Ep. 40 – Medicações para o tratamento de Reprodução Assistida

No episódio do podcast de hoje teremos a presença de uma das enfermeiras do CEFERP, Thalita de Castro, falando com detalhes sobre os tipos de medicações para o tratamento de Reprodução Assistida. Confira o episódio completo!

Transcrição do episódio

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Olá, que a doutora Camilla Vidal, médica especialista em reprodução humana do CEFERP, centro de fertilidade de Ribeirão Preto, seja bem-vindo ao podcast papo de tentante, um espaço onde compartilhamos informações sobre o universo das tentantes em busca do tão sonhado positivo. Aqui você poderá compartilhar suas experiências, se inteirar sobre os assuntos de reprodução assistida e ainda conferir relatos de mamães que já passaram pelo tratamento e tiveram o seu positivo. Você também poderá conferir novos episódios quinzenalmente. E assistir ao episódio em vídeo pelo YouTube do c. Fep vamos ao episódio de hoje.

Oi pessoal, bem-vindos ao papo de tentante, gente, o mês de junho foi super emocionante, né? A gente falou no mês da fertilidade, muitos relatos, muitas histórias, né? De superação de tratamentos e uma das coisas que envolve muito medo. Quando a gente fala em tratamentos são os remédios, né? Então então por isso hoje, quem está aqui comigo é a Talita.

Eu queria que você primeiro se apresenta-se, tá? Essa Talita é uma das enfermeira dos refere trabalho na clínica já 8 anos, então quem já não conheceu a Talita, não é está ou quem ainda vai conhecer com essa doçura para explicar os remédios, como aplica o que que dá de efeito? É isso que a gente vai tirar um pouco de dúvida hoje, né, tá isso mesmo, bom, e aí quando a gente fala a primeira coisa, né? Quando a gente fala de medicação para o tratamento, tem vários tipos de remédio, né? Então, até quando a gente usa o termo indutor de ovulação pode ser um Monte de coisa, né, porque tem comprimido, tem injeção, né?

E no tratamento a gente usa vários desses tipos, não é? Está então, de acordo com com as etapas, não é da da fertilização para estimulação, né? Então, desigualmente a gente tem as diferenças de protocolos medicamentosos utilizados e para cada protocolo tem uma medicação diferente a cada etapa de estimulação. Também tem medicações diferentes, às vezes injetáveis vezes comprimido, então a gente vai orientando ou passo a passo, né? E aí assim, básica Men te não é para facilitar ali, acho que AA logística, organização, vamos dizer assim, né?

É, a gente tem as medicações que a gente usa para estimulação dos ovários, não é para tratamento. Desde o namoro programado, inseminação, fertilização, né? E aí, essas da estimulação tem aqueles comprimidos, né, que são os conhecidos, né? Os indutores de ovulação e tem as injeções, que são as gonadotrofinas, né, que aí eu você estava falando de acordo com o tipo de protocolo, tem protocolo que usa injeção todo dia, tem protocolo que usa injeção dia sim, dia não, que usa mais, que usa. Mas injeção vai dependendo de cada caso, não é?

Isso mesmo é, e aí tem as medicações para o preparo endométrio, que são um pouquinho diferentes, não é? São aí, a gente tem o gel, que faz o uso, né? É mais simples, é mais fácil de manipular, de utilizar, então é um gel Zinho que a gente passa na pele é, tem um comprimido também na progesterona, né, que a gente usa mais Na Na fase de pertinho da transferência, quando vai indicar a transferência, mas ele é mais fácil de manipular do que as injeções, é? Acho que o maior medo. As injeções, se bem que dos remédios, do preparo, do endometrio, acho que muita gente tem medo de efeito colateral.

Também não é daquela questão assim. Mas será que engorda, né? Que será que eu vou sentir quando eu estiver usando os remédios, né? É mais uma coisa que eu gosto, de de falar, de explicar mais ou menos. Assim, a parte da da indução da ovulação é como se a gente estivesse tentando, é usar ou os seus hormônios, né?

Ou dar os hormônios para estimularem os ovários, né? Enquanto os do preparo do endometrio, eles tentam, entre aspas, imitar o que o ovário vai fazer, né? Basicamente, essa é a. A diferença entre eles não é é e na reprodução, Mano, a gente tem outros tipos de medicações também. Diversas, né?

