eu fizesse medicina, né?
Ele sempre tentando me levar para o quadro dele assim, medicina, medicina. Acabei fazendo biologia. EE não era pensando na hidrologia. Então no primeiro ano eu fui trabalhar com Zoologia, então era levantamento falle stico. Eu ficava no meio da mata coletando animais, medindo pesando Itália.
É uma ideia, e o doutor Jorge nem existia. Pela cabeça dele, pensou assim, pô, não deu medicina, mas ainda assim tem um laboratório, não é? E aí na época tinha 11 idro lojista, né? É? Chamava Aline, chama Aline.
Mas ela não tá na clínica mais. E ela tava saindo justamente para fazer uma pós-graduação, fazer o doutorado dela e tal. A doutora falou, você não quer entrar e começar a ver como é que funciona e tal. Assim será que eu vou? Eu aí eu já conhecia sua graduação, ele foi na graduação exatamente, estava fazendo biologia, mas estava envolvido com com a parte de Zoologia, com o projeto e tudo mais.
A gente tinha essa ideia, né? E ele insistiu, não é? Não. Vem conhecer e tal. Aí eu fui conhecer a clínica, achei legal.
Aí eu tinha comentado com alguns amigos colegas que tinha essa possibilidade. Alguns colegas falaram ou eu quero conhecer? Se você não quiser, me me indica lá, deixa eu aí. Eu falei, pô, será tanta gente assim me interessado pelo negócio, será que o será que é realmente é tudo isso aí eu comecei, então eu dividi, né, a graduação quero integral com essa parte de Zoologia e comecei um pouco no laboratório conhecer, aí me apaixonei ali, eu peguei, realmente baixam. Pelo laboratório?
Porque isso teve mais contato também não sei se o seu caso foi igual da ataques e teve mais contato com isso na faculdade. Não, não. Eu tive em biologia comparada no caso da biologia, então foi em biologia comparada, então tem o. A espécie humana e as demais espécies não é? Então é 11, é, não é como a gente aprende em biologia para aplicar, não é andrologia clínica é diferente.
E a nossa é muito mais específica. É um período curto ali, não é de 7 dias dos primeiros 7 dias. Já em biologia avança mais, não é? Dom, é específico para aquilo que a gente faz voltado, porque a gente faz atualmente. Então não tive eu tive e foi um semestre.
Se eu não me engano, na faculdade, no terceiro ano que eu tive uma matéria assim. EE aí foi assim, aí eu acabei me apaixonando, mas o que me repeliu inicialmente, não é o fato de ficar ali. Estava conversando agora antes de entrar, não é No No ar aí gravar, vocês vão saber um pouquinho na divulgando. Do que afasta, né? A gente, às vezes do do alguns aspectos negativos da ideologia.
Então uma coisa que pegou para mim na época é o fato de ficar fechado, não é no ambiente que é mistério, que é, tem que ser tudo muito bem, limpo, muito bem cuidado e você não ter possibilidade de ver a luz do Sol muitas vezes, né? Que laboratório ele acaba sendo uma sala fechada, com o controle de umidade, de temperatura, de pressão, a gente fica todo paramentado. EE eu não me via assim, foi puta, fica condicionado o dia inteiro, sabe? Presumida, mas você que estava lá, catalog animais, meio ambiente, minha ideia era viver no meio do Mato, né? Tudo sujo.
Então eu não me via vivendo aquilo ali, sabe? Mas eu me apaixonei pela profissão, pelo que a gente pode proporcionar, sabe? Você vê aquilo ali é até hoje, é. Eu fico emocionado de poder ver, sabe? A evolução do embrião, resultado do nosso trabalho é não tem como.
É muito lindo, é maravilhoso, sabe a gente que vê todos os dias ali, né? O espermatozóide, o óvulo, em briam, desenvolvimento embrionário, um blastocisto maravilhoso, uma biópsia embrionária e você vê o resultado daquela biópsia, uma gravidez, uma implantação, é maravilhoso. Teve como acabei, esse é um fisgado realmente, e aí levei a. A Sério, o negócio não é aí na faculdade mesmo. Larguei a Zoologia.
E acho que tem coisas que acontece assim. É, acho não. Eu Acredito muito que as coisas não acontecem por acaso, não é? Tem uma história que eu conto assim, da em relação a essa decisão, que eu acho que é em biologia. Talvez tenha me salvado.
É assim de algo pior para minha vida, mesmo assim. Há no primeiro, nesse ano que eu entrei no laboratório. Não é? No caso de 2005, era maio, se não me engano, há o doutor Jorge tinha acabado de mudar e na época ele é o doutor Joaquim. Mudaram para hospital São Paulo e eu comecei naquele momento ali, né?
No naquele laboratório novo, tal tudo limpim. Comecei estava Encantado, né? Só que eu tava fazendo que eu falei. O acompanhamento é o levantamento faunístico, então estava Na Na Na Zoologia. E aí saiu OA notícia de onde seria o Congresso de Zoologia daquele ano lá em Londrina?
Seria em Londrina, que foi em Londrina. E eu fiquei nessa, putz, eu vou ter que largar, que eu acabei de começar aqui, não vou falar já, acabei de começar, mas aí é o Congresso, não sei se era julho, agosto assim era No No começo do segundo semestre, setembro. Eu não lembro exatamente, mas assim era alguns meses depois eu ia ter que largar e eu fico, será que eu faço isso? Fiquei na dúvida. O pessoal da minha sala é, falou que ia que eles iam na missa, é uma vão, ônibus e tal, mas eles vão em grupo e eu falei, puta, vai ser legal isso, como é que eu é?
Será que eu tiro já da minha cabeça, sabe isso e eu perco logo o primeiro Congresso que eu posso ter a possibilidade de participar dentro da Zoologia mesmo. Ou fico aqui, não é? Ele já começa a focar mesmo em alguma coisa. Então eu tive essa decisão naquele momento. Falei, pô, desencana, eu não vou e não fui no Congresso de Zoologia.
é EE. Assim era um prédio que era não era tão utilizado pela faculdade. Ele estava sendo usado para fazer a inscrição naquele momento. Sabe, é. E aí o ônibus é pessoal contando.
Não é que eles pararam lá e tal, e justo na turma de riberão, eles estavam meio que dentro e fora, assim daquela marquise que estava comprometida e aí essa marquise de concreto caiu aí teve gente que infelizmente faleceu, amigos meus se machucaram seriamente, tal então foi bem traumático. Assim, para nossa turma, para a biologia, né, que o pessoal daqui de Ribeirão e tal e era pra estar lá assim, então tudo tem um só, é só Deus sabe assim se era pra eu estar lá embaixo mesmo, sabe aonde que eu estaria assim? Então assim, biologia, nesse caso, me como. Não é a opção. Assim acabou me levando a uma decisão que nesse caso foi boa, né?
