No episódio do Podcast de hoje, a Dra. Camilla Vidal respondeu ao vivo as maiores dúvidas sobre reprodução humana e fertilidade!
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Transcrição do episódio
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Olá, aqui é a Dra. Camilla Vidal, médica especialista em reprodução humana do CEFERPcentro de fertilidade de Ribeirão Preto. Seja bem-vindo ao podcast papo de tentante, um espaço onde compartilhamos informações sobre o universo das tentantes em busca do tão sonhado positivo. Aqui você poderá compartilhar suas experiências, se inteirar sobre os assuntos de reprodução assistida e ainda conferir relatos de mamães que já passaram pelo tratamento e tiveram o seu positivo. Você também poderá conferir novos episódios quinzenalmente.
E assistir ao episódio em vídeo pelo YouTube do MC ferp vamos ao episódio de hoje, boa tarde, sejam bem-vindos. Vocês viram que dia diferente hoje? Que podcast especial. Bom, então hoje vou matar um pouquinho da curiosidade de vocês, de como funciona aqui, né? O nosso back ground.
Da gravação do papo de tentante e vocês vão ser a nossa convidada, nossas convidadas especiais, né? Então, nesse episódio a gente vai tirar dúvidas sobre qualquer assunto aceito, sugestões de temas, aceito história de quem já passou pelo tratamento para motivar quem está em tratamento. Inclusive eu tinha feito o convite para uma paciente participar. Ela não IA poder por um compromisso, mas ela falou, eu faço questão de depois poder participar, porque é muito importante a gente poder ajudar outras pessoas e é exatamente isso, né? Então.
Aceito relatos que eu sei que tem muitas mamães que estão sempre por aqui na live também, né? Eu estou só esperando porque a gente vai entrar ao vivo tanto pelo Instagram quanto pelo YouTube, então estou só esperando entrar a live no YouTube também pra gente poder começar a conversar. Enquanto isso, vou acessando aqui pelo computador para poder e conseguir acessar as mensagens de vocês. Tá bom? Vir aqui a Juliana Bianca, desde gente AD está aqui no background também.
Eles vão ver que ela vai falar bastante por aqui, porque ela vai traduzir algumas das mensagens que a gente foi recebendo e algumas dúvidas. Deixa eu abrir aqui a página para poder ver. As perguntas de vocês? A Letícia? Deixa eu só ver no ao vivo do YouTube, se alguém puder só me confirmar se já deu tudo certo no YouTube.
Deixa eu atualizar a página aqui, porque para mim não está aparecendo ainda não, né? Então tá por enquanto eu vou respondendo vocês aqui pelo Instagram. Então tá, ó é Juliana, colocou graças a vocês, a Melissa veio ao mundo. Parabéns, Ju, muito feliz. Obrigada por você estar aqui e falei que tem bastante mamãe que acompanha.
João Daniel, boa tarde, vocês vão ver que às vezes, pode ser que eu solte um boa noite, porque eu estou acostumada que as nossas leis são sempre à noite, gente oio ele de boa tarde. Bom, parece que agora deu certo. O YouTube deixa eu atualizar aqui, então pra eu conseguir visualizar as mensagens. Bom, então quero deixar vocês à vontade para mandarem as perguntas por aqui. Vou pedir pra Deise também, Jair mandando as perguntas que a gente foi recebendo na caixinha.
Obrigada pelo carinho, pela participação de sempre, estou aqui também com seu coraçãozinho azul. Muito bem-vinda ao ml de sempre, um prazer ter você aqui, viu? E bom gente, então vamos lá tirar um pouco das dúvidas que a gente recebe sempre, né? Do que é mais frequente da gente ter no consultório, né? Só esperando as mensagens que a Daisy vai colocar aqui pra gente, ó até lá ali perguntou, existem sintomas pós FIV?
Quais olha ali é, achei muito boa a sua pergunta, porque a gente sempre fala bastante do pré tratamento e no durante o tratamento, né? Mas basicamente, quando a gente fala na fertilização, o que a gente mais espera de sintoma é relacionado ao uso dos hormônios. Então, durante a estimulação, uma sensação como se fosse uma TPM, então às vezes, uma cole quinha, né, um pouquinho de dor de cabeça. Pode ser que o humor fique um pouquinho diferente nesse período também, mas, na maioria das vezes são sintomas leves e uma vez que a gente passou pelo procedimento da coleta, principalmente se a gente não vai transferir embrião. Zinho nesse momento, conforme os níveis dos hormônios vão caindo, esses sintomas tendem a desaparecer a no máximo, depois da coleta dos óvulos.
A gente fica com um pouquinho de desconforto porque pensa, o ovário estava grande, a gente foi lá, entrou com agulha em 1:1 dos folículos, então a gente acaba juntando ali um pouquinho de sangue. Então aquelas estruturas ali, né, mais é. Mexidas incomodas ficam incomodando, né? Um pouquinho, mas tende a melhorar assim que desce a sua menstruação. Então normalmente é bem tranquilo, tá?
Deixa eu ver aqui o restante. A ó, uma das perguntas que a gente recebeu que há 10 colocou pra gente, qual a diferença entre infertilidade primária e secundária? Basicamente, é uma diferença do ponto de vista de é classificação, vamos dizer assim, do ponto de vista, é médico clínico, né? Porque a infertilidade primária é quando um casal nunca atingiu uma gestação e secundária é quando a dificuldade acontece numa gestação de numa outra gestação, né? Então, por exemplo, pacientes que tiveram filho e passaram por uma laqueadura.
Vão ter um diagnóstico de infertilidade secundária, porque elas já tiveram uma gestação, então basicamente é isso que muda, mas muda mais. A título de classificação do que necessariamente de conduta. Só pelo fato de ser primária ou secundária, sabe? AA Luana aqui pelo YouTube. Boa tarde, Lu.
Ela colocou teste de ovulação positivo ontem e hoje, negativo. Tenho chances de engravidar se eu tiver relação apenas hoje. Bom, o teste de ovulação, ele teoricamente detecta o nosso pico do LH, né? Então que é o hormônio que. Vai ser responsável pela liberação do óvulo e realmente é, a gente vai ter ali.
