Neste episódio mais do que especial, convidamos algumas das mamães que fazem parte da equipe do CEFERP para compartilhar conosco relatos emocionantes sobre a maternidade. Você não pode perder!
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Transcrição do episódio
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Olá, aqui é a Dra. Camilla Vidal, médica especialista em reprodução humana do CEFERPcentro de fertilidade de Ribeirão Preto. Seja bem-vindo ao podcast papo de tentante, um espaço onde compartilhamos informações sobre o universo das tentantes em busca do tão sonhado positivo. Aqui você poderá compartilhar suas experiências, se inteirar sobre os assuntos de reprodução assistida e ainda conferir relatos de mamães que já passaram pelo tratamento e tiveram o seu positivo. Você também poderá conferir novos episódios quinzenalmente.
E assistir ao episódio em vídeo pelo YouTube do MC ferp vamos ao episódio de hoje. Oi, pessoal, sejam bem-vindos a mais um papo de tentante bem que eu falei que a gente ia fazer muito conteúdo especial de Dia das Mães, só que hoje é um pouquinho diferente, porque hoje a gente tem as mamães e ferve, só que do lado de cá que muitas pessoas já conheceram, passando pela clínica. Primeiro lugar. Queria agradecer muito a presença, a disponibilidade de vocês e queria deixar um espacinho para vocês se apresentarem. Para quem ainda não conhece é, eu sou a Livia, uma das enfermeira da clínica, eu já sou uma mãe de um menininho de 5 anos, o Gui.
E já estou a 4 anos na clínica, né? Doki é maravilhosa, a Talita quem é fã do podcast talvez conheça. Eu sou a Talita, sou também uma das enfermeira sefer, que sou uma mãe da Esther, de 10 anos, e estou na clínica 8 anos. Meu nome é Daiane, eu sou embriologistas, do sefer π. Estou na clínica 7 meses, sou mãe da Ana Clara, de 3 anos e meio, e do Lorenzo, de 8 anos, 3 anos e meio.
A daia. Acho que nem todo mundo conhece porque fica nos bastidores, né? Dai assim, nada mais justo do que agora você vir para frente das câmeras para contar um pouquinho também. Bom é, e eu acho legal, né? A gente quis conversar pra falar um pouquinho sobre a maternidade, sobre essa questão da gente conciliar maternidade e trabalho.
A gente entre aspas a gente, porque eu aqui represento quem ainda vai ser mamãe, tá? Eu não sou uma mãe respondendo a dúvida de muitas pacientes que me perguntam. Quem sabe, congele meus óvulos para nos próximos podcast, né? A gente poder falar de maternidade, mas pra gente trocar um pouco, né? De de experiências, né?
Conversar sobre esse assunto aí vai ter uma surpresa no final que vai vir uma super mamãe para contar um pouco da história dela também. E aí eu queria saber de vocês, assim como foi a decisão para engravidar ou não? Foi uma decisão, porque, assim, por exemplo, falando por mim, né? É, é muito difícil, é um dilema muito grande essa questão da maternidade, né? Então, assim, há, será que eu vou estar pronto?
Acho que parece que. A gente nunca vai estar pronto. Se a gente ficar pensando, né? E aí entra até a questão de planejamento reprodutivo da gente pensar em congelar óvulos e a gente não está, mas quando a gente tem, às vezes a gente tem aquele estalo, né, de falar bom, então agora vai. E como foi para vocês esse planejamento?
Bom pra mim assim não foi bem um planejamento, né? Aconteceu, eu namorava até há pouco tempo com meu marido, nós estávamos pensando em casar, morar juntos e aconteceu que eu engravidei, né? Fazia pouco tempo que eu tinha voltado dos Estados Unidos, que eu fiz no meu. Meu primeiro ano de doutorado fora é lá, né? E aí depois eu acabei engravidando e eu acabei abortando.
A primeira vez que engravidei e foi assim, um momento muito difícil para mim, porque eu comecei é a me questionar muito, será que eu não poderia ter filho? É ou não porque eu sempre quis ser mãe, né? E eu já estava ali com 29 anos e como eu já estava Na Na área, já sabia, eu falei, eu quero ter antes dos 35, eu quero ter um, né? Pelo menos ou com 30 já já arrumar o frio. Primeiro filho, então eu sempre tive esse desejo e com esse aborto que eu tive.
Eu fiquei assustada, fiquei muito assustada, então aí eu eu me recuperei, é, aí foi onde eu planejei em ter o Lorenzo, né? Aí sim, eu esperei o tempo que o médico me recomendou. Aí eu tentei engravidar e logo na segunda tentativa eu consegui, engravidei dele é, passei a gestação com um certo medo assim, né? Com receio de de perder, de abortar de novo. Aí eu fui, fui passando conforme os meses foram passando, eu fazendo todo o acompanhamento.
