Em 6 anos de história nós tivemos diversos momentos especiais, histórias emocionantes e recordações que aquecem o coração!
Neste episódio, chamamos os pilares que idealizaram o CEFERP para compartilhar conosco momentos emocionantes, motivações e o início de nossa história: Dr. Jorge Barreto, Dr. Marcelo Rufato, Dr. Anderson Melo, Dra. Camilla Vidal e Ailton Banzi.
Temos também a presença da Lurdinha, nossa querida enfermeira com mais de 29 anos de história conosco e com muitos momentos memoráveis para compartilhar!
Transcrição do episódio
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Olá, aqui é a doutora Camilla Vidal, médica especialista em reprodução humana do CEFERP centro de fertilidade de Ribeirão Preto. Seja bem-vindo ao podcast papo de tentante, um espaço onde compartilhamos informações sobre o universo das tentantes em busca do tão sonhado positivo. Aqui você poderá compartilhar suas experiências, se inteirar sobre os assuntos de reprodução assistida e ainda conferir relatos de mamães que já passaram pelo tratamento e tiveram seu positivo. Você também poderá conferir novos episódios quinzenalmente e assistir ao episódio em vídeo pelo YouTube do CEFERP. Vamos ao episódio de hoje?
Oi, pessoal, sejam bem-vindos ao papo de tentante e hoje para esse cenário maravilhoso, novíssimo é clima de festa de 6 anos do CEFERP. Então olha que bancada, acho que a gente nunca teve tanta gente assim e tanta gente de peso pra gente conversar, então. Eu vou deixar todo mundo assim que vocês já conhecem, mas vou deixar todo mundo se apresentar, vocês conhecerem as vozinhas e saber um pouquinho mais do que que todo mundo faz no CEFERP. Maravilha esse podcast é raro, né? Ter todo mundo da clínica junto aqui, né?
Os sócios, todos reunidos pra gente comemorar. Esses 6 anos do CEFERP, meu nome é Marcelo e eu sou embriologista, responsável pelo laboratório doutor Jorge, vai se apresentar. Sim, eu sou ginecologista ou médico ginecologista? E trabalho no CEFERP, desde o começo. Antes do começo?
É então, na verdade, ele é o começo, né? Assim eu. Sou Lurdinha. É trabalho há 29 anos com o doutor Jorge. Desde quando não era ainda a clínica de reprodução assistida.
Comecei com ele como instrumentadora cirúrgica e já passei para a secretária recepcionista. Financeiro, um pouquinho de compras, um pouquinho de vendas. E de de produtos da clínica, né? De pacotes na época. E estamos aí um pouquinho mais.
É, ela está meio discreta, gente, porque é meio. Ela é patrimônio do sefect e vulgo dona sequência posso falar outro apelido aqui, né? Bom, eu sou Anderson, também sou médico ginecologista especializado em reprodução humana e faço parte aí do time. Uhum do CEFERPhá 6 anos. Sou o Ailton, sou responsável pela parte administrativa dos processos.
Foi um pouco da extensão da Lurdinha ali no na transição do CEFERP a história do doutor Jorge. E? Vamos lá. Eu acho que de todo mundo, a única voz que as pessoas não conhecem é a sua, né? Que está sempre no.
Background, ali. Né? Foi meio difícil, vim para cá também. É? Então ele só tocou porque veio todo mundo.
A gente conseguiu trazer o doutor Jorge. Se não viesse, você IA ser alguma. Coisa, perguntei para doutor Jorge, você vai? Bom, e aí acho que pra gente falar, né? Da comemoração?
Tudo começa com a história. Você estava falando dos 29 anos, né? Acho que vocês podiam contar um pouquinho como foi surgir a ideia de de trabalhar com reprodução. Doutor Jorge teve sempre AA frente, né, do seu tempo pensando, né? E me conta, Lu, como é que vocês se conheceram, como é que foi tudo isso?
Eu trabalhava como serviço público, né? E eu estava precisando de 11 a mais, um plus, né? Pra trabalhar e como ele gera nosso colega de trabalho e o primo dele era gerente da da do serviço, João, ele me indicou para ele, né? Tipo assim, não. O meu primo está precisando de alguém à tarde para poder, né?
Agilizar e também ele fazia muitas cirurgias na época, não tinha quem tirasse os pontos, aquelas coisas todas e você já vai lá já. Faz tudo aí cheguei lá, já comecei no mesmo dia. E foi ficando. E assim existe 11 sintonia, né? Não?
Só entre eu e ele, mas existe as pacientes deles, as antigas de ginecologia obstetrícia, que eu encontro até hoje e elas me falam. A semana passada encontrei uma no supermercado para variar, né, que mandou 1000 abraço para ele, sabe assim. Aí eu falo, ó, encontrei paciente e tal, mandou um abraço. Cada semana Finados, encontrei a mãe no cemitério. Mandou um abraço?
Eu. Trouxe a? Lugares mais inusitados que eu encontro nurdinho não sei o que aí manda um abraço do doutor Jorge, não sei o que uma ex é secretária dele da época da da mãe dele. Também encontrei ela semana retrasada, mandou um abraço para ele e já mandou a filha para ele também ver o né? AAO tratamento da filha para poder agilizar que ela quer ser avó.