Mandou só mudou, mudou a ideia? Sim, né? Assim, nossa, que legal, tá legal, mas é e até cê já comentaram um pouquinho, né? Porque vocês foram falando dos caminhos de vocês. Você comentou, não é de como foi que você descobriu?
A ideologia tá também, mas é a gente recebe mesmo, bastante contato, né? Poxa, mas como faz é igual, você falou, né, você está no primeiro, no segundo ano, né? E acho que seria legal vocês na vivência de vocês poderem falar assim, né? Para quem pensa nessa possibilidade. Os possíveis caminhos, né?
Que essa pessoa poderia seguir? O que vocês acham que seria interessante? É vendo assim comigo, como foi? Eu não consegui de cara entrar na. Na área não tinha produção humana, não é?
Então eu acho que é um mercado mais fechado, é um mercado mais restrito, não é aquela coisa que você vê muita vaga sendo divulgada. Acho que a questão de contratação às vezes é muita indicação ou uma pessoa que estava, por exemplo, dentro do laboratório, sabe que tem uma vaga. Já procuro contato alguma. Outra pessoa que já conhece o trabalho, então é muito assim, é, então pra mim foi muito difícil, eu formei, né, mesmo já sabendo uma faculdade que eu queria, eu não consegui entrar na área. E aí eu fui trabalhar durante 4 anos na área de análises químicas, não é?
Então trabalhei em uma maternidade, até ficava vendo aquele tanto de bebê, não foi o seu, penso eu ficava olhando e lembrando, né? Mas eu ainda vou trabalhar com isso, sabe que isso fazer a pensar. Eu vi aquele tanto de gente ganhando bebê e assim a gente não tem noção dos. Daquele resultado, quanto vinha de uma reprodução humana este. E você falava assim, mas será que tem tanto casal realmente precisando de tratamento?
Então, eu, como eu, estava nos bastidores também. Eu não ficava sabendo a história, não é, mas foi muito gostoso de trabalhar nessa área também, mas estando ali eu sabia, não é o que eu quero, não é? É no momento da minha vida, mas eu continuei e aí eu falei assim, quem sabe a oportunidade de fazer uma pós-graduação, uma especialização na área, vai me ajudar? Então eu fui e fiz a durante o mesmo. O meu trabalho de análises clínicas, eu fiz a especialização em São Paulo, morava em Belo Horizonte.
Puxado também, não é não, olha essa aí. Ajudante, plantam e tem que ir para São Paulo ficar 4 dias lá. Então foi. Foi uma Batalha zenha. Sempre que ele ama que valeu super a pena.
Mas foi muito bom. Eu acho que a especialização também é. É um outro tipo de conhecimento. A gente consegue ter um pouco mais da noção do que é o laboratório, de como as coisas realmente funcionam, porque mesmo eu tendo aquela base, né, aquele início de conhecimento na graduação, na especialização, é que eu consegui imaginar um pouco mais, porque eu acho que ainda não dá para ter a certeza do que realmente é. O dia a dia de um hidrologia sabe até o fato de que vai ficar sem maquiagem fechada.
A gente estava até brincando, né? Que ela está toda aqui, linda, plena, sabe como era o dia. Está sempre linda, só não pode estar maquiada. Ai você quer comentar é do lado, Na Na como eu falei, não é? Quem começou na hidrologia lá atrás não tinha cursos de especialização, né?
Mas hoje é fundamental. Acho que é o primeiro caminho. Não tem jeito de fugir, é. Que você poder ter a formação básica entre aspa, não é você já aprender e você já poder se dispor ao mercado tendo uma capacitação mínima. No meu caso, não foi assim, não é.
Acabou sendo por indicação também, como muitos outros é que vieram antes de mim. Não é? Por que que realmente o curso não era o principal necessário, mas uma coisa que me ajudou muito e acho que o caminho talvez mais fácil de você conseguir realmente é começar numa clínica, é conhecer pessoas, então se você não tem já alguma pessoa no meu caso. Eu agradeço e vou agradecer, pois a minha vida não é o casal doutor Jorge, por ter me colocado por ter me oferecido essa possibilidade, né? Esse privilégio de trabalhar na área é, mas você tentar achar o caminho que você conhecer, pessoas que trabalham na área, então fazer cursos, né?
Então é participar de congressos e eu conheço alguns que fazem isso. Talvez não, não seja. Tão comum, mas mesmo você não tendo uma especialização, foi o caso. E num Congresso tentar se conectar com aquele biologistas, fazer um pré Congresso, um workshop. E foi assim que eu comecei a conhecer pessoas, né?
Assim que eu comecei a me conectar com outros profissionais é ser bom de de relacionamento, então é ter essa troca, né, com essas pessoas. E entrar? Os grupos, então hoje tem, não é também essa a possibilidade da das mídias sociais de grupos? Tem Facebook tem WhatsApp, então começar a entrar nessas comunidades para você se dispor e ralar muito, não é porque tem que tem que tem que primeiro tem muito conhecimento, né? Estudar bastante.
E aí a prática vai ver com o tempo mesmo que é o principal. É um trabalho que é muito, é artesanal, não é ainda. Ele depende muito realmente do operador da habilidade manual. Então isso vem com o tempo, então tem uma curva de aprendizado importante, por isso que muitas clínicas, inclusive, acabam pegando profissionais que já são capacitados previamente para que já venham com uma bagagem já de não necessariamente de conhecimento, mas sim de habilidade, né? De técnica e poder tocar um negócio é um negócio.
Laboratório o mais rápido possível, mas é um mercado muito limitado. Isso é importante, colocar são poucas clinicas no Brasil. Eu estou falando de torno de 200 clínicas, maior parte delas tem 12 embriologistas. Então são poucos profissionais. É e tem muitos que estão formando atualmente, então é realmente um mercado muito competitivo.
Antes da pessoa buscar o caminho, ela tentar entender um pouco mais de como funciona a profissão, que é o que a Thais falou. Às vezes, o desejo é maior, é porque realmente é muito bonito, né? Muito legal, traz um certo prestígio. Você também não é trabalhar na área? É, mas.
É, tem os seus pontos negativos. Obviamente que não vem ao caso, mas eu me coloco a disposição. Eu gosto, sabe quando as pessoas procuram, não é que vão. Tenho alguns que insistem mais, tem pessoas que só manda o currículo é assim e tá tudo bem. Nem tenho condições de ficar atendendo todo mundo, mas AA, dependendo da da situação, eu até converso com algumas pessoas.
Em alguns ali é alunos, até as pessoas que estão tentando entrar no mercado para poder já logo tacar o real, sabe falar realmente o que que, o que que é em biologia e ver se a pessoa tem uma certa resistência. Para entrar nisso, sabe como, como toda profissão, mas a hidrologia é muito intensa, ela requer que seja muito intenso, não é a dedicação a disponibilidade é, então tem seus pontos positivos e um largo por nada, assim como a medicina também, né? Que médico não consegue desvincular a profissão do do, da parte pessoal? Embriologia também você não consegue desvincular a parte pessoal da profissão, está muito ligado. E ele outras não.
