O que esperar de uma consulta com um especialista de Reprodução Humana? Quais exames são importantes? Qual o passo a passo dessa consulta? No episódio do podcast de hoje teremos a presença da Dra. Rafaela Ishimura, uma das médicas especialistas do CEFERP, para falarmos sobre dúvidas de primeira consulta. Assista o episódio completo e confira!
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Transcrição do episódio
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Olá, aqui é a Dra. Camilla Vidal, médica especialista em reprodução humana do MC ferp, centro de fertilidade de Ribeirão Preto. Seja bem-vindo ao podcast papo de tentante, um espaço onde compartilhamos informações sobre o universo das tentantes em busca do tão sonhado positivo. Aqui você poderá compartilhar suas experiências, se inteirar sobre os assuntos de reprodução assistida e ainda conferir relatos de mamães que já passaram pelo tratamento e tiveram o seu positivo. Você também poderá conferir novos episódios quinzenalmente.
E assistir ao episódio em vídeo pelo YouTube do MC ferp vamos ao episódio de hoje. Olá, sejam bem-vindas a gente primeiro podcast de 2023 e vamos entrar o ano com o pé direito, né? Rafa, oi gente, tudo bem? Primeiro podcast do ano e a gente vai falar um pouquinho do que esperar numa consulta, né? Com especialista de reprodução humana.
Quais exames são importantes? Qual é o passo a passo dessa consulta, né? É o nosso objetivo, né? Rafa, é, é da gente tentar quebrar um pouco o tabu que é passar por um especialista, né? Eu falo muito isso em consulta assim, olha, você já teve muita coragem de passar da porta pra dentro, né?
Porque? Parece que há 11. Coisa assim, é meio que a gente, entre aspas, assumir que a gente precisa de alguma coisa e isso é muito difícil, né? Então o nosso objetivo é justamente explicar que não é nenhum bicho de 7 cabeças, né? O que que a gente faz nessa consulta sobre o que a gente conversa, né?
Quais os planos de de tratamento vão ser possíveis, né? Entender tudo isso, exato, porque assim, toda a infertilidade, né, todo o quadro ela é roteada de um Monte de frustração, expectativa. Viva, né? Então, a paciente realmente, o casal não é fica naquela expectativa de como que vai ser. E aí chegou O Grande Dia e que que a gente precisa para se preparar para essa consulta não é?
Vou dar até um exemplo pro por mim, não passei por especialista, não estou tentando engravidar até o momento, mas eu tinha marcado uma consulta com um médico por 11, algo que eu precisava acompanhar, né, da minha saúde, e aí eu fiquei assim, gente, mas falta um mês para a consulta? A mais falta 2 semanas para consulta e aí na semana da consulta eu recebi uma ligação, olha o doutor teve um problema, vai precisar remarcar. Gente, aquilo pra mim foi tão frustrante de jogar mais pra frente, porque a gente fica, né? A gente fica se perguntando, não é como vai ser? É um universo, né?
Ali à parte, né? Então o nosso objetivo hoje é trazer esse universo um pouco mais, mais próximo, né? Mais palpável, porque toda infertilidade ela já gera toda uma ansiedade, né? Então o casal já vem de uma expectativa de uma espera que pra gente falar infertilidade, né? Camila geralmente é após um ano, né, que o casal está tentando abaixo de 35 anos.
Ou 6 meses, quando a paciente já tem mais de 35 anos, então já é um longo tempo de espera, não é por realizar esse sonho. E aí chega o momento da consulta, que é quando a gente vai precisar de buscar o especialista, de buscar a investigação e o tratamento necessário. Então a expectativa é muito grande, sempre é. E assim o legal da gente falar dessa Questão de Tempo, né é e de tabu. É porque hoje o tabu é tão grande que a recomendação é essa, né?
A até os 35 dá pra esperar um ano e depois dos 35 dá pra esperar 6 meses. Quantas vezes você atende uma paciente que está tentando só entre aspas? Não é só gente, mas quantas vezes você atende uma paciente que olha, deu um ano? Procure especialista é a melhoria, né? Normalmente a paciente vem depois de 357 anos, né?
É, mas justamente muito porque, porque tem todo esse, esse não sei se é mito a palavra, mas tem toda essa questão, né? Em cima ali do da consulta, né? Porque você buscar a consulta, é como se você tivesse assumido que você é infértil, né? E aí, esse tabu é. Muito grande mesmo, e falando sobre isso, essa questão de esperar para buscar ajuda não é isso é um fator ruim para a infertilidade, porque, principalmente para a mulher que a gente já comentou inúmeras vezes que a questão ovariana do tempo, da idade, a gente tem uma piora grande, né?