Olha, então assim são pacientes antigas. Né? Antigas que a gente revê e tem as de reprodução a partir do começo da reprodução, que a clínica era lá na avenida Presidente Vargas, no comecinho, foi ali que começou ali que foi reformada aquela casa pra. 60 cirúrgico recuperação também. Eu estava aí ali também.
Nós temos muitas pacientes. Tem casais que que até hoje eu encontro ou faz, né? Nas redes sociais, aquele casal de Barretos que me me convidou até para o batizado da bebê na época foi deixou uma chácara só para mim e meus filhos deixam uma chácara, né? E a minha história é. Na época e até hoje a gente tem contato, a menina dela vai fazer 18 anos agora esse mês, dia 29 de setembro.
E ela já falou que vai lá para tirar uma foto comigo, doutor Jorge, o doutor Joaquim, que são os que na época fizeram a fertilização, foi uma das primeiras fertilizações. Olha, então assim é um é um ELO, é um vínculo que a gente não não acaba, é cada dia, é uma nova, cada dia um encontro novo. Encontro no shopping também. Quando eu desço para almoçar, alguma coisa também. E uma memória que ela lembra de tudo, né?
Impressionante. Novo? Sobre novo, como foi o tratamento quando engravidou do ano de tudo, né? Graças a Deus. Foi uma memória boa, ainda.
Aí? E aí foi toda uma história. O Marcelo conta muito essa história, né? Porque a gente faz a apresentação até para a visita do controle de qualidade, né? A gente contextualiza o surgimento da clínica e tudo mais e eu adoro o slide que você coloca lá.
Olha, começou no ano tal. O endereço era tal que foram tantas etapas para hoje estar aqui comemorando 6 anos. Né? Eu eu começo contando do meu, do meu ponto de vista, né? Então eu não peguei à à época, eu lembro da clínica.
Eu conheci a reprodução. Na verdade, eu não sabia que que, que que fazia, porque o doutor Jorge. Era Oo parente médico da família, né? OOO bem sucedido. Então eu conhecia a clínica porque ele me chamou uma vez.
Eu estava. Acho que no colegial e aí eu fui ver a clínica, essa clínica lá da da Presidente Vargas. E? Aí ele me convidou para ver um, não lembro o que que era exatamente. Foi endoscopia.
E aí eu fui ver, aí eu achei demais, né? Assim, um mundo muito legal assim, e então eu sei, daí pra frente só, mas eu eu realmente fui conhecer a clínica. Só em 2005, quando eu entrei, né, pra pra tocar o laboratório, então eu só tenho pelo pelo olhar de vocês aí acho que é melhor vocês falarem da da época pré 2005, que eu só sei de 2005 realmente pra então depois. Eu vi um potencial muito grande e você sabe, Marcelo. EE eu falei, bom, eu preciso motivar esse moço aqui, né?
E é por isso que eu te convidei para para que você fosse lá vice e sentisse estimulado a trilhar esse caminho. Aí deu certo. Deu certo, deu certo. Estamos juntos. Que legal.
Não conheço o Marcelo desde que a. Neve, mesmo assim, pequenininho. Você conhece ele pequenininho, né verdade? Chega na casa do Dr. Jorge como a ideia dona Esther, né?
Na época que o irmão dele também, o Newton e as vezes. Tinha aquele churrasco, aquelas coisas, e chegava a Marcelo lá com a mãe dele com. Os. É indo para a piscina. Meus filhos devem que é uma coisa na piscina.
Eu era muito legal na época, quase não existia piscina, né? Nas casas hoje tem, mas na época não existia. Então, quando um parente tinha uma piscina, era uma Glória. Porque era o evento, né? Era o que a gente ficava esperando e.
Aprendendo. Ele adorava a casa cheia, né? Aí, de repente você viu ele aparecendo lá, fazendo de. Repente ele grande da USP, né? É, cheguei a professora, é no começo ainda tem umas, né, umas puxadinha nele.
Assim, né? Por um bom tempo eu fui doutorzinho, né? Largando doutorzinho, doutorzinho, não sei se você lembra, é o doutorzinho. É? Era, mas provocação.
Temos 11 impirolologista uma bióloga, né? É permanente. Então a gente IA buscar, né, doutor? Convidava de outra cidade, veio de Campinas, veio dos. Sul, AA.
Nossa embriologista que eu IA buscá-la no não existia Uber, Uber. Era Lurdinha. Eu IA buscá-la no aeroporto que ela chegava já já reservava hotel para ela, deixava ela no hotel depois de manhã, eu pegava para ir para a clínica para ela fazer. Naquela semana, acumulava, né? A maioria dos procedimentos, isso mesmo, ele, o doutor Joaquim fazia um.
Àquela Pra Ela vir e fazer. Uma olhada para cá e naquela época, então era tudo assim, e também quando chegava materiais não existia transportadora. A Lurdinha era transportadora. A gente era tudo. Né?
E ela era Tam, do do aeroporto. Os caras produtos. 19 horas. 19 horas, chegava aí, a Lurdinha, IA lá buscar os produtos porque não tínhamos transportadora. E tem o primeiro microscópio.
É ele que fala a história. Ela está reclamando que foi no aeroporto. O doutor Jorge foi aonde buscar esse microscópio? É, então. Ele vai.
Contando esse microscópio, eu eu comprei é em São Paulo. E quem trouxe esse microscópio? O esposo dela, num fusca, microscópio enorme, né? E foi o primeiro microscópio. Também não tinha transportadora de lá pra.