Ele está falando agora há pouco, não é? Da da área médica, não é da área da saúde. Então, requer uma dedicação importante. E então acaba transmitindo os programas pessoas tão bem aí. Um dia a gente pode gravar talvez e falar não é da realmente nos prós e contras da ideologia.
Talvez fazer um lugar que acho que não, não tem. A opção pode falar, é orientado negativamente, né? Porque tem mais. Mas é linda, é uma profissão maravilhosa, mas você já está convidada a voltar agora? Comparemos.
É assim, muitas coisas mudaram, né? Vários ramos são assim, mas acho que a medicina hidrologia, a medicina reprodutiva é, principalmente, vem avançando bastante e muito rápido, né? Se a gente for ver, porque é pensar que o primeiro bebê de five foi a Louise Brown, tem pouco mais de 40 anos e olha quanta coisa. Quantos milhões de bebês já nasceram, né? Então é, não sei, eu queria que vocês pensassem assim pra gente conversar, que que vocês acham que foi foram, né?
Grandes avanços, né? Desde o começo da ideologia, o que que você vê como um dos principais avanços, né? Eu acho que nesse ponto o Marcelo consegue comparar um pouquinho melhor do que eu acho que está é de velho, só um pouquinho. Eu tenho, na minha experiência mais experiência. Não, mas a gente consegue ver, sim, porque até mesmo estudando, a gente vê como é que tudo começou e comparando com o que a gente tem hoje de técnica de.
Material de tudo assim. Laboratório muita coisa avançou, não é? Não dá nem para citar assim 11 parte só acho que em vários sentidos, tanto na para investir idade masculina quanto para a feminina. E acho que num geral a gente teve bastante avanço, né? A gente tem análise genética de embrião que hoje a gente faz, né?
A gente consegue detectar se o embrião tem alguma alteração, é cromossômica. A gente tem o avanço também das incubadoras, que é o forninho, né? Enquanto lugar que o forninho, mãe, a gente quer mexer o forninho endométrio nada mais justo vocês chamarem, eu tenho vador. Nossa lá, então, teve também bastante avanço quanto a isso. Não é?
A gente tem uma incubadora que é a chamada Timelapse, que a gente consegue acompanhar. O desenvolvimento é milionário, completo, sem ter a necessidade de estar atirando em brilham. De dentro da incubadora não é para sofrer alterações. EE fazer uma análise no microscópio. Tem muita coisa avançando.
Eu acho que a gente nem deve sonhar com o que está por vir. É. Não é porque hoje, quando a gente pensa no hoje, a gente já vê tanta coisa que mudou. Então? É em tão pouco tempo.
Então, tem muita coisa ainda para avançar, com certeza, mas a gente. No dia a dia, isso já ajuda muito. O embro lojista também não é? Não, não é só os casais. Ajuda nosso trabalho e a gente consegue ver que a gente está podendo fazer sempre o melhor, né?
Pro para os casais que chegam na clínica. Que a gente sabe da história da dificuldade, então está contribuindo também com o nosso conhecimento, com novas técnicas para ajudar no sonho deles também é muito importante. Com certeza é falando, né? Sobre a evolução do profissional, então há seres e falando da minha idade interessante, talvez que eu falei trazer o doutor Jorge, o que for, por tempo, por tempo de, de experiência e ter visto um pouco mais essa evolução que eu falei com uma esquina hoje é impossível. Você tem um médico em biologista, não dá pra competir as 2 e quando eu entrei era Oo enbrel lojista, hoje já tem andrologista Júnior, pleno sênior, o controle de qualidade então, é, é.
É evolução. Eu vejo assim na forma de trabalho, não é? Nessa especialização dentro da própria profissão. Você tem uma ideologia que cuida disso. Total, sabia que os laboratórios estão se estruturando dessa forma?
O próprio controle de qualidade, como evoluiu, não é absurdamente de lá para cá. EEA gente vê isso no laboratório também, assim como não tinha o embriologistas surgiu, né? Agora nós temos essa data, inclusive do profissional, não tinha, não só uma ideologia, então, mas não tinha laboratório. A primeira fertilização in vivo, no caso do Luiz Brown, se eu não me engano, no caso dela, inclusive, a incubadora estava dando certo, cirúrgico, microscópio estava dentro do centro cirúrgico, então escolheu o óvulo e fez a fertilização ali, né? E botou na Cuba dentro.
Cirurgia não tinha o local laboratório foi surgir depois e quando eu entrei no laboratório, não era maior do que essa sala. Está numa sala, é relativamente pequena, que laboratório era praticamente metade disso. Não é, e não tinha laboratório de criopreservação, por exemplo, que era ou ao local onde te boto botijões. Há um laboratório de sêmen, pelo menos na clínica ainda é assim. É, no caso a junto com a de five.
Hoje a gente tem laboratórios de five, é, então tem 111 evolução muito grande no próprio ambiente laboratorial, o controle de qualidade do ar, né? Então, os equipamentos de de limpeza, né, do ar de de purificação do ar, evoluir absurdamente é. Incubadora não é como você citou, né Thaís? Era incubadoras biológicas. A gente ainda tem uma lá que não está mais em uso.
Não é que é da época do do primeiro laboratório, doutor Jorge, porque não tinham cores específicas para produzir embriões. É. Foi. Era um equipamentos adaptados da biologia celular, então, equipamentos de cultivo de células comum, né? E se botava o embrião lá dentro e foi evoluindo meio de cultivo também era cultivo de células.
É quando eu entrei, a gente ainda fazia meio, a gente é, pegava o sal, né, então meio que formulava o meio, tinha um. Alguns que eram livro de otimizados e hoje já tudo pronto, teve uma época que a gente tinha que complementar, suplementar, que a gente falava, eu acho que não pegou essa época de suplementar com o soro, por exemplo, não sei como é que é soro fetal bovino é, é. E aí hoje já vem pronto, não é para o uso e o meio para d. 31, meio para de 5, a gente já consegue cultivar blasto. Então evoluiu muita coisa, o congelamento lento, como a gente fazia, o resultado que tinha, né?
O jeito que a gente armazenava a gente eu já usava na época também. Palhetas que eram utilizadas para outras coisas. Hoje já tem palhetas específicas, caríssimas, não é para para aquilo. O material testado em Bro testado, a gente utilizava Placas, material de descartável que é usado para curtir o celular em geral, então todas as Placas nós não tínhamos celular, embrião testado. Tem muita gente que ainda usa esse tipo de material, né aí, mas a gente acaba testando, usando aqueles que são.