Então tem medicação, às vezes hormônio do crescimento, hormônio masculino é aqueles hormônios que a gente chama de análogo do gn RH, que são aqueles para induzir uma menopausa, que aí tem usos bem mais específicos, né? E aí esses a gente vai abordar em um outro momento, quando a gente entrar em outros temas, né? Hoje o nosso objetivo é falar principalmente dos dos medicamentos ali para a fertilização e tirar as principais dúvidas. Com a pessoa, uma das pessoas que faz diretamente, né? O preparo e aplicação das medicações, né?

E eu acho que quando a gente fala dessa coisa de remédio, né, principalmente quando a pessoa está pensando, programando um tratamento, na hora que ela vai pesquisar, muitas vezes a paciente perguntar, você não pode me dar uma previsão do que que eu vou usar ou não? E aí já começa por aí a dúvida, porque não é remédio que tem em farmácia, é comum e às vezes vai fazer uma cotação. A pessoa se assusta, né, porque envolve, querendo ou não. É coisas muito específicas, não é? Tá para o tratamento e isso, então, às vezes o pessoal é pede essa previsão mesmo de medicamentos, mas a gente depende da resposta do organismo da mulher, é, depende das avaliações que ela faz durante o estímulo.

Então não dá muito para passar essa previsão exata. É, e quando a gente fala dos dos remédios, não é? A gente tem essa essa questão de a mulher não acha em qualquer farmácia, por que que não tem toda a farmácia, os remédios? Tá, porque não é tão fácil. Fabricação Ela É Diferente, ela tem uma fabricação mais específica por conta das medicações serem hormônios, né?

É, existe muita tecnologia para a fabricação desses medicamentos, muita infra-estrutura para transportar esses medicamentos, né? Algumas tem refrigeração, outras não. Então a gente não consegue encontrar em qualquer farmácia mesmo, é, e infelizmente, isso acaba se refletindo também no custo dos medicamentos. Não é que é 11 parcela importante do tratamento, né? Porque realmente como são medicações que dependem de um de um preparo muito avançado, né?

É, e de 11 transporte ali não é muito específico de armazenamento e isso acaba se refletindo, às vezes em custos mais elevados. Infelizmente, estados também é muitos estão produzidos fora, né? E aí vem preço em dólar? Tudo isso que impacta também e é um fator até para a gente pensar na escolha dos protocolos, não é? Então, lógico que a gente pode falar de protocolo clínico em outro momento, mas assim a gente pensa, lógico.

No caso de cada paciente na reserva ovariana, mas a gente coloca o fator é financeiro também em consideração, né? Faz parte da programação do tratamento, né? E você comentou, não é do transporte de que tem que ser. Às vezes alguns refrigerados. Essa eu acho que se a gente tivesse que ele está umas 5 maiores perguntas, acho que essa é a maior de todas.

É o que que eu faço com esse remédio aqui que eu peguei para estimulação. O que que precisa guardar na geladeira? O que que não precisa é tem alguns que sim, outros que não, e essa orientação vocês vão fornecendo a cada tipo de remédio, né? Isso? Então, quando a gente recebe o casal ou paciente para fazer estimulação de acordo com o medicamento prescrito.

Pelo médico, a gente faz essa orientação. Então, se é um medicamento refrigerado, a gente já entrega esse medicamento em uma caixa de isopor com gelo, ok, tudo certinho, armazenado. Geralmente, essas medicações são de 2 a 8°, mas a gente coloca na geladeira comum quando chega em casa e então a orientação é sempre colocar na gaveta das verduras ou na porta. Então coloca a cabeça da verdura, ninguém mexe mesmo, vai ficar ali seu remédio tranquilo. Ou na gaveta ou na porta, né?

Aquela geladeira é, mas aí, fora do da fora do isopor, sem 18 anos, mal fala, vou colocar os lobos vapor inteiro, tudo bem, mas aí você tem que tirar tampa para poder fazer a circulação diária de dentro da caixinha. Acho que às vezes dá tanto medo de falar, meu Deus, esse remédio é tão importante, é tão cara do jeito que eu peguei, eu vou guardar, vou deixar esse esse sol de querendo ou não, né? O isopor é um isolante também, né? Então por isso que você falou tirar tampa para que possa manter na temperatura da geladeira, né? Que não tem muito uma regra, né?

De qual é o remédio que vai na geladeira? Qual não vai mais ou menos? Tem uns que só tem específicos na caixinha, então a gente já tem. Aliás, todos os medicamentos vem com a temperatura específico na caixinha e então acho que são de geladeira. A gente já entrega dessa forma armazenado no isopor, já orienta deixar na caixinha, outros são de temperatura ambiente, então pode variar de 15 a 30°, então você pode colocar na despensa, no armário da cozinha ou no banheiro, mas não pode ser o local de muita umidade, né?