Se teoricamente, são aqueles testes que a gente vai fazendo vários dias, não é até a gente conseguir ver normalmente aquele da carinha feliz ou 2 risquinhos ali mostrando que a gente teve o pico da ovulação. A gente tem um intervalo entre ter o pico da ovulação e a ovulação propriamente dita acontecer, que pode ser em torno de mais ou menos 36 horas, um pouquinho menos um pouquinho mais. Então não significa que só porque a gente está depois desse período que não esteja, não tenha, né? A possibilidade de gestação. O ideal, né?
É se a gente for pensar em duração, o espermatozóide, ele acaba durando mais tempo do que o óvulo, então o ideal é que no momento da ovulação, já tenham espermatozóides ali esperando, né? Então, que a relação teoricamente já tenha acontecido, mas você pode, sim, é manter as tentativas nesse nesse mês. Da mesma forma, é importante a gente ver também é o restante, né, das das variáveis. Então é se você chegou a fazer algum outro acompanhamento, como está a questão dos espermatozoides? Então tudo isso a gente.
Leva em consideração também, tá? Ó doce amor, graças a Deus e vocês. Realizei o sonho de ser mãe novamente. Hoje minha Maria completa 5 meses. Parabéns pelo mês ver sário muito feliz por você estar aqui com a gente, viu?
A Luara, boa tarde. A Letícia perguntou, olha tentante faz 1 ano, exames meu e do marido, AK, tudo em ordem, porém, somos muito ansiosos. Isso atrapalha ler. Essa é uma grande questão realmente, né? Dentro da da reprodução humana.
Então, assim, o quanto a nossa questão de estresse de ansiedade atrapalha realmente pra a gente chegar na gestação? Quando a gente fala em gestação espontânea, a gente tem mais preocupação de que realmente poderia atrapalhar, porque. Porque quando a gente está muito estressada, muito ansiosa, a gente pode levar algumas alterações hormonais que possam impactar na própria ovulação. Então, quem nunca ouviu essa essa, esse comentário, né? De nossa puxa, eu tava num período de tanto estresse, minha menstruação nem veio, ou então nossa ela veio 2 vezes no mesmo mês, então quando a gente tem um quadro mais intenso, né, de alterações ali, de ansiedade, estresse, isso pode impactar sim na ovulação e acabar impactando nas chances de gestação tá, mas pra gente poder falar que é entre aspas, né?
Só essa questão a gente tem que realmente. E a avaliação do todo, então, vale a pena procurar, né? A orientação de um especialista específico para o caso de vocês, tá, é? E aí, já respondendo a Deise que ela colocou aqui ó, quais são os principais sinais de infertilidade em mulheres? Excelente pergunta, porque assim a gente tende AA pensar em Na Na infertilidade, como um diagnóstico.
Então assim, aí eu sou ou eu não sou, né? Então é a mesma coisa. Assim há como que eu vou saber se eu sou fértil ou se eu não sou fértil e a gente não tem? Infelizmente, como saber isso? Porque porque mesmo que hoje eu faço um exame que, teoricamente está tudo normal, eu ovulo todos os meses, eu testei a minha trompa, eu testei a minha reserva ovariana, a gente não consegue medir, controlar todas as variáveis que seriam necessárias.
Para chegar na gestação. Por isso que AA infertilidade. Ela é um diagnóstico por tempo. Por mais que a gente faça, né? Os exames veja que esteja tudo normal, a gente vai primeiro liberar esse casal para tentar engravidar e se a gestação não acontece depois de um tempo de 6 meses a um ano, dependendo da idade da mulher, aí a gente vai entrar nesse diagnóstico de infertilidade e vai começar a buscar outras investigações.
E quais as melhores opções de tratamento? Lógico que algumas coisas sempre tem que chamar, acender ali um sinalzinho de alerta, né? Então, por exemplo. Puxa, minha menstruação é muito irregular, só menstruo se eu tomar remédio, se não, não vem. Então provavelmente é uma pista que existe alguma alteração de ovulação ou então não.
Eu já tive um diagnóstico de uma endometriose, uma endometriose mais profunda. Já precisei fazer cirurgia, abordar o ovário, então são sinais de alerta para a gente avaliar um pouco mais precoce, né? Essa questão da da fertilidade, então, passar por um aconselhamento, mas que não definem de forma isolada que você não conseguiria engravidar. De forma espontânea, tá, ó a Erica fez uma pergunta, acho que só saiu um pouquinho, diz. Formatado AA pergunta, mas acho que eu consegui entender.
Erica, se não for isso, você me fala. A receptora pode colocar embriões. Eu acho que você quis dizer. A receptora pode colocar quantos embriões, né? É normalmente para tratamento com óvulos doados, a gente vai levar em consideração a idade do óvulo, porque qual é a nossa preocupação quando a gente está pensando em número de embriões a serem transferidos, a gente quer otimizar o sucesso do tratamento.
Mas a gente também não quer aumentar o risco de vir uma gestação múltipla, de 23 bebês. Por quê? Porque o objetivo de um tratamento para engravidar é um bebê nascido bem em casa, né? E a gente sabe que é a gestação de gémeos. Trigémeos traz riscos maiores de prematuridade, de cesárea de pré eclampsia, então o objetivo, sempre que possível é que venha um bebezinho de cada vez para a gente ter, né?
O desfecho melhor possível. Então por isso que a gente tende a ter esse olhar um pouco mais conservador, vamos dizer assim, para o número de embriões que a gente vai colocar. E aí, como um dos principais fatores, é a questão da qualidade do óvulo que formou aquele embrião. A mulher fazendo tratamento com óvulos doados como teoricamente. A gente está falando de um óvulo de boa qualidade pelas doadoras poderem ter no máximo até 37 anos.
Geralmente a gente vai colocar até no máximo 2 embriões, tá? Mas isso a gente vai discutir com o casal, com a paciente e depende muito também do seu próprio histórico. Como foram seus tratamentos? Como é a qualidade desses embriões, você tem algum fator que, contra indique? A gente colocar mais do que um embrião, por exemplo, então tudo isso a gente vai colocar na balança, tá?
Inclusive falando sobre essa questão de óvulos doados, né? Doação recepção de óvulos a gente recebeu uma solicitação de uma paciente muito querida de fazer um episódio do podcast sobre esse assunto e hoje tem gravação sobre podcast de óvulos doados. Esse não vai ser ao vivo, mas em breve vai sair. Episódio de doação de óvulos e depois episódio de recepção de óvulos também, tá bom? A Mariana acho que é Maria nascimento, né?