E a gestação foi seguindo normalmente, né? Aí aí do Lorenzo foi assim, né? E da Ana Clara foi planejado mesmo, né? O segundo irmãozinho, eu falei, não, já tá com tempo de quase 4 anos aí de diferença, então eu quero mesmo agora ter é o segundo filho que foi assim e ela veio rápido, veio também Na Na terceira, no segundo mês, assim que eu parei de tomar anticoncepcional, aí eu engravidei, o primeiro mês eu não conseguia e eu fiquei muito triste também. Sabe falar ai, meu Deus, como é que vai ser, né?
Será que vai demorar muito mais? Porque eu estava querendo, então, quando você está querendo é, parece que demora um pouquinho mais, né? E eu fiquei bem assim, com o coração na mão também sai. Será que vai dar certo? Aí eu lembrei do aborto também, aí, querendo ou não, vem isso.
Né? Aí deu graças a Deus, deu tudo certo, também engravidei da Aninha, né? Ele, quando a gente descobriu que era uma menina, foi uma Felicidade também, né? Porque eu já tinha ele um menininho. Aí foi que Deus isso é porque é bem o que você falou.
Quanto mais a gente sabe, mais medo a gente tem, né? E aí eu imagino que para você, a primeira experiência ter sido a perda é, aham, assusta muito, né? E aí a gente começa a pensar no lado técnico, né, de tudo que a gente sabe também, né? Ai, mas que legal, parabéns por eles. E você está é 10 terna.
Não foi planejado. Eu tomava anticoncepcional, confesso que esqueci a. Comprimido aas, se não, eu ia falar pra você fazer aqueles memes, sabe? Você que é o filho do dia, viu? Esse é que é o filho do.
Não foi um pouquinho esqueci, nem um de outro, e. Mas eu e waltinho, a gente já estávamos juntos há 10 anos. A gente começou namorar na adolescência, na escola e aí, depois de 10 anos de namoro, eu engravidei nessa. A falha aí da cola é é. E aí veio esterzinha, então não foi planejada.
Levamos um susto, eu fiquei desesperada. Corri para contar para minha mãe e para o meu pai, mas daí a gente se organizou, foi tudo certo e foi uma gestação ótima, sem nenhuma intercorrência. Aproveitei bastante o barrigão e ela nasceu aí toda cheia de saúde e maravilhosa e a cara da mamãe não conhece, não é? Você é a razão do meu viver, entendeu? Li vinha, e você, a minha história é um pouquinho parecida.
Porque ele também tomava o contraceptivo e também esqueci a. E a gente não estava realmente planejando. O Gui foi 11 gestação de surpresa. Aos 26 anos, a gente já estava a 5 anos juntos. E foi o mesmo processo assimilar, né?
Contar para o pai, a mãe, a gente ainda estava construindo a nossa casa, nosso apartamento, mas a gente foi muito bem acolhido, tanto pela minha sogra, meu sogro e meus pais. Todo mundo ficou muito, muito, muito feliz, né? Com a, com a ideia de ter um menininho, né? Na família já no mesmo dia de descobrir a gravidez, já foi a escolha do nome. Nossa, meu Deus, o André falou, então eu já tenho um nome que eu gosto muito.
Se você não ligar, eu gostaria que fosse esse, qual o nome? Guilherme tá bom aí l’herbe então. E também foi tudo bem, graças a Deus é, é todo a gestação arto e vai fazer 6 anos agora em agosto não passa muito rápido, né? Muito rápido e aí, né? Doq que na administrando a ideia do segundo eu ia deixar essa pergunta, eu venho segundos de vocês.
Mas o que eu achei legal que você falou da questão assim anão foi planejado e tudo mais, mas no mesmo dia a gente já escolheu o nome, você vê quem é aquela coisa que no nosso inconsciente a gente sempre pensa, né? E se um dia eu tiver um filho, há como vai ser? Por mais que a gente não na prática, né não esteja ali, não estou planejando e vou começar a tentar, vai vir, mas a gente tem na maioria, né? Da das vezes as pessoas, aquele sonho, né? Às vezes a gente só vai esperar o melhor momento, né?
E outra coisa, você sempre, como você, comentou uma coisa que eu acho interessante também, você falou assim, eu sempre soube que eu queria ser mãe. É, e falando por mim, assim, a minha experiência, eu desde pequenininha, sempre quis ser mãe. Para mim era muito assim. Eu sempre pensava que eu sempre falava que eu queria ser médica, mas eu falava assim, eu quero ser primeiro mãe, depois médica. Então assim era uma coisa muito quero ser mãe.
Passei por uma fase de que eu falei, ai, mas será um mundo, hoje está tão difícil, tão violento, mas quando é é instinto materno, não tem jeito, né? Então, recentemente, por exemplo, passei por uma cirurgia, perdi um ovar, para quem não sabe, e aí é, é o que você falou, da questão de quando a gente, quanto mais a gente sabe, mais medo a gente tem. Aí agora eu fico, olha a minha idade, eu só tenho um ovário, eu preciso congelar óvulo porque a gente tem essa esse desejo, né? É vocês também sempre quiseram ser mães é? Eu não tinha essa ideia, assim como a senhora falou, né, que sempre pensou que tinha essa intenção.