Então é mais observar isso, mas a gente orienta na hora de de de entregar a medicação. Qual que é o local adequado para armazenar essa medicação? E para essa questão de que nem você comentou, esses são refrigerados, vão no isopor com OG Locks os geloucos. Para quem não sabe, é aquela em detalhe, é melhor que eu acho que eu não consigo eu falando frases, Anjinho machuca, aí está indo botar um gelo na perna, aí é aquela que a idade muito boa é a comprar assim, de gelo, mas aquele mais durinho, né? Daí você pode colocar dentro da caixinha, sem sem encostar, o medicamento fica certinho e aí quando a gente coloca aí fecha daquele jeito.

O casal, mesmo que sendo de fora, pode viajar tranquilo, está. Tranquilo, geralmente umas 45 horas do dia. Looks consegue manter a temperatura dentro da caixa? O rum tá vendo, gente? Então dá para fazer tratamento em outros lugares, dá para mandar, tem até distribuidoras que mandam, mas aí com condições diferentes, né?

De transporte também, né? É bom, então acho que uma das dúvidas mais importantes é essa, com relação ao armazenamento e a segunda, né? É como é que eu faço para manipular, né? Porque às vezes a gente assusta quando a gente fala na consulta, olha, são injeções que você vai ter que aplicar. É a primeira pessoa fala mais eu que vou ter que aplicar, não é eu ou eu vou ter que vir aqui todo dia para aplicar, não é?

É então, como que essa parte do manuseio das medicações? Ela é 11 pouco mais tranquila, né? É tudo bem que você é enfermeira, gente, mas mesmo assim não, mas dá pra fazer tranquilamente em casa a primeira aplicação, geralmente a gente faz na clínica para orientar depois que o pessoal pode fazer em casa tranquilamente é o importante é a gente checar sempre a dose da medicação, o nome da medicação. É algumas, já vem com o dispositivo prontinho para aplicar, então não tem que fazer diluição. Outras dia, precisa de diluição, mas daí a gente orienta.

Também é fácil de fazer. É pessoal, assim fica com medo, porque tem toda uma técnica, né? Pra você fazer diluição, mas ali na hora não você só me Jetta, agulha na ampola e vai dar tudo certo na hora que a gente fala pro paciente é um pó que você vai ter que diluir meu Deus, né? Eu percebo às vezes no olhar assim, o que vou ter que fazer? Eu falo, não, mas eles vão explicar, vai dar tudo certo.

Eu ponho que faz a diluição. Ele é muito de é solúvel, então é fácil de a primeira gotinha de doente que já cai dentro de um polo. Ele já divulguei, não precisa ficar naquele tênis, não tem muito como diluir errado, exato, tem medicação que é difícil. Esse não é fácil, você já coloca o diluente dentro, então é bem tranquilo de fazer, até porque são medicações que elas já têm que ser feitas com esse objetivo, né? Porque o tratamento ele já demanda tanto da logística, né, do do paciente, do casal, às vezes tem que viajar, nem sempre a clínica na mesma cidade.

Tem que sair do trabalho várias vezes, então precisa até isso. A medicação tem que ser pensada. Não é porque ela precisa ser de de fácil manipulação para que cada pessoa possa fazer, ficaria não inviável, mas muito difícil para o tratamento, né? Se sempre dependesse, né? É de um enfermeiro, né, de um farmacêutico, para poder aplicar, justamente porque é o próprio tratamento.

Já traz essas outras questões logísticas, então o que der para facilitar melhor é a hora de tratamento. Posso aproveitar que você está aqui, então a gente trouxe algumas, alguns modelos, gente, então. Eu vou pegar pra você poder mostrar para a gente mais ou menos alguns dos tipos de medicação que a gente tem, tá bom? Bom, então trouxe aqui, não é? A Talita separou para a gente algumas coisas do do que seria mais interessante da gente poder ir mostrando, né?

Como vem as medicações? Tem vários tipos, como você comentou, tem aquelas que tem que diluir, tem aquelas que já vem pronta, né? É falando primeiro das que já vem pronta, vamos começar do mais simples, né? Você quer mostrar para a gente, tá? Uma das medicações, né, que vem prontinha.

São essas que a gente utiliza o dispositivo para aplicação. Então tem a caneta, não é de aplicação, ela é fácil de desmontar. Não, geralmente é um pô. Linha, vai aqui dentro. Na hora, a própria paciente consegue fazer o preparo.