Da reserva ovariana, então, acaba que aguardar muito tempo. Esperar muito, pode piorar bastante o prognóstico, né? Do tratamento é e o que muita gente não sabe é que a questão do tempo de infertilidade a gente leva em consideração até pra tipo de tratamento, né? Haha certeza, porque. Isso determina também chances de sucesso, não é em tratamentos de baixa complexidade de alta complexidade, então às vezes, se você pudesse passar por isso antes, talvez você teria um cenário de reserva ovariana melhor.
Um tempo de tentativas mais curto entre aspas, mas que permitiria às vezes abordagens até menos invasiva, né? E que muitas vezes a gente não busca porque tem a sensação que você falou de chegar lá e assumir que não consegue ou de chegar lá e pensar, poxa, então tô indo lá, vou ter que fazer uma FIV de todo jeito? Então, nem sempre é assim, não é? E é isso que é muito importante. O tempo de infertilidade leva em consideração até pra qual tratamento, porque igual a Camila falou, às vezes a gente tem os tratamentos de baixa complexidade, mas eles não são tão recomendados para paciente que já está há muito tempo, né?
Então isso é importante, sim, a gente assumir isso, ir buscar o especialista geralmente, né? Um ginecologista que a gente vai marcar, né? Que seja especialista na área de reprodução humana e isso é uma coisa muito interessante, né, que é importante ter. O título ou pelo menos a residência que são validados pelo rq, que é liberado pelos pelo conselho federal de medicina e que é muito importante para a gente saber que aquele especialista realmente vai ser especialista nessa área, né? É isso, é um ponto importante da gente ver, né?
Porque assim é, ainda não é a fertilidade. A reprodução ainda não é uma área tão bem divulgada, conhecida, né? E às vezes a gente ouve, né não, mas aí eu fui aí eu fiquei, sei lá quanto tempo e faz um exame primeiro, pesquisou um, depois pesquisou outro, depois eu fiquei não sei quanto tempo, induzindo ovulação. E é um tempo precioso. Tempo é óvulo, né?
Com certeza. Então é se a gente puder otimizar, poxa, já é desgastante mesmo quando você está no seu ginecologista de rotina, né? Vamos dizer assim, você tá lá induzindo ovulação, já é estressante, então às vezes a gente otimiza. Então essa questão de buscar saber se a pessoa realmente é especialista é justamente nesse sentido, como é que a gente vai fazer para otimizar, conhecer todas as variáveis e buscar o caminho que seja mais assertivo, né? Isso e não só, né a gente encontrar o profissional que seja mais adequado que você sinta bem.
Mas também encontrar uma clínica, né, de reprodução, que seja reconhecida, que tenha, é todos os parâmetros que você vai se sentir acolhida e com o tratamento todo dentro dos parâmetros científicos, né? Então, além, né da gente escolher o especialista, a gente vai escolher uma clínica ou consultório médico pra gente poder avaliar. E essa primeira consulta, né? Que a primeira consulta que o casal chega pra gente vai ser pra gente conhecer um pouquinho da história desse casal, então a gente vai fazer algumas perguntas sobre histórico, né? A história menstrual dessa paciente.
Se esse casal tem alguma patologia, você tem algum fator de risco, né? Pra gente conhecer um pouquinho da história e poder estabelecer os possíveis diagnósticos. É então assim, basicamente a gente é a primeira consulta. É uma conversa, né? É uma conversa pra gente conhecer todo Oo histórico de saúde, né?
Então acho interessante Rafa gente pontuação em algumas coisas, porque tem gente que já chega com tudo, organiza Dinho, né, teve uma vez, até comentei com uma paciente para nossa, é satisfatório checar seus exames porque tem ali todas as anotações disso, daquilo, daquilo, outro. Mas às vezes a gente quer se preparar, né? Como é que a gente vai se preparar para levar o que? Que será que o médico vai precisar? Às vezes a gente fala, olha, traga exames voltados para a fertilidade, vou lá eu saber quais são os exames voltados para a fertilidade, né?
Então, acho que se a gente é conseguir falar um pouquinho assim, do que que o que que a gente vai fazer nessa primeira consulta? Como que o paciente se prepara Pra Ela, né? Então falando no que que a gente vai fazer? Basicamente a gente vai conversar, né? E aí, as perguntas que a gente pode fazer a primeira, você falou da questão da menstruação?
O aplicativo ajuda muito, né? Todo mundo já tira alí, já sabe, né? Mas a gente sempre pergunta. Conta também, né? Doenças uso de alguma medicação, histórico de tratamentos anteriores, né?
Isso é um fator que é muito importante para a gente conhecer, né? Porque às vezes a pessoa, ela tá tão é desgastada, né do caminho? Olha, eu já fiz ali 3 tratamentos. Foi assim agora, não tem embrião congelado, vou ter que ir nossa pro quarto tratamento, só que as informações desses 3 tratamentos são muito valiosas para nós, né? Porque a gente vai conhecer como seu corpo reagiu a esses tratamentos, qual é a qualidade dos embriões que você forma, né, então?