Já você primeiro mãe, depois médico, eu nunca tive isso é sempre passei assim muito, muito como um Turbilhão a minha vida sabe, sempre fui deixando as coisas acontecerem, nunca parei pra pensar nisso. Mas hoje, se eu não tivesse engravidado de repente naquela época, talvez hoje eu ainda não teria filhos. EE ainda estaria na dúvida de ter, não que hoje eu tenho dúvidas por ter minha filha, minha filha, é a razão da minha vida. O rumo é a melhor coisa do mundo da minha vida e faria tudo Por Ela. Mas é pensando assim, no nossa vida de hoje, né?
No nosso trabalho é na nossa vontade de estudar, a gente vai passando por cima das coisas e aí essa gestação, se não tivesse acontecido antes, ainda não teria acontecido agora, né? Pela vida que a gente leva. Um, então eu acho que foi. Foi na hora certa, tinha que ser naquele momento e por mim eu acho que não. Se não, se eu tivesse raciocinado, ai não vai planejar.
Eu ia planejar até agora ia ficar planejando, né? Hã? Quando eu diminuí o ritmo de trabalho, há quando tiver a casa, quando tiver isso e esse dia não ia chegar, é porque assim a gente sempre vai ter um próximo desafio. Tá vinda, né? Não tem jeito e você?
Eu acho que é muito isso que a tá falou DOC, é, eu também não tinha a ideia. É no momento que ia acontecer, mas eu pensava que se acontecesse, eu ia ficar feliz, embora eu não planejava, se sabe, então era algo que, como a Talita falou, vai. De acordo com o Turbilhão da vida, um, né? Meio que no controle do universo, mas é muito, é muito verdade isso. Eu acho também que se eu não tivesse engravidado naquela época.
Talvez hoje eu não acharia que seria o momento certo, então eu teria protelado aí, talvez. Deixado passar o tempo, né? Perdido de viver essa experiência, então eu fico hoje, eu penso num saldo sim, que eu fico muito feliz de ter acontecido e mesmo que tenha acontecido num momento que a gente ainda tinha, como a senhora falou. Alguns, porém, que a gente ainda tem que concretizar, né? A próxima etapa deu tudo certo, porque a gente sobreviveu muito bem.
A esses obstáculos. Eles foram concretizados, ainda que com a maternidade acontecendo simultaneamente. Então eu não precisei esperar. Fazer uma coisa para depois pensar na outra. Eu falei, vamos fazendo tudo junto, está tudo certo, é, a gente vai se adequando.
As situações não é sim. Às vezes a gente passa por uns imprevistos na vida que a gente vê que a gente dá conta de de superar, né? E mas não tenho filho, mas imagino que seja a mesma coisa. A gente consegue, a gente arruma um jeito pra trabalhar, pra dar costurar. Vamos trabalhar para mim, gravidade.
Pois é, EEO, que que vocês acham o que que você acha que é ser mãe? Então, para você hoje uma aventura. Acho que é melhor. É uma aventura sem rotina, literalmente. Então cada dia é uma experiência nova, um aprendizado novo é você ficar extremamente feliz e grata por você ver uma pontinha, um cultivo de uma parte que você gosta em você, que você acha que é bom sendo, né, você reconhecendo naquela Cruz, fica da naquele serzinho, né?
Então algo que você vê que é positivo é que você vê que ele também está absorvendo, tá, né? Crescendo com aquilo é muito carinho você todo dia, por mais difícil que seja o seu dia, você chegar, tem um dengo, um cheiro, um carinho e compensar tudo tem dificuldade, né? Tem obstáculos, mas é muito, muito, muito maior. O lado positivo do que a dificuldade é eu vi Na Na internet uma pessoa que publicou assim, se você quer ser mãe, seja, é a Coisa Mais Linda que eu já vi na que eu já fiz na minha vida. Se você não quer, não seja a coisa mais difícil que eu já fiz.
Eu acho que é meio meio isso, né? 2 extremos e para vocês, o que é ser mãe hoje? É verdade essa frase muito boa. Olha, olha como é difícil hoje, né? Tem um mundão afora que você tem que tomar cuidado, que você sente medo por aí Por Ela, né?
Por aí, Pra Ela, tem ou a internet que hoje você não também não pode deixar a criança fora desse mundo, né? As coisas têm que evoluir, só que aí você tem que cuidar para que isso não passe do limite ou para que não aconteça com perigo com aquela criança. Então você fica o tempo todo com medo, cuidando ao mesmo tempo. É é, tem o carinho, tem a retribuição da criança igual ali, falou. Então é tudo junto misturado.
Aí você vai administrando. Mas assim as melhores gargalhadas. A gente dá junto porque as crianças estão uma pureza é e fazem coisas que você fala, como vai? Então, tem todo esse, esse, essa dificuldade de educar, de você, cuidar, de ter o medo do mundo da internet, de alguém, fazer alguma coisa que eu sou fisio, né? E ao mesmo tempo de você curtir esse carinho, é esse igual da ali, falou.