Lembro testados, já passaram um teste prévio com embriões, não é para que tenha esse esse cuidado especial com esse tipo de manipulação. Então muita coisa mudou, não é do. De lá para cá, e o que você falou, parece que é um período tão curto, não é? A gente cortou, não é análise genética, conhecimento que se que se teve assim nos últimos anos, quando se falava do bgt, a de usar, como a gente usa hoje não é de rotina, é nossa, tanta gente que bateu nisso foi putz, não vai virar não vai, não vai fazer biópsia desse jeito. Como é que vai fazer biópsia de rotina e a gente faz praticamente tem que todo dia biópsia em bonária agora, com a biópsia não invasiva né que é também é pegar um onde o embrião está desenvolvendo, tirar o meio ali, analisar esse e-mail.
Que também pode surgir é pode ser utilizado em larga escala, então tem muita coisa que eu acho que ainda vai acontecer. A gente não sabe porque as taxas não são, ainda é o que poderiam ser, né? A gente ainda fica frustrado, muito, porque a gente tenta sempre fazer o nosso melhor, usar tudo o que há de disponível, né? Para que a gente possa ter 11, o resultado esteja um pouquinho a mais e a gente faz isso, mas ainda assim. Não chega não, não chega a passar de 50%.
Então a pessoa entra para ganhar ou para perder, não é? Então eu vou conseguir engravidar ou não vou conseguir engravidar? Pensando em uma primeira vez e isso acaba sendo frustrante, né? De certa forma. Mas se a gente for comparar anos atrás, a gente já tem uma evolução muito maior dela, de 20%.
Passar para 40% é uma evolução muito grande, mas eu espero, sim, que espero ouvir ainda quando a gente conseguir chegar e talvez uns 80% seria maravilhoso, porque nossa gente consegue aí. Mas espero que sim, com certeza. E acho que legal. Você foi falando, você foi falando dos termos assim a gente está mais habituado, mas eu tenho certeza que tem muita gente que está ouvindo a gente pensando, nossa, mas o que é isso, né? Meio de cultivo, precisa preparar tudo isso precisa de placa, diz.
Precisa daquilo. Porque envolve tanta coisa por trás, né? Não, não é tão simples, às vezes gera a sensação de que é, entre aspas, não é só você ir lá pegar o óvulo, porque às vezes até a gente explica assim na consulta, não é pego, não pego o espermatozóide junto. Forma Ibram para ser, mas envolve muita coisa, né? Eu acho que seria legal a gente para pra passar esse esse lado, né?
De como é serem biologista, né? É o que que é um dia na vida do andrologista, né? O que que vocês fazem durante o dia? Porque é um é um mundo que todo mundo adora conhecer, né? É então, como você descreveria um dia na vida de biologista, tá?
É difícil. Olha, fui hoje, pode ter até agenda do dia, mas ela nunca vai sair de acordo, porque a gente, então, às vezes a gente chega lá, não, a gente vai ser um dia tranquilo, tem tantos coletas, tantos descongelamentos para transferência. Do Nada é um outro aquele dia, não é? Marcelo passa a ser totalmente diferente, então a gente fala, brinca que é uma caixinha de surpresa. Um dia do laboratório.
Tem muita variância, mas o dia do enbrel lojista é o que eu sou. É muito foco a gente, a gente entra ali, é um ambiente fechado, tem todo um controle de qualidade em cima, não é do laboratório. Então você entra ali e é pensando em falar aquilo ali. Então você está ali realmente para o seu trabalho. Não tem muita coisa para te dispersar, sabe?
E é uma das características, acho que uma ideologia também deve ter. Eu acho que ela seriedade, o foco. Eu acho que a pessoa tem que ter realmente, mas esse perfil sabe, para dar certo, para conseguir encarar o trabalho. Mas o dia do ideologista, ele parece ser uma rotina, porque é, é, mas nunca é. Você tem o os.
As atividades dos procedimentos que vão ser comuns ali todos os dias. Mas depende, não é? Então é a gente faz descongelamento. A gente faz a coleta dos ovos depois das coletas dos ovos. Não é somente pegar algo isso.
Não tem outros que eu sedimentos, não é? A gente tem que dar um fogo, vamos dizer assim, uma limpeza. Não é aqueles ovos, então tem tem que avaliar se o óvulo é Maduro, se ele não é nem todos os ovos que foram omitidos na função, vão ser é utilizados para a injeção, então tem toda uma avaliação. É, tem o preparo, não é do CMS. Ele pode ser congelado, então a gente faz o descongelamento, aí a gente prepara aquele sêmen para a gente conseguir captar aqueles melhores espermatozóides, né?
Que são questão de motilidade, morfologia, então é uma avaliação bem específica para todos os procedimentos. Eu acho que a gente tem que ter uma. Uma avaliação bem criterioso, sabe, porque isso vai impactar bastante no nosso resultado. É o controle de qualidade, é fundamental, não é? Então, o ambiente que a gente trabalha tem que estar sempre bem limpo, bem organizado.
É uso de APIs, não é luva, touca própria, roupa que a gente veste não pode usar perfume, não pode usar desodorante, é, não pode nada. A gente tem que estar ali bem, é limpo, né? Vamos dizer assim, pra pra ter todo o cuidado e para não ir para quitar realmente nosso resultado. É, então a gente faz o preparo do sêmen aí. Mente dos congelados embryonic aqueles que já foram congelados ou em D3 ou ND 5 que vão ser transferidos estão requer um tempo também, né?
Tem todo um protocolo, tem um protocolo de descongelamento, tem o protocolo de Wi-Fi, cação. É fora identificação de materiais, não é? Então, isso é uma coisa que é fundamental a gente ter aquele aquela dupla checagem Na Na indicação do material. Tanto pré, né? Pra gente, prepara o material um dia antes, então a gente tem todas as informações do casal que a gente tem que estar transferindo para os nossos materiais e com segurança, então isso é o que a gente faz muito lá na clínica.
Então, uma pessoa recebeu uma solicitação. Ética, sabe como é que vai ser o caso daquele paciente? A outra pessoa vai vai fazer uma checagem de tudo aquilo que foi pedido. Então sempre todos os procedimentos vai ter uma dupla checagem. É, então, o foco.
Como eu disse, não pode ser perdido porque aquele tá todo momento. A gente tem que estar checando o que é o que a gente está fazendo. É um procedimento feito de cada vez, né? Nunca se faz mais de um, então é o aquele. O Marcelo citou algum atenção?
É por conta disso, você tem que estar bem focado no que você está exercendo ali. E para não ter problemas, não é. Então, é todo um cuidado. Até chegar o momento da injeção, não é que é um momento tipo, acho que é um momento mais mágico dentro do laboratório, pelo menos para mim. Porque parece que ali, pelo menos, eu sento ali na hora que eu vou injetar, eu penso, começo mesmo eu não sabendo da história que você, por exemplo, sabe do tipo casal sentado à sua frente e te contando o porquê que eles estão ali da luta às vezes são casais que já vieram de outras clínicas, já tiveram outros, né?