São pontos importantes que se você já fez algum tratamento, também, provavelmente vão ser perguntados nesse momento, né? É aí então, a gente vai perguntar, se patologias, uso de medicamentos e esse casal já fez alguma cirurgia, né? A história menstrual? Esses ciclos são regulares, se a paciente tem cólica menstrual, se ela tem sinais de ovulação, que às vezes tem paciente que sente bastante, né? O muco, aquele que estão no meio do ciclo, que é quando tem a ovulação, né?
E essa questão dos tratamentos anteriores, que é para realmente a gente ter uma base de como que a resposta dessa paciente? Tentou Mariana quanto endometrial, né? E aí a gente fala para trazer essas esses exames, né? Então, os exames são alguns que a paciente já pode ter feito para alguma investigação prévia, então, por exemplo, se tiver um ultrassom transvaginal com, por exemplo, uma contagem de folículos, é interessante pra gente ter uma noção da reserva ovariana. Se o marido já tiver feito um espermograma para a gente ver se tem algum fator de infertilidade masculina, porque isso é importante.
Lembrar que a consulta é do casal, né? Então a infertilidade do casal, a consulta é do casal. Então a gente vai avaliar todo o casal em relação às patologias, hábitos, cirurgias, exames prévios, né? É, ninguém engravida sozinho, né? Quantas vezes é eu?
Pelo menos acho que você também já deve ter recebido muito. Às vezes você vai checar os exames. AA pessoa trouxe assim, olha, não, eu trouxe, por exemplo, só o exame do meu marido, porque a alteração aí do exame dele, o meu, tá tudo certo, tudo bem, pode ser que esteja realmente, mas como está agora, será que a gente tem agora alguma informação, né, da sua reserva ovariana de agora, será que tem algum mioma? Possa estar ali no caminho, atrapalhando. Então a gente vai depender também, né?
Da dos fatores dos 2, né? Então, por isso que a gente defende desde lá do início. Olha, tem que avaliar o casal e nesse momento, né? Na consulta com o especialista, a gente também vai precisar conhecer do casal, porque os 2 vão passar pelo tratamento, né, Rafa? E até porque tem uma parte das causas de infertilidade que são associadas tanto da mulher quanto do homem, né?
Então, acho que 20% das causas são associadas, né? Então, por exemplo, a gente às vezes tem casa também de paciente com que, por exemplo, já tem um fator definido de infertilidade. Como por exemplo, síndrome de ovário policístico e às vezes o marido. Há então eu não preciso te fazer o espermograma porque está tudo certo, mas não pode ter uma causa associada. Isso influi também no sucesso em todos os fatores do tratamento.
Então a infertilidade do casal e a investigação também é do casal, né? É. Às vezes eu brincando, mas isso senão casasse com ela. Se casasse com outra pessoa, não é? Não tem como a gente saber uma coisa não exclui a outra, né?
É com certeza. E aí outros exames, né, que se tiver também é interessante trazer para a consulta, por exemplo, uma avaliação das trompas, né? Se o casal já tiver feito alguma investigação. Que pode ser, por exemplo, a Ester. Os ônus ao pingo, que é um exame puro, ultrassom para a gente poder ver se as trompas são pérvias a histerosalpingografia, né?
Se a paciente já tiver realizado alguma dosagem hormonal, então, por exemplo, dosagem de exame da tireóide, que é o tsh, prolactina, tudo isso também pode ajudar a gente, né? Em algumas investigações, se o casal já tiver feito alguma investigação genética que, por exemplo, o cariótipo, né, que é o estudo genético para a gente poder avaliar se é normal ou não, né? Então tudo isso são informações que podem. Aumentando a questão da consulta e ajudar nos diagnósticos, né? É?
E às vezes a gente está aqui falando um tanto de exames de nome diferente, né? Cariótipo né é e a gente já tem episódio no podcast falando só sobre os exames. Está lá no comecinho, vocês vão ter que voltar um pouquinho mais. Tem é e alguma outra dúvida que vocês tenham, vocês vão mandando pra gente também. No post, no direct que a gente vai falando sobre esses outros exames é alguns, né?
A gente costuma orientar assim, olha, vamos ter avaliações mais recentes. E outros, eles não têm muita prazo de validade, né? Vamos dizer assim. Então, por exemplo, quando a gente vai avaliar hormônios, né? Tireoide pro lectina o próprio anti milleri ano, né?
É? É válido a gente ter uma informação de como ele era antes, mas eles são exames que são um pouco mais. É tempo sensíveis, né? Vamos dizer assim, então é OA chance da gente precisar de novos exames desses, é bem alta dependendo do intervalo, né, do exame agora, por outro lado, quando a gente faz uma avaliação da parte genética, o exame do cariótipo, né, a gente olhar ali os cromossomos. Uma vez que a gente olhou teoricamente, não tem porque a gente repetir, não é?