Dengo, né, que você tem ali vai dormir de noite, vai agora conceito, né? EE vê essa retribuição da criança também é gostoso demais. Que delícia eu estou até ovulando. Também é o único. Você está é.
É bem isso aqui que a Lívia está, Lívia, elas comentaram, é um Turbilhão de emoções mesmo, né? Então, assim tem o dia que você vai aos extremos. Tem dia que você está super feliz. Aí de repente você já tá, mas assim preocupada, você tem que horas, você tem que educar, né? Conversar tudo, mas assim é muita emoção, é muita emoção, é envolvida assim todo dia, né?
Então é uma delícia na hora de dormir eu carinha brincadeira, né? Que tem também o contar historinha ou rezar juntos ou tomar banho. A hora da comida, que é uma luta, um evento, um evento. Assim você tem que inventar aquela história, né? Então criança, né?
A criança, Ela é Demais, assim é um ser muito puro mesmo, né? Um Anjinho é, mas que realmente a maternidade é algo assim que suas emoções ficam. A flor da pele, né? Então você tem que saber conduzir muito bem ali, porque não é fácil também, né? Tem dias que são bem difíceis mesmo e.
E nós, como mulheres, mães, né? Então você tem que administrar todo o seu tempo, a sua rotina. Tem dia que você não está tão legal assim, né? Mas você tem que se dedicar, né? Uma dedicação exclusiva, eterna, né?
É, creio que agora sim, estamos na primeira fase ali da maternidade, né, mas que vai ser uma dedicação para sempre, com certeza, né? Mas é, é muito bom assim, é gratificante. Eu acho que é muito bom que dedo bom, tenho certeza que quem tá vendo ouvindo a gente que assim como eu, não tem filhos. Tá sentindo, né? A dinha, assim emocionando com as palavras de vocês e que vocês acham que é a parte melhor e anão vou falar porque eu não gosto muito dessa palavra, mas a parte mais difícil da maternidade, vocês falaram, é um Turbilhão de emoções.
Realmente tem dias, né? Melhores outros nem tanto. Qual é a melhor e a parte mais difícil na maternidade? Vocês acham que dá para escolher um ou não? Eu vejo um desafio assim, de parte difícil da gente sempre ter que se policiar constantemente em ser um modelo.
Um exemplo a ser seguido, né? Então as crianças, elas se espelham muito na gente, né? Observam muito o que a gente faz e repetem, né? Então, se você tem um comportamento positivo, se você tem hábitos positivos, ela vai manifestar isso também. Então às vezes é um desafio você conter como a Daya falou, o sentimentos, as emoções, um dia que você está deprimida, que você está estressada.
Você segurar aquele palavrão que sai sem querer 2 dias depois, você vê a criança falando, aí levei a mãe da bronca no filho e a vó já dá bronca na mãe. Olha, tá valendo palavrão. E o filho falou, você falou também mãe de criança. Então assim, eu. Eu o peso dessa responsabilidade de tudo, né?
Que eles absorvem, tem que ser a nossa melhor versão, né? E nós como como humanos, né? Falhos. Nem sempre a gente entrega só o que é bom, né? E às vezes a gente se sente falhando, se sente mal com, né?
Culpa por. Às vezes, sente que não conseguiu entregar o melhor, né? Mas faz parte, a gente está sempre tentando, sempre melhorando, e é o que a Daiane falou, é constante, tem dias e dias, né? Nunca vai estar é, estava 100%. Eu acho que é uma aulinha de química ou um pouquinho aqui.
Isso vai né? Mas e a melhor parte? É o oposto, é ver tudo o que a gente faz e que acerta e que colhe bons frutos. Aprender a falar o Gui demorou para aprender a falar. Ai ajudinha, né?
Sempre bem-vinda. Bem, então esse é o sim. O que você faz de bom e que repercutem e às vezes o lado ruim que é quando a gente falha e vê que eles se espelham em algum aspecto desse também. A gente se questiona muito assim, será que eu estou fazendo o certo? Será que eu tô assim?
É o melhor, sabe o que que eu estou deixando de fazer? Será que o meu tempo tá sendo o necessário ali pra eu, pra educar mesmo, conduzir aí se eu tivesse feito de outro jeito, a gente se questiona muito, né? Estou falando, não estou fazendo o meu melhor, porque não adianta também eu me cobrar tanto, porque também não é bem assim, né? Acho que pra ninguém, então tem essa parte, esses questionamentos, eu acho que vai ser também para sempre que a gente fica, mas a gente tem que acreditar que sempre está fazendo o melhor, o rum, né? O que eu estou conseguindo hoje é fazer isso.
Isso eu estou conseguindo levar numa aula, fazer alguma atividade ou educar, conversar, então é é assim e o lado bom esse amor, né, que a gente tem assim, você olha, né, você fala, nossa, que gracinha. Amor muito grande a seguir fazendo 11 brincadeira ou uma gracinha que faz um sorrisinho, uma arte que a gente tem e fala, nossa, que lindo, você tem que segurar assim hoje há muito mais você fica nosso que gracinha. A palavrinha errada que fala, senhora, né? Mas assim, tem um lado. O lado positivo é o que pesa mais, né?