Enrosca tem uma agulha, não é que vem cá. Para cada aplicação vem uma agulhinha nova para poder trocar. Tem um visor que é você seleciona a dose exata que o médico prescreveu de sua medicação, mas você seleciona 12 e aplica as medicações. Estimulação, ação subcutâneas. Então a gente orienta, por exemplo, fazer na barriguinha, porque é fácil, você tem enxergando é fácil de você se auto aplicar, é bom que você fala barriguinha, que às vezes eu falo gordurinha da barriga, mas não é todo mundo que tem.

Comecinho. É assim. Ela tem que ajudar agora, mas basicamente aqui ao redor do umbigo, redor do umbigo, sempre a gente está muito distância de 2 dedos, né? Do umbigo faz na poxa, tinha mais do Relógio aí todo dia você aplica em um lugar diferente. Para carregar aqui a região.

Aham. E aí entra a questão que você falou nessa hora, você pega a receita? Olha, se o remédio é esse, qual foi a dose? Aí você vai pegar na caretinha, vai ler. Esse é o nome do remédio para girar.

De acordo com a dose, porque isso é bem importante para o sucesso do tratamento, né? Tá? Isso porque às vezes, dependendo do do de um traço, de uma avaliação para outra, pode trocar 12, né? Então é precisa sempre conferir, então geralmente a gente Oriente. Pega uma rede 11 superfície em casa, na mesa ou no banheiro ou pia, não é?

É e separa os materiais que você vai usar. Então os checa. A receita é a dose da medicação. Se essa medicação, mesmo que às vezes tem shampoo, linhas que são parecidas, então da dê o remédio qualquer. Qual a dose é para poder você também programar aqui no visor certinho a dose que doutor, prescrever.

Eu quero toda, escreveu. É. Verifique se você está programas i programa em relação ao horário do da aplicação também. Isso é outra coisa que as pessoas tem bastante dúvida, não é? A gente tem até bastante enfático com alguns remédios, né?

Porque é. É uma dúvida que a gente recebe bastante, puxa, mas tem que ser sempre no mesmo horário e assim a gente tenta manter pelo menos um intervalo próximo. Não é aquela coisa de relógio, né? Mas pelo menos a gente respeita ali o mesmo período, né? Isso, mas tem algumas medicações que não que tem que ser aquela hora que travadinha, né, tá é?

AD simulação geralmente a gente orienta assim, pega um, escolhe um horário que fica bom na sua rotina que você não vai esquecer, que não vai te atrapalhar e você faz todo dia. Naquele período, pelo menos, não precisa ser no horário que levadinho, mas faz naquele período para manter ali Oo tempo de ação da medicação e aí tem algumas que já tem que respeitar certinho horário, inclusive tem que pôr o despertador. Inclusive vem escrito na receita, não é para quem não fez tratamento, né? É essa medicação principal que a gente tá falando, é a medicação que faz o disparo. Final da ovulação não é?

Então, quando a gente faz a estimulação, não é? A gente tem que ficar deixando o ovário ali quietinho. Ele não pode ovular, mas no momento que ele está pronto para a coleta, a gente tem que fazer o gatilho, né? Da ovulação, porque é isso que vai finalizar o preparo ali do ovário para que os ovos possam vir maduros, né? É, e essa medicação, sim, tem aquele prazo bem específico, né, que geralmente gira ali por volta de 34 a 36 horas, né?

E então, quem já fez tratamento sabe que acho que todo mundo vai rezando uma bíblia, né? Que dia que é, que hora que é a pessoa chega para a coleta, mas você fez o remédio? Qual o dia e qual horário, né? Mesmo eu te confere tudo, orienta. É a que o médico orienta em sala, enfermagem, todo mundo vai orientando até chegar forma seus.

Foi todo mundo orientando até até paciente sair da clipe. Quando ela volta para o da coleta, a gente confere de novo, tomou que horas a nota aqui? Amor, ele chega no centro cirúrgico, tomou que horas e isso eu acho legal você falar, porque assim eu acho que às vezes ajuda até para o paciente fixar essa questão de sempre ter pelo menos um duplo cheque, você falou o médico orienta. Depois da enfermagem, orienta, é, até porque no tratamento a gente já está tão emotivo, tão ansioso. É.

É um Mundo Novo. Os nomes dos remédios são difíceis, né? A gente já tem que preocupar que tem que aplicar e às vezes é aquele dia com aquele tanto de orientação. Você vai chegar na clínica nessa hora, tem que fazer isso, tem que ter junto, tem que ter um, então a gente fica sobrecarregado. Quem nunca saiu de uma consulta médica, às vezes parece que se você chacoalhar você já não lembra mais o que o médico acabou de falar, né?