Cá pois é, e ele trouxe. Encaixotado, todo do banco de trás e foi Oo início de tudo. Praticamente. Foi esse essa compra do microscópio, aquele entusiasmo, né? É de ter.
É o elemento assim, fundamental microscópio invertido, que a gente chama, não é? É o microscópio especial, não é esse microscópio que é é? É binocular que nós utilizamos. É um microscópio que é utilizado na fertilização. Eu fiquei muito entusiasmado com com essa chegada e eu agradeço.
O. Luiz, Laércio. O Luiz Márcio, por ter trazido ele pra gente. Também tinha aquela Câmera de Macri. Eu lembro, quem me trouxe foi uma amiga sua, que foi para os Estados Unidos.
Eu te trouxe a caixinha da Câmara, a Câmara. De contador de células? É um contador de células, é isso mesmo? Bem lembrado. É tudo amigo e entendeu a notícia.
Não gosta de importar e chegar. Era muito. Difícil, tinha que buscar. Muito difícil mesmo, realmente é nossa que memória. Eu lembro de é bravar mesmo.
Cara, é incrível como muita coisa na reprodução era difícil, né? Nessa época é em relação aos meios, a validade. Eu lembro que era muito curta, curta e aí você perdia rapidamente. A gente tá falando. De que ano, mais ou menos.
2900. E um 2002 ou algo. Assim é. Olha, então era uma época complicada. Aí tinha desabastecimento, às vezes não chegava no Brasil, parava na alfândega, o dólar fazia isso ai eu.
IA trocar dólar para ele também. Chegava de câmbio. Aí ele tinha uns amigos que tinham, né? Era ali, perto do HC, na roussea de setembro, tinha uma escada enorme, subia e fechava uma porta de aço atrás de mim, abria outra para eu entrar. Imagina se fosse hoje?
E aí eu entrava para trocar os dólares para ele fazer todas essas compras aí que era em. Dólar essas compras eram todas em dólar, né? Então nós temos que é tudo importar. Mente? A gente aqui, a gente.
A ideia do podcast, a gente trazer histórias inspiradoras, né? E tal, e eu vejo assim que. É, se não tivesse aberto uma porta lá atrás, a gente não teria ajudado tanta gente como a gente tem ajudado ao longo de todos esses anos, né? A gente começa por nós os mais próximos, né? Disso, mas se estende aos pacientes, principalmente.
Essas famílias que dependem, né? Do do, do serviço que a gente disponibiliza. EE falando de história inspiradora, não é? E não é puxação do saco negro. A gente está junto aqui, mas eu aprendi a arriscar, ser empreendedor e eu acho que deve ter muita gente assistindo que deve ter o seu negócio.
Deve ser empresário, né? Daí muita gente que tem a sua, o seu próprio. Seu momento de vida, de arriscar EE se arriscar em uma época que não se falava de reprodução assistida, pegar todas as economias e colocar num negócio como esse assim, eu imagino que você deva ter sido chamado de louco, ou pelo menos alguém. As pessoas devem ter pensado que porque. Era muito difícil tocar reprodução nessa época, a ler falou da mão de obra, né?
Então, era difícil ter pessoal capacitado, ter imbrologista. Aí você chegou a fazer o primeiro curso de embriologia em 98. É verdade, eu fiz o curso de embriologia para entender o contexto de laboratório, né? Da parte clínica, gente formado nessa situação. Mas o laboratório é o coração da clínica, né?
É? Então você tem que entender, é, é com profundidade e por isso que eu fiz esse curso realmente bem lembrado. Marcelo, eu fiquei em São Paulo é um bom tempo e. Propiciou, né? Que a gente conseguisse implantar paulatinamente AA clínica.
A clínica e hoje ela. Tá desse tamanho grande? É com a presença de dos colegas com é que fizeram crescer. Ailton do torane, doutora Camilla e outros colegas, né? Então a gente nunca sabe onde que vai chegar, né?
A vida é assim, só. Abrindo um parênteses na época, nós eramos em 4. Hoje nós somos em mais de 30. Nós éramos em 4. Éramos 2 médicos.
E 2 funcionais, 2. Funcionárias, é nossa. Realmente uma delas era Lourdes fazia. 2. IA por 4.
É, é Bali, não? É porque eu peço esterilizações, né? A gente tinha autoclave, né, pra estil. Isaac não é igual hoje, não é bom, né? É, né?
A montante também é maior, mas na época a gente tinha toda antes instrução de autocláveis a gente fazia cursos em hospital, eu fui em em cursos, em lavanderia de hospital pra ver como que lavava a roupa, né? Pra poder numa situação Paulo, por exemplo, quando a gente estava locado lá dentro, eu descia na lavanderia, mandava descer, eu descia para ver como que era a calandra, né? Que é a máquina que que Lava, que para a gente saber todo o. Itinerário da roupa até onde chegava e como limpava como desinfectar. Como as coisas vão mudando, né?
É aí, de repente, chegou a turma mais nova, o Ailton um pouquinho antes, né? Eu estou. 2015. 2015, né? O Ailton veio para organizar as finanças, mas aí ele viu que era muito além da finança e.