A maternidade, assim é, é algo maravilhoso, é algo de Deus mesmo e que faz faz parte, né? Assim da gente sentir todos esses sentimentos, sentir tudo, né? Seria desde ali você ficar mais nervosa ao mesmo tempo, você ter esse amor Extrema, um é muito bom assim. É, é igual. Você falou, né?
É, a gente se cobra muito, então, às vezes, até quando a gente vai dar uma bronca, falar alguma coisa? A gente termina de dar bronca. Ai meu Deus. Calada. Tadinha.
Eu penso nisso. Conversa de igual para igual, né? Para criar os 6 crianças, hoje são Mini adultos, né? Isso é conversa de igual para igual. A criança é, entendi o que você está falando e você pede para prestar essa expressa.
E daí você conversa e aí Nessas Horas parece que você esquece que a criança é é uma criança, né? Aí você falou, mas peguei pesado, aí não chora, é, é, dava, dava bronca aí daí será que eu devia ter de diferente? É então aí, então, muitas cobranças, tempo do do de você ter um tempo de qualidade, né, com. E mais, o lado bom é isso. Quando você está ali tentar pensar que que é o tempo que você tem.
Fazer o máximo que você pode estar cansado e pego o cansaço coloca na caixinha ali e fala, não, amanhã eu outro dia vou dormir, daqui a pouco deixa eu brincar com ela agora o ruim e aí você vai passando por cima e vai, e aí você tem a recompensa. E vocês acham que ser mãe mudou alguma coisa no trabalho de vocês, principalmente se a gente for pensar que a gente trabalha, ajudando outras pessoas a serem mães, né? Então acho que a gente, principalmente a gente como mulher, né, consegue reconhecer. A gente consegue de certa forma, se colocar no lugar do outro, né? Até falando não de experiência de maternidade, mas, por exemplo, todas as situações de saúde que eu passei.
Precisei fazer uma cirurgia quando a gente se vê No No lugar de paciente, a gente consegue entender. De uma outra forma, né? A gente se sensibiliza de um jeito que é diferente, e eu imagino que talvez pra vocês, com a maternidade, seja assim também, né? Vocês acham que isso interfere No No lugar que a gente trabalha? Na forma como a gente trabalha?
Há, eu acho, a gente tem muitas histórias, né? Na clínica, muitos muitas histórias diferentes. Todo o casal que passa eu acho que é o único, sabe, com uma história de vida diferente, né? Muitas vezes tanto. Então tentando pela primeira vez, outras estão há anos, outras passaram por alguma um aborto ou por uma perda de um filho.
Então isso isso mexe com a gente, né? A gente consegue, é, pensa a na dor, né, dessa mulher de estar tentando? Pode ter perdido alguém, ou de ter abortado, é o sofrimento é muito grande ou se você muda de lado, né? Já sente a dor que a pessoa pode estar sentindo, então com certeza acho que sim. Bem, isso que ela tá falou, você é do lado de lá.
Você consegue ver de uma maneira muito mais empática um, né? O próximo e eu penso que depois que eu fui mãe é uma coisa que é constante, a gente entende mais, a gente julga menos, a gente tem uma tendência a ter assim mais, né? Tem mais parcimônia do jeito que a gente vai ver as coisas. Porque quando a gente não é mãe, às vezes a gente tem uma rotina diferente. Às vezes a gente tem uma tendência a julgar algumas coisas que a gente desconhece, né?
Aquela criança chorando no restaurante com o papai e a mamãe, desesperado para acalmar, eu penso que hoje sendo mãe, eu me solidarizo, me solidarizo com esse casal, eu tentaria pensar numa alternativa com meu filho ali pra ajudar esse casal a ter uma noite mais agradável ao meu filho, brincar com a criança que está chorando fazer uma amizade, né? Aquela mãe solo que está ali, né? No meio de um Turbilhão de emoções, também não tem um apoio, não tenho um familiar presente. E é o que a Talita falou. São muitas situações, né?
Pra gente individualizar muitos casais, muitas histórias de vida. Então eu tento sempre no dia a dia, ter esse olhar para entender um pouquinho mais, pra tentar acolher da melhor maneira possível. Mesmo que a gente não tenha o resultado esperado. Para que assim é, eu sempre falo. Grata que eu torço sempre para para os casais serem, né?
Resilient, para voltar, para ter Esperança, para sempre ter coragem, fé e vontade de voltar um para tentar no dia seguinte e no outro, se necessário, porque. Vais a busca pela maternidade, pela paternidade. É assim, e depois que a gente concretiza o sonho continua. Agora comigo, assim como eu, já fico no laboratório, então a gente não tenta ter esse contato no dia a dia com as pacientes, né? De conhecer.