Então é, acho que nesse sentido, o papel de vocês da farmácia é fundamental, porque acaba que OOO vínculo acaba sendo até maior que. Ser naquela hora é o foco do profissional, que é capacitado para isso, para poder ensinar. É a hora que o paciente vai se sentir à vontade para tirar a dúvida que às vezes não tinha perguntado antes, até porque não viu a medicação e que ajuda a fixar realmente para fazer certinho para o tratamento, né? Isso daí a gente também apresenta a medicação que às vezes ela é. A medicação é diferente no final, então é bom olhar.

Às vezes a gente orienta, é isso, você pega, se você a gente entrega, segura, tenta ver como funciona, dá uma certa segurança, né? É. Nunca viu, você nunca pegou. Pelo menos você pega, você se sente melhor para para entender como funciona e para conseguir aplicar na hora. Sem medo é.

Mas isso é legal também porque a aproxima da da realidade. Eu percebo. Tem algumas medicações que a gente faz que, como você contou, tem que diluir e nem sempre essa diluição é um para um, né? Pega um líquido, coloca num pozinho e aplica aí começa a virar aquela matemática, né? Porque são 2 pauzinhos para um líquido, mistura os 21 agulha e aí eu percebo que às vezes, quando eu vou falando AA pessoa vai ficando assim, meu Deus, eu vou ter que fazer tudo isso.

Então é tanto que hoje a gente acaba nem entrando muito para não assustar a pessoa e porque a gente sabe que depois vão mostrar e falar olha, pega que faz dessa forma, né? É e eu vou até te pedir, já que você já trouxe aqui no nosso Arsenal. É, a gente mostrou essa que já vem mais prontinha, não é? Tem essa, tem outros tipos, mais que são semelhantes ali, da cane tinha, né pra gente girar e tem aquela que vem o pozinho para a gente diluir, né, que eu vou te dar também. Se você quiser mostrar para a gente é uma coisa é que a gente faz sempre também orientar que é o preparo, né, da Siri eguinha, porque a gente entrega o kit pronto.

E a seringa vem com com a gente. Entregar agulha de diluição e agulha de aplicação. As o pessoal assusta quando eu vier de de missão, mas é só para preparar a mesma medicação. A gente fala tanto que abolia de insulina, você mostra uma agulha desse tamanho. Não sei se dá pra ver quando a gente colocar nome.

Essa é de diluir essa gente não vai abonar, né? Só para ajudar no preparo, então é a medicação depende da dose, então sempre vai checar 12 primeiro, não é? Nem sempre você vai usar um pozinho só, então às vezes tem que unir vários, pozinhos, vários frasquinhos dentro de uma seringa para fazer aplicação. Então a gente usa onde eu antes só para os pós necessários, conforme adoro ela, crível, me parece a aula de infração, entendeu? É um pedaço da pizza.

É 1/8. Mas Oo diluente é o que é o livre, é o livro e é sempre um sol, então não tem erro. Então o diluente é o sobrinho que vai ajudar a dissolver o pó do medicamento. Então há uma dica, já para para falar da um, pô, linha, não é? É para quebrar ampola, então a gente tem uma Marcação na ampola.

Aqui é uma bolinha vermelha, é às vezes pessoal tem medo de de, de quebrar um polo, não é? EE machucar o dedo realmente pode acontecer. Então a bolinha sempre virada para você, então sempre olha para a bolinha, posiciona o dedo e empurra para trás, não pode quebrar uma para a vamos lembrar para a gente mostrar nessa posicionar e quebrar, tá vendo? Ela quebra tranquilamente, não é não é, não solta, caquinho, bem tranquilo. Mas sempre a bolinha tem que estar virado para você.

O rumo aí também tem dia que a gente colocar um tecido, uma gaze atrás, assim do do da um pô-la. Na hora de quebrar, porque se por um acaso seu dedo for para a frente, ali não vai, aí não vai machucar, aham, gaze, trás, empurra. Fica esse pouquinho de líquido aqui no balancei, então a porque até isso as pessoas vão ter dúvida, eu tenho natural, tem perdão? Eu acho que uma a gente tá entrando. É, está certo para se proteger o dedo para não, para não machucar, mas não se você conseguir olhar para a bolinha empurrar e não achou, é tranquilo.

E aí esse líquido é o que vai para dentro do pozinho. Ele vai para dentro do pozinho, então sempre prepara a seringa com agulha. Primeiro aspira esse soro fisiológico que você quebrou um polo e injeta no. Não, pô. Linha da medicação injetou lá dentro, faz um movimento circular, aspira esse preparado para dentro da da seringa.