Boa tarde, doutora Camilla, você me deu muita Esperança. Em breve eu estarei aí para fazer meu tratamento. Muito obrigada. Fico muito feliz pelas palavras, viu? Nosso objetivo é sempre que possível, lógico que dentro né, da transparência do que a gente for olhar, né pro caso, mas a gente tentar levar com o máximo de tranquilidade, de leveza, de segurança possível, né?
A gente sabe que na vida como um todo, mas na medicina a gente não consegue ter certeza do fim do desfecho. Então o nosso objetivo é que a gente passe. Pelo tratamento, né? Seja ele qual for da forma mais leve, mais segura possível, então fico muito feliz, viu? E conte comigo com todos nós do CEFERP.
A Daisy colocou uma pergunta que a gente recebeu antes também que provavelmente é a dúvida de mais pessoas, então vou colocar aqui para a resposta pra vocês, o que acontece com os embriões não utilizados na fertilização in vitro? Então, são os embriões que a gente chama de excedentes, né? Ou seja, a gente formou, mas por algum motivo a gente não vai usar aqueles embriões, seja porque a gente desistiu de seguir o tratamento ou, na maioria dos casos, porque a gente já teve sucesso e não vai, né? Usar os outros embriões. Basicamente, a gente teria 3 possibilidades, né?
Esses embriões poderiam ser doados para pesquisa, mas qualquer pesquisa nesse sentido precisa da aprovação do comitê de ética. Então é um pouco mais difícil de dar andamento a essa doação. Para pesquisa, podem ser doados de forma anônima, então, a partir do momento que a paciente, o casal opta por essa doação, eles não vão saber quem é a pessoa ou casal que está recebendo esses embriões não vão ter direitos, né? Sobre os possíveis bebês gerados por esses embriões. Deus também, ou eles podem ser descartados mediante assinatura de um termo de consentimento, respeitando um tempo mínimo ali de armazenamento dos embriões, tá bom?
Então, basicamente, eles teriam essas 3 possibilidades. Existem casais que têm particularidade de falar. Olha, não me sinto confortável com nenhuma dessas opções, então eu tenho receio de ficar com esses embriões vinhos congelados. É e aí a gente tem como discutir outras estratégias para formar um número menor de embriões. É que isso traz as suas particularidades.
Também para o tratamento, porque a gente, no tratamento, passa por um funil. Zinho a gente vai tendo perdas, né? Ao longo desse caminho, então, se a gente opta por usar um número de óvulos muito restrito, para não ficar com embriões excedentes, a nossa preocupação é, às vezes não chegar lá na frente com o embrião. Zinho para transferir isso, acabar trazendo um desgaste um pouco maior para o tratamento, mas existe essa possibilidade. Então, se essa é uma preocupação para você, qual é o destino que a gente vai ter desses outros embriões é um fator.
Importantíssimo de conversar com a equipe que está te acompanhando para definir a viabilidade de fazer alguma estratégia especificamente para isso. Não é feito de rotina, porque normalmente a gente quer otimizar ao máximo o uso dos óvulos para formação. Já do melhor número de embriões. Mas existem possibilidades, sim, para discutir. Nesses casos pontuais, tá bom, vou olhar aqui no YouTube boa noite, boa, eu boa noite.
Falei pra vocês que eu IA ficar dando boa noite, eu tô acostumada já, gente que as nossas leis são à noite. Boa tarde, Francisco. O Francisco perguntou, minha esposa tem 43? Ainda é seguro tentar engravidar? Bom, a gente é que é mulher.
O que acontece, né? Qual é a nossa principal preocupação? A gente formou os nossos óvulos quando a gente era bebê e quando a gente ainda estava lá na barriga da nossa mãe, então a nossa mãe carregou na barriga dela o óvulo que vai gerar o neto dela. É, e esses óvulos, eles são os mesmos ali, né? Eles vão estar sempre ali armazenados.
A gente só vai estar gastando esses óvulos ao longo da vida, né? É. E qual é a nossa preocupação? Como eles são a mesma célula, eles estão cada vez mais expostos ao estresse oxidativo, então a gente vai tendo uma redução, principalmente na qualidade desses óvulos, tanto na quantidade, mas principalmente na qualidade. E aí é por isso que a gente ouve falar aqui, olha, é, tem mais risco de ter um bebê.
Com alguma doença com alguma síndrome. Quando a gente engravida em uma idade mais tardia e por que que isso é verdade? Porque realmente a gente vai ficando com aqueles óvulos de menor qualidade e maior proporção de alteração genética, tá? É? Mas isso é um aconselhamento geral, então a gente precisaria, né?
Depois vocês passando por um especialista, entenderem quais são os outros fatores, né? Então, como está a reserva ovariana, qual é o histórico obstétrico dela e o histórico familiar? É poder mostrar, né? Com mais dados, qual é o risco de formar embriões alterados nessa idade? Qual é o risco de nascer um bebê com síndrome e quais as opções existem nesse sentido?
Então, dá para refinar um pouco mais esse aconselhamento, tá e é, já tive pacientes que engravidaram espontaneamente, eu tive um caso específico, ela engravidou espontaneamente, programando o tratamento com 45 anos, então a gente nunca pode dizer impossível, né? Mas é importante olhar com atenção para que vocês possam receber realmente o melhor aconselhamento com relação a isso. Tá boa tarde, tabita, deixa eu voltar para as dúvidas aqui do Instagram, acho que todo mundo, assim como eu, está mais acostumado com o Instagram, né do que com o YouTube que a gente está recebendo mais perguntas no Instagram, ó a cara, comentou. Você me deu uma ótima Esperança. Você é a melhor, muito obrigada pelo carinho, viu?
Se Deus quiser, vamos com fé, Esperança, né? Buscar o melhor caminho possível. Olha essa pergunta da desde que a Daisy colocou que a gente recebeu, né? Também é bastante, é, não é uma pergunta que as pessoas fazem é para nós diretamente, mas eu tenho certeza que é uma dúvida que é porque precisa fazer ultrassom transvaginal logo na primeira consulta e aí é a gente percebe que normalmente, quando a gente atende, né, casais pacientes para uma primeira consulta específica, né? Para reprodução humana a gente fala de fazer ultrassom, não, mas olha, eu faço todo ano, tá sempre tudo normal, eu tenho um exame aqui, ó de 2 meses atrás estava ótimo, não precisa de outro.