É impactos negativos, assim, então é a gente não sabe muitas vezes desse lado, mas só de estar ali, de estar precisando da gente, a gente sabe da importância da nossa importância, né, de como que a gente vai lidar com cada caso. E às vezes ali dentro a gente sabe da dificuldade. Às vezes a gente pega 11 semen muito ruim. Uma qualidade de ostara é muito péssima e a gente fica assim, não vai dar certo, é, vamos lá, só tem esse. Só tem um óvulo só, sabe?
Então, é aquele momento que você senta ali no. Para falar do microscópio até fala assim, gente, eu estou. Ajudando um casal realizar um sonho, então ali, tipo, é muito mais, porque ali é um. É um início, não é dizer assim. Depois ele vai pra incubadora, vai ficar ali por uns dias para para desenvolver, a gente vai acompanhando isso também porque a gente faz as avaliações, né embrionárias, então, mas ele para mim é o é o start, sabe tipo, é o momento mágico para mim é aquele, né?
Eu lembro uma vez a gente fazendo uma live, eu e o Marcelo e ele falando fazendo esse mesmo comentário, ele, a gente está ali selecionando os espermatozóides e na hora que eu pego o espermatozóide eu vou injetar, eu penso. Poxa, aqui está podendo começar a formar o príamo, bebê de alguém que está nas minhas mãos, não é ação, é, é é assim, Oo andrologista a gente aqui comentando fica parecendo que eu não sei quem está aí ouvindo o que está imaginando, laboratório e tal, porque é ao mesmo tempo que é um trabalho humano, né, que a gente tá falando de sentimento, né? Das expectativas e tal que é isso que a gente tem de traduzir aqui. Mas a gente na verdade pega isso. EE transforma, é.
A essa expectativa não é de cuidado, de carinho, de uma forma que no laboratório a gente tem que executar, tem que fazer com seriedade, então laboratório ele não é um ambiente de é, é tudo bem gente, que legal, de comunicação, de festa, de ai, bebezinho em bonzinho tudo bem, não é? Sabe, o negócio é realmente muito. A gente lida com muita seriedade, é o melhor que a gente pode fazer no laboratório. Então a gente aqui às vezes se expressando e se comunicando e tal, não é o nosso perfil do hidrologia normal, porque o nosso dia a dia. É ficar ali focado, não é trabalhando, então é, é não é?
Tais pode dizer melhor que acompanha hoje todos os dias, não é um laboratório, eu um pouco menos do que antes, né? Mas há é um. É um ambiente assim que não tem conversa, tem foco pessoal trabalhando, tá? Não sei o que comunic ações assertivas, isso você precisa daquilo, fica aparecendo para quem está olhando o ambiente naquele momento, falando nossa, que negócio frio, que negócios eles sabem, cadê o amor desse pessoal, amor, a gente festa aí vamos lá se comunicar, mas não é assim, eu. A gente realmente está ali, focado, executando, pensando assim.
Espera aí para cada coisa tem um protocolo que deve ser executado da forma como foi prevista, né? Então a gente tem contingência para tudo, o poder, o erro. Aqui, esse espermatozóide é esse sêmen aqui não está com a quantidade espermatozóide desejada. É, aconteceu alguma coisa aqui? Qual que a gente faz a partir daqui, como é que a gente se comunica para que isso aconteça e o time, quanto mais pessoas, né?
E mais especialização, cada um com a sua descrição correta, executando do jeito que foi proposto e treinado para aquilo. Então é bonito de ver um negócio acontecendo, sabe? Mas ainda assim, atrás de cada um que está ali executando que está ali fazendo a sua atividade desde, está limpando o ali ou algum espaço ou né? Porque o outro está trabalhando, né? Te dando um lixo.
O outro que está injetando, mas todo mundo ali aqui dentro sempre teve esse sentimento. Eu vou fazer da melhor forma porque o meu trabalho aqui vai trazer um resultado, né? Por mais que a gente às vezes, seja mecânico, nesse sentido, a gente por trás tentar fazer mais, porque a gente pode fazer de outra forma. Só que a gente acaba escolhendo, sempre se dedicar um pouco mais para aí. Se eu fizer isso aqui um pouquinho mais, esse é o sentimento que eu acho que é mais interessante do hidrologia, da, do bom e biologista sabe que mais que eu?
Posso fazer, sabe, aí buscar realmente literatura ou conhecimento e tentar aplicar internamente, fazer seus testes. Então é isso? Laboratório, ele pode ser mais ou menos, ou ele pode ser de excelência e depende realmente do enbrel lojista nesse sentido, sabe o espaço não adianta nada, o espaço não adianta nada, é só o espaço. Não adianta nada, só o melhor material, mas a mão de obra e essa dedicação, né? Que a gente tá falando aqui porque se for para cumprir o horário há 1 hora, outra senão vai fazer o seu melhor.
Se for só pra eu vou chegar e vou sair, eu vou fazer a não deu errado, Oh bicho, deu errado, não vai dar pra fazer mais nada né? Então a gente sempre se esforça por tentar achar realmente aquele. Não tem isso para matar os olhos. Vamos caçar um pouco mais, vamos olhar um pouquinho mais, vamos pesquisar, vamos tentar discutir proposta para gente poder realmente viabilizar aquele tratamento. EE é isso.
A gente não fala com pessoas normalmente, não é com os pais, não é da do dos bebês. Mas a gente está ali se dedicando e olhando realmente. Para o resultado, não é que é um sucesso do do tratamento, mas é na área da saúde como um todo. A gente estava comentando sobre isso antes, não é assim, é. É uma área que exige muito, né?
Muita dedicação a gente falou, ó, final de semana, feriado e tudo mais, né? É, mas que também exige essa responsabilidade, né? Acho que principalmente na nossa área da reprodução, né, de falar poxa, o que eu posso fazer do meu melhor, né? Porque como você comentou, as taxas de sucesso não são o que a gente gostaria, mas então a gente quer ter sempre a sensação de que a gente está fazendo o melhor naquelas condições para que quando as condições melhorarem, a gente possa fazer mais. Não é?
Sim. É, e assim você até comentou, puxa, tem alguns casos que são desafiadores. Às vezes, uma amostra de espermatozóides ou então questão de qualidade de óvulo, né? E tem algum caso que você acha que seja assim mais mais marcante ou que você se lembre de pra comentar com a gente, tá? Nossa, teve vários.
Se você não tiver, eu tenho um, porque olha nesse, eu tirei o meu chapéu para você ser alguém impressionada, ai eu quero saber coisa, então vou começar e depois você me fala, conta. Mas eu já contei isso em outro podcast super não pod que você estava comigo, que era um casal que tinha o parceiro, ele tinha ejaculação retrógrada. Ele tinha passado por um acidente é e aí por conta disso, né? A gente fez a coleta dos espermatozóides pela urina, né? E teve todo o protocolo de alcalinização, mas assim é, a gente sabe do impacto.