Mas a história é tão de de mais perto, mais próximo, igual vocês, né? Mas assim, o momento que a gente está ali, que eu vejo que eu ficou mais aflorado em mim, é quando eu consigo sentir a mesma emoção durante a transferência. Um que aí a gente olha, né? Entrega o catéter pros embrião. Zinho tal, você olha, você vê a emoção ali daquele casal, do olhar do pai, né da mãe.
É. Então você vê que eles estão assim, totalmente emocionados, então tem hora que eu fico muito emocionada também, né? Porque você sabe o que que é o que aquilo representa para eles, a quanto tempo, né? Eles estão ali esperando o sonho da maternidade e da paternidade, né? Então assim é.
É. É isso que a gente já mudou para mim. Essa percepção, depois que eu fui que eu fui mãe, né? Então, de você perceber ali a emoção deles, né? O quanto aquele momento é importante, o tanto que a gente torce para que dê certo, né?
Porque a gente fica assim, torcendo muito, sem é. É uma delícia a gente vocês saberem que a gente está aqui com todo esse carinho, né? Com toda essa torcida até lá dentro do berçário. 2 e torcida. Bom, queria agradecer vocês nesse nosso primeiro bloco que eu prometi que vinha uma super mamãe, então a gente vai encerrar esse primeiro bloco para chamar super mamãe.
Piada, gente. Bom, e agora? Então a gente está de volta para a segunda parte do nosso episódio especial do mês das mães e a nossa convidada de honra. Falei para vocês que a vira maior. Mamãe do MC fefe, pode-se apresentá-lo?
Boa tarde, eu sou luri tinha trabalho na no CEFERP agora, né? Mas há muito tempo atrás eram outros nomes que mandaram. É faz 28 anos que trabalham com o doutor Jorge Barreto. Praticamente toda a história, né? Da da clínica desde o começo, a Lurdinha estava presente.
Está em né? São muitas histórias que a gente ouve, né, Lu? E a gente estava conversando um pouquinho sobre a questão de maternidade, então conta um pouquinho, quantos filhos você tem, quantos anos eles têm? Eu tenho 3 filhos, é 46 anos 44 e 43 anos são meninos, né meninos grandes é menino, né? Pra mãe é ser menino, né?
40 anos. Tenho 3 netos, né? 2 meninos e uma menina. A mais novinha, com 5 meses agora. E é muito bom ser mãe sempre.
É casa cheia, amigos, filhos, amigos, amigos, agrega 12 e é muito bom ser mãe. É maravilhoso, muito perrengue também, Lu muito. Muito bem, com 3 moleque, todos da né? Na fase de crescimento na fase de adolescência, na, aí vão minhas fases e a gente correndo atrás é, a gente estava conversando antes e elas têm filhos de idades ainda mais novinhas, né? A mais velha, a princípio, é a Ester, que tem 10 anos, então você já pode contar os perrengues de mais pra frente, né?
De Vovó também, né? Mas Vovó, acho que só pega a parte boa, não é, Vovó é a melhor coisa do mundo, né? Ou a gente não faz nada que fez com os filhos? A gente só agrada. Manda aí, Barbie.
É. Entre aspas, estraga, porque acho que estraga, mas vai estragar, né? Chocolate da CUT, passo escondido dá tudo. Isso é uma coisa que eu ia perguntar para vocês. Tem alguma coisa assim que vocês que nem a Lívia estava falando, né?
Que aí você vê, alguém achou a criança chorando no restaurante normalmente, quem não tem filho pensa assim, imagina, filho, meu filho meu não vai fazer isso de jeito nenhum. Tem alguma coisa que vocês cuspir para cima e caiu na testa, né? Ele vai dessa birna, mas de supermercado e vai, é aí vai você, vai comprar bolacha. Olha, quase meus filhos dão muito porque eu falava e eles poderiam ter um fazer mais minhas me. Me obedeceu, né?
Entre aspas, às vezes. Mas Viana não teve porque eu tinha uma tática muito boa de birra, vou aprender e sempre ensinei todo mundo fazer. É nem ouvir a primeira vez você pega aqui. Certa criancinha vai subindo aí, mãe, para. Não vou fazer mais, então vir, eu não tenho não.
Mas teve muita coisa, muita arte que eles fizeram em escola em casa para minha mãe, que cuidava deles pra mim, graças a Deus. Então assim teve muita arte, muita arte, mas birra, não, isso aí. Só se agora os netos devem vir, mas os filhos, né? Hã, mas os netos com avós vão conseguir sem fazer birra, sem nada, né? É só falar, oi, vó, eu quero bombom, bem você que é.
Uma história, né? Ontem eu descasquei laranja, porra do meio que está com dengue, né? E é filho, você quer que eu vá, descasca e corta ou você come assim cortada no meio? Então, bom Descanso, que corta pra olhar. Skipped.
Isso é infeliz, lona né? É foda, é certo também. Ela pega o pão puma e tira casquinha porque ela não gosta da da casquinha, né? Casa, ela conta. É sim, aí os seus também, né?