Então você está na dúvida, você leva e o médico olha, outro exame tem essa questão importante da validade, né? Que provavelmente até se você não tiver, vai ser solicitado. São as sorologias, né? E que são os exames que envolvem de HIV? Pati, te sífilis, que são obrigatórios pela vigilância sanitária, pela Anvisa, para poder realizar alguns tipos de tratamento, então, por exemplo, para fertilização in vitro, que é o tratamento de alta complexidade.
Então, provavelmente vai ser necessário essas sorologia. Se elas possuem essa validade, que geralmente é de 6 meses, não é? Então, se o casal também já tivesses exames recentes, já é interessante levar pra não ter que colher novamente, né? Então é isso. É interessante também é às vezes que a gente já fez tratamento, né?
Tem paciente que às vezes fez transferência, não deu certo, já acabou marcando, né? A consulta e já tem esses exames, não precisaria fazer de novo, né? Então, assim, isso é basicamente é o que a gente orienta de mais importante, de como se preparar. Dos dados que você já pode ir ali separando na mente, né? Lembrando do histórico da família, dos seus remédios, dos exames que você vai levar agora.
Olha, já me preparei, já anotei tudo isso, já levei meus exames, cheguei na consulta que que a gente pode pedir nessa consulta, o que que a gente pode fazer de diferente além dessa conversa, né? A gente pode, principalmente, se você for a uma consulta em uma clínica, né? É, você, tende a já fazer às vezes um ultrassom, né? No mesmo momento da consulta e, dependendo do caso, a avaliação do espermograma também, né, Rafa? E é isso, é uma questão interessante que muitas pacientes às vezes perguntam para a gente ai, doutora, mas eu vou na consulta menstruada, não é?
E será que tem problema? Não é chegar na consulta menstruada? Fazer ultrassom menstruada é, e na verdade a gente comemora, né? Quando os pacientes vão menstruada e todo mundo estranha, porque assim se você pensa em marca lá, o seu ginecologista de rotina, você menstrua. A primeira orientação é não olha, então vai ter que remarcar, porque porque quando a gente vai no ginecologista de rotina, a gente vai fazer principalmente o exame do papanicolau, né, aquele que a gente vai ali passar o aparelho pelo co olhar, o colo do útero.
E aí sim, nesse caso, se você está tentar menstruando, né? O exame pode ficar falseado agora, para nós, pensando no ultrassom, o é excelente que você esteja no período da menstruação, porque o nosso objetivo desse ultrassom é avaliar a reserva ovariana e o melhor momento é na menstruação, né? É que a menstruação é como fosse o início de um novo ciclo, né? Ela zerou o ciclo passado e vão começar, vai começar um novo ciclo menstrual e aí no começo do ciclo é quando a gente recruta os folículos para eles poderem crescer. Então esse é o melhor momento para a gente poder fazer a contagem de folículos antraz, que é o exame importante para a gente poder avaliar a reserva ovariana, não é?
Então é ideal estar menstruada mesmo, então vocês já sabem, não precisa remarcar a consulta também, não precisa ficar refém da menstruação. Para marcar isso, a avaliação, ela pode ser feita em outras fases do ciclo. É que, teoricamente, o período ideal, né? O período mais confiável é na menstruação, então, às vezes, quando a gente conta fora desse período, né e tem alguma variação. A gente tende a falar não, então vamos tentar repetir.
Na menstruação tem uma outra avaliação, né? É, e esse ultrassom da consulta, né, Rafa, quando a gente faz, ele ajuda nessa questão da reserva ovariana, que é um ponto importantíssimo para a gente pensar em qual tratamento a gente vai seguir. Chances de sucesso, né? Mas ele traz mais informações também, né? Porque a gente pode ver o ter a parte anatômica, né?
Isso, então a gente vai avaliar toda a questão do útero, a cavidade, né? Se tem alguma alteração que também vai ser importante a fase ruim do metro, que também é importante para o tratamento, né? Então a gente vai avaliar toda a questão da anatomia uterina e ovariana, não é? E aí, outro exame que pode ser realizado na consulta. Principalmente, né?
Se for numa clínica de reprodução, é o espermograma, né? O espermograma é interessante ser realizado em uma clínica especializada, porque a gente consegue avaliar alguns fatores que às vezes não são avaliados em laboratórios, não, por exemplo, a capacitação, né? O recuperado dos espermatozóides, que são aqueles que são progressivos, móveis, né? Então é bem interessante também. Pra poder fazer o espermograma, aí alguns casais até perguntam, né da abstinência?
Atualmente, a gente tem recomendado de 2 a 3 dias, né? Mas aí a gente pode tentar acolher nessa consulta ou também não é obrigatório, né? Se o casal preferir remarcar e depois agendar o espermograma separadamente, também pode. É porque isso é outra coisa que é bem, é bem comum, né? Falar porque normalmente, como tem esse período de abstinência e tem muitos casais que são de fora, a gente tenta otimizar essas orientações e otimizar as vindas, né?