Eu cheguei em 2016, acho que a menina de 2017. 17 para 16, para. 18, né? E uma coisa que é interessante que eu vejo, que Deus ele uniu propósitos, né? Porque veio, a gente tem a mesma formação, doutor Jorge e eu a Camilo, doutor Jorge, da Unicamp, mas trabalhou muitos anos no HC de Ribeirão da USP.
Eu e a Camila também, o Marcelo lá da USP também e a gente sai com uma formação técnica muito forte. Sai com uma formação, um conhecimento científico muito grande, mas dentro dessas instituições eu sentia muito falta. Do acolhimento, da humanização de estar ali do lado para ouvir e mesmo trabalhando em diferentes clínicas de reprodução humana, fora de de do HC. Eu sentia falta desse espaço, até que surgiu a oportunidade. Então, conhecendo o doutor Jorge e o Marcelo, a primeira vez numa eu me lembro de uma das primeiras reuniões, quando eles falaram que que você acha da gente fazer um consultório sem meses?
Eu falei, não tô acreditando, era o que eu queria. Tudo bem que aí é um preço alto. A coluna já não tá ajudando. Eu tenho que deixar. Para os mais novos?
Mas aquilo me chamou atenção porque eu sempre gostei de conversar. Mesmo com os pacientes do SUS, né? Apesar do pouco tempo, era uma coisa que precisava e aí acho que foi essa reunião de propósitos, né, da gente prestar um serviço que tem imprevisibilidade do resultado, mas a gente quer o máximo que dá, garantia a qualidade do processo, a qualidade na jornada, a gente não consegue garantir o positivo como nenhuma clínica do mundo consegue, mas a gente consegue sim, garantir o ombro amigo a mão estendida. A qualidade do serviço, essa cidadã novinha aqui do patrimônio, falando do sobrenome das pacientes, eu fico de boca aberta. Às vezes eu não lembro de ontem quem eu conheci, quem eu vi.
A Lurdinha. Lembra disso? Então acho que foi essa reunião de propósitos e a gente foi sofrendo alguns choques. Ao longo desse processo, porque a gente imaginava uma sementinha que IA germinar, talvez numa árvore pequenininha ou uma florzinha pequena, e de repente, AAA. Planta.
Não era só uma planta, Ela Foi crescendo uma árvore e aí a árvore começou a exigir mais cuidados e aí começou a vim essa veia empreendedora do doutor Jorge para o Marcelo e o Ailton, inicialmente obrigando a gente a ter processos por conta da do órgão canadense. Documentário. É então isso foi um está sendo ainda um grande aprendizado, uma grande quebra de. Dignas de cultura, porque a gente sai de de outras instituições que não têm a mesma metodologia de trabalho, mas tudo em prol de aumentar a segurança de quem vai em busca de constituir a família com a gente, seja da forma que for, né? Então isso para mim?
Eu. Eu estou desenvolvendo cada vez mais a gratidão, né? Interna porque para mim é um, é uma dádiva poder participar de um, não é um trabalho, vamos falar assim, é um, é um propósito, né? Obviamente que a gente tem outras coisas na vida, a gente se abdica muito, a gente fala assim, Ah, 6 anos o CEFERP está há 6 anos, é verdade, o nome CEFERP é 6 anos vocês ouviram aqui que isso começou mais de 30 anos atrás, quando o senhor entrou na faculdade que não tinha seus finais de semana, não tinha os seus feriados, teve que se abdicar de conviver com mais frequência que as pessoas que o senhor ama e a gente gradativamente constituindo essa história também, né? Então é.
Uma abdicação muito grande de prazeres imediatos para ali na frente, alcançarem AA gente. Alcançar prazeres maiores vão fazer assim, né? EE colher desses frutos, né? Colher obviamente parte financeira, sem dúvida nenhuma, mas a realização pessoal e profissional acho que seria um dos principais fatores, né? Eu, como sempre, falando muito, aí tu falou.
Não tem a gente que me pega todo dia, você não vai aposentar, eu não vou aposentar. Eu gosto do que eu faço é, entendeu? Não é? Eu amo o que eu faço, então não, eu não. Trabalho, eu venho, eu faço meu trabalho de manhã, mas é prazer, é prazeroso.
O que eu faço, Hum, então eu não sinto vontade de aposentar, de ficar na minha casa esperando o tempo passar? A Lurdinha é da gente, gente. O negócio dela é conversar, é comunicar, e eu não vou contar nada, vou contar assim, tal a Lurdinha é a organizadora das festas. É happy hour, confraternização, é tudo com a Lurdinha, né? Eu acho.
Ela. Tem compromisso? Tem um? Compromisso e. O senhor estava falando dessa parte, né?
Do de que Deus colocou os caminhos, né? E eu acho interessante, porque assim realmente, por exemplo, vocês são amigos de infância, né? Eu conheci o doutor Anderson do HC. Eu lembro direitinho, eu era residente. O senhor era chefe da residência e eu lembro direitinho o dia que o senhor chegou para mim lá No No laboratório do HCEO senhor falou assim, olha, Camila, continue assim, você, eu não lembro exatamente o os adjetivos, mas assim.
Você é uma profissional que se dedica e o serviço precisa disso, e eu entendi o serviço HCE, aí eu pensei e eu até falei, falei, nossa, obrigada, porque na residência a gente já está acostumado a levar, né? Só fez errado. Eu não sei o que lá você recebeu alguma coisa boa? Eu falei nossa, obrigada, a gente nunca recebe coisa boa, né? E aí eu saí feliz, pensei assim, bom, o chefe da residência gostou do meu serviço, ótimo aí, tempos depois eu transo, me manda uma mensagem pra ir lá na clínica conversar, pensei, nossa, o serviço era OCP.