Né? E por que que muitas vezes a gente pensa, né e propondo de fazer esse ultrassom? Porque quando a gente faz ultrassom transvaginal com um olhar específico para a reprodução humana, o nosso principal objetivo são 2. Mas tem um mais importante que a reserva ovariana, então a gente vai olhar tanto o útero, anatomia, se tem mioma, onde eles estão, né? A localização, então tamanho saber se tem alguma alteração de cavidade e o segundo motivo mais importante que é conhecer a reserva ovariana, então.
É uma avaliação que não costuma ser feita em exames, entre aspas, de rotina, que é aquele ultrassom, onde a gente conta os folículos do ovário. Então, geralmente, quando vocês fizeram ultrassom fora e levam ultrassom para consulta com especialista, ele é válido, porque ele vai dizer ali se tem alguma alteração anatômica. Se nos ovários tem alguma suspeita de cisto, endometriose, alguma coisa assim, mas ele nem sempre traz todas essas informações, principalmente da reserva ovariana. Então, por isso que às vezes a gente propõe. De fazer um outro exame para ter essa avaliação mais específica também tá?
A mesma coisa vale para o espermograma. É bastante comum. Ele sabe os casais falarem não, mas a gente fez o espermograma tem pouco tempo. O que acontece é que quando a gente faz a análise de espermograma em laboratórios específicos em reprodução humana, a gente acaba tendo uma avaliação um pouco mais detalhada do que em um laboratório de análises convencional, então isso pode ajudar, principalmente quando a gente faz aconselhamento de chances de sucesso. Para um tipo de tratamento ou outro, se a gente vai contar menos ou mais com a movimentação dos espermatozóides, então por pelo fato da gente fazer esses exames com um olhar mais específico, é que a gente, normalmente propondo de repetir.
Mas eu imagino que essa seja uma dúvida de muita gente mesmo, de as vezes falar não, mas eu já fiz, não precisa fazer esse exame nessa consulta não, porque, convenhamos, a gente não é um exame agradável, nenhum dos 2, né? Nunca fiz, né? Como mulher, um espermograma, lógico, mas mesmo ultrassom transvaginal a gente sabe que é desconfortável, mas a gente acaba fazendo. Para ter uma avaliação mais completa do caso, tá bom? Ó, a tabitha mandou aqui pelo YouTube, boa tarde, tenho 35 anos, sou tentante há 3 anos e os exames estão OK.
Será que tento natural ou já corro para fazer algum tratamento? Olha, é normalmente quando a gente fala em definição de infertilidade, que era o que a gente estava falando, da questão do tempo, de tentativas. Depois de 1 ano sem sucesso nas tentativas até os 35 anos, o recomendável é que você busque a orientação de um especialista. Tá? Então não significa que não dê para manter as tentativas naturais.
Pode continuar. Mas procure também um aconselhamento de um especialista, porque, teoricamente, a gente já entrou na definição de infertilidade. Eu sempre gosto de frisar de que assim não existe. A gente não vai olhar para um exame e dizer assim, olha, com esse exame aqui, não dá para engravidar de forma espontânea. Mas o nosso objetivo, quando a gente tem esse diagnóstico de infertilidade, faz essa investigação.
É a gente tentar propor estratégias, então, de como otimizar essas tentativas e aí pode ser desde um caminhos mais simples, como indução da ovulação, por exemplo. Até caminhos de maior complexidade, como uma fertilização in vitro, por exemplo, tá, é? E é importante que a gente respeite, né? Que a gente tente otimizar esse tempo de procurar ajuda, porque uma coisa que muitas pessoas não sabem é o tempo de infertilidade, é um dos fatores que a gente leva em consideração na escolha do tratamento mais indicado, porque casais com um tempo de infertilidade mais longo teoricamente tendem a se beneficiar mais de um tratamento de fertilização in vitro. Então, é por isso que a gente recomenda de.
Olha, realmente deu um ano de tentativas. Bebezinho ainda não chegou até os 35, procura um especialista. Isso não significa necessariamente, que você está fadado a um tratamento muito menos ou uma fertilização, mas é mais para que você tenha uma avaliação mais específica, realmente consiga entender se existe alguma outra coisa mais que pode ser investigada ou que pode ser feita para otimizar as tentativas. Tá bom? Deixa eu dar uma olhada no restante das perguntas, a da Érica, então, acabei já respondendo, se a receptora poderia colocar 3 embriões, então geralmente a gente respeita a idade do óvulo.
Como as doadoras podem ter até 37 e até 37 máximo, são 2. Então, normalmente a gente vai respeitar também até 2 embriões, tá? A outra que a gente recebeu que a Daisy colocou aqui depois de quanto tempo devo procurar um especialista? A gente acabou já respondendo dentro da dúvida da tabita também. A essa pergunta que a Daisy colocou aqui que a gente recebeu também é excelente.
Existe uma idade ideal para engravidar? A gente até já fez um episódio mais ou menos sobre esse assunto, sobre qual o melhor momento para engravidar, né? É a verdade é que não, né? A gente não tem um momento ideal da vida. O que acontece é para a gente como mulher, a idade tem um peso infelizmente muito maior do que para os homens, né?
Porque para os homens, os espermatozóides estão sempre se renovando, essa produção ela é constante de espermatozóides. Diferente dos nossos óvulos, que não estão sendo mais produzidos, então é importante que a gente é mais do que pense numa idade certa para engravidar que a gente pensa em planejamento reprodutivo, porque se a gente fosse falar unicamente pela medicina, a gente poderia falar não? Então o ideal é engravidar antes dos 30 3235, mas a gente sabe que nem sempre essa é. Hoje a realidade que a gente vive, o mundo mudou muito. O papel da mulher dentro da sociedade, AO nosso trabalho, né?
A nossa inserção Na Na própria é, né, no trabalho. Mesmo os relacionamentos mudaram, então é muito difícil a gente colocar essa pressão de ter que engravidar até tal idade. Mas o ideal é que a gente pense sobre o planejamento para engravidar até os 3035 anos, porque mesmo que não encaixe naquele momento, pensar em tentar engravidar, a gente pode pensar em preservação da fertilidade. Congelamento, principalmente de óvulos, congelamento de embriões em casos específicos, então é o ideal é que mulheres em idade reprodutiva. Principalmente próximas ali, dos 3035 anos, que não pensem em gestação nesse momento, passem por um aconselhamento reprodutivo, então quantas aqui eu quero que vocês respondam aqui?