Então, quando o casal marca se tem essa possibilidade, a gente normalmente orienta, olha, talvez. Pode ser que você precise fazer o espermograma, então é a gente recomenda o período de abstinência e aí é muito comum a pergunta, não, mas eu já estou levando, tenho 3 espermograma, o último eu fiz esse ano ainda vai precisar fazer outro, né? E às vezes sim, porque entra nesse ponto, né, que é o que você comentou. Quando a gente faz uma análise, é específica, né? Em um laboratório de reprodução, a gente consegue ter mais, é ferramentas ali acabar tendo mais informação sobre essa parte, né?
Da capacitação às vezes tem algum, um, alguns laboratórios que vão fazer uma análise de morfologia diferente, né? Não só aquela morfologia. De kruger avaliação de fragmentação, então são exames que são um pouquinho mais específicos que laboratório de análise comum. Vai estar habituado, né? Eu sei que é chato para o homem, né?
Porque é um exame chato, mas até nesse sentido, sabe quando é? A gente fala em espermograma, em clínica de reprodução, como a gente está muito, pelo menos pelo meu ver, né? Como a gente está muito habituado do quanto isso é desconfortável, a gente tenta ter um cuidado muito maior, né? Então, por exemplo, a sala ser isolada, você não chamar a pessoa em voz alta ou fulano chegou aqui só na hora de fazer o espermograma? Né?
Ou então, sei lá, no meio do corredor, ou até que seu potinhos terminou, você me devolve como a gente lida e a gente sabe o quanto isso é incômodo. Às vezes eu sei que é chato. Ainda assim fazer o exame, mas fazendo uma clínica de reprodução, às vezes torna isso um pouco menos desconfortável, né? Porque quando você vai para um laboratório de análise, eles estão fazendo ali colhendo o sangue. Eles estão fazendo exame de urina, eles estão fazendo um Monte de coisa, é, é outro fluxo, né?
Então, às vezes Oo desconforto, constrangimento pode ser até maior, né? É com certeza isso é importante também. E aí, né? Passando a consulta? Então, a gente conversou sobre a história da paciente, os tratamentos prévios, já olhou todos os exames que ela trouxe e agora a gente vai pensar nos próximos passos, né?
Então, em geral a gente vai explicar os tratamentos disponíveis, quais tratamentos eles são adequados para cada caso. Então, por exemplo, se é um fator masculino muito grave, às vezes vai ter que direto para a fertilização, que seria alta complexidade. Às vezes pode a gente pode começar com namoro programado, o que seria o tratamento de mais baixa complexidade? A gente também tem um podcast, né? Sobre todos os tratamentos disponíveis.
E aí a gente vai explicar sobre as taxas de sucesso, como que são as etapas do tratamento, né? E deixar tudo esclarecido e aí podem ser necessário solicitar outros exames, né? Alguns que estavam faltando fazer uma complementação diagnóstica, né? Camila? É o que eu acho legal dessa parte que você comentou dos dos tratamentos, né?
É porque na nossa área, né? Na reprodução a gente, na verdade, a medicina não é muito exata como um todo, né? Mas acho que na nossa área isso é mais ainda, porque é, vou dar um exemplo até por mim, quando eu entrei na faculdade. Eu achava que era assim, olha, bom essa doença é tal o remédio que a gente trata é esse. A gente trata por tanto tempo, depois vai melhorar.
E aí quando a gente entra na faculdade, a gente vê que não é nada disso, né? Olha, pode ser que seja. Essa doença, pode ser que esse remédio melhor e como pode ser que não melhor? Então são muitas variáveis para considerar e na reprodução humana não é diferente, né? Então quando a gente fala nessa conversa, né, a gente apresenta, é o que você falou, a gente apresenta os tratamentos disponíveis, mas normalmente a gente não tem um caminho só.
Olha o seu caso, é esse, o único caminho é esse, se não não vai dar certo. Não é o nosso objetivo. Vai ser aconselhar, não é? Olha o que que a gente espera de chance de sucesso com esse caminho e com esse outro, que que esse aqui vai trazer de bom o que que aquele outro vai trazer de bom? Porque é uma decisão em conjunto, né?
Rafa é e levando principalmente em conta, né? A questão das taxas de sucesso, né? Que, por exemplo, a gente sabe que o tratamento de baixa complexidade ele tem uma taxa de sucesso um pouco mais baixo, mas ele é custo efetivo, né? É porque ele também tem um custo mais baixo, então a gente vai pondo na balança tudo isso com o casal e a escolha é conjunta, né? Não é do médico.