Que isso tem para os espermatozóides, né? Por mais que a gente tente, não é alcalinizar vocês façam todos os melhores procedimentos, não é? No laboratório, é. Ele fez a primeira coleta, né, de urina e o laboratório congelou material. Eu lembro que eu liguei e falei, gente, mas a amostra é boa mesmo, porque qualquer coisa a gente discute, a gente faz outro outra função.
Não acho que se colher mais uma vez dar foi bom, então vamos tentar, aí colheu mais uma vez congelou e 6 comentários não, ó, tá tudo bem, dá pra seguir. A gente seguiu, ela fez a coleta, injetaram os 8 óvulos, 8 fertilizaram, 8 embriões lindos em D3, 8 lindos, 2 tos, isto se ela engravidou na primeira transferência de embrião. Gente, eu fiquei muito. Esse caso foi nossa. Nossa.
Mas me conta seu, tá é, eu também já peguei alguns casos mais complicados assim, de idade avançada, não é materna? Então a qualidade a gente sabe dos óvulos que é. Mas não é pior. E o. O marido também tinha um semi bem ruim.
Ele tinha feito micro tese? É, então, um procedimento mais invasivo e tal é feito em centro cirúrgico. De um hospital, tudo mais. E a gente fez AA fertilização, ela tinha tipo, 2 ovos, mais chance também, tipo pequena, não é? Na a gente não sabia o que a gente fazia de 1 dia para o outro.
A micro tese, então, a surpresa sempre ia no dia da da coleta dos ovos, então no dia seguinte a gente fez a análise, tinha spermatozoa hoje. Aí pouquíssimos não é? Às vezes uma logia não tão boa e tudo mais. E aí fizemos AA estilização. Os 2 fertilizaram 2 d, 32 blastos e ela engravidou gente, olha isso também, entra naquilo que a gente falou, que tudo tem um propósito também, né?
A gente disse, tem um caso que às vezes a gente já se prepara, a gente tipo assim, eu não sei se o resultado vai ser tão bom, né? Mas a gente tá ali, tipo, torcendo e dando o melhor e mas mesmo assim a gente já tinha uma expectativa de ir para um caso difícil, né? Tipo, vai, vai além. Da nossa habilidade vai aumentar nosso poder. E foi legal, e tem um caso também, que eu achei muito fofo que uma vez eu fiz uma transferência também bilionário e entrei em lançar aula para fazer a transferência.
Aí eu me apresentei e tudo mais. Não é para o casal. E aí AA paciente, ela já estava entrando, já estava chorando, é isso? É ficando aquela atenção, está segurando, segurando pra não se envolver, também, emocionar e aí ela pegou a transferência terminou aí ela virou pra mim e falou assim, qual que é seu nome mesmo? Aí eu falei tá isso aí ela falou assim, olha isso é engravidar, for uma menina, vai chamar a Thais.
Aí eu saí, aí eu falei assim, o tanto que eu não segurei para não chorar na hora eu estou aí você foi lá no laboratório futebol que não tem janela, não dormi. Mas eu achei muito incrível, sabe? Eu falei, nossa, eu tenho aí foi muito bonitinho assim da parte dela e a gente se sente tão. Não sabe, no momento foi tipo uma maior valorização para mim, lógico. Ela engravidou de menino, se chama Igor.
Muito, é muito gostoso também a gente receber assim, parece, sabe? Pacientes do casal hoje, por estar aqui, também é muito legal, não é? A gente receber esse reconhecimento. Vamos, setor, que é tão misterioso, vamos dizer assim, né? A gente tá nos bastidores.
Muita gente realmente não sabe como é rotina. Como é que acontece? E isso é gostoso de receber. Você lembra, eu tenho alguns casos, mas eu não vou falar de um caso específico, eu vou falar de um momento específico que está falando em biologista. Eu lembrei da do momento do quando eu comecei realmente a tocar laboratório sozinho.
E estava falando da dessa questão de responsabilidade, não é do do de de se preparar para isso, da dedicação e tal. E eu vinha de um de um acompanhamentos, né? Com o quem? Quem fazia os procedimentos na época é para a gente dar esse suporte e que me deu um e até hoje não é uma referência para mim que a doutora Cristina do do HC É Ela vinha fazendo os casos e tal e eu deixava o laboratório preparado assim, né? Então.
Recém formado estava ali cru, mas sim vinha de um de treinando, treinando, então sentava no microscópio, ficava imobilizando espermatozóide que não ia ser utilizado. Não é para o tratamento de espermograma, então ficava lá imobilizando, mobilizando para ganhar a mão, pra porque é quem está em casa. Se quiser depois dar uma pesquisada, a gente não tem mais do que eu gosto de mostrar, mas um microscópio é que a gente utiliza. Ele tem o micro para micro manipuladores, então são joysticks, é igual videogame, assim, então tem esse trabalho, os 3 eixos, né? Então ele vai para frente, para trás, para cima, para baixo, e você consegue fazer isso é minha, dependendo de onde você mexe com mais precisão, menor precisão e tal, e tem que ser intuitivo para ser eficiente, é igual começar a dirigir um carro, né?
Eu não começo a dirigir lentamente porque você não, você tá ali se situando, né? Depois fica automático, você acaba tendo mais habilidade, não é diferente. Então eu fiquei ali treinando bastante ao longo desse tempo todo. Não é? Desde que eu entrei, eu já fui pegando.
É prestando atenção nos casos de excepção, tipo que que acontece que eu tenho que fazer em caso d, como eu falei, não tinha manuais naquela época. Também não é nada que pudesse dar uma orientação. Era prática que dizia o que a gente tinha que fazer. E cuidando muito bem de laboratório, não é do controle de qualidade, da limpeza, do material, deixando tudo redondinho. Tudo bem controlado assim, para não ter nada que pudesse permitir qualquer falha.
EE aí eu fui ganhando confiança nesse sentido e chegou um determinado momento, que é o doutor Jorge sentou, não é? O doutor Joaquim falou, se você consegue, você está pronto para começar a injetar? Ali eu falei assim, estou pronto mesmo na dentro eu tava morrendo de medo, né? Porque não? Beleza, estou pronto para começar assim, né?
Eu já estava injetando alguns, né? Aqui tem um todo um processo de aprendizado ali, mas assim, mas sozinho você consegue, é uma beleza, então tá, então começa, e aí era mais ou menos novembro daquele primeiro ano menino era 2008. E na época clínica, tinham só. Tinha a Lurdinha. Não é que está com o doutor Jorge há mais de 30 anos.
Que é patrimônio e que é o amor de pessoa. Beijo, dinha, aí tinha uma outra secretária na época, que você me engano era Simone. O doutor Jorge, doutor Joaquim. Então os 2 médicos e eu no laboratório. Então, a equipe enxuta não é comparado com 30 pessoas que tem hoje na clínica.