Se tiver mais doses para você somar essa ampola, você vai diluindo a cada frasquinho até completar 12 que o médico prescreveu. E aí depois troca de agulhinha, tirar rosa, coloca amarelinho, que é pequenininha. Então é isso que eu falar, essa. Acho que a gente pode abrir, mostrar, porque às vezes a gente fala agulhinha de insulina, mas nem todo mundo conhece. Tamanho, né?

Mas aí, Vera é. É um tamanho bem pequenininho, né? Então, até para aplicar em si é fácil, não, ela não é uma agulha que encontra resistência, não é bem tranquilo, é bem tranquila. Aí pode fazer 90°, se for uma pessoa mais magrinha, pode fazer 45°, faz, é para aguinha, é segura, não é? Poxa, tinha.

É, então assim é até legal, não é da gente trazer, mostrar porque quebra um pouco desse preconceito não é a pessoa pensa, puxa, já tem que fazer tratamento, ainda tenho que eu mesma aplicar, mas é tranquilo, né? No começo dá uma assustada, né? Mas tendo essa essa orientação aqui a gente está dando uma orientação geral, mas tendo a orientação individual, um profissional, né, específico para poder te orientar sobre isso, tende a passar muito tranquilo, né? Tá por essa etapa da estimulação, né? Assim, aí depois o pessoal fica craque.

Pessoa chega assim nas, nos outras são os seguintes, e aí, como foi a aplicação? Não, já estou craque ou já vai entregar, não é? Se eu já usei, já sei. Aí o marido, meu enfermeiro, é, é, é verdade, e uma coisa que as pessoas tem bastante receio também, mas que eu acho que é, é importante a gente falar desde o momento, quando a gente começa o tratamento e estimulação é o que pode dar de sintoma, né? De de efeito colateral, ainda mais ficou falando que vai usar a injeção.

Assusta, né? Mas basicamente, como são hormônios, Oo que a gente mais espera quando O Presente é como se fosse uma TPM, né? Às vezes, uma cólica kinha, né? E isso é uma TPM, um pouquinho de dor de cabeça é da dos mesmos sintomas que você costuma ter quando está com TPM. Você pode ter durante a estimulação, é às vezes mais do meio, da estimulação para a frente.

Pode a barriguinha ficar um pouquinho endurecida. É como quando a gente fica quando está para menstruar. Não é o né, aí fica um pouquinho endurecido, fica dolorido, é um pouco de sono, às vezes pode dar também, mas logo depois da coleta já melhor. Essa é uma pergunta que fazem bastante também quando você vai falar das medicações? Essa questão de efeito colateral tá fazem bastante, é, o pessoal fica preocupado de engordar, né?

De dados, dor de cabeça é um pouquinho de ter PM, os maridos já ficam preocupados, é verdade. Eu sempre lembro do doutor Jorge quando a as algumas pacientes eu já vi que perguntaram, mas dá algum efeito colateral e ele responde mais para o marido. Porque às vezes o humor muda mesmo, né? Mas é aquele período curto, por um bem maior, não é isso? E uma coisa que as pessoas perguntam também quando a gente fala dessa coisa de efeito colateral, é então, o que que eu posso fazer que não vai atrapalhar?

E se eu tiver dor de cabeça? E se eu tiver cólica, será que pode tomar? É? E a maioria das medicações durante o processo da estimulação pode, né? Lógico que é importante seguir recomendações individuais ali, né?

De para cada caso específico, mas no geral, na etapa da estimulação a gente não tem, a princípio, contra-indicação a medicações de rotina diferente, por exemplo, quando a gente já passou pela transferência que a gente está considerando uma possível gravidez, né? Então a gente, quando o pessoal pergunta, eu tenho dor, muita dor de cabeça na TPM, eu posso tomar medicação, pode tomar a medicação do que você está acostumado para dor de cabeça. É? Está com um pouquinho de dor na barriga também. Desconforto não é Na Na região do sinal, não tem problema tomar algumas medicações também.

A gente orienta nessa fase, né? De antes da transferência é e é, a gente falou do que pode dar de sintoma, que normalmente é leve, que é como se fosse uma TPM, tem alguns casos mais específicos. É onde o aviário responde muito à estimulação, que é o Hyper estímulo, e aí, consequentemente, tem mais hormônios circulando. É? Esses sintomas tendem a incomodar um pouquinho mais e outras medicações mais Fortes podem precisar, mas são casos mais raros, né?