Sozinho, então a gente vai fazer uma decisão em conjunto com um casal para qual tratamento melhor se adequada, não é? É. Eu lembro muito de um caso que tem alguns que que marcam, né? É como você comentou, né? A questão do das das chances, normalmente com a baixa complexidade, elas tendem a ser um pouco menores.
Quando a gente olha um tratamento isolado, comparado a uma fertilização. Então mulheres depois dos 35, principalmente depois dos 40, a gente tem uma tendência maior em pensar na fertilização para tentar otimizar as tentativas, né? O nosso objetivo é não ficar investindo muito tempo, porque como eu falei, tempo é ó. Óvulo e a gente quer otimizar aquela reserva daquele momento, pensando na idade. E aí eu atendi um caso, né?
Ela tinha 41 anos e aí conversando a gente falando sobre, né? As chances, olha, tem esse caminho da inseminação, mas tem o caminho da fertilização. Tem a questão das chances e tal, hã? Não? Mas eu já tinha, a gente tinha pensado na inseminação mesmo.
Eu falei, olha, tudo bem, a gente tem que colocar na balança aqui, talvez leve um pouco mais de tempo, talvez pode ser que a gente não tenha sucesso e mude para a fertilização. A gente foi fazer a avaliação da reserva ovariana. Ela tinha uma reserva muito acima da média. Aí ela já falou, tá vendo, ó, tá tudo certo pra eu fazer minha inseminação e eu lá olha, tudo bem, mas quantidade nem sempre é qualidade, né? Enfim, conversamos e chegamos a decisão de que ela falou não, pelo menos uns 3 ciclos de inseminação eu vou tentar, eu falei, então vamos lá porque uma vez que a gente colocou tudo isso na balança com a transparência a gente vai se dedicar para aquele caminho que a gente escolheu junto, né?
E a gente foi para o primeiro ciclo de de inseminação. E ela não engravidou no primeiro. É? É? Pois é.
Tem coisas que são pra ser mesmo, com certeza. Então a gente leva, né? Rafa, em consideração, é, e aí? Outra coisa importante nessa questão do tratamento dessa primeira consulta é o momento de você conhecer o profissional, né, que você vai lidar, porque o tratamento ele é uma jornada que para alguns pode ser mais breve, mas para outros pode ser uma jornada mais longa, né? A gente sabe que a taxa de sucesso do procedimento não é 100%, então não são todos os casais que vão engravidar de primeira, então é muito importante você escolher um profissional que você confie.
Que você sinta acolhimento, não é uma clínica em que você se sinta bem, né? Pra poder fazer o tratamento ser mais leve o possível, né? Então isso é muito importante. Essa relação de confiança que você precisa de estabelecer com o profissional, que vai poder guiar o seu tratamento melhor, né? É, e isso acho que é um dos pontos mais importantes da primeira consulta, porque assim, quando a gente está nesse caminho da infertilidade, muito da parte técnica a gente sabe, né?
Tem umas pacientes que eu falo, falei, olha, você já pode trabalhar aqui com a gente, depois que passar a sua licença, porque elas pesquisam muito bem, então assim acaba que a parte técnica, lógico, é importante a gente ter o aconselha. Muito profissional, mas muitas pacientes às vezes já passaram por um profissional por outro, então já já tem essa noção um pouco melhor. Então, às vezes, passar na consulta serve para você conhecer e saber se, entre aspas, bateu o Santo, né? Porque precisa disso. Existem perfis de médicos e existem perfis de pacientes que vão se dar melhor ali, né?
É então, isso serve para você conhecer e saber se você realmente conseguiria, né, confiar naquela pessoa, construir uma boa relação, né? Sentir segurança tanto como profissional quanto com a clínica, né? Onde você pensa em fazer o seu tratamento? Então essa primeira consulta é um momento oportuno para conhecer a clínica, então saber da estrutura, conhecer o restante da equipe, né? É saber como funciona a parte laboratorial.
Enfim, você ter a sua primeira impressão ali, né? É, eu costumo falar muito isso também quando em consulta de pré-natal, né? Assim não, não faço mais, mas assim, para quando a pessoa vai escolher o médico que vai fazer o pré-natal, né, porque você vai passar 9 meses, né? A pessoa vai te acompanhar no momento do parto. Que você vai estar ali desesperada nos seus instintos, né?
Mais de dor de tudo, então você precisa ter ter uma pessoa, né? Com que você possa contar, confiar, né? É então acho que a consulta do do do pré-natal nesse ponto ela é muito parecida com essa primeira consulta do especialista, né? Tem que ter 111, troca muito boa e você tem que conseguir se se abrir, né, pro com aquela pessoa ou qualquer a clínica que você escolheu, né? Rápido é e principalmente confiar também, né?