Há, e aí eu daquele jeito, não é conversando com a Lurdinha, especialmente nossa, tu. Estou com medo e tal, mas para me preparando, sabe? Mentalmente, todo focado deixou no laboratório redondo. Aí eu comecei a fazer as fertilizações ali de novembro. Não lembro agora exatamente quantas eu fiz, mas foram algumas ali, mas poucas.
Hoje a gente faz assim. Acho que um dia a gente faz mais do que a gente fazia num mês naquela época. E aí eu, sozinho, não é colhendo ovos, preparando o laboratório. Então dentro dessa rotina que a Thais falou por cima assim, não é o que a gente faz, então. Documentação, checagem da documentação, preparo do material, a compra, né?
Do material correto, armazenagem, rastreabilidade desse material, preparo do laboratório, limpeza, aferição dos equipamentos. Então estava tudo redondo, sabe? É aquela aquela que esse olha, assim, será que está tudo pronto? Quando você recebe alguém em casa é muito importante, você fala assim, checar, será que tá tudo certo, que eles vão reparar que a casa está limpa mesmo, aí você olha todos os detalhes, você vai no banheiro, você vai 10. Para aquilo, sabe, tipo vai, eu vou começar e eu iria me preparando mentalmente também, não, eu tenho que estar bem, que estar focado e tal.
E entrei nessa. Eu falei, não, beleza, vamos lá. E aí, vamos começar. E aí eu fiz um carro. Qual é o óvulo?
Aquela coisa, aquela atenção seleciona, tal injeta, vai transfere. Na época a gente transferia muito à frente, não fazia tanto congelamento quanto hoje. I. Aí eu entro dezembro eu fui viajar. Então entre novembro e dezembro não tinha saído ainda nenhum resultado, transferiu.
Acho que alí no começo de dezembro, né e tal, deu o tempo do resultado. Eu já tinha viajado e aí a Lurdinha me ligou. Então assim eu vou também fazer uma parada. Assim, uma coisa importante que é assim no momento, ali está focado e tal, independente de religiosidade, assim não é do que você acredita. Mas aquele momento assim que você e eu lembro certinho assim, tipo bom, fiz tudo que eu tinha que fazer.
E agora eu boto também Na Na fé. Não é tão assim. Tipo, se assim seja o que Deus quiser, sabe, me ajuda, sabe? Ali eu estou, eu estou aqui, fiz tudo que tinha que fazer e agora vamos lá e aí? Bem, focado ali, entregando, né, pra pra Deus, tipo, vamos lá, vamos fazer o que tem que ser feito aqui.
Aí no dia me ligou a feito. Na época não tinha WhatsApp, não é e tal, então ela me ligou, falei, meu Deus do céu, deu merda, aconteceu alguma coisa e tal. Laboratório porque estava sozinho. Laboratório naquela época que não tinha procedimento, aí ela ó, engravidou beta positivo. Ela não fez pose.
Seu primeiro tal é o legal que massa estava feliz da vida. Aí ligou de novo? Beta positivo na época ela me ligou, sei lá, não lembro de 53 engravidar assim de cara. Porque o nosso está muito feliz foi putz e deu resultado, sabe? Deu, deu certo, é isso.
Não precisa só continuar daqui, é para melhorar. Hã? É. É para continuar, não é para seguir Na Na carreira. Vai dar certo, não é para ganhar confiança.
Aí passou mais um tempo, que era o tempo do ultrassom. Ela me ligou de novo. Estava lá? Todo o dinheiro, gêmeos. Aí depois tri gêmeos trigêmeos foi uma sequência sim, durante o tempo de gêmeos e trigêmeos que vieram.
Você não foi só sucesso, foi 1 MB sucesso assim deu super certo. E foi mais um sinal que era que você tocar para Dallas, que dava conta exatamente aí eu fui, não é isso mesmo, tem que ser. E então é assim o recado que eu queria deixar no caso. Falando sobre briologia, que é 11 profissão que que tem seus pontos negativos, mas que se a gente fizer direito desse jeito não é dedicado, sendo um íntegro, leal, sabe uma coisa que a gente não falou aqui? Mas é uma coisa que eu peço para todo mundo que pisa no laboratório, que é que seja leal, legítimo, que seja Claro.
O que está acontecendo ali dentro, entendeu? Eu preciso ter confiança nesse profissional para falar a verdade. Sabe, não pode ser enrolador. Não pode ser meia palavra. É sim, é não.
E é falar o que aconteceu. Deu algum pepino? É precisa paciente transmitir isso com clareza para todo mundo que está envolvido com os profissionais, né? De obviamente se protege para que não aconteça. Graças a Deus não acontece, mas tem que ter.
Tem que ter. Eu tenho que ter essa segurança, não é? O paciente tem que ter essa segurança porque, como eu falei, a taxa não é 100%. Então, é se. Se você tiver má fé, sim, você pode usar isso contra, não é o paciente e tal.
Aí não é o que a gente pode ou deve fazer. Então é isso? Sim, se estiver bem, boa dedicação. Se vocês se constituir certinho da informação, aprender não é estar bem capacitado. Treinar bastante não é sentar lá e tiver focado naquilo ali, levar aquilo com responsabilidade vai dar frutos, vai dar resultado.
Isso vai ser visto e aí você vai ser sucesso. Profissionalmente bom, e aí a gente estava falando, não é agora que a gente está caminhando para o fim. Eu achei super legal. Você comentou da história, né? Da paciente que ia dar o seu nome pro pro neném, né?
E realmente assim, às vezes a gente que já não não vê o embrião. Zinho, direto no microscópio, mas acompanhou o casal na hora que vê aquele bebê, tem a sensação de realização, eu imagino pra vocês verem, né? Aquele Era Uma Vez um embrião. Zinho, né, que a gente vê a foto, tinha aquele bebê maravilhoso, né? Então é, queria convidar vocês pra gente.
Poder encerrar não é para vocês dizerem o que é 100 biologista para você, qual é a sensação de ver o embrião? Zinho, ele não Era Uma Vez um embrião, Zinho. Há, então eu acho que para mim, para é serem biologista. É é realizar ações, sabe? É, a gente sabe a importância do ideologista na.
No resultado final não é do bebê em casa. EE é o próprio. Era Uma Vez um é uma da dos momentos que a gente fica aguardando ali. Não é do momento da ultrassom que a gente consegue ver Oo ouvir, né? O batimento do coraçãozinho que o paciente vai a gente entrega, né Pra Ela, então, só ali a gente já fica esperando aquele resultado, sabe?
A gente transfere, faz a transferência do embry Ham e já fica ali aguardando a notícia para ver se deu certo. É como é que está, não é tipo a expectativa, a gente também cria muita expectativa. Não é? Às vezes o paciente não sabe disso, mas a gente faz a gente às vezes grava o nome. Há de olhar o resultado da fulana do Beto e da fulana sai hoje, então a gente entre nós, em biologia, se a gente tem essa conversa também de ver a foto, às vezes não é quando nasce a mãe, manda a foto pra gente, então a gente consegue ver, então esse é o momento que eu falei, que é que é muito gostoso, né, dessa valorização?