Quem está nessa idade? Quem já avaliou sua reserva ovariana? Eu posso falar por mim, eu sou médica, especialista em reprodução humana. Tenho vou ter que revelar minha idade? Eu tenho 32, vou fazer 33 anos e praticamente para avaliar minha reserva era muito de vez em quando e olha que eu estou dentro de uma clínica e tem ultrassom ali todo momento para avaliar, então.
A gente tem essa tendência de deixando, né? Pra avaliar, mas é importante que a gente não faça isso, porque às vezes a gente vai se surpreender, né? Com já uma redução da reserva ovariana que a gente poderia ter feito um planejamento em cima daquilo antes, então não tem uma idade certa. Mas o ideal é que seja feito um planejamento reprodutivo, principalmente se não existe desejo de engravidar até os 30 ou 35 anos, tá bom? Boa tarde, Nara Emanuel, me oi, me seja bem-vinda, Carla.
Ó, aí eu recebi a tem uma pergunta aqui, eu só não vou saber ler certinho o seu usuário. Mas a pergunta foi, doutora Camilla gostaria de saber quais as chances de engravidar sendo diagnosticada com ovários policísticos? Bom, aí, o que que é importante a gente saber é, é muito comum, né? A gente ouve falar, não tem ovário policístico, meu médico falou que eu não vou engravidar, só vou engravidar se fizer tratamento e, na verdade, a síndrome dos ovários policísticos. Ela é uma doença do ponto de vista hormonal, que traz ali um desequilíbrio de alguns eixos hormonais.
E que pode estar associada à alteração da ovulação. Então a anovulação, mas é, não é obrigatório que as mulheres com síndrome do ovário policístico não ovulem isso não significa que elas nunca ovulem, né? Então a gente precisa ver como foi feito esse seu diagnóstico. Será que é só critério de ultrassom? Como que a sua menstruação será que você menstrua todos os meses ou não?
Porque se você menstrua todos os meses, independente do diagnóstico de ovário policístico, teoricamente você ovula todos os meses. E você? Pode manter as tentativas da mesma forma, então a gente precisa olhar, é um pouco mais de uma forma mais ampla, né? Para esse diagnóstico, porque a gente não pode ser categórico, né? De que uma doença é só pelo fato de estar presente, vai significar precisar de algum tratamento específico para engravidar.
Ó a ketley, algum algum tamanho de folículo que seja considerado bem bom, que é, na verdade, tudo depende de qual é o nosso objetivo. Isso é uma coisa que as pessoas confundem bastante também, porque, por exemplo, as vezes a gente fala assim, há. Você já fez ultrassom para contar os folículos? E aí a pessoa responde, ai eu fiz vários, porque eu fiquei acompanhando a minha ovulação e aí, na verdade, são avaliações diferentes que a gente faz, porque o ultrassom, quando a gente conta os folículos, a gente quer os folículos pequenininhos, a gente quer saber no começo do ciclo, quantos deles estão ali disponíveis, preparados para o ovário poder escolher alguém para crescer e para ovular. Então, quando a gente fala em Contagem de folículos para saber da reserva ovariana, o que importa são os folículos pequenos.
Normalmente a gente faz no começo do ciclo. Agora, quando a gente está acompanhando a ovulação, ou seja, uma ovulação espontânea, seja uma estimulação para qualquer tratamento, aí sim, quem vai começar a importar pra gente são aqueles folículos maiores, porque porque é o crescimento do folículo que está sinalizando. Olha, eu estou, estou preparando meu óvulo aqui dentro Pra Ele poder estar Maduro, ou para ovulação ou para fazer a coleta dos óvulos. No caso da fertilização, e aí esse tamanho, ele depende, mas basicamente. Quando a gente está fazendo estimulações para inseminação, para fertilização, o nosso objetivo é chegar nos maiores folículos ali próximos a 18, 20 mm mais ou menos, tá?
Mas a gente nunca vai olhar, é isoladamente só o tamanho daqueles folículos maiores, a gente vai levar em consideração quantos outros a gente tem em que tamanho, então, esses outros folículos que estão crescendo, mas não chegaram a 18 a 20 mm. Qual é a duração da estimulação? Então, tudo isso a gente também coloca na balança para definir o melhor momento. Ou para desencadear a ovulação, para uma inseminação, por exemplo, ou para marcar a coleta dos óvulos também, tá? Oh, doutora, meu marido tem varicocele.
A gente tenta há 10 anos, eu tenho 42. Meu marido, 45, é bem importante que vocês procurem realmente é orientação de um especialista, tá? É porque pelo tempo de tentativas, né? Teoricamente, depois de 1 ano, o ideal já é procurar um especialista pensando na questão da idade. A gente tava falando, né, dessa questão para a gente que é mulher na qualidade dos óvulos, na qualidade dos embriões vinhos, então é importante que vocês passem por avaliação.
Para discutir as melhores opções de tratamento, tá bom? Ó boa tarde, doutora Lívia lucila, doutora thayane. Cleonice. A Luciana? Hã, me ansiosa para essa gravação de hoje, eu também me.
Já preparei um roteiro muito legal, aguardem novidades. Alay Lima. Ó. Recebi via uma pergunta que passou aqui, tomar anticoncepcional por muitos anos pode trazer infertilidade? A gente fez um episódio agora, eu não vou lembrar certinho qual foi Oo título do episódio.
Se eu não me engano, acho que era mito se e verdade sobre infertilidade era uma coisa assim é. E aí dentre esses, né? Tem esse então a usar anticoncepcional. Muito tempo atrapalha a fertilidade e na verdade não. Isso é um mito, né?
O que acontece é o anticoncepcional, quando a gente fala em anticoncepcional de comprimido, né? Ele está, entre aspas, imitando Oo seu ovário. Ele está dando os hormônios que o seu ovário estaria produzindo, então ele deixou ovário ali quietinho, em repouso, bloqueado. Então, o que acontece é que nesse período a gente não sabe como está o seu ovário, porque ele não está desempenhando o papel dele nesse momento, já que o anticoncepcional está fazendo essa função em tese. Então, o que acontece quando a gente suspende o anticoncepcional?