Porque se não, a gente acaba entrando numa briga que às vezes não vai te levar a nada. É uma ideia, todo mundo, todas as partes envolvidas estarem naquele objetivo juntas e confiando uma na outra para ter o melhor resultado possível, né? É, até porque é falando, eu sei que em muitas áreas é assim, mas na reprodução humana é como é um campo muito novo, tem muitas coisas que ainda não são conhecidas, né? Então a gente já fez podcast sobre porque o tratamento não dá certo. Sobre falha de implantação e a gente vê que tem um Monte de possibilidades, né?
A dá pra fazer exame disso, daquilo, daquilo, outro. Análise genética e pesquisar essa trombofilia e receptividade de um Monte de coisa e às vezes a gente vai ficar perdido, né? A gente é bombardeado de um tanto de informação. A gente se sente culpado de falar assim, poxa, será que eu não devia estar fazendo então tudo isso para o meu tratamento? Dá certo, né?
É e a gente fica meio sem rumo, né? Pra onde a gente vai seguir? E aí existem é linhas e linhas, né? A gente falou um pouco, né? Sobre essa questão de seguir é recomendações científicas da gente tentar se se pautar, né?
Nos trabalhos no que a ciência mostra para nós. É, mas cada profissional vai ter 11 linha de conduta nesse sentido. Então, o que você falou de confiar? Eu acho que vai muito nisso também de você encontrar um profissional com que em que você confie nesse tipo de conduta, né? Porque vão ter opções de ter condutas muito intervencionistas da gente, fazer um Monte de exames, vão ter profissionais muito mais cientificistas, vamos dizer assim, né?
É, então é importante você escolher Oo perfil que você se adapta, né? Que você se sinta bem. Para que você possa confiar nesse sentido, porque se a gente começa, às vezes a procurar, né? É a não. Mas eu vi.
Eu vi isso aqui, mas eu vou pesquisar na internet, a não, mas eu vi isso aqui, mas a minha amiga falou que tinha que fazer. É, é muito sofrido, né? A gente fazer dessa forma, né? Com certeza, e aí começa a desgastar a relação, né? E aí, a jornada que já é longa, às vezes desgastante, se torna mais pesada ainda, né?
Então o ideal é isso. A gente escolheu um lugar que você se sinta bem, né? Um profissional que você sinta acolhida e que você se identifique para ter um tratamento mais tranquilo, né? E para ter abertura, né? De de perguntar.
Não é a se você pensar, poxa, eu vi sobre esse exame aqui. Será que seria indicado esse exame para o meu caso? Então, buscar às vezes uma clínica, um profissional que esteja aberto a te responder, te posicionar? Olha, sim, não, porque vamos definir, fazer ou não fazer, né? Isso é o mais importante, né?
É com certeza, e aí, além disso que a gente conversar sobre os tratamentos disponíveis, a gente vai falar também sobre os exames que não são necessárias e perguntar é, fui devagar, não responde. Porque podem ser necessários realizar novos exames, não é? Eu tinha comentado sobre a sorologias que alguns tratamentos são obrigatórios, né? Então, se o casal ainda não tiver, vai ser necessário colher astrologias, que são recomendações da vigilância da Anvisa para a gente poder ter mais maior segurança do laboratório, né? Mas podem ser necessários outros exames, né?
Camila? Principalmente para o casal, que às vezes já veio de um tratamento em anterior, já veio negativo anterior, então a gente pode propor pra se causar algumas investigações, né é? E aí entram naqueles exames já bem mais específicos, né? Acho que foi com você que a gente gravou, fez um outro podcast, fez live também, né? Como falar sobre porque o tratamento não deu certo?
Aí é. Entram naqueles exames, pesquisas, vezes de trombofilia, né? Pesquisa da parte do endométrio, então avaliação, histeroscopia, biópsia de endométrio, né? É discutir, né? Custo-benefício de outras investigações então rastrear endometriose, adenomiose outros parâmetros endometriais, aí a gente vai entrando mais no nos detalhes, né?
Vamos dizer assim, da reprodução humana. Que podem ser necessários, como você comentou, não é para aqueles casos, principalmente que já tenham feito um tratamento. É esse é um assunto bem amplo. Não vou entrar muito nesse agora, né? Sobre essa questão de quais exames a gente pedir, para quais pacientes, porque às vezes gera, né?
Essa, essa sensação de poxa, mas se tem esse tanto de exame, por que que a gente já não faz, né? Porque entra na até no, na questão da custo, efetividade que você falou, né? Às vezes, muitos exames tem um risco muito pequeno de alteração, alteração, uma relevância ainda muito questionável. Então a gente vai reservar para aqueles casais que possam precisar e às vezes na consulta, a gente vai identificar. Dependendo do histórico do casal, mas às vezes a gente vai identificar só ao longo do tratamento, né?
É então, no final das contas, né? Além desses exames de investigação básica, que é a reserva ovariana, avaliação das trompas, a avaliação do fator masculino, que seria com o espermograma obrigatório mesmo para iniciar o tratamento, é praticamente a sorologia, né? Então, às vezes os casais até pergunta, mas só isso que eu tenho que fazer na próxima menstruação? Eu já tô pronta, já posso ouvir. Mas é isso mesmo, né?