F? É então, e aí entro eu no CEFERP conheço o Marcelo desde. De antes, né? Por a gente ter se conhecido na. Na adolescência eu era adolescente.
Você já era um pouquinho mais velho. Lá em Corumbá, então assim a gente se se cruza, né? Era tudo por um propósito maior, né? Você é. Mesmo é, eu não conhecia o Marcelo.
Na verdade, o Marcelo foi fazer um teste alérgico com a minha esposa. Olha que tinha que ficar lá umas 34 horas ali. Plagiando, e eles ficaram conversando e de repente foi ali Oo encontro. E foi pela identificação do propósito. Não, não só, mas em especial.
Obviamente, Deus, né? Porque a gente conversou bastante sobre, mas pela forma dela atuar como profissional, que é a mesma forma que vocês trabalham, com muito acolhimento, porque eu me surpreendi com a doutora Janaína, ficando comigo o tempo todo e eu achei que ela fosse colocar, né? Fazer o teste lá e sair e falar, pô, deixa ali com alguém, entendeu alguém? Olha ele aí durante horas. Imagina a manhã inteira dela perdida entre aspas ali comigo, né?
Só um paciente e aí ela ficou e ela ficou ali. Atenção, conhecendo, conversando, pedindo para buscar mais informação. Isso me chamou muita atenção também. Não é? Ao invés de não, eu mando, se obedece, fica aí você é só um paciente, né?
Não? Você precisa saber de correr, vai busca tal informação, tal informação para você saber um pouco mais sobre o seu próprio tratamento, tal então achei aquilo muito legal e obviamente, depois de conhecer também com a mesma conduta, né, muito humana, muito acolhedora, envolvendo o paciente no tratamento, então isso me chamou muita atenção, nada por acaso. E aí esse valor de gratidão aproveitar para, para, para, para dedicar minha minha gratidão ao doutor Joaquim, né? Que também me deu oportunidade de trabalhar junto com o doutor Jorge de conhecer, né? Desse espaço, dessa confiança, a Lurdinha, pela paciência.
É desde o comecinho a pegar no meu braço lá, mostrar como é que é um trabalho, porque eu nunca tinha trabalhado realmente em uma empresa antes, não é? O Ailton, pela paciência comigo desde sempre, por me aturar ali. A doutora Camilla também pelo por todo o carinho, cuidado EEE entender também não é a compreensão. Doutoranda acho que a é é isso, é. Eu sou muito grato realmente a ter a clínica e obviamente não é o espaço físico, não é, mas as pessoas é que a gente que nos cercam não é a todo que todo mundo que trabalha lá, que já passou e que está lá, não.
É? Aí eu lembro também nessa primeira reunião. Não é que a gente fez. É na primeira, não é? Foi a primeira reunião em equipe, né, que uma das palavras que era mais falada nessa reunião era a humanização e a gente olhava falar tanto de humanização, humanização, mas poxa, ser humano do jeito antigo, é mais fácil porque a gente já tá na zona de conforto, seria tá ali atento pra ouvir, pra falar e de um certo modo, tá No No controle de toda a situação.
Ó, faz aí o tratamento do jeito que eu tô falando, acabou e pronto mas aí quando a gente trouxe a humanização e começou. A vim. Qual era o perfil de humanização que a gente procurava? Aí gradativamente. E essa particularidade Ela Foi se moldando, porque a humanização ela começou a vim agora com o que a participação dos casais, a participação das pessoas na tomada de decisão.
Antes, o médico era muito paternalista. Eu trabalhei em todos os serviços que eu trabalhei, era paternalista. Olha, eu sou médica, eu estudei, faz o que eu estou falando, acabou e pronto. Agora não. O acesso à informação ele é maior, então isso faz parte da harmonização, essa informação, essa busca e você discutir e dividir isso com o médico é importante.
E participar na tomada de decisão, principalmente porque na reprodução assistida a gente tem muitos procedimentos que a ciência não confirma o benefício, mas a gente sabe que não existe uma receita de bolo padrão, então a gente tem que discutir com casal os prós e os contras, poder deixar eles também se tomarem aí Oo Leme do barquinho para poder seguir adiante, né? Existe o Dr. Google agora. É doutor Google a inteligência, como que é o nome do programa da gente? Chapa GPT.
E uma outra coisa também, que acho que é muito interessante a gente lembrar da história. Marcelo, que é a quebra AA troca do perfil de atendimento doutor Jorge estava comentando ali embaixo antes da gente vim pra cá. Sobre o atendimento virtual, né? Eu lembro que como começou, eu falei, olha, eu não quero mais fazer, não dá, tava na zona de conforto, mas aí veio uma bomba no mundo, que pandemia do COVID que fez a gente se adaptar e uma das coisas que a gente conseguiu desenvolver mais é assim, particularmente, até pela atuação da Camila, foi. O CEFERP abraça, né?
Que é o nosso atendimento à distância do paciente. Esse atendimento digital de de responder, né? As Pendências? Então, isso realmente trouxe um grande diferencial para quem está do outro lado, inseguro em busca de resposta. Hoje a gente sabe que a Rebeca está lá.