Classe são são mais caros, mas às vezes acontece, e uma da um dos sintomas que que pode aparecer nessas mulheres com o risco de hiperestimulação é na ausência, né? Então as as mulheres apresentam náusea, é EE vômito às vezes, né? Então. Pode também usar medicação para limpar, controlar sintoma. É, e aqui a gente focou bastante, nos liberta de água, não é?

E mas esse é o mais importante, não é? É bastante água. Quem já tem bastante folículo crescendo, já está craque, né, que toda vez a gente fala está tomando água, quanto de água está tomando? Como está o xixi, né? É mais pra frente, a gente faz um episódio só sobre Hyper estímulo para explicar tudo isso melhor, mas a hidratação é uma das medidas mais importantes realmente para a gente é prevenir que esses sintomas vão vão piorando, prevenir formas mais graves, né?

Do Hyper estímulo também. Mas é um quadro bem raro. É e é por isso também que, durante a estimulação, a gente vai fazendo todos aqueles ultra sons de acompanhamento, porque dessa forma a gente vai diminuindo o risco do Hyper estímulo é e pode entrar precocemente até com outras medicações que diminuem o risco, né? Do Hyper estímulo como a cabergolina, por exemplo, então é tranquilo, não é nada pra gente ficar desesperado. Se a gente estiver programando um tratamento, né tal, isso é e a gente estava falando bastante das medicações, da estimulação, do que a injeção.

É, e das medicações do preparo, do endométrio. Dá para a gente preparar em um ciclo que a gente chama de natural, onde a gente usaria menos medicação, né? É, mas muitas vezes a gente faz um ciclo artificial, que é aquilo que a gente comentou da gente, entre aspas, imitar o trabalho do ovário, né? Com os hormônios que a gente dá e aí pode ser gel. Como você falou, gel comprimido adesivo, né é e também traz bastante efeito colateral, mais ou menos, depende, né?

É, faz, dá um pouquinho de dor de cabeça. Também a maioria das pessoas é é percebem que ficam mais sonolentos, não é? Então, a gente recomenda fazer uso dessa medicação à noite, antes de dormir para não sentir tanto. É, é então, assim como são hormônios, não é? Também é e que, normalmente, por exemplo, em uma dose maior do que a gente usaria, por exemplo, numa reposição hormonal de menopausa, eles podem trazer esses mesmos sintomas, né?

De desconforto, de inchaço. Mas eu acho que na questão dos medicamentos para a transferência, eu acho que tem um sintoma, né? Desse período, que é o que mais assusta, que é às vezes tem sangramento, sangue, né? Tem às vezes tem um sangramento fora de ir à hora que a gente não espera que assusta. Principalmente depois da transferência, não é que aumente, porque os hormônios do preparo do endometrio eles têm o objetivo da gente ficar ali simulando.

O que aconteceria, né? Num ciclo onde você ovula e fica ali mantendo o endométrio para a possibilidade do embrião implantar, né? Mas, às vezes os níveis desses hormônios vão variando um pouquinho, né? E essa própria variação às vezes traz aquele sangramento, tinho, que pode ser marronzinho, mas tem mulher que às vezes sangra vermelho, vivo e principalmente, depois da transferência. Isso dá um desespero, né?

Desesperei. É, e até por isso a gente já fez até vídeo é post no blog falando sobre o sangramento pós transferência. Não é porque eu acho que dos sintomas dessa fase, é o que, disparadamente mais da receio. É verdade é e uma coisa legal que eu acho interessante da gente falar dessas desses medicamentos para a transferência também é alguns. Se a gente for pegar para ler a bula é que, na verdade, se a gente for pegar para ler a bula de remédio, às vezes a gente fica doido, né?

Mas alguns vão estar até escrito que não pode usar na gravidez, não é? Ainda, essa pergunta é, não é uma coisa que tem bastante dúvida, é, mas isso porque porque quando a gente engravida naturalmente, o nosso, o nosso ovário, ele participou do processo, então ele estava produzindo aqueles hormônios, né? Quando a gente está em um tratamento em que a gente está tentando imitar o ovário, a gente administra aqueles hormônios que seriam os mesmos que o ovário seria produzido, né? Então, lógico, falando de uma gravidez espontânea que já aconteceu. Não teria motivo para a gente usar essas medicações hormonais, mas para o tratamento elas são fundamentais, não é?