Porque não é necessário nada disso que a gente comentou esses rastreios adicionais, nenhum é obrigatório para poder começar o tratamento, né? Exatamente e assim, o uma coisa que eu acho interessante, a gente pontuar também, né? Falando de tomar coragem e marcar essa consulta com especialista é que você passar numa consulta, não é sentença de fertilização, né? Não é nem sentença de tratamento. Muitas vezes assim, o tratamento que eu digo né, inseminação, fertilização, mesmo, namoro programado, né?
É, eu já atendi. Os pacientes, né? Que às vezes até por um período menor de tentativas, então menos do que nesses 12 meses foram por receio mesmo, né? Às vezes a gente tem medo, será que tá tudo bem mesmo? Será que tá tudo certo?
E aí, depois de avaliar, ver que o que dava para medir, estava tudo certo. Na conversa eu falei, olha, a gente pode continuar tentando mais um pouquinho e aí, se não der certo, aí você volta, né? É? E aí muitas acabam engravidando nesse caminho, né? Então o é passar por uma consulta com especialista não significa necessariamente que você vai dar ali pra fazer um tratamento, né?
Você vai buscar informação, você vai. Buscar entender o que está acontecendo com você. Será que tem alguma coisa mais que a gente possa otimizar? Nas tentativas, não é? É então, é.
É muito maior do que a gente só pensar em em mecanicamente, ali, no tratamento, né? E, às vezes, pensar dessa forma facilita, né? Se você está com uma lesãozinha aqui, você vai lá no dermatologista para ver o que que é, né? Se você tá, sei lá com um, alguma coisa está com suspeita de se a sua pressão está alta, você vai lá no cardiologista, você vai fazer os exames, isso não significa que você vai fazer uma cirurgia no coração, por exemplo, né? Então, com o especialista em reprodução humana.
Não acho que tem que trazer um pouco essa, essa visão também. Eu vou lá para saber o que que está acontecendo com o meu potencial reprodutivo. O que que eu vou fazer com essa informação? Eu vou ver depois, né? Então é isso, né?
É importante quebrar esse tabu que ainda existe, né? Não tem problema a gente ser avaliada a ser aconselhada, né? Vê se a gente tem que fazer alguma coisa, mas não é sentença de tratamento, isso que é o mais importante, então isso é importante pra gente buscar ajuda mais cedo, buscar esse aconselhamento mais cedo, porque como a gente comentou esse quanto mais cedo né, muito importante como um fator até prognóstico do tratamento. Porque a gente sabe que isso vai influenciar lá no futuro, não é? E quanto mais cedo, maior a probabilidade da gente conseguir fazer tratamentos menos invasivos, né?
E ter chances de sucesso maiores, né? Então vamos trabalhar para gente desmistificar esse negócio que a gente tava falando, né? De que passar por uma consulta é é assumir que a gente não consegue não, né? A gente vai para ser avaliada como a gente vai por qualquer outra alteração que a gente tenha suspeita, né? É isso não é vergonha e nenhum problema pra ninguém, né?
Então a gente tá aqui pra mostrar pra vocês isso. Pra gente quebrar esse tabu e para vocês também compartilharem esse podcast, né? Compartilhar esse conhecimento com alguém que às vezes tá tentando engravidar e que ainda não procurou? Especialista, né? Exatamente, acho que depois dela ouvir ela ou ele, né, ouvirem isso, que a gente tá conversando, vai dar um pouquinho mais de calma para passar por uma avaliação, entender tudo isso um pouco melhor, né?
Então o nosso objetivo é que a gente comece 2023 com esse olhar mais otimista, né? Mais positivo para a avaliação do especialista, né? É pra pra avaliação de fertilidade como um todo, né? Que isso não seja realmente motivo, como você comentou, de vergonha, de tristeza, de tabu, né? Então ajuda a gente a compartilhar essa informação.
Manda esse podcast para aquelas pessoas que estão ali protelando, não? Depois eu Marco a não aconteceu alguma coisa, vou precisar remarcar, não custa nada conversar, entender, às vezes só isso já ajuda o coração a passar um pouco mais tranquilo, independente do caminho que for escolhido a ser seguido a partir dali, né? Isso então é isso pra gente poder começar 2023 com o pé direito, né? E a gente está muito feliz com a participação de todos. Muito obrigada novamente pelo convite.
Foi muito legal, eu que agradeço, espero outras vezes a gente ter essa oportunidade sempre. Vamos conversar muito esse ano ainda. Tchau gente, feliz Ano-Novo, um beijo, gente. Obrigada por assistir ao papo de tentante para enviar seu relato, dúvida ou sugestão? Mande um e-mail para [email protected].
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