Muita gente já conhece a gente também gostaria de agradecer, né? Tá lá tocando o serviço pra gente, tá respondendo o abraço de frente. Então isso tem sido um diferencial muito grande, que não foi uma não foi 2 não. Foram 3 pessoas, acho que é uma é assim, é uma. Definição geral de ter esse diferencial dentro do CEFERPnão é verdade.
E eu estou falando muito só para esse do deep, já que eu me derrei o microfone, a transparência também. Eu tenho falado muito para os pacientes, principalmente, que eu comecei a fazer um pouquinho mais de live. É sempre a Camila que estava em lição de leite. Agora a gente dividiu um pouquinho. Mas algumas pacientes é a gente é humano, né?
Todo ser humano está passível de erro. Por mais que tenha processos, né? Então, às vezes, algo que tenha acontecido, que não é relevante para a gente, para aquela paciente. Às vezes uma resposta. Outro dia, a paciente teve um beta positivo.
Eu gravei uma mensagem, ela falou, nossa, o doutor antes nem me deu atenção, porque ele gravou mensagem, não ligou e o Beto estava tudo bem, não é? Então são particularidades que às vezes as pessoas precisam necessito e a gente não sabe, a gente só vai saber se a pessoa comunicar. Se ela falar para a gente outro dia, livrei uma bronca do marido. Foi um beta negativo e eu liguei, falei, você pode falar lá posso e comecei a falar com ela, né? Sobre o Beto é negativo na consulta presencial, ele veio falar, poxa, doutor, anos, o senhor foi ligado Pra Ela justamente na hora que ela tava no cabeleireiro, eu falei, olha.
Você falava com o caminhoneiro. Não. Gosto. Né? Então, são particularidades que eu acho que se a gente fala, se a gente comunica, se a gente dialoga, a gente chega numa jornada personalizada que vai te dar segurança, já saber que você está no caminho certo.
Voltando ao acolhimento, doutor Jorge foi um dos primeiros. A nossa clínica, a nossa clínica, foi uma das primeiras a atender casais homoafetivos, né? Quase ninguém atendia casal homoafetivo nos anos 2000 e pouco. E então existia um pré, né? Um preconceito, uma pré, então a gente era muito procurado pelos casais homoafetivos femininos na época.
É, e ainda é se for ver, né? Hoje a gente estava gravando ainda um episódio sobre homoafetivo e elas falaram sobre o acolhimento. Elas falaram que tinham passado em uma outra clínica, sim, e o médico fez um comentário de um jeito assim, meio preconceituoso que elas não gostaram e aí elas comentaram do quanto elas se sentiram muito bem. 9 por. 100, 9%.
Falavam isso pra gente é, a gente é bem recebida. A gente veio de outra clínica. Que nem olham pra gente, falou não. A gente não atende esse tipo de casal, até isso a gente avaliação, então foi uma das clínicas que que iniciou o tratamento de homoafetivos. Em Ribeirão Preto, que eu.
Sei, é doutor. Não é? Mesmo? Isso tudo é então, não? Aí eu só digo uma coisa interessante, OPA, gente, é o que a gente faz ao vivo.
Sabe uma coisa interessante, Ailton é que é uma quebra de cultura. Muita gente fala assim, Ah, vocês têm o selo de qualidade, mas é só para dizer que tem lá estampado um certificado. Que menta. Qual que é a importância disso aí? Estou te fazendo uma pergunta.
Entendeu a? Importância isso do dia a dia mesmo, né? Porque a gente fala muito desses processos, a importância do processo. Poxa, eu sei fazer tudo da reprodução humana. Camila, doutor Jorge, o Marcelo, a Lurdinha.
Na Na cada um na sua área, consegue fazer tudo. Mas qual que é a importância de ter tudo isso? A padronização. E é um pouco da do que eu comecei lá na com o doutor Jorge no começo, né? E veio sêlo.
Por conta disso também, né? Da da integração entre as áreas, né? Então eu geralmente eu fico no background ali, mas estou dando suporte para todas as áreas, justamente tentando fazer com que as pessoas que têm cada uma tem a sua operação para fazer ela consiga fazer de uma forma a melhor forma possível. A forma mais eficiente de forma mais segura não é e sem deixar de lado a qualidade do do serviço, a experiência do paciente não é o foco. Ele ainda continua sendo essa.
Essa visão de dar o melhor para o paciente, né? Então, o selo ele vem para a gente trazer uma garantia de que os processos eles são bem desenhados. Não é que têm ali 11 perspectiva de identificar riscos, identificar oportunidades também, então é um como se fosse um modelo de garantia. Realmente não é? É o próprio nome já fala, não é?
É uma garantia de que os processos da empresa ela tem uma. Um. Um escalonamento entre as pessoas bem definido, com clareza entre as entregas. Não é para que não consiga, não, não tenha problema de comunicação. Então, de forma geral, mais generalista os processos bem desenhados, eles trazem isso como vantagem, né?
Para a empresa e aí o CEFERP. Ele se destaca um pouco nisso por ser um dos pioneiros também fazendo essa linhagem do doutor Jorge de pioneirismo, né? Marcelo trouxe muito bem isso na época da do começo da clínica também do do CEFERP, de ter o selo de de garantia de qualidade otimento né que era o. Único da América Latina? Mas até então, se não me engano, o único da América Latina, uhum.