Aí é que a gente vai saber como está. Então a gente vai saber se a menstruação realmente vem certinha todos os meses. Né? Ou se ficam muito muitos períodos sem menstruar, vai descobrir como é a questão de cólica, porque muitas vezes, enquanto a gente está usando anticoncepcional ou não menstruou, menstrua pouquinho. A gente acaba não tendo muita cólica, mas depois é que a gente vai saber realmente como está o ciclo.
Então às vezes, depois que a gente para o anticoncepcional é que a gente vai chegar em alguns diagnósticos que não tinha como a gente chegar durante o uso do anticoncepcional, mas não que ele causou aquilo. Mas é porque na verdade a gente não tinha como avaliar porque qualquer avaliação naquele momento estaria sendo mascarada pelo uso do anticoncepcional. Está bom? Mas é mais por isso. Deixa eu ver a kety lhe perguntou, tenho 36 anos, acabei de completar, tenho 32 folículos.
Uau. Achei estranho que o anti mulleriano veio 0,6 estou desconfiada do exame, pois não bate, não é realmente assim. Os 2 achados são bem, é discordantes um do outro, né? Só pra contextualizar, pra todo mundo, quando a gente fala em avaliação de reserva ovariana, a gente tem 2 principais, né? Tem outros exames, mas os 2 principais com tal os folículos e dosar o hormônio.
Gente, milleri ano a contagem de folículos depende muito da idade da mulher, mas em tese, em torno de 8 a 11 folículos estaria dentro de uma contagem normal. Então, quando ela comentou, tem uma contagem de 32, é bem acima da média, né? Teoricamente é um potencial até de hiper resposta dos ovários, né? Por outro lado, o hormônio anti mulleriano, ele é um hormônio produzido pelos folículos, então ele tem uma relação que é diretamente proporcional a reserva ovariana, porque quanto mais folículos a gente tem, maior a produção desse hormônio. Melhor a reserva ovariana, então se ele vem baixo, em tese, ele seria compatível com uma baixa reserva, principalmente.
Acho que no Instagram tá dando uma instabilidade de conexão. Pronto. Agora parece que voltou. É principalmente é se ele vem abaixo de 1.1, então o resultado de 0,6 teoricamente sugeriria uma reserva ovariana reduzida. Então realmente a gente tem avaliações diferentes.
É importante considerar, né, se for o caso, repetir esse exame do anti milleri ano é importante avaliar em qual unidade de medida. Esse exame está lá ao dado, para saber se realmente entra, né? Nesses parâmetros que a gente está mais habituada e assim é quando a gente avalia marcadores de reserva ovariana, a gente faz é, a gente está buscando pistas, né, de potencial de resposta. Agora, se a gente for pensar, a sua idade é favorável. A contagem de folículos é favorável, principalmente se você não tem histórico de endometriose, alguma abordagem cirúrgica no ovário, menopausa precoce na família, o mais provável é que você tenha realmente uma reserva ovariana melhor e um potencial de resposta.
Melhor a estimulação tá bom? Então vale a pena. Realmente é olhar com atenção aí para essa divergência, porque realmente não é esperada com essa contagem, essa dosagem do anti mulleriano, tá? Nossa? Ótima essa pergunta que a Deise colocou aqui que a gente recebeu de paciente também.
Quantos ciclos de tratamento você recomendaria antes de tentar outra opção? Eu não sei especificamente sobre qual tratamento essa paciente estava se referindo. Mas assim é o que eu acho interessante da gente falar disso é que a gente como especialista em reprodução humana, o nosso papel é aconselhar, é mostrar ali as opções e falar, olha, a gente tem esses caminhos que podem trazer essas vantagens e essas desvantagens e a gente pode sugerir, olha, clinicamente falando, o mais efetivo seria este caminho ou outro caminho, mas é uma decisão que a gente sempre vai tomar em conjunto e isso a gente costuma conversar bastante, por exemplo, sobre qual é o momento. Pra gente mudar para óvulos doados, por exemplo. Então, seja por uma questão de idade ou de baixa reserva ovariana, quanto tempo a gente vai ficar tentando com o óvulo próprio?
Até a gente decidir mudar de estratégia, e essa é uma resposta que a gente não vai encontrar. É de forma prática na ciência, porque porque, teoricamente, se você tem folículos e se você menstrua o seu ovário pode responder a uma estimulação. Mas a gente precisa colocar na balança como tá o restante, como tá o emocional, o desgaste de todas essas tentativas? O risco da imprevisibilidade do ovário. Não consegui responder de não ter óvulo de não formar embrião.
A possibilidade de às vezes serem necessários muitos ciclos para a gente chegar em um bom embrião é, e aí, colocar tudo isso na balança para também poder pesar a questão emocional de cada um sobre a percepção de fazer o tratamento com óvulos doados. Porque esse conceito ele é muito particular e ele depende de questões muito pessoais. A gente não tem o número de ciclos específicos que a gente vai falar assim, olha depois de. 234 ciclos a gente tem que mudar. Existe sim.
Por exemplo, quando a gente fala em tratamentos de baixa complexidade, que não a fertilização. Normalmente, a proposta é fazer de 3 a 6 ciclos, não mais do que isso, né? É, mas é sempre uma decisão que vai ser tomada em conjunto, porque depende muito da expectativa da paciente, do casal, de como foram as respostas aos tratamentos. Até então, tá bom? Ó, tenho 2 cesáreas.
Colocar 2 embriões seria arriscado? Não necessariamente. Assim você não tem uma contra indicação formal a colocar 2 embriões, principalmente dependendo de como estão esses embriões, se eles estão em estágio mais inicial ou mais avançado, né? Qual é a classificação morfológica dos embriões? É, mas só pelo fato das cesáreas anteriores não seria uma contra-indicação absoluta da gente pensar em colocar 2 embriões Zinho e tá.
Ó, você recomendaria aguardar um ciclo menstrual entre os ciclos de tratamento? Não necessariamente. Tudo depende também do tratamento, né? Mas, na maioria das vezes, a gente não precisa. Por exemplo.
Isso. Essa é uma pergunta muito frequente quando a gente faz uma transferência de embriões e não tem sucesso, então fizemos a transferência. A gente teve ali o teste de gravidez negativo a partir do momento que a gente suspende os remédios, a tendência é que a mulher menstrue nos próximos dias ou, no máximo, nas próximas semanas. E aí sempre vem o questionamento, é melhor eu emendar uma tentativa na outra ou é melhor eu dar um intervalinho entre 1 e outra e a gente, normalmente, sempre responde, olha, isso. Depende principalmente do preparo emocional para um novo tratamento e da decisão.