Também também aos avós. Assim me mande mais, né? Eles adoram e vou para a casa da Vovó aí, tá bom? Pode ir para a casa da Vovó, então porque chega lá a volta cuida muito, né? Então da do se, né?
Tudo o que quer faz o bolo que quer, faz a comida que quer, ai deu uma delícia, né? Papel em pacote, cabelinho de imagem, só Pra Ele, só Pra Ele tá lá, eles se gostam, chega na casa da vó já tem, né? Tudo que eles gostam então é assim, né? Muito bom ser amor, vocês vão ver vocês vim contam. Não acho que ainda vai demorar um pouquinho você falar isso para Talita.
Ela vai ter um negócio, ter não vai namorar até os 30 anos. É alô, é? Iludida, né? Ô Lu, e a gente estava falando também assim sobre a questão de vocês, né? Serem mães e a gente trabalhar, ajudando outras pessoas a serem mães, né?
E o quanto isso às vezes ajuda a gente a se sensibilizar, de colocar no lugar do outro? Sim, né totalmente. Ou seja, é quando eu vejo esses pacientes que estão lá 34, né? Fertiliza sono, né? Aquela vontade de ser mãe?
Eu eu penso assim, né? O meu Deus como que é? Difícil, né? Então a gente sensibiliza mesmo. Apesar de a gente estar todo dia, né?
Com casais diferentes, com pessoas diferentes. Mas a gente sensibiliza, eu não sei se é porque eu tive muita facilidade de ter meus filhos em todo esse trabalho com as meninas, né? Os casais fazem hoje, então eu acho assim que quando engravida, quando dá um. Ouvi o coraçãozinho no. No tração.
É a maior Alegria para eles e para mim também, porque às vezes eu até entro na sala quando eu estou escutando, utra som, pra parabenizar porque é muito, né? Muito gratificante pra eles e pra gente também. Lui aí nesses 28 anos de parceria você consegue ter uma noção mais ou menos de quantas crianças já passaram pela sua mão pequenininhas assim? Olha, é bom a nossa número 1, não é nossa número garrafa, ela é nossa garota propaganda. É nossa visita anual.
Todo ano ela vai lá para a gente, não. Ela está com 22 para 23 anos. Ela é nossa número 1, então de 23 anos pra cá, provavelmente de 800 a 1000 crianças, pelo menos, né? 1000 embriões. Zinho, aham.
Pelo menos aham pra gente poder fazer 11 conta por alto é, e você tem um vínculo muito grande, né? Com muitas das das mamães que passaram, né? Por sei que passam por lá. Tem alguma que você, alguma história que você lembra que te marcou mais ou para vocês também tenha marcado? Tem várias horas, no mínimo umas 10 que me marcaram, que eu tenho até hoje.
Elas na rede social, nós temos uma de Barretos que ela ela, eu fui convidada para o batizado para o primeiro aninho. Hoje ela vai lá no shopping, hoje ela está com 16 anos, ela vai ao shopping, ela quer subir lá pra viver a, entendeu? Então assim são várias nessa menina também que. Que foi a primeira bebê nossa, Rafaela, a mãe dela é professora de uma escola. Ela sempre está em contato comigo, é tem as as que sofreram bastante para ter, né?
Nós temos casos que fizeram várias tentativas também. A gente lembra muito, elas lembram de mim no meu aniversário, é não deixa de mandar um parabéns, sabe? Sim, de falar o tanto que eu fui importante para elas, então essa aqui a gente também, né? E outra, a reprodução humana reprodução assistida é uma área da enfermagem da medicina que não é uma área, não é igual as outras, porque a gente tem essas coisas de. De gratidão, de gratificação, de, de saber que a pessoa foi lá por causa de um sonho.
E quando a gente tem esse sonho realizado é muito importante, nós estamos. Estamos com uma aí agora que ela menina. A dela já foi, tem 10 aninhos e ontem eu fui fazer ultrassom. Nossa, me mandou um recado novo porque eu não estava no momento, né? Me mandou um recado maravilhoso No No meu, no meu face, né não privado.
Então assim, são coisas que a gente fica muito, muito feliz de saber que elas lembram da gente com esse carinho. É é que é uma relação muito mais que a parte técnica, né? Muito mais pro lado humano, né? Sim, vocês tem alguma que vocês lembram que tenha marcado ou alguma evolução laboratorial? Te marcou, eu falo, nossa, tinha essas características e deu certo.
A sempre tem, né, doutora? Gente que nem do laboratório a gente sempre fica ali naquela expectativa, né? Pra checar uma fertilização para ver uma clivagem, pra ver se chegou ali para formar o blasto. Qual que é a característica daquele blastocisto? Qual nota, né?
Qual que é a avaliação dele? Então, até assim, se ele já vai para uma transferência direta, se ele vai ser congelado, se nós iremos fazer biopsia ou não, o resultado da biópsia também. Então assim é todo um processo que a gente fica bem apreensivo, também querendo acompanhar, né? E, após a transferência acompanhando o beta. Banhando a confirmação, né?