Às vezes nem é só falar da paciente, mas a gente poder ver o bebê tem vez. Não é que eles vão na clínica para mostrar e para a gente ter aquele contato. É, é muito delicioso. É um arquivo vivo. É, eu sou eu.
Bem realizado profissionalmente. Eu não tenho que falar. Graças a Deus eu. Eu sigo em biologia, me foi apresentado e eu sou muito realizada a realização. Saber não não me veria hoje pensando em outra profissão, fazendo outra coisa é, na verdade eu fico até muitas vezes é com muito ciúmes do laboratório.
Eu sempre tive muita, eu fiquei muito tempo sozinho lá dentro, então vê hoje o laboratório, né? A gente tá com 7 pessoas, é é duro para mim, porque eu vejo assim, poxa, é, tinha que passar tudo na minha mão. Eu tinha que fazer tudo. É gratificante essa palavra gratificante. Você vê o resultado falar, pô, fui eu.
Então alguns casos, não é? É? E agora, vários casos que têm um time extremamente competente e que não tem o que falar é, mas porque eu, eu que cuido na não são pessoas profissionais excelentes. É e eu vejo assim, pô, aquele não fui eu, aquele não fui eu. Aquele lá também não fui eu.
Então é, às vezes me falou, poxa, dá vontade de ser pegar e fazer tudo, não é? Mas é melhor assim, porque a gente consegue fazer mais, não é? Consegue fazer melhor e consegue fazer mais. Então é isso, é gratificante. Não é isso que é ser melhor vista bom e quem acompanha a gente há um tempo já sabe, a gente tem um quadro que é o glossário, o glossário nada mais é do que 11.
Quadro onde a gente é seleciona né? Uma palavra do universo da repr. Não para poder explicar, mas hoje eu deixei esse glossário um pouquinho diferente, porque hoje assim, a palavra que eu queria trazer para vocês e para todos os outros embriologistas que não puderam estar aqui, que estão ali cuidando, né? Dos embriões é a palavra gratidão, né? Porque acho que sem o trabalho de vocês a dedicação de dia, de noite, fim de semana, feriado, né?
Todo esse, esse cuidado no como fazer, na responsabilidade de dar o seu melhor, né? É sem isso, nada seria. Possível, né? Os sonhos que a gente realiza juntos não seriam possíveis, né? E aí eu queria trazer algumas algumas pessoas, né?
Eu queria trazer aqui pra vocês umas é umas imagens para expressar. Essa Grã te dão, então eu vou convidar vocês pra gente assistir aqui e aí a gente vai dar o play para poder mostrar pra vocês o nosso glossário de hoje. Gostaria de agradecer imensamente a equipe CEFERPuma especial. Um agradecimento. Para a equipe do Sin biologistas.
Que com tanto carinho e dedicação, exercem brilhantemente o trabalho. Trazendo a tona a vida, não é? Então a profissão de vocês realmente é muito linda e eu, como profissional da área da saúde. Só tenho admiração pelo trabalho de vocês e gratidão imensa. Pelo fato de poder.
Vocês terem contribuído de uma forma significativa no na realização do meu maior sonho. Juntamente com o do meu esposo. Estamos aqui hoje completando um praticamente 31 semanas, e a Júlia? Vai vim aí para trazer uma Alegria imensa para a minha família EE eu sei que não só a nossa família vai ser contemplada como vários outros, então é esse vídeo é pra homenagear vocês de uma forma. É que assim eu imagino que não tenho preço, não é?
Eu como profissional da saúde, é é, sei o tanto que é importante a gente fazer parte. De forma? Significativa na vida das pessoas, e vocês são um grande exemplo disso. Continuem assim. Que, com certeza.
Muitas coisas boas virão para vocês e a família de vocês. Muita gratidão mesmo. Obrigada. Equipe se refere, vocês são brilhantes. Parabéns aos embriologistas do CPF.
Graças a vocês, o nosso sonho se realizou. Esse foi o primeiro bercinho da Helena. Então, feliz dia do andrologista para vocês. Mas é merecido. E assim eu queria, quero convidar vocês e se vocês quiserem deixar 11 recado, uma mensagem, mais uma vez desejar meus meus parabéns e meu muito obrigada por vocês.
Que agradecer? De dar os seus resultados no laboratório, sem este. Completo, não seria o meu. É verdade. Eu ia falar, falar a mesma coisa é na te dão, não é?
Elas nem todas podem estar. Mas. Como eu falei agora há pouco, né que é um time que. Que tem essas competencias e que me deixa muito feliz e confiante. A gente está fazendo o nosso melhor.
E então parabéns a todas vocês que estão se dedicando, fazendo o máximo para que a gente possa realmente ter resultados como esse. E não só esse time atual, mas todo mundo que veio para trás. É difícil ficar falando o nome de todo mundo, sabe porque tem pessoas que estão ligadas diretamente, mas tem outras que estão ligadas também Na Na, como parte do meu conhecimento como profissional, né? Então, pessoas que são referência para mim, que não falei, né? Mais cedo, a começar pelo doutor Jorge, que para mim sempre foi referência de profissional e como andrologista também no começo, né?
Hoje ele não entra mais no laboratório, mas me trouxe muito. Eu sou muito grato a ele a oportunidade que me foi dada ao conhecimento como referência profissional e todos os outros bloguistas que que vieram e me trouxeram conhecimento que nem eu falei, doutora Cristina, Anitta. Que eu falei injusto, às vezes ficava falando mal de todo mundo, mas todo mundo que que me ajudou nessa nessa jornada até aqui, não é que foi cada um trazendo um pouquinho do seu conhecimento, da sua tutoria? Ali a gente foi vai agregando. Eu trabalhei com o melhoramento genético também.
Então, doutora Fernanda, ela traz. Então assim tem que é muita gente e outros em biologistas que também passaram pelo laboratório assim, em fases é complicadas, inclusive assim, de muito trabalho, muita dedicação. Aline Bonfim, Daiana Pedroso. Que vieram também de uma de uma força muito grande e que também são parte importante do resultado que a gente tem de ajudar essas famílias. É isso.
Quem estiver disposto a seguir a carreira, eu só tenho a recomendar realmente isso, porque faz valer a nossa vida, sabe? Acho que é como eu falei. É isso que eu que é assim, ser um pouquinho a mais que você faz um, sabe um esforço que você dá ali, você faz diferença na vida de uma pessoa e naquela pessoa você é pode a pessoa não saber que foi você. Mas a gente é responsável por isso. E aquela gravidez vai mudar a vida daquela família, daquela criança.
Não viria ao mundo? Então é isso. É muito lindo com esse clima de gratidão e a gente encerra o podcast. Agradeço muito vocês pela presença, pela disponibilidade, e você vai voltar mais vezes. Tchau gente, até o próximo.