É conselho de qualidade de cimento, né? Canadense? Cena, então a gente tem aí 111 certa vantagem nesse quesito. Por conta desse pioneirismo também do doutor Jorge e Marcelo e a gente como um todo ali, fazendo que isso aconteça no dia a dia, né? Ô, gente, ele não.
Ele é muito o Ailton, ele é muito discreto. Esse é o homem do dinheiro, tá? Ele é o diretor financeiro da clínica, é ele que assina tudo ou que. Proibe? Tudo é de que direciona, direciona.
Mas brincadeiras à parte, eu lembro de uma fala do Marcelo pra tentar explicar de um jeito mais simples. A parte do cimento, né? Para os pacientes, ele falou, olha, qual a certeza que o imbiozinho que você está recebendo é seu? Qual a certeza que você está entrando na sala do centro cirúrgico? E é você então tudo isso a gente passa por um por esse controle de qualidade, né?
Por essa, por esse rigor que chega a ser, é até chato. Muitas vocês falam ai, doutor, antes não aguento mais toda hora confirmando o meu nome, mas é porque a gente precisa ter segurança no que a gente está fazendo e o que mento ele veio para sei lá tudo isso para ter essa conformidade e também, né? Para fiscalizar mesmo no bom sentido, né? Airton? E a padronização então, por exemplo, a gente é humano.
Sai um dia lá. A doutora Camilla estava num na clínica, tinha o procedimento, mas ela precisou se ausentar por algum motivo. Se a doutora Camilla não estiver lá, o doutor XYZ que estiver atendendo vai saber exatamente o que tem que ser feito, né? Primeiro porque a gente tem a comunicação verbal e segundo, que tem tudo registado no prontuário, né, Camila? É, e a gente acostuma tanto com essa cultura de segurança.
Vou contar o que aconteceu comigo. Eu fui fazer uma cirurgia. Na verdade, fui fazer 3 cirurgias ao mesmo tempo, né? E aí eu estava lá internando e a enfermeira que estava fazendo a minha internação. Ela falou o nome de 2 e aí ela falou, você vai fazer essas 2?
Eu falei e eu vou tirar a vesícula. Ela o é não tá no quadro cirúrgico. Pensei, meu Deus, vamos esquecer de tirar a minha vesícula? Eu tenho certeza. Aí quando eu encontrei o meu médico, ele.
Você tem alguma dúvida? Eu falei, tem o senhor vai tirar minha visita, né? Lembrando ele não estou lembrando, mas é porque a gente está tão acostumado, né? Duplo cheque é isso e aquilo e a gente vive isso todos os dias. Então na hora que eu senti, falei nossa, às vezes coisa que um paciente nem pensaria, né?
Nem passaria na cabeça. Será que vão pensar ou não? Foi a primeira coisa que eu pensei pela segurança que a gente tem dos processos, né? Eu leio você contando, Camila, lembrei de uma paciente, eles eram de Uberaba. Ela é arquiteta.
Não sei se você vai lembrar. Ela sempre queria que eu fizesse as ultrações dela sempre, sempre, sempre, sempre. Só que num sábado eu estava trabalhando, só que eu podia ficar só até meio-dia e até. Lá, IA atrasar e era. A gente estava fazendo um preparo do indo no metro para fazer a transferência do embrião.
Já tinha passado tudo para a Camila e aí no final estava tudo escrito também. A Camila deu continuidade, fez o ultra som, falou, olha, ele não pôde esperar, infelizmente. E aí depois o casal vem falar doutor Anderson. Fiquei tão tranquilo porque a doutora Camilla estava por dentro de tudo. A gente não precisou explicar nada, então é isso que é legal, né?
A gente falar a mesma língua, pensar do mesmo jeito, dá o mesmo acolhimento, a mesma humanização, né? O laboratório entrando agora, né, Marcelo, já falando publicamente. Aqui. Né? Entrando pra lidar diretamente com o paciente, sim, vamos falar fora da fase embrionária.
Porque o paciente embrionário já é comum. Existem também os pacientes da Urologia, né que nós temos. Isso que às vezes eles ficam mais amigos meus do que a esposa. É, porque. Você está lá no.
Centro de banho também, né? Eles contam toda a história deles. Por que que eles estão ali na, na entradiga ali do vexário deles, até na sala, eles contam tudo. Bom, e acho que pra gente encerrar, vou convidar. Se vocês lembrarem de alguma história que vocês acham interessante, uma pergunta só antes deu rapidinho que vocês têm noção de quantos embriões ou quantos bebês já passaram e já naceram quantos você já carregou em todo esse caminho, porque.
Por exemplo, o meu pai, meu pai é ginecologista, né? E ele fazia um caderninho de todos os partes que ele já tinha feito. Quem era paciente, que bebê e tudo mais. Aí chegou no 1000 e falou, não parei, não dá pra ficar contando. Você já deve ter contado.
Muito. Tem uns livros negros lá. Deles? É, é o notebook manual que eu tenho todos eles gravados que você deve estar lá no sótão, na casa. Dele deve ser um negóção, assim.
Né? Mas é sim. Tem muitos em que um. Que demais. Mais de 89 livros com 200 páginas, meu Deus dá mais de 1000.