Se a gente vai fazer algum outro exame de investigação, vai adotar alguma estratégia diferente, caso não, caso a gente não precise desse tempo para outras estratégias e outras investigações, a gente pode seguir num próximo ciclo, sem problema nenhum, desde que as condições físicas, né emocionais estejam favoráveis para a gente dar andamento. Tá? Gravidez química pode acontecer outras vezes em quem já teve, mas infelizmente pode. A gravidez química é quando a gente tem o início ali, né? Da implantação, então, a gente tem um positivo inicial, mas que acaba parando de se desenvolver.
A principal causa, né? É pelo fato de que a gente forma muitos embriões alterados, principalmente da parte genética. Então esses embriões nem sempre vão conseguir continuar ali. A interação com o endométrio para implantarem. Não é?
Então é o fato da gente ter passado por uma gravidez química. Infelizmente, não eximi, né? O risco disso acontecer de novo, por uma limitação nossa, como ser humano dos embriões em que a gente forma, tá bom? É, mas não significa de forma alguma que você só forma embriões ruins ou que tenha um risco maior de insucesso pelo fato de você ter passado por uma gravidez química, tá? O que acontece é que, muitas vezes, quando a gente está em tratamento, a gente diagnostica mais porque a gente faz muito mais testes de gravidez.
Enquanto a gente está em tratamento do que quando a gente está tentando, espontaneamente que espontaneamente a gente está ali tentando. Há está no período de vir a menstruação. Vou esperar se a menstruação atrasa, aí eu penso em fazer um teste. Agora, quando a gente está no tratamento, não, a gente tem ali a data marcada, o pedido certinho pra fazer o teste. Então a gente acaba testando mais e às vezes percebendo mais essa questão da gestação.
Química tá bom? Boa tarde, danúbia Simone, a Simone, meu baby, está aqui. Falei que tinha muitas mamães, um beijo, muitos corações pra você se. A lunar, a Paula, a Juliana. Age colocou, tenho 37, fui liberada pelo endócrino.
Sou diabética para fazer a FIV, provavelmente inicia a estimulação no meu próximo ciclo, por volta de 20 de agosto, uma dica para controlar a ansiedade. Jake, difícil, né? Porque é muita expectativa e aí planejar o começo do tratamento também, né? É assim, a princípio, quando a gente fala em controlar a ansiedade, depende muito de pessoa pra pessoa, né? O que normalmente a gente recomenda nesse sentido é que, assim, lógico é importante, você é conhecer as etapas do tratamento, você ter uma equipe em que você confie que você tenha Liberdade para conversar, tirar todas as suas dúvidas.
Quando a gente sabe o que a gente vai esperar no caminho, o caminho acaba sendo um pouco mais leve, né? Então, escolher uma clínica, uma equipe onde você se sinta segura, acolhida, possa esclarecer as suas dúvidas, que te traga, né? Oo conhecimento necessário para as etapas que você vai passar e, ao mesmo tempo, assim a gente até falou sobre isso em alguns episódios do podcast sobre até com a doutora Heloísa psicóloga sobre essa questão da ansiedade para o tratamento. Então assim como a gente pensar nessas questões diretamente do tratamento. A gente tentar, se possível, não é não fechar, né?
Ali, a nossa, a nossa vida, o nosso foco nessa questão do tratamento, eu sei que é muito difícil, é um planejamento da vida e de uma nova vida, né? É, então, é muito difícil isso não não tomar, né? Conta do nosso pensamento. Mas como a gente está entrando, né? Num tratamento onde existem muitas variáveis, muitos imprevistos, né?
Muitos altos e baixos e é uma coisa que não está no nosso controle. Às vezes a gente conseguir respirar um pouco. Já para as outras áreas da nossa vida, tira um pouco também dessa tensão do tratamento, né? Te desejo um ótimo tratamento, se Deus quiser, que seja leve, tranquilo e que em breve você possa estar aqui como mamãe também. Para contar o seu relato pra gente, aham me daqui 2 semanas estarei aí para início da nossa transferência.
Graças a Deus parece que o tempo não passa as vezes né, meu Deus do céu, se a gente já fica nessa ansiedade, nessa expectativa, né? Imagina vocês, é difícil, não tem como. A ultrassom para contar a gente folículos na realidade, só é realizado somente por um profissional de reprodução humana, não qualquer profissional. Qualquer ultrassonografista pode realizar, mas geralmente é uma avaliação que só é feita quando a gente solicita. Então, se a gente for, é fazer ultrassom, marcar um ultrassom transvaginal, entre aspas convencional.
A gente vai ter as informações, entre aspas convencionais, volume do útero, dos ovários, se tem algum cisto, alguma alteração. Então quando a gente precisa que seja feita essa contagem. Aí normalmente a gente coloca essa especificação no pedido, tá? Normalmente, a mulher que tem sop tem bastante folículos ou há casos e casos? Na maioria das vezes?
Sim, porque a síndrome dos ovários policísticos recebe esse nome, porque o aspecto policístico dos ovários nada mais é do que ele tem um Monte de folículos ali dentro, né? Mas ele acaba sendo reflexo desse desse desequilíbrio hormonal que a gente tem. É, mas não é obrigatório, porque o que as pessoas não sabem e tem episódios sobre isso no podcast também estou falando, gente, vocês não assistem esses episódios, vocês ouvem que tem muita coisa legal. Tem episódio do podcast só sobre ovário policístico e o que muitas pessoas não sabem é que assim, o diagnóstico de síndrome do ovário policístico é a gente apresentar 2 de 3 critérios e o aspecto ultrassonográfico é um critério, ou seja, ele pode não estar presente e os outros 2 estarem e a gente tem um diagnóstico de síndrome dos ovários policísticos. Então por isso que não é obrigatório que a gente tenha esse aspecto com mais contagem de folículos no ultrassom, boa tarde, tenho 35 anos e 14 folículos.