Está para a gente poder preparar para transferir. Não é isso mesmo para receber os imigrantes. É, e aí, alguns desses comprimidos não é que você comentou que existem, que às vezes dá sono, não é? Nessa época da transferência, é, às vezes a gente fala que não necessariamente precisa tomar, que às vezes alguns dá para usar pela vagina, né? Dá pra usar vaginal é que inclusive diminui, né?

O efeito colateral, então, coloca na vagina antes de dormir. Eles estão geralmente absorvidos rapidamente com a gente 30 minutos a 40 minutos no máximo, então uma pessoa pode introduzir na vagina, deita. Aguarda aquele período. Geralmente a pessoa já tem que ser dorme, não é? É?

Ou então se precisar levantar, aguarde esse período de absorção EEO efeito colateral é praticamente zero, é, a gente é menor, não é menor, é EEO. Efeito colateral tende a ser menor. É pessoal, às vezes assusta porque sai um pouquinho, parece da impressão que é uma pomada que fica saindo pela vagina, mas é o veículo da medicação, então é normal. Às vezes perguntam é não absorveu a medicação porque tá saindo? Não, não, absorveu sim, o que sai é o veículo, é normal.

Se se foi respeitado esse período, não é de aplicou, ficou ali, dei tadinho, esperou os 3040 minutos. Hoje, às vezes já deitou até para dormir, que é o que a gente recomenda fazer, né? Aplica com uma última coisa do dia e dorme, né? Mas aí se precisar levantar de madrugada, de manhã, não tem problema, mas realmente ficar vendo aquele pozinho dá uma sensação ruim, né? É o que eu costumo falar é assim, esse mesmo veículo, se a gente tomasse, ele seria eliminado nas fezes que a gente não ia estar sabendo, né?

Então como ele está saindo e a gente está percebendo, gera essa. Essa sensação de que às vezes o remédio está indo embora, mas o princípio ativo mesmo já foi absorvido e já está ali fazendo efeito, não é? É, e aí? Assim, o nosso objetivo hoje era era quebrar um pouco, né? Desse, desse tabu, das medicações, mostrar o tamaninho, da Bolívia, né, de insulina, do preparo, da aplicação, né?

É para tornar o tratamento um pouco menos assustador, né? Isso a gente sabe que já não é fácil ter que definir que a gente vai fazer um tratamento, a gente vai procurar uma clínica, vai lá, tem que fazer outra som, sair do trabalho, muitas vezes viajar, né? Então tudo isso já gera muito medo, então o que a gente puder trazer para facilitar, a gente tá aqui pra isso, né é ver. Cidade. Bom e para quem já é ouvinte assíduo do podcast, já sabe, não é que nesse finalzinho a gente seleciona uma palavra para o glossário, né?

Então é para que a gente possa explicar de uma forma um pouco mais simples. É um termo que é mais técnico, né? Mais específico da reprodução e hoje a gente escolheu uma palavra que é bem representativa do que a gente falou, né, tá? E isso? A palavra é igual a do outro, finas, esse nome difícil.

Na verdade ele representa. Os hormônios, né? Que são produzidos pelo nosso corpo ou os que a gente administra é que estimulam as gônadas. Gônada basicamente, é o ovário e o testículo, né? Então, como a gente está falando na fertilização e na estimulação dos ovários, né?

As gonadotrofinas são os hormônios que estimulam o ovário a trabalhar, então o que fazem ele desempenhar esse papel é que a gente precisa, né, para o tratamento, então espero que com esse episódio, com essa demonstração, a gente possa ter deixado o coração um pouco mais tranquilo, né? De quem está programando um tratamento, não é, tá? Fica mais tranquilo, é conseguir fazer as picadinhas de amor. Aí como é para depois poder fazer aqueles ensaios lindos? Quanta gente já fez que põe o bebê e todas aquelas injeções não é maravilhosa das picadinhas do amor?

E se a gente tiver, né? Uma equipe, porque possa trazer essa tranquilidade, como vocês fazem com muita, muita dedicação, muito amor. Tenho certeza que o tratamento passa mais tranquilo, então muito obrigada pela sua disponibilidade hoje e por todas as picadinhas de amor que você já ensinaram. Fazer nesses anos todos agradeço até o próximo podcast, gente, tchau, tchau. Obrigada por assistir ao papo de tentante.

Para enviar seu relato, dúvida ou sugestão? Mande um e-mail para papo de [email protected] ponto, ber. Aproveite e acompanhe os efeitos no Instagram e no YouTube para ficar por dentro das novidades. O conteúdo deste podcast é meramente informativo e não substitui uma consulta com o médico especialista. Te vejo no próximo episódio até lá.

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