500, é? O Marcelo fez um cálculo mais ou menos. Tinha feito o cálculo a mais de mais de 4000. Se eu não me engano, que a gente tinha na história toda do início da clínica lá, precisa recontar. Seria um registro, já faz um tempo, é?
É meu registro sem cirúrgico, mas aí tem, né, multiplicação. Porque é. É. Nem sempre na sua. Uva tem 3, tem outros gêmeos tem os gêmeos, então o.
Doutor Jorge, está no prontuário 11000, é isso de reprodução. É 11000 no total, né? Total é, é então de atendimento? De 11000 de atendimento, então já é bastante gente, já é muita gente. Já passou um dia eu levanto uma quantidade de curiões.
Rodado. Viu? Bom, então eu queria agradecer muito. Em primeiro lugar, a disponibilidade de vocês de estarem aqui, porque IA mobilizar a clínica inteira, né? Para pra vir aqui, doutor handson, doutor Jorge, e aí tudo quase não conversa.
E também a minha gratidão, né? Como doutor Anderson falou por fazer parte, né, da dessa história com vocês, é a realização de um sonho de vida mesmo, né? Poder trabalhar com com o que eu amo e fazendo da forma como eu acho, né, como eu também enxergo o que é o melhor para as nossas pacientes, então agradeço muito vocês pela disponibilidade e pelo convite e pela nossa convivência de todos os dias e vou deixar a palavra para vocês encerrarem também. Para agradecer também e em primeiro lugar a Deus, né? Por dar oportunidade a gente trabalhar com uma coisa que.
Que eu não imaginava também trabalhar, não pensava, é na reprodução assistida. Não tinha nem idéia de como funcionava e minha ideia era trabalhar com um levantamento faulístico era mexer com animal, viver no meio do Mato e então é uma realidade bem diferente dessa dessa atualmente, né? Ajudando as pessoas a realizar um sonho tão bonito. Então eu me apaixonei já logo de cara, por pela, por essa profissão e eu sou muito grato a isso. Agradecer a Deus, agradecer em segundo lugar ao doutor Jorge.
Meu pai de coração, por pela oportunidade de poder trabalhar por ter investido em mim por ter acreditado em mim. Não é por ter me suportado por tanto tempo. Também. EEA vocês também, né? Por pelo todo, o suporte para essa história que a gente construiu.
Agora mais recente em 6 anos, aqui todo o sucesso que a gente tem, sem, obviamente, em todos da clínica, mas em especial os nossos pares que estão aqui, os sócios, a gente não chegaria, não teria condições, na verdade. Então é um sucesso nosso que a gente pode ajudar, continuar ajudando as pessoas, é isso. Eu vou agradecer também a oportunidade aí, pessoal do doutor Jorge Marcelo, que me deram também trabalhar junto com vocês. Uma coisa que gosto muito também de trabalhar com as pessoas. A equipe que a gente tem é uma equipe maravilhosa, né?
Então. Obrigado pela oportunidade. Será que eles continuam muito tempo aí? Vão ainda e a empresa sendo acima? Eu agradeço a Deus em primeiro lugar para me dar a sabedoria.
Não é de ter uma visão, não é? É me de forno, me deu forças para me continuar em momentos difíceis. Que que. Costuma passar e hoje me deu forças de saúde para continuar atendendo que eu gosto de fazer isso. Uhum, tá?
Eu também agradeço a Deus em primeiro lugar. Agradeço doutor Jorge, por ter me dado poder esse tempo aqui com ele, né? Muitas brigas antigamente eu. Não IA voltar, mas a voltar. E?
E também passei por vários problemas de saúde, de de baixos, altos e baixos da minha vida e ele e doutor Joaquim sempre estavam ali me ajudando e me empurrando. Às vezes ficava o tempo bravo comigo que eu estava com a cara feia que era para eu melhorar a cara, mas era o quadro difíceis da vida. Mas aí também agradeço, agradeço por tudo que que eu tenho, por tudo que eu sou, porque. É uma coisa que realmente me me preenche, me faz ficar bem. É trabalhar com com ele, com com vocês.
Bom, e aí ficou eu. Eu vou chamar OCPF de orquestra hoje. E quero agradecer ao grande maestro, que é o nosso Deus, por ter colocado todos nós aqui como instrumentos, uma orquestra. Ela pode ter até um instrumento principal, mas para ela ficar redondinha mesmo, ela precisa ter o conjunto, né? Eu acho que isso foi o que Deus plantou dentro da gente.
O trabalho em conjunto em equipe. O instrumento, ele pode até ser bonito, mas se Deus não colocar a mão, não serve para nada. Então é assim que eu enxergo hoje a minha profissão, a nossa missão lá dentro, né? Sermos instrumentos na mão de Deus para quando sermos tocados por ele chegar o momento. De aumentar as famílias, a gente cantar essa grande Vitória e quando não chegar o momento, a gente também está ali junto esperando a grande música aí do do bebê nos braços.
Isso mesmo, muito obrigada. Tchau, tchau gente. Então, obrigada por assistir ao papo de tentante para enviar seu relato, dúvida ou sugestão? Mande um e-mail para [email protected]. Aproveite e acompanhe o CEFERP no Instagram e no YouTube pra ficar por dentro das novidades, o.
Este podcast é meramente informativo e não substitui uma consulta com o médico especialista. Te vejo no próximo episódio até lá.