É uma média boa sim, por essa contagem que você está passando. Tá excelente, viu? Dentro das expectativas para a idade muito bom, boa tarde, Talita Ariane a, Liliane, Isabela, Débora, aí Jeová, vários policísticos podem atrapalhar a contagem, na verdade, é o que a gente estava falando agora, né? Que a tendência é que a gente tem até mais contagem numa contagem até maior por conta do ovário policístico. Deixa eu voltar porque eu vi que tem mais perguntas aqui para baixo.
Se não, não vou conseguir chegar todo em todas até o final. A olá, doutora, tenho 40 anos. Em 2021, fiz FIV, um anti milleri, ano de um ponto 65 ultrassom com 18 folículos na coleta, só consegui 4 e não evoluiu. O que pode ter acontecido, na verdade, Val, é. É difícil a gente responder sem saber do caso como um todo, porque assim, a princípio você realmente é tinha uma contagem de folículos boa, mas tudo depende de como o ovário responde também à estimulação.
Às vezes tem pacientes que têm um Monte de folículos, só que quando a gente estimula, por exemplo. Poucos deles conseguem se sensibilizar para crescerem e aí, por mais que a gente veja lá vários, se a maioria está pequeno, normalmente eles não vão trazer óvulos maduros para a gente poder utilizar. Mesma coisa é, existem algumas pacientes, por exemplo, que podem acabar ovulando antes da coleta dos óvulos. E aí esses folículos que romperam e liberaram os óvulos, a gente não consegue colher óvulos de dentro deles, então isso pode também fazer com que a gente tenha menos. Então a gente precisaria entender.
É como foi a sua resposta? A velocidade de crescimento dos folículos, qual era a previsão de óvulos no momento da coleta? Né? É pra gente poder te orientar, mas não significa que esse seja necessariamente um padrão seu. Cada ciclo que a gente tem é de um jeito.
O que a gente faz é usar o que a gente tem de conhecimento, né? Do do que passou, dos ciclos passados para tentar ajustar na programação de um possível novo tratamento, tá? Tive 2 gestações químicas, fiz vários exames trombofilia, cariótipo, fragmentação e nada de errado. A FIV seria mais indicada se a gente for. Pensava só pelo histórico das gestações.
Química. Se assim, só que eu digo no sentido de apenas este histórico, não que isso não seja desgastante, porque a gente sabe que teu positivo e não evolui. É bastante doloroso, né? Mas assim, se a gente for pensar nesse histórico isolado, a gente não usaria como critério para indicar a fertilização, mas tudo depende. Do conjunto, então, tem agora algum tempo de tentativas dia sem sucesso.
Qual é a idade? Qual é a reserva ovariana? Então a gente olha esse conjunto também para decidir se a FIV seria o melhor caminho ou não. Tá bom, eu descobri que minhas trompas foram obstruídas mesmo, laqueado. Mesmo assim, conseguem engravidar, sim, a gente consegue chegar na gestação, normalmente, através da fertilização in vitro, né?
Nesses casos, porque aí a gente não vai depender da trompa. Para o encontro entre o óvulo espermatozóide. Ele vai acontecer no laboratório e a partir do momento que a gente tem o embrião pronto, a gente pode colocar direto dentro do útero, tá? Deixa eu ver o restante das perguntas. Boa tarde, Dra.
Pólipo endometrial, pode interferir na fertilidade e menstruar muito jovem pode interferir também. Com relação ao histórico menstrual. A gente sempre vai olhar principalmente para a questão da sua menstruação e para a questão do histórico da família. Então, por exemplo, tem histórico familiar de entrar na menopausa muito cedo, né? Então a minha mãe entrou na menopausa muito jovem, principalmente antes dos 40 anos.
É um sinal de alerta de que o seu risco de menopausa precoce também é maior. Então o que a gente precisaria? De uma avaliação mais precoce ali da reserva ovariana para a programação do planejamento reprodutivo. Tá com relação ao pólipo, o pólipo nada mais é do que uma proliferação a mais ali, né? De células no edométrico eu sempre dou esse exemplo e igual quando a gente tem essas pintinhas, que são um pouquinho mais elevadas, ali é mais ou menos isso, né?
Que são células que vão crescendo a mais e formam uma projeção ali para dentro da cavidade, se eles realmente impactar na implantação, existe uma discussão muito grande. Na ciência, então existem estudos que sugerem que, sim, existem estudos que sugerem que não tá. Então, tudo depende de onde espólio está localizado, qual o tamanho ele tem? Você já passou por algum tratamento sem sucesso? Você tem algum sintoma por esse pólipo?
Então tudo isso a gente coloca na balança para definir se a gente vai retirar, vai abordar esse pólipo ou não. Na maioria das vezes, apesar de não existir um consenso, né? Se atrapalha ou não, a gente tende a tentar deixar essa cavidade o melhor possível. Para, principalmente, para transferência de embriões. Então a gente tende a ter uma avaliação direta da cavidade pela histeroscopia e, se necessário, tirar o pólipo, tá bom?
Bom gente, queria agradecer a presença de vocês. O tempo passa muito rápido. A gente está aqui conversando, podia ficar, vou, vou, vou atrasar a outra gravação pra gente ficar aqui conversando, dá vontade, né? Mas eu fiquei feliz então, com a participação de vocês, sinal que a gente pode fazer mais vezes esse tipo de episódio, né? Se vocês gostaram desse formato que a gente está testando, mandem para nós nas mensagens, no direct, é pra saber se a gente faz mais vezes assim ou se vocês têm outras sugestões de formatos de temas, de convidados, aceitamos sugestões, viu?
Aham, obrigada a todo mundo que acompanhou tanto pelo Instagram quanto aqui pelo Facebook. Tá bom? Boa tarde. Dênio, ô zenir, queria a então agradecer a participação de vocês, convidar vocês. Agora a gente está fazendo outras.
Vocês viram que teve live ontem? Vamos ter mais livres nessas próximas semanas também? Então a gente vai ter mais oportunidades de conversar mais de perto, tá bom? Um abraço pra vocês, um ótimo restinho de semana e até as próximas lizzie, aguardem o novo episódio do podcast sobre óvulos doados em. Tchau, gente.
Obrigada por assistir ao papo de tentante para enviar seu relato, dúvida ou sugestão? Mande um e-mail para [email protected]. Aproveite e acompanhe o CEFERPno Instagram e no YouTube para ficar por dentro das novidades. O conteúdo deste podcast é meramente informativo e não substitui uma consulta com médico especialista. Te vejo no próximo episódio até lá.