De batimento. Como é que está a evolução? Se se deu certo, 12, né? É 13 ou não que a gente fica nessa também, né? Então, assim, todo o caso a gente fica muito é, eu fico emocionada mesmo vivendo e na torcida é sempre muita torcida, né?
Por mais que nós ficamos lá no, no, nos bastidores, né? Mas a gente fica ali nosso todo dia apreensivo e cuidando de tudo ao redor, né, pra que dê tudo certo isso aí. Com certeza eu tenho. Tem vários, né? Casas que a gente que a gente se lembra que a gente fica marcado é, tem pacientes que vende mais longe, né?
De cidades mais longe, estados mais longe. Você vê aquela dificuldade, aquela, aquela organização, para fazer o tratamento à distância e tentar marcar tudo direitinho. Eu tomar o remédio, fazer ultrassom e aí, consegue engravidar, dá tudo certo. E manda notícia lá. Para contar de países é como nós temos muitas angolanas.
Eu tenho uma angolana que eu levei ela para ver a casa no Natal e Ano-Novo, porque ela estava tão sozinha. Ilha, né? E a gente pegou um vínculo, né? Aquela nossa é, até hoje ela é, tô semanalmente, ela me manda mensagem, sabe? E é isso é muito bom, porque a gente se imagina sozinha num país sem ninguém, né?
Eu me imagino, então ela fez parte do meu Natal, do meu Ano-Novo, da minha família. Porque a gente assim, né, recebe, recepciona, né? Não tem como deixar essas meninas sozinhas em um país sem ninguém. A gente fica muito e moça. Por nada com a situação delas, né?
Então a gente pega mesmo esse vínculo, não tem como não pegar vínculo. A gente é muito, você é mãe, zona, zona nossa até traz lanchinho cômico, cuida da gente. Por isso era convidado de honra, surpresa. E tem algum conselho que vocês querem dar como mães para futuras mamães, como profissionais para as futuras mamães? Que recado vocês querem deixar para quem está nessa jornada aí?
Para comemorar o próximo Dia das Mães profissionalmente, o indie eu, né? Gostaríamos de desejar um Dia das Mães maravilhoso para as que já são mães, para as que estão tentando e para as que quer queiram ser, né, não desistam, não desanimem, porque tudo é. É muito, é Deus sabe os momentos certos, não é? A gente sabe e para as nossas, né? Nossas meninas, nossas mães, já também um grande abraço.
Nossos colegas de trabalho, as mães e as não mães. Que são mães de alguma maneira, né? Porque trabalhar numa clínica de fertilização tem que ter o dom maternal e tudo bem. Esse acolhimento que a gente tem que a gente dá para elas. Mesmo não desistir jamais, jamais.
Nosso site é perseverança, né? Acreditáveis demora um pouquinho assim, bem rapidinho, quando demora um pouquinho, porque ele estava ali esperando a hora de vir pra não é pra você. É dá um desespero da da, da medo, né? De demorar ou a gente fica triste, frustrado, mas a gente tem que ver o que a gente tem que viver. Então, se a gente tem que passar por aquilo ali, por aquela tristeza, naquele momento vive aquilo acordo no outro dia e tenta de novo, né?
E que vale a pena a pena. E eu também queria falar feliz Dia das Mães pra todo mundo, pra todas as mamães, não mamãe da clínica. E é um amor, assim que é indescritível mesmo. Estava sentindo mesmo a gente entender. Vale todo o esforço, vale todo esforço intensa 2 vezes.
Lá para as tentantes não desanimarei, né? Que o caminho é difícil mesmo, como a Lurdinha comentou. A Talita. Não é fácil, acho que é tudo na nossa vida. Tem um momento certo para acontecer, né?
Às vezes a gente não entende no momento ai, porque não agora, né? Porque não esse embrião, porque não agora esse ciclo, mas Deus sabe, né? E não, não desistir mesmo, né? Confiar em Deus sempre e sempre buscar o melhor, né? É se manter a calma que eu acho que isso é muito importante, né?
Nesse caminho que é tão difícil manter a calma. A Esperança que tudo vai dar certo e que elas vão conseguir ser mães. Midia vai dar de 2345 filhos. Vai dar certo pra todo mundo. Né?
E que eu desejo também para todas as mães da clínica, é um feliz Dia das Mães, né? Parabenizo todas, né? Porque não, não, não é fácil, mas é muito bom ser mãe, né? É maravilhoso ai, maravilhoso. Muito obrigada, viu?
Obrigada por vocês estarem aqui, por trabalhar com a gente, por levar todo esse amor, todo esse acolhimento para as nossas mamães e futuras mamães por dividir o espacinho, né, da maternidade de vocês com o trabalho, né, que é o que a gente tá falando pra equilibrar. Tudo isso não é briga. Nada viageiro cheiro, tchau, tchau, tchau, obrigada por assistir ao papo de tentante. Para enviar seu relato, dúvida ou sugestão? Mande um e-mail para [email protected].